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	<title>Arquivo de Aquecimento global - BSB REVISTA</title>
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	<title>Arquivo de Aquecimento global - BSB REVISTA</title>
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		<title>Mais de 240 cidades brasileiras têm umidade menor ou igual à do deserto do Saara</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Calango]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Sep 2024 11:19:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Aquecimento global]]></category>
		<category><![CDATA[Ar]]></category>
		<category><![CDATA[Baixa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mais de 240 cidades brasileiras têm umidade menor ou igual à do deserto do Saara</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Pior seca da história recente do país e uma onda de calor com altas temperaturas, fez umidade do ar evaporar e levou cidades a índices perigosos para a saúde </p>



<p>Segundo dados do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), ao menos 244 cidades brasileiras registraram umidade relativa do ar menor ou igual à do deserto do Saara nesta terça-feira (3), e a previsão é de que nesta quarta-feira (4) os índices possam ser ainda piores.</p>



<p>Com o tempo seco e as altas temperaturas, está difícil respirar no país. </p>



<p>Especialistas alertam para o risco de o Brasil figurar entre os países mais quentes do mundo nesta semana, devido à combinação de calor intenso e a prolongada ausência de chuvas.</p>



<p>O mês de setembro, o último do inverno, começou com uma onda de calor que fez subir as temperaturas. </p>



<p>Nesta terça-feira, no Mato Grosso e Mato Grosso do Sul as máximas chegaram aos 40°C. No interior de São Paulo e Minas Gerais, as cidades chegaram a 39°C. </p>



<p>A subida do termômetro levou especialistas a debaterem até mesmo se o Brasil é o país mais quente do mundo nesta semana.</p>



<p>O calor se somou à seca, a maior e mais extensa já enfrentada pelo país, com cidades sem chuva há mais de cem dias. <strong>A falta de chuva e a alta temperatura faz com que a umidade, literalmente, evapore, chegando a níveis desérticos.</strong></p>



<p>No deserto do Saara, localizado no norte da África, a umidade relativa do ar varia entre 14% e 20%. No Brasil, várias cidades apresentaram índices ainda mais baixos, agravando a situação de quem já enfrenta o calor extremo.No estado de São Paulo, por exemplo, cidades como Barretos, Marília e Tupã registraram uma umidade de apenas 7%, um cenário desértico que afeta diretamente a saúde da população.</p>



<p>Além disso, dez cidades brasileiras, incluindo regiões de Minas Gerais e Goiás, se aproximaram dos índices do deserto do Atacama, no Chile, considerado o mais seco do mundo, onde a umidade pode chegar a 5%. Nesses municípios, o índice de umidade caiu para alarmantes 7%.</p>



<p>No deserto do Saara, localizado no norte da África, a umidade relativa do ar varia entre 14% e 20%. No Brasil, várias cidades apresentaram índices ainda mais baixos, agravando a situação de quem já enfrenta o calor extremo.No estado de São Paulo, por exemplo, cidades como Barretos, Marília e Tupã registraram uma umidade de apenas 7%, um cenário desértico que afeta diretamente a saúde da população.</p>



<p>Além disso, dez cidades brasileiras, incluindo regiões de Minas Gerais e Goiás, se aproximaram dos índices do deserto do Atacama, no Chile, considerado o mais seco do mundo, onde a umidade pode chegar a 5%. Nesses municípios, o índice de umidade caiu para alarmantes 7%.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Crise climática</h2>



<p>A atual crise de umidade no Brasil tem como principal fator a estação seca, comum nesta época do ano, que se estende até outubro. No entanto, três fatores principais estão tornando a situação ainda mais grave:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Seca histórica: Diversos estados estão enfrentando uma das piores secas já registradas, com municípios sem chuva por mais de cem dias, de acordo com o Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden).</li>



<li>Onda de calor intensa: Com a chegada de uma onda de calor, as temperaturas dispararam em várias regiões do país, contribuindo para a evaporação da umidade já escassa.</li>



<li>Bloqueios atmosféricos: O fenômeno dos bloqueios atmosféricos impede que frentes frias avancem pelo país, resultando na ausência de chuvas e na intensificação do calor.</li>
</ul>



