O BRB vendeu os ativos de originação própria para recompor a liquidez em meio à crise envolvendo o Banco Master
O Banco de Brasília (BRB) vendeu R$ 5 bilhões em carteiras de originação própria, em aproximadamente dois meses.

As vendas incluem carteira de crédito consignado, de atacado e referente à antecipação do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).
Os R$ 5 bilhões obtidos com as operações ajudaram a recompor a liquidez do BRB em dias de maior atipicidade no fluxo em meio à crise envolvendo o Banco Master. O valor corresponde à venda realizada entre o final de novembro de 2025 e o início de fevereiro de 2026.
O BRB também estuda fazer a venda de ativos da carteira imobiliária para capitalização.
Nesta sexta-feira (6/2), o BRB apresentará ao Banco Central o plano de capital após o órgão determinar provisionamento de R$ 2,6 bilhões da instituição. A determinação veio no escopo das investigações das negociações com o Banco Master. Os R$ 5 bilhões obtidos com as operações ajudaram a recompor a liquidez do BRB em dias de maior atipicidade no fluxo. O valor corresponde à venda realizada entre o final de novembro de 2025 e o início de fevereiro de 2026.
O plano deve prever algumas opções de capitalização, como criação de Fundo Imobiliário, empréstimo junto ao Fundo Garantido de Crédito (FGC) e aporte do acionista controlador, o Governo do Distrito Federal (GDF).
O BRB também colocou à venda os ativos oriundos do Master. O presidente Nelson Antônio de Souza foi pessoalmente à Faria Lima negociar o pacote avaliado pelo BRB em R$ 21,9 bilhões.



