“Recado” de militares ao governo do Rio de Janeiro, que não consegue proteger população e nem unidades de saúde em áreas dominadas pelo crime
Uma verdadeira operação de guerra foi montada pela Marinha em um hospital do Complexo de Lins, na zona Norte do Rio de Janeiro.

Estãono local 250 militares, 40 viaturas, incluindo tanques de guerra, além de fuzileiros navais.
A ação não tem prazo para acabar e vem depois de uma médica ter morrido vítima de uma bala perdida na manhã da última terça-feira (10).
A Marinha informou que a operação, que conta com a participação de fuzileiros navais, não tem previsão para ser encerrada. A ação tem como objetivo garantir a segurança do Hospital Marcílio Dias.

A Capitão de Mar e Guerra Gisele Mendes de Souza e Mello será enterrada com honras fúnebres,

A ação da Marinha é um “recado” para o governo do Rio de Janeiro, que “não teria conseguido proteger” o Hospital Marcílio Dias.
Funcionários do hospital relataram o clima de tensão que já existia antes da morte da médica, com tiroteios constantes e apreensão, especialmente de madrugada e de manhã, na chegada de servidores ao local.
A Marinha do Brasil iniciou a operação no Complexo do Lins, na zona norte do Rio de Janeiro, nas primeiras horas desta quinta-feira (12).
A ação acontece dois dias depois da médica Gisele Mendes de Souza e Mello ser atingida por um disparo de arma de fogo de fora para dentro do Hospital Naval Marcílio Dias.