<p>Essa combinação de fatores provoca uma queda drástica na umidade do ar, afetando diretamente a saúde da população e dificultando atividades diárias.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Saúde pública</h2>



<p>De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), a umidade ideal para o corpo humano varia entre 40% e 70%. Quando esse índice cai para 30%, já é considerado um cenário de alerta, com impactos diretos na saúde, como o agravamento de problemas respiratórios, dores de cabeça, ressecamento dos olhos e cansaço. Indivíduos com doenças respiratórias, como asma e bronquite, são os mais afetados, já que a falta de umidade compromete as vias aéreas e pode intensificar os sintomas dessas doenças.</p>
<div id="bsbre-1701679687" class="bsbre-depois-do-conteudo-2" style="clear: both;"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado.jpg" alt=""  srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado.jpg 1048w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-600x600.jpg 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-1024x1024.jpg 1024w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-60x60.jpg 60w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-768x768.jpg 768w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-900x900.jpg 900w" sizes="(max-width: 1048px) 100vw, 1048px" width="1048" height="1048"   /></div><br style="clear: both; display: block; float: none;"/><div id="bsbre-2232293647" class="bsbre-depois-do-conteudo"><img decoding="async" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista.jpg" alt=""  srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista.jpg 937w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista-600x321.jpg 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista-768x411.jpg 768w" sizes="(max-width: 937px) 100vw, 937px" width="937" height="502"   /></div><p>O post <a href="https://bsbrevista.com.br/2024/09/05/mais-de-240-cidades-brasileiras-tem-umidade-menor-ou-igual-a-do-deserto-do-saara/">Mais de 240 cidades brasileiras têm umidade menor ou igual à do deserto do Saara</a> apareceu primeiro em <a href="https://bsbrevista.com.br">BSB REVISTA</a>.</p>
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		<title>Nasa diz que Brasil pode ficar inabitável em 50 anos com aquecimento global</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jul 2024 19:27:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Aquecimento global]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Estudo]]></category>
		<category><![CDATA[Nasa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Relatório da Agência Espacial Norte-americana prevê catástrofe ambiental causada por aquecimento global A agência espacial norte-americana (Nasa), fez um relatório com um cenário alarmante para [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<h6 class="wp-block-heading">Relatório da Agência Espacial Norte-americana prevê catástrofe ambiental causada por aquecimento global</h6>



<p>A  agência espacial norte-americana (<a href="https://www.nasa.gov/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Nasa</a>),  fez um relatório com um cenário alarmante para o Brasil.</p>



<h6 class="wp-block-heading">Algumas regiões ultrapassaram o limiar crítico</h6>



<p>A NASA explicou ainda que,&nbsp;<strong>nos últimos 15 anos, algumas regiões subtropicais já ultrapassaram o limite crítico</strong>&nbsp;. Como resultado, prevê-se que o fenômeno possa se intensificar, bem como se espalhar para outros territórios, à medida que o aquecimento global avança, potencialmente transformando esses espaços em áreas inabitáveis.</p>



<p> Segundo a Nasa, dentro de 50 anos, o Brasil poderá se tornar inabitável devido aos efeitos do aquecimento global.</p>



<p>Utilizando dados de satélite, a Nasa mapeou as áreas mais vulneráveis do planeta, destacando o Brasil como uma das regiões que enfrentarão mudanças climáticas graves.</p>



<p>Segundo a agência espacial, o estudo identifica áreas que se tornarão inabitáveis, bem como aquelas em que a vida poderá deixar de se formar.</p>



<p>Entre as regiões mais afetadas, estão o sul da Ásia, o Golfo Pérsico, a China e o Brasil. Em fevereiro deste ano, a Nasa já havia relatado aumento de 1,5ºC na temperatura média global.</p>



<h6 class="wp-block-heading">Qiais os principais motivos para a possível inabitabilidade no Brasil?</h6>



<p><strong>Aumento do nível do mar</strong></p>



<p>O derretimento de geleiras e calotas polares está elevando o nível do mar, ameaçando cidades costeiras, como o Rio de Janeiro. A elevação do mar pode deslocar populações e causar danos significativos às infraestruturas.</p>



