“Vamos aniquilá‑los”, diz Secretário de Defesa dos EUA sobre Irã

Pete Hegseth deu coletiva na manhã desta segunda-feira (2) após ataque dos EUA ao Irã

Pete Hegseth, secretário de Defesa dos EUA, afirmou em coletiva no Pentágono na manhã desta segunda-feira (2) que os americanos “vão aniquilá-los” caso o Irã continue ameaçando ou atacando forças dos EUA, em tom beligerante após os ataques iniciais contra Teerã. A declaração ocorre no contexto da ofensiva conjunta EUA-Israel iniciada em 28 de fevereiro, que já matou centenas e se espalhou pelo Oriente Médio.

Contexto da declaração

Hegseth falou ao lado do general Dan Caine, presidente do Estado-Maior Conjunto, em resposta direta aos ataques iranianos retaliatórios contra bases americanas no Golfo e Israel. “Se você matar americanos ou ameaçar americanos, vamos caçá-los sem perdão e sem hesitação e vamos aniquilá-los”, disse ele, referindo-se explicitamente ao regime iraniano. Hegseth enfatizou que a operação, batizada de “Epic Fury”, visa destruir mísseis, drones, marinha iraniana e “qualquer ambição nuclear”, sem visar mudança de regime – embora admitisse que “o regime mudou e o mundo está melhor”.

A frase ganhou repercussão global, sendo interpretada por aliados como sinal de determinação e por críticos como escalada retórica em meio a 555 mortos no Irã e dezenas em outros fronts.

O que Hegseth disse na íntegra

Durante a coletiva, Hegseth defendeu a precisão dos ataques e negou que levem a uma “guerra sem fim”: “Isso não é Iraque. Não é infinito”. Ele destacou que o Irã “iniciou uma guerra selvagem contra a América há 47 anos” e que os EUA responderão com “retribuição” até neutralizar ameaças. Sobre o futuro: “Vamos engajá-los com precisão, decisão e sem hesitação”, prometendo que Teerã “nunca terá armas nucleares”.

Hegseth também elogiou a liderança de Trump: “Graças à ousadia visionária do presidente, obliteramos suas capacidades nucleares” – ecoando declarações anteriores sobre ataques de 2025.

Reações internacionais e no Brasil

  • Líderes europeus, como os da França e Alemanha, apoiam os EUA mas pedem moderação para evitar caos no petróleo via Estreito de Hormuz.
  • No Irã, mídia estatal chama Hegseth de “louco belicista” e promete “resposta esmagadora”.
  • No Brasil, o Itamaraty expressou “preocupação com escalada” e defendeu diálogo, enquanto fontes em Brasília monitoram impactos em exportações de commodities.

A declaração reforça o compromisso americano com a vitória rápida, mas analistas alertam para risco de envolvimento de proxies como Hezbollah e Houthis.


10 comentários

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