Revista Veja desmascara retórica de presidente e escândalo toma proporções que vão de crueldade contra aposentados doentes e idosos a fuga planejada de Lulinha para Espanha. Roberta Luchsinger revelou até ter sido chamada pelo presidente Lula a ter um cargo no governo
Por Victório Dell Pyrro
As investigações da Polícia Federal (PF) contra o filho mais velho do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, descobriram uma rede de corrupção em vários ministérios e órgãos públicos que fazem embrulhar o estômago de quem tem o mínimo de decência e compaixão de idosos e doentes que foram surrupiados em apenas uma das ações da quadrilha, a farra do roubo aos aposentados do INSS.
Lula como sempre vai negar envolvimento, mas os indícios de corrupção e de tráfico de influência dentro de seu gabinete, com participação ativa e decisiva de seu filho e de seus assessores mais próximos não deixam dúvidas de que ele deve explicações à polícia Federal e ao Brasil. Tem senador, ministro, Marcola e muito mais na lama.
Durante as diligências, a PF interceptou conversas que mostram a lobista Roberta Luchsinger projetando um ganho (só sobre a parte dos crimes que caberia a ela), de R$ 100 milhões em 2024 em esquema de corrupção.
As novas informações do inquérito da PF sobre Lulinha foram divulgadas hoje pela Revista Veja. A PF obteve diálogos que mostram Roberta dizendo para amigos que o presidente Lula a chamou até para ter um cargo dentro do governo.
“Fui das poucas pessoas q o Lula chamou e perguntou: escolhe onde vc quer ficar. (…) Eu disse: aonde eu tô. Na minha sociedade com Fábio e Fernando.” E explicou o porquê: “Tô em cargo nenhum e ando onde eu quero”, revelou a Veja. Ou seja, Lula sabia que Lulinha, Roberta, Lulinha e Fernando Bittar estavam associados. Fernando Bittar era o testa de ferro no sítio de Atibaia que levou Lula para a prisão por corrupção descoberta pela Lava jato. Bittar nunca foi lá, mas no papel era o dono. Lula foi condenado por isso: ocultar bens colocando em nome de outras pessoas.
Os diálogos das investigações de agora, foram utilizados pela corporação para embasar a abertura de três inquéritos destinados a apurar suspeitas envolvendo a atuação de Roberta e Lulinha em negócios com o governo federal.

O primeiro inquérito aberto investiga possíveis relações com o Ministério da Saúde, inclusive para beneficiaro Careca fo INSS com contrataçãode um negócio milionário de fornecimentode canabidiol.
O segundo apura suspeitas relacionadas à Dataprev, empresa de tecnologia do governo que foi responsável por repassar para essa máfia, os dados dos pobres segurados do INSS que foram vítimas da quadrilha composta por diversas entidades ligadas ao PT, incluindo uma dirigida por um irmão de Lula, tio de Lulinga apelidado de Frei e que de santo não tem nada. Aliás, o milagre dele não fez multiplicar pão ou vinho, mas tirou o leite, o remédio e sabe-se lá mais o quê da mesa dos pobres. O roubo aos pobres articulado pelo Careca do INSS está estimado em mais de R$6, 6 bilhões.
Umas das mensagens anexadas a esse inquérito mostra Roberta e um empresário ligado ao Careca do INSS combinando para pressionar o ex-ministro da Previdência Carlos Gabas, atual Secretário-Executivo do Consórcio Nordeste deste governo Lula.
Gabas é servidor de carreira do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Na época, uma instrução normativa impunha à Dataprev travas tecnológicas que dificultavam descontos em folha de empréstimos concedidos aos aposentados — um entrave aos intentos de criminosos que fizeram gato e sapato dos que contribuiram durante todas as suas vidas para a previdência.
A matéria da Veja merece ser lida na totalidade neste link, mas prepare o saco de vômito contra o fedor das descobertas da PF.