<p><strong>Eventos climáticos extremos</strong></p>



<p>Ondas de calor, secas prolongadas, inundações e furacões se tornarão mais frequentes e intensos. Esses eventos extremos podem devastar a agricultura, danificar infraestruturas e impactar gravemente a saúde humana.</p>



<p><strong>Mudanças nos padrões de precipitação</strong></p>



<p>Regiões áridas podem se tornar ainda mais secas, enquanto outras enfrentarão chuvas torrenciais, resultando em inundações e erosão do solo. O Nordeste brasileiro já enfrenta desafios significativos relacionados à escassez de água.</p>



<p><strong>Acidificação dos oceanos</strong></p>



<p>O aumento de dióxido de carbono na atmosfera está tornando os oceanos mais ácidos, prejudicando a vida marinha. Isso afeta especialmente corais e crustáceos, que são cruciais para os ecossistemas oceânicos.</p>



<p><strong>Perda de biodiversidade</strong></p>



<p>As mudanças climáticas podem levar à extinção de diversas espécies de plantas e animais, desestabilizando ecossistemas inteiros. Estima-se que a Amazônia possa perder até 60% de suas espécies até o fim do século.</p>



<p><strong>Impactos na saúde humana</strong></p>



<p>O calor extremo, a poluição do ar e a disseminação de doenças, como malária e dengue, aumentam o risco de problemas de saúde respiratórios, cardiovasculares e infecciosos.</p>



<p><strong>Impactos socioeconômicos</strong></p>



<p>O aquecimento global pode provocar migrações em massa, conflitos por recursos e perdas econômicas significativas. Países em desenvolvimento, como os da África e da Ásia, são particularmente vulneráveis.</p>
<div id="bsbre-3892916967" class="bsbre-depois-do-conteudo-2" style="clear: both;"><img decoding="async" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado.jpg" alt=""  srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado.jpg 1048w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-600x600.jpg 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-1024x1024.jpg 1024w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-60x60.jpg 60w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-768x768.jpg 768w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-900x900.jpg 900w" sizes="(max-width: 1048px) 100vw, 1048px" width="1048" height="1048"   /></div><br style="clear: both; display: block; float: none;"/><div id="bsbre-75675790" class="bsbre-depois-do-conteudo"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista.jpg" alt=""  srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista.jpg 937w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista-600x321.jpg 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista-768x411.jpg 768w" sizes="(max-width: 937px) 100vw, 937px" width="937" height="502"   /></div><p>O post <a href="https://bsbrevista.com.br/2024/07/22/nasa-diz-que-brasil-pode-ficar-inabitavel-em-50-anos-com-aquecimento-global/">Nasa diz que Brasil pode ficar inabitável em 50 anos com aquecimento global</a> apareceu primeiro em <a href="https://bsbrevista.com.br">BSB REVISTA</a>.</p>
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		<title>Países em desenvolvimento precisam de apoio para se adaptarem ao calor mortal provocado pelo aquecimento global, alertam cientistas</title>
		<link>https://bsbrevista.com.br/2024/05/30/paises-em-desenvolvimento-precisam-de-apoio-para-se-adaptarem-ao-calor-mortal-provocado-pelo-aquecimento-global-alertam-cientistas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Calango]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 May 2024 17:58:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Alerta]]></category>
		<category><![CDATA[Aquecimento global]]></category>
		<category><![CDATA[bulbo humido]]></category>
		<category><![CDATA[insolação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Países em desenvolvimento precisam de apoio para se adaptarem ao calor mortal provocado pelo aquecimento global, alertam cientistas</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<h6 class="wp-block-heading">Muitas pessoas vulneráveis ​​no Sul da Ásia já estão a lutar para se protegerem de temperaturas insuportavelmente elevadas – que deverão piorar</h6>



<p></p>



<p>Os cientistas Bill Hare e Fahad Saeed alertam para a necessidade de os países em desenvolvimento receberem ajuda para se adaptarema aos efeitos do aquecimento global.  <a href="https://www.climatechangenews.com/author/fahad-saeed/"></a>Fahad Saeed é cientista de impacto climático da Climate Analytics, baseado em Islamabad, e Bill Hare é CEO e cientista sênior da Climate Analytics.</p>



