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	<title>Arquivo de Alexzndre de Moraes - BSB REVISTA</title>
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	<title>Arquivo de Alexzndre de Moraes - BSB REVISTA</title>
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	<item>
		<title>DPU acusa Moraes de atropelar garantias constitucionais no caso Tagliaferro</title>
		<link>https://bsbrevista.com.br/2026/04/17/dpu-acusa-moraes-de-atropelar-garantias-constitucionais-no-caso-tagliaferro/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Victório Dell Pyrro]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Apr 2026 14:54:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Alexzndre de Moraes]]></category>
		<category><![CDATA[Constitucionais]]></category>
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		<category><![CDATA[Tagiaferro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Victório Dell Pyrro A Defensoria Pública da União afirma que Alexandre de Moraes violou a Constituição e o Código de Processo Penal ao destituir [...]</p>
<p>O post <a href="https://bsbrevista.com.br/2026/04/17/dpu-acusa-moraes-de-atropelar-garantias-constitucionais-no-caso-tagliaferro/">DPU acusa Moraes de atropelar garantias constitucionais no caso Tagliaferro</a> apareceu primeiro em <a href="https://bsbrevista.com.br">BSB REVISTA</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Por Victório Dell Pyrro </strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A Defensoria Pública da União afirma que Alexandre de Moraes violou a Constituição e o Código de Processo Penal ao destituir a defesa de Eduardo Tagliaferro sem observar o procedimento legal previsto para a substituição de advogados. A acusação é grave porque atinge o núcleo do processo penal: o direito de defesa não pode ser tratado como detalhe nem contornado por decisão sumária.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a DPU, Tagliaferro deveria ter sido intimado pessoalmente para constituir novos defensores de sua confiança antes de qualquer nomeação compulsória. Em vez disso, Moraes teria imposto a atuação da Defensoria sem esgotar as etapas exigidas pela lei. Se essa versão estiver correta, o problema não é apenas formal; é uma afronta direta às garantias que limitam o poder estatal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O ponto central é que o Código de Processo Penal e a Constituição não admitem improviso quando se trata de defesa técnica. A própria DPU sustenta que não houve tentativa adequada de localizar Tagliaferro e que o ex-assessor tinha endereço conhecido, o que fragiliza a justificativa usada para a substituição imediata da banca. Em processo penal, suprimir etapas legais em nome da conveniência é abrir espaço para nulidades e para a corrosão da credibilidade institucional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A controvérsia se soma ao desgaste crescente da imagem de Moraes, frequentemente criticado por concentrar poder decisório e por adotar medidas duras em casos politicamente sensíveis. Quando uma autoridade judicial passa a ser acusada de ignorar o rito que deve proteger o acusado, a discussão deixa de ser apenas jurídica e passa a ser institucional. O recado ao país é ruim: se as garantias valem menos quando o alvo é incômodo, então elas deixam de ser garantias e viram concessão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A DPU pediu a anulação da nomeação feita por Moraes e a reabertura dos prazos de defesa. É o mínimo em um sistema que ainda pretenda se chamar democrático. O que está em jogo não é a simpatia ou antipatia por Tagliaferro, mas a integridade do processo e o limite do poder judicial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No pano de fundo, o caso reforça uma percepção já disseminada entre críticos do ministro: a de que a excepcionalidade virou método e a caneta judicial passou a ocupar um espaço que a própria Constituição tenta conter. Quando o guardião das garantias é acusado de atropelá-las, a crise deixa de ser episódica e passa a ser estrutural.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Defensoria Pública da União afirma que Alexandre de Moraes violou a Constituição e o Código de Processo Penal ao destituir a defesa de Eduardo Tagliaferro sem observar o procedimento legal previsto para a substituição de advogados. A acusação é grave porque atinge o núcleo do processo penal: o direito de defesa não pode ser tratado como detalhe nem contornado por decisão sumária.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a DPU, Tagliaferro deveria ter sido intimado pessoalmente para constituir novos defensores de sua confiança antes de qualquer nomeação compulsória. Em vez disso, Moraes teria imposto a atuação da Defensoria sem esgotar as etapas exigidas pela lei. Se essa versão estiver correta, o problema não é apenas formal; é uma afronta direta às garantias que limitam o poder estatal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O ponto central é que o Código de Processo Penal e a Constituição não admitem improviso quando se trata de defesa técnica. A própria DPU sustenta que não houve tentativa adequada de localizar Tagliaferro e que o ex-assessor tinha endereço conhecido, o que fragiliza a justificativa usada para a substituição imediata da banca. Em processo penal, suprimir etapas legais em nome da conveniência é abrir espaço para nulidades e para a corrosão da credibilidade institucional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A controvérsia se soma ao desgaste crescente da imagem de Moraes, frequentemente criticado por concentrar poder decisório e por adotar medidas duras em casos politicamente sensíveis. Quando uma autoridade judicial passa a ser acusada de ignorar o rito que deve proteger o acusado, a discussão deixa de ser apenas jurídica e passa a ser institucional. O recado ao país é ruim: se as garantias valem menos quando o alvo é incômodo, então elas deixam de ser garantias e viram concessão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A DPU pediu a anulação da nomeação feita por Moraes e a reabertura dos prazos de defesa. É o mínimo em um sistema que ainda pretenda se chamar democrático. O que está em jogo não é a simpatia ou antipatia por Tagliaferro, mas a integridade do processo e o limite do poder judicial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No pano de fundo, o caso reforça uma percepção já disseminada entre críticos do ministro: a de que a excepcionalidade virou método e a caneta judicial passou a ocupar um espaço que a própria Constituição tenta conter. Quando o guardião das garantias é acusado de atropelá-las, a crise deixa de ser episódica e passa a ser estrutural.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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