Por Victório Dell Pyrro
Num escândalo que fede mais que uísque velho, azedo, depois de vomitado, o presidente do Banco Master, Daniel Vorcaro – pivô de investigações sobre golpes bilionários –, bancou uma orgia etílica de R$ 3,3 milhões em degustação de famoso uísque Macallan no elitista George Club, em Londres. Os convidados de honra? Nada menos que os intocáveis, Alexandre de Moraes, Dias Toffoli, Paulo Gonet e o chefão da PF, Andrei Rodrigues.
Uma “degustação” que fede a propina disfarçada de luxo, revelada por dados do celular do próprio Vorcaro, vasculhados pela PF e jogados na mesa da CPMI do INSS.
Banquete dos intocáveis em plena farra londrina
Abril de 2024, I Fórum Jurídico Brasil de Ideias – um circo patrocinado pelo Banco Master, com Vorcaro orquestrando a lista de convidados a mando de Moraes, que vetou Joesley Batista como se fosse o porteiro do Olimpo. Esses sujeitos participam desses eventos picaretas, palestras no exterior com qual justificativa? Nenhuma plausível!. Empresários brasileiros torram dinheiro suspeito no exterior para reunir a nata dos corruptos lá fora. São de uma cara de pau embriagante.
Moraes, o censor-mor do STF, confessa na cara-dura, em sessão secreta de fevereiro para tirar Toffolida artilharia da imprensa e da frente da açãoque investiga o Master: “Eu estava lá. Andrei Rodrigues estava lá. Fomos todos juntos a um pub, tomamos Macallan”. Tomaram? Engoliram US$ 640 mil em single malt enquanto o Brasil quebra! Gonet, o guardião da lei como PGR, Toffoli, o rei das relatorias suspeitas, e Andrei, o cão de guarda da PF, riam e brindavam, alheios ao ridículo. Daí vem a explicação das camadas de Gonet, depois cobradas por André Mendonça publicamente. Será que ainda estava inebriado pela bondade de Vorcaro?
Vorcaro, o “benfeitor” com ações na manga
Banco Master, enrolado em 27 processos no STJ e petições gordas no STF sob Gilmar Mendes (CSLL), não economizou: financiou Tony Blair e ainda sobrou grana para embebedar os árbitros do seu destino judicial. Vorcaro consultava Moraes por WhatsApp para aprovar a plateia VIP – um lobby escancarado, com Temer, Lewandowski e Alcolumbre na roda. E o resultado? Até agora quase nada mas a esperança é Mendonça, depois que Toffoli foi afastado da relatoria do caso Master por suspeição, atos validados, e a CPMI do INSS lambendo os beiços com 221 arquivos do celular do banqueiro. Propina em garrafas de R$ 15 mil cada?
Não importa. Importa é que essa cambada toda tem de ser punida. Prisão exemplar. Estamos numa ditadura criminosa sob mão de ferro de gente como Moraes, Gonet e sua turma.
Gonet, Moraes, Toffoli e Andrei: a quadrilha do Macallan
Gonet, que deveria caçar corruptos, aceita carona etílica de investigado. Moraes, ditador digital que cala a direita, vira garçom de Vorcaro ganhando gorjetaalta: ao menos R$130 milhões. Toffoli, o suspeito crônico, some da relatoria mas embolsa o trago. Andrei Rodrigues, chefe da PF que “investiga” o próprio benfeitor, finge que é coincidência. Isso não é erro de etiqueta: é crime gritante, abuso de poder e conluio descarado. PREVARICAÇÃO. O povo paga a conta enquanto esses quatro enchem a cara na Inglaterra, com dinheiro roubado do bolso do contribuinte brasileiro e se empanturram de luxo impune. Cadê a PF para prender essa turma? Ah, Andrei manda nela… CPI já!



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