<p>A província de Sindh, no sul do Paquistão, por exemplo, tem sido sufocante sob um calor de 52°C nos últimos dias. Contudo, não é notícia que as temperaturas de bulbo húmido na região – um indicador mais preciso do risco para a saúde humana, que considera o calor e a humidade, ultrapassaram um limiar de perigo chave de 30°C .  </p>



<p>As alterações climáticas estão aumentando o risco de surgimento de calor húmido mortal em países em desenvolvimento como o Paquistão, o México e a Índia e, sem apoio internacional para se adaptarem, as comunidades vulneráveis ​​poderão enfrentar uma catástrofe, alertam os pesquisadores.</p>



<h6 class="wp-block-heading">O que é a temperatura de bulbo úmido? </h6>



<p>A temperatura de bulbo úmido é uma importante métrica científica de estresse térmico que leva em conta tanto o calor, quanto a umidade relativa do ar. Quando está quente e úmido, a transpiração de seres vivos, que é a principal forma de resfriamento do corpo humano, torna-se menos eficaz porque há muita umidade no ar impedindo a troca de temperatura entre o organismo e o ar. Isto pode limitar a nossa capacidade de manter uma temperatura central de 37°C, média para a sobrevivencia humana. </p>



<p>Um <a href="https://journals.physiology.org/doi/full/10.1152/japplphysiol.00738.2021">estudo recente</a> sugere que temperaturas de bulbo húmido superiores a 30°C representam riscos graves para a saúde humana, mas o limite fisiológico rígido surge com a exposição prolongada (cerca de 6-8 horas) a temperaturas de bulbo húmido de 35°C . Nesse ponto, as pessoas podem sofrer insolação, falência de órgãos e, em casos extremos, até morte. </p>



<h6 class="wp-block-heading">Mudanças climáticas provacam o calor mortal?</h6>



<p>Globalmente, cerca de 30% das pessoas estão expostas ao calor húmido letal. Este valor poderá atingir os 50% até 2100 devido ao aquecimento global. Até à data, o clima aqueceu cerca de 1,3°C como resultado da actividade humana, principalmente devido à queima de combustíveis fósseis. E junto com o calor extra, a cada aumento de 1°C o ar pode reter até 7% mais umidade. </p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="800" height="533" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2024/05/image-70.png" alt="" class="wp-image-19077" srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2024/05/image-70.png 800w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2024/05/image-70-600x400.png 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2024/05/image-70-768x512.png 768w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption class="wp-element-caption">Abdul Jaffar, 21, que é trabalhador, bebe suco para se refrescar do calor depois de receber tratamento médico, durante um dia quente de verão enquanto a onda de calor continua, no Centro de Resposta a Insolação no Hospital Civil em Jacobabad, Paquistão, 25 de maio de 2024 (Foto: REUTERS/Akhtar Soomro)</figcaption></figure>



<p>Segundo os pesquisadores, uma avaliação abrangente dos dados das estações meteorológicas globais revela que a frequência do calor húmido extremo mais do que duplicou desde 1979, com várias ultrapassagens do bolbo húmido de 31-33°C. Outro <a href="https://www.science.org/doi/10.1126/sciadv.adg9297">estudo recente</a> prevê um aumento na frequência e distribuição geográfica de eventos de calor extremo, mesmo com um aquecimento de 1,5°C.   </p>



<p>PAra  Bill Hare e Fahad Saeed, o que isto mostra é que os trópicos húmidos, incluindo as zonas de monções, estão todos a aproximar-se do limiar dos 35°C, o que é muito preocupante para países como o Paquistão. A cidade de Jacobabad já ultrapassou muitas vezes a temperatura de bulbo úmido de 35°C. É provável que mais áreas do país estejam expostas a tais condições de risco de vida com mais frequência devido às alterações climáticas.   </p>



