Saiba o que se sabe sobre o caso que mobiliza famílias e polícia
Quatro jovens vindos de Minas Gerais para Santa Catarina desapareceram na madrugada de 28 de dezembro de 2025, no bairro Barreiros, em São José, na Grande Florianópolis, deixando para trás um apartamento aberto, comida no fogão e carregadores na tomada.
Quem são os desaparecidos e o que faziam em SC
Os quatro amigos são: Daniel Luiz da Silveira (28 anos, de Guaxupé-MG), Bruno Máximo da Silva (28 anos, de Guaranésia-MG), Guilherme Macedo de Almeida (20 anos, de Guaranésia-MG) e Pedro Henrique Prado de Oliveira (19 anos, de Araraquara-SP). Eles se conheceram em Minas Gerais e decidiram migrar para Santa Catarina entre outubro e dezembro de 2025, atraídos por oportunidades de trabalho na região metropolitana de Florianópolis.
Guilherme, por exemplo, chegou há cerca de 20 dias e tinha emprego garantido para começar na segunda-feira (5 de janeiro); Pedro estava no estado há três meses, com planos de trazer a família; Bruno e Daniel também buscavam se estabelecer na área industrial de São José, cidade limítrofe com a capital catarinense e conhecida por seu polo fabril e proximidade com praias.
Últimos passos: imagens de câmeras e o apartamento abandonado

Eles foram vistos pela última vez por volta das 3h do dia 28, saindo do apartamento no Barreiros, conforme imagens de câmeras de segurança repassadas à polícia. Às 4h16, Guilherme e Bruno aparecem novamente próximos ao imóvel. Pedro havia feito contato por app com um vizinho à meia-noite, convidando-o para um bar no Centro de Florianópolis, e trocado mensagens com uma mulher às 3h.
Dois dias depois, um vizinho registrou boletim de ocorrência ao notar a casa aberta, com janelas escancaradas e pertences intactos: comida cozinhando no fogão, carregadores na tomada e malas não levadas. A última comunicação conhecida de Guilherme com a mãe foi na noite anterior, dizendo que ia “conhecer a capital com os amigos”.
Ação da polícia e mobilização das famílias
O caso ganhou repercussão nacional com a divulgação das fotos pelo projeto SOS Desaparecidos da Polícia Militar de SC, que ativou canais de denúncia: (48) 3665-4715, (48) 98843-3152, (48) 99156-8264 ou 190. Um BO foi lavrado na terça (30/12), e a Polícia Civil de SC investiga, com apoio da PM; famílias de Minas Gerais, como a de Guilherme, viajam para Florianópolis para acompanhar in loco.
Até agora, não há indícios de crime ou violência, mas as autoridades analisam as imagens e rastreiam celulares, que param de funcionar após o horário das filmagens. Familiares relatam angústia: “Eles saíram para voltar, não para sumir”, disse a mãe de Guilherme, Elizabete de Macedo Almeida.
São José: contexto da cidade e hipóteses iniciais
São José, com 250 mil habitantes, é um polo industrial e residencial na Grande Florianópolis, com bairros como Barreiros próximos a áreas comerciais e vias de acesso à capital e praias. Não há relatos de criminalidade violenta no local específico, mas o desaparecimento simultâneo de quatro jovens levanta hipóteses como briga em bar, acidente não reportado ou sumiço voluntário – todas sob investigação.
Fontes policiais consultadas por veículos locais mencionam possibilidade remota de confusão com facções rivais (como PCC), mas sem confirmação ou evidências até o momento.
Pontos em aberto e apelo por informações
O que falta esclarecer: se os jovens chegaram ao bar em Florianópolis, o que aconteceu após 4h16, motivo para deixar a casa aberta e paradeiro dos celulares. Familiares e polícia pedem qualquer pista: “Eles são trabalhadores sonhadores, não sumiriam assim”, desabafou a mãe de Pedro, Silvia Aparecida do Prado.
O caso reforça a vulnerabilidade de migrantes em busca de vida melhor e mobiliza redes sociais em Minas e SC para compartilhamento das fotos. Qualquer informação deve ser repassada imediatamente às autoridades.




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