Defesa vai alegar que houve falha na tutela dos dados que estavam no celular do banqueiro
Por Victório Dell Pyrro
Os advogados de defesa do golpista Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, desistiram de firmar um acordo de delação premiada com a Polícia Federal. A decisão foi tomada após sucessivas recusas por parte da corporação de fechar o contrato de colaboração com a investigação.
Após também a recusa da Procuradoria-Geral da República (PGR) em manter as tratativas, a defesa começou a analisar outras linhas para tentar inocentar Vorcaro. A nova estratégia é tentar anular provas como aconteceu no caso do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Vorcaro não apresentou provas suficientes e nem apontou o nome de envolvidos que represente avanço nas diligências já em curso pela PF. O criminoso que está preso por golpes que ultrapassam R$ 50 bilhões no mercado financeiro contou até agora fatos que já foram elucidados e podem ser comprovados por mensagens encontradas no celular dele e pelo caminho do dinheiro encontrado por diligências feitas pelas equipes, como ações de busca e apreensão.