<p>Grande parte do Sul da Ásia, grande parte da África do Sahel, o interior da América Latina e o norte da Austrália poderão estar sujeitos a pelo menos um dia por ano de calor letal, com um aquecimento de 1,5°C na temperatura global. Se o mundo chegar aos 3°C, esta exposição explode, cobrindo a maior parte do Sul da Ásia, grandes partes do Leste da China e do Sudeste Asiático, grande parte da África Central e Ocidental, a maior parte da América Latina e <a href="https://www.news.com.au/technology/environment/climate-change/northern-parts-of-australia-to-suffer-from-lethal-heat-in-coming-decades/news-story/f8797d1f6a447393cf876e5e27868dca">Austrália</a> e partes significativas do sudeste dos EUA e do Golfo do México.  </p>



<p>&nbsp;Mesmo com um aquecimento de 1,5°C, haverá uma elevada exposição ao calor letal em grandes regiões onde vivem actualmente milhares de milhões de pessoas. Esta terrível ameaça à vida humana exige medidas urgentes para limitar o aquecimento e ajudar as comunidades em risco a adaptarem-se.&nbsp;&nbsp;</p>



<h6 class="wp-block-heading">Como se adaptar aos limites rígidos do clima? </h6>



<p> Os pesquisadores dizem que embora 35°C possa ser mortal, <a href="https://iopscience.iop.org/article/10.1088/1748-9326/aaa00e">um estudo</a> sugere um limiar de bulbo úmido de 32°C como o limite rígido para o trabalho de parto, por exemplo. Modelos mais realistas e centrados no ser humano consideraram isto excessivamente otimista, uma vez que a exposição direta e outros fatores de vulnerabilidade foram ignorados. Os grupos vulneráveis, incluindo os trabalhadores não qualificados, estariam em maior risco de perder os seus rendimentos, afirmam.  </p>



<p>Nos centros&nbsp;urbanos&nbsp;densamente povoados&nbsp;,&nbsp;o calor húmido letal não&nbsp;é&nbsp;apenas uma projecção futura, mas uma realidade actual. Isto exige medidas de adaptação urgentes que integrem o risco de calor mortal no planeamento urbano, na saúde pública, nos sistemas de alerta precoce e na resposta a emergências.&nbsp;&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Os investimentos em espaços verdes, edifícios resistentes ao calor e refrigeração urbana são estratégias de adaptação vitais. Iniciativas comunitárias como campanhas de sensibilização, estratégias de arrefecimento autóctones e planos de acção locais sobre aquecimento também são essenciais. As famílias poderiam considerar investir em tecnologias de refrigeração ou migrar – opções disponíveis principalmente para os ricos.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>À medida que as alterações climáticas tornam o calor húmido letal uma ameaça crescente em algumas das áreas mais populosas do mundo, deve ser dada mais atenção à compreensão dos seus riscos – especialmente em&nbsp;regiões vulneráveis ​​com enormes lacunas de dados&nbsp;. Isto exige uma resposta multidimensional que combine investigação científica, elaboração de políticas e envolvimento comunitário.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>A escala potencial e o nível de risco para a vida humana também reforçam a importância de garantir que o limite de aquecimento global de 1,5°C do Acordo de Paris seja cumprido. Para tal, precisamos de reduzir as emissões para metade até 2030. Os países devem, portanto, reforçar as suas metas de emissões para 2030, em linha com o limite de aquecimento, à medida que preparam metas igualmente ambiciosas para 2035 em NDC actualizados.&nbsp;</p>



