Exército israelense fala de entre 20 e 30 mortos e admite ter atingido escola durante bombardeio em Gaza. Militares disseram que escola servia como base do Hamas. Já as autoridades locais afirmaram que instituição estava abrigando palestinos deslocados
Um bombardeio lançado por Israel atingiu uma escola da Organização das Nações Unidas (ONU) na Faixa de Gaza nesta quinta-feira (6).
O ataque aconteceu em um campo de refugiados de Nuseirat, que fica na região central da Faixa de Gaza.
A escola é administrada pela agência da ONU para Refugiados Palestinos (UNRWA), que possui integrantes atuantes pelo grupo terrorista Hamas. Segundo as informações do Ha.as, 40 pessoas morreram, entre elas cinco crianças. O Exército israelense falou que houve entre 20 e 30 mortos.
As Forças Armadas de Israel alegaram que alvejavam terroristas do Hamas que estavam no interior da escola e foram mortos na ofensiva.
Já a UNRWA, totalmente dominada pelo grupo terrorista, negou e afirmou que a instituição vinha servindo para abrigar palestinos deslocados por conta da guerra.
Segundo as Forças Armadas de Israel, caças do Exército realizaram um “ataque preciso” em uma unidade do Hamas que ficava dentro da escola.
Já as autoridades da Faixa de Gaza, também do Hamas, acusaram as forças israelenses de terem cometido “um massacre horrível“.
Feridos foram levados ao hospital de Al-Aqsa.
O hospital disse ter recebido 30 pessoas mortas em consequência do bombardeio à escola.
Outras seis pessoas morreram em um outro ataque na região, segundo o hospital.
Segundo a ONG Médicos Sem Fronteiras (MSF), o hospital de Al-Aqsa recebeu cerca de 70 mortos e 300 feridos desde terça-feira (4). A organização afirmou que a maioria dos pacientes é composta por mulheres e crianças alvos de bombardeios.







