A jornalista Malu Gaspar denunciou publicamente a existência de uma milícia digital formada por influenciadores pagos para desmoralizar o Banco Central e blindar o Tribunal de Contas da União na ofensiva contra a liquidação do Banco Master, num escândalo que mistura lobby rasteiro, dinheiro grosso, fraude bilionária e complacência institucional.
A denúncia, sustentada por prints apreendidos pela Polícia Federal e por relatos de alvos de propostas milionárias, expõe uma operação coordenada para inverter a realidade dos fatos: transformar o órgão regulador em vilão e vender como “fiscalização” o que não passa de invasão ilegal de competência.
Enquanto influenciadores alinhados repetem como papagaios o discurso do relator do TCU, Jhonatan de Jesus, acusando o Banco Central de “precipitação”, a PF apura o pagamento de R$ 2 milhões por uma agência ligada a Daniel Vorcaro para que 46 perfis atacassem sistematicamente o regulador. O pano de fundo é ainda mais grave: fraudes bilionárias e a decisão de Dias Toffoli de poupar o banqueiro da prisão, mesmo diante de indícios claros de obstrução.
O teatro montado nas redes sociais por Vorcaro foi escancarado com denúncias de seus próprios contratados por cifras milionárias.
O TCU recuou após a pressão institucional, mas os influenciadores continuaram atacando o Banco Central como se fosse crime liquidar um banco fraudulento.
A jornalista apontou a repetição mecânica de roteiros idênticos, sempre com as mesmas frases e conclusões prontas: o Banco Central teria errado e o TCU estaria apenas exercendo uma fiscalização legítima. O que esses discursos omitem deliberadamente é que Jhonatan de Jesus avançou sobre a atividade-fim do Banco Central, em afronta direta à Lei Complementar 179 de 2021, numa decisão monocrática que acabou paralisada por flagrante inconstitucionalidade.
Gaspar também desmascarou a tentativa de minimizar o escândalo, ao reduzir as fraudes a supostos R$ 12 milhões, quando a própria Polícia Federal fala em cerca de R$ 10 bilhões em títulos falsos. No meio desse lamaçal, o jornalismo investigativo surge como antídoto contra uma máquina de difamação paga.
A investigação da Polícia Federal revela que a agência Unltd, sediada no Distrito Federal e orbitando o Banco Master, contratou 46 perfis de influenciadores, num pacote de R$ 2 milhões, acrescido de R$ 800 mil destinados à compra de silêncio.
Os prints vazados mostram propostas explícitas, inclusive a vereadores, para a produção de vídeos defendendo o TCU e rotulando o Banco Central como braço do “Centrão”. O ataque digital teve um pico entre 26 e 29 de dezembro de 2025, com 36 horas de disparos simultâneos, movimento denunciado inclusive pela Febraban. Influenciadores relataram à PF que recebiam roteiro pronto e eram pagos conforme o número de visualizações. Um vereador, ao recusar a oferta, foi direto: não venderia a alma por causa do Master.
No centro desse arranjo, a postura do ministro Dias Toffoli chama atenção pelo contraste gritante. Rigoroso quando o assunto é travar CPIs e impor sigilo, Toffoli foi surpreendentemente leniente com Daniel Vorcaro.
Mesmo diante de tentativa de fuga para Israel, de pressões explícitas para anular a liquidação do banco e da CPMI para tentar quebrar sigilos, o ministro não fala em nova prisão do espertalhão fraudulento que distribuiu dinheirama , inclusive para esposa de colega de Toffolino STF, Alexandre de Moraes que abocanhoualguns milhões da empresa picareta.
Em dezembro de 2025, Vorcaro foi solto com tornozeleira eletrônica, Toffoli impôs sigilo ao processo e fez até pedidos de acareação de servidores técnicosque condenavam as fraudes bilionáriasdo Master, tudo isso depois de voar em jatinho de amigos do criminoso central.
Para a Polícia Federal, trata-se de obstrução clara da justiça. Para Toffoli, curiosamente, “faltariam premissas”, estaria de fériasou sei láo quê. Para críticos, o recado é inequívoco: conivência diante de um rombo estimado em R$ 10 bilhões no mínimo.
O enredo se fecha como uma orquestra afinada de interesses. Daniel Vorcaro, descrito como símbolo de “compliance zero”, recorreu a uma milícia digital para tentar reverter a liquidação do Banco Master, decretada em 18 de novembro de 2025 pelo BC. Jhonatan de Jesus ensaiou uma cautelar no TCU, depois recuou. Os influenciadores entraram em cena, repetindo o script com disciplina quase militar.
A engrenagem ruiu e foi desmascarada. A oposição passou a pressionar por CPI, e a Polícia Federal avançou, com o indiciamento da agência previsto para oitivas em 9 de janeiro. A atualização do caso indica que os influenciadores vão depor e que Toffoli, que passou a agendar acareações desmioladas e sem nexo antes mesmo de depoimentos, nada fará contra Vorcaro e influenciadores de Fake news que poderiam atingir gravemente o mercado financeiro se não fossem desmascarados. A chamada milícia digital, até ontem tratada como ruído de rede social, agora está oficialmente sob mira criminal. Parabéns aos poucos influenciadores que se dispuseram a denunciar as propostas indecentes de Vorcaro.




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