<p>A onda de calor no Paquistão é um terrível lembrete desta ameaça muitas vezes subestimada. Devemos agir agora para limitar o aquecimento enquanto nos adaptamos ao perigo crescente do calor mortal, se quisermos evitar tragédias potencialmente abrangentes no futuro, alertam Bill Hare e Fahad Saeed em artigo publicado nesta quinta-feira (30), na revista eletrônica, Climate Change News.  </p>
<div id="bsbre-2919755752" class="bsbre-depois-do-conteudo-2" style="clear: both;"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado.jpg" alt=""  srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado.jpg 1048w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-600x600.jpg 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-1024x1024.jpg 1024w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-60x60.jpg 60w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-768x768.jpg 768w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-900x900.jpg 900w" sizes="(max-width: 1048px) 100vw, 1048px" width="1048" height="1048"   /></div><br style="clear: both; display: block; float: none;"/><div id="bsbre-1844367642" class="bsbre-depois-do-conteudo"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista.jpg" alt=""  srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista.jpg 937w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista-600x321.jpg 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista-768x411.jpg 768w" sizes="(max-width: 937px) 100vw, 937px" width="937" height="502"   /></div><p>O post <a href="https://bsbrevista.com.br/2024/05/30/paises-em-desenvolvimento-precisam-de-apoio-para-se-adaptarem-ao-calor-mortal-provocado-pelo-aquecimento-global-alertam-cientistas/">Países em desenvolvimento precisam de apoio para se adaptarem ao calor mortal provocado pelo aquecimento global, alertam cientistas</a> apareceu primeiro em <a href="https://bsbrevista.com.br">BSB REVISTA</a>.</p>
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		<title>Família encontra jiboia de quase 2 metros em casa no entorno de Brasília.  Aquecimento global pode ser causa aumento de casos</title>
		<link>https://bsbrevista.com.br/2024/03/24/familia-encontra-jiboia-de-quase-2-metros-em-casa-no-entorno-de-brasilia-aquecimento-global-pode-ser-causa-aumento-de-casos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Calango]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Mar 2024 12:54:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Aquecimento global]]></category>
		<category><![CDATA[Goias]]></category>
		<category><![CDATA[Jiboia]]></category>
		<category><![CDATA[Luziania]]></category>
		<category><![CDATA[Telhado]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Família encontra jiboia de quase 2 metros em casa no entorno de Brasília.  Aquecimento global pode ser causa aumento de casos.<br />
Animal foi solto em uma área de floresta perto de Luziania em Goiás </p>
<p>O post <a href="https://bsbrevista.com.br/2024/03/24/familia-encontra-jiboia-de-quase-2-metros-em-casa-no-entorno-de-brasilia-aquecimento-global-pode-ser-causa-aumento-de-casos/">Família encontra jiboia de quase 2 metros em casa no entorno de Brasília.  Aquecimento global pode ser causa aumento de casos</a> apareceu primeiro em <a href="https://bsbrevista.com.br">BSB REVISTA</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Animal foi solto em uma área de floresta perto de Luziania em Goiás </strong></p>



<p>O Corpo de Bombeiros resgatou uma jiboia de quase dois metros no Bairro São Caetano em Luziânia, no Entorno do Distrito Federal.</p>



<p>Segundo o 4º Comando Regional do Bombeiro Militar, uma família teria sido surpreendida com a serpente no topo de uma escada que leva para o telhado da casa na última quinta-feira (21), na rua Silvânia.</p>



<p>Os familiares ficaram assustados e ligaram para a emergência comunicando que haviam encontrado o animal dentro de casa.</p>



<p>O número de ocorrência de serpentes encontradas em casas em <a href="https://bsbrevista.com.br/2022/10/31/caminhoneiros-fecham-rodovias-em-12-estados-contra-resultado-das-eleicoes-e-por-intervencao-militar/">Goiás </a>e no Distrito Federal está aumentando. Em dias quentes, o número de incidência é ainda maior.</p>



<h3 class="wp-block-heading">O que pode estar causando o aumento de casos de cobras encontradas dentro das casas?</h3>



<p>Segundo especialistas, o aquecimento global é um dos fatores principais para as cobras procurarem abrigos em casas de humanos.</p>



<p>Quando chega uma onda de calor forte, ela faz as cobras buscarem refúgio em locais com menor temperatura e os animais acabam indo para as casas das pessoas, deixando seu habitat natural.</p>



<p>E isso está acontecendo ao redor do planeta. </p>



<p>Em casas na Austrália, também aumentaram os números de peçonhentos dentro das casas</p>



<p>Encontradas em boxes de banheiro e privadas, a invasão de répteis nas residências tem chamado atenção dos australianos. </p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="415" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2024/03/image-42.png" alt="" class="wp-image-17177" srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2024/03/image-42.png 1024w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2024/03/image-42-600x243.png 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2024/03/image-42-768x311.png 768w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Cobra encontrada dentro do Box do banheiro de uma casa na Austrália </figcaption></figure>



<p>Luke Huntley, um resgatador de cobras da região de Queenslândia, na Austrália, têm contado sua experiência resgatando esses animais. Na última semana, ele retirou uma cobra píton de cima de um chuveiro.</p>



<p>Os australianos já sabem que podem encontrar uma cobra em sua casa. Principalmente no verão, esses animais procuram por espaços com temperaturas mais amenas em privadas, boxes de banheiro e muitos outros lugares inusitados.</p>



<p>Animais endotérmicos, como aves e mamíferos, usam o calor metabólico para manter a temperatura corporal estável, que é frequentemente diferente da temperatura ambiente. Animais ectotérmicos, como lagartos e cobras, não usam o calor metabólico para manter a temperatura corporal, mas se mantém na temperatura ambiente. Por isso elas ficam no sol quando k tempo está frio e procuram lugares mais frescos, quando está calor.</p>



<p>O pesquisador da universidade australiana de Venom, Timothy Jackson, fiz que apesar do susto ao encontrar esse animais, é preciso atenção e calma nesses momentos: “<em>Como sabemos, nem sempre encontros com cobras terminam bem</em>”, diz.</p>



<p>“<em>É importante entender que a última coisa que uma cobra quer, enquanto está procurando por alimento, é encontrar um primata gigante, ou um cachorro ou gato”, </em>disse.</p>



<p>De 1910 a 2019, a temperatura na Austrália esquentou 2 graus, deixando o clima muito quente e seco, segundo a agência australiana de <a href="http://www.bom.gov.au/state-of-the-climate/State-of-the-Climate-2018.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Meteorologia de Bureau</a>. “Os dias quentes e o tempo seco têm levado essas cobras a tentarem se hidratar, exatamente como nós fazemos”, escreveu Huntley em seu </p>



<p>A Austrália tem aproximadamente 140 espécies de cobras terrestres. Com o crescimento urbano, a aproximação dessas espécies com as cidades têm sido cada vez mais comum, contaram os pesquisadores da Universidade de Melbourne.</p>



<p></p>
<div id="bsbre-709141228" class="bsbre-depois-do-conteudo-2" style="clear: both;"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado.jpg" alt=""  srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado.jpg 1048w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-600x600.jpg 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-1024x1024.jpg 1024w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-60x60.jpg 60w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-768x768.jpg 768w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-900x900.jpg 900w" sizes="(max-width: 1048px) 100vw, 1048px" width="1048" height="1048"   /></div><br style="clear: both; display: block; float: none;"/><div id="bsbre-3612990052" class="bsbre-depois-do-conteudo"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista.jpg" alt=""  srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista.jpg 937w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista-600x321.jpg 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista-768x411.jpg 768w" sizes="(max-width: 937px) 100vw, 937px" width="937" height="502"   /></div><p>O post <a href="https://bsbrevista.com.br/2024/03/24/familia-encontra-jiboia-de-quase-2-metros-em-casa-no-entorno-de-brasilia-aquecimento-global-pode-ser-causa-aumento-de-casos/">Família encontra jiboia de quase 2 metros em casa no entorno de Brasília.  Aquecimento global pode ser causa aumento de casos</a> apareceu primeiro em <a href="https://bsbrevista.com.br">BSB REVISTA</a>.</p>
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		<title>2023 foi o ano mais quente nos últimos 100 mil anos, segundo observatório do clima</title>
		<link>https://bsbrevista.com.br/2024/01/09/2023-foi-o-ano-mais-quente-nos-ultimos-100-mil-anos-segundo-observatorio-do-clima/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Jan 2024 14:50:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[100 mil anos]]></category>
		<category><![CDATA[Aquecimento global]]></category>
		<category><![CDATA[Quente]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Serviço de Mudanças Climáticas Copernicus da União Europeia afirma que calor é resultado do aumento dos gases do efeito estufa combinado com El Niño </p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Serviço de Mudanças Climáticas Copernicus da União Europeia afirma que calor é resultado do aumento dos gases do efeito estufa combinado com El Niño</strong> </p>



<p>Segundo um relatório do observatório europeu Copernicus divulgado nesta terça-feira (9), o ano de 2023 foi o mais quente já registrado. O estudo analisou os últimos 100 mil anos.</p>



<p>Pela primeira vez, todos os dias dentro de um ano ficaram 1°C acima do nível pré-industrial de 1850 a 1900 &#8211; sendo que, em metade de 2023, os termômetros chegaram a ultrapassar 1,5°C e, em dois dias de novembro, ficaram 2°C mais quentes. Foram as<strong> temperaturas mais altas nos últimos 100 mil anos</strong>.</p>



<p>Os cientistas já vinham alertando que isso aconteceria.</p>



<p>&#8220;<em>2023 foi um ano excepcional com recordes climáticos caindo como dominós. Não apenas 2023 foi o ano mais quente registrado, como é o primeiro ano com dias 1°C mais quentes do que a era pré-industrial. As temperaturas em 2023 provavelmente foram as mais altas ao menos nos últimos 100 mil anos,</em>&#8221; disse Samantha Burgess, vice-diretora do Serviço de Mudanças Climáticas Copernicus da União Europeia</p>



<p>A explicação para a comparação com os 100 mil anos está na paleoclimatologia. São usados métodos que permitem estimar a temperatura de determinada época com a simulação do comportamento da atmosfera para climas passados.</p>



<p>O documento do Copernicus revela um aquecimento violento, com diversos recordes diários e mensais quebrados.</p>



<p>A temperatura da Terra em 2023 <strong>ficou 1,48ºC acima do nível pré-industrial de 1850 a 1900</strong>.</p>



<p>Isso é muito perto do <strong>1,5ºC estabelecido por cientistas como “limite seguro” para evitar as consequências mais graves das mudanças climáticas.</strong></p>



<p>Esse limiar de aumento da taxa média de temperatura global foi estipulado no Acordo de Paris para até o final deste século e a previsão é que não fosse atingido antes de 2030.</p>



<p>A taxa tem como referência os níveis pré-industriais, antes de as emissões de poluentes passarem a afetar significativamente o clima global.</p>



<p>Segundo o relatório do Copernicus, as concentrações de gases de efeito estufa, como dióxido de carbono e metano, têm aumentado nos últimos anos e alcançaram níveis alarmantes em 2023.</p>



<p>Os indicadores marinhos são um dado fundamental porque o mar serve como regulador da temperatura planetária, absorvendo excessos de calor e de CO2.</p>



<p>O fenômeno El Niño acentuou os registros inquietantes, e ajudou a perturbar o clima em todos os cantos do planeta, desde grandes incêndios no Canadá até secas extremas em África, no Oriente Médio, ou altas temperaturas em pleno inverno na Austrália ou no Cone Sul.</p>
<div id="bsbre-3389476390" class="bsbre-depois-do-conteudo-2" style="clear: both;"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado.jpg" alt=""  srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado.jpg 1048w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-600x600.jpg 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-1024x1024.jpg 1024w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-60x60.jpg 60w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-768x768.jpg 768w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-900x900.jpg 900w" sizes="(max-width: 1048px) 100vw, 1048px" width="1048" height="1048"   /></div><br style="clear: both; display: block; float: none;"/><div id="bsbre-3616573045" class="bsbre-depois-do-conteudo"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista.jpg" alt=""  srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista.jpg 937w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista-600x321.jpg 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista-768x411.jpg 768w" sizes="(max-width: 937px) 100vw, 937px" width="937" height="502"   /></div><p>O post <a href="https://bsbrevista.com.br/2024/01/09/2023-foi-o-ano-mais-quente-nos-ultimos-100-mil-anos-segundo-observatorio-do-clima/">2023 foi o ano mais quente nos últimos 100 mil anos, segundo observatório do clima</a> apareceu primeiro em <a href="https://bsbrevista.com.br">BSB REVISTA</a>.</p>
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		<title>Só 8% dos brasileiros não sentiram aumento da temperatura, diz pesquisa</title>
		<link>https://bsbrevista.com.br/2023/12/11/so-8-dos-brasileiros-nao-sentiram-aumento-da-temperatura-diz-pesquisa/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Dec 2023 13:59:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Aquecimento global]]></category>
		<category><![CDATA[Clima]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mais da metade da população percebeu que as chuvas diminuíram, segundo pesquisa divulgada pela CNI</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Mais da metade da população percebeu que as chuvas diminuíram, segundo pesquisa divulgada pela CNI</strong></p>



<p> A confederação nacional das indústrias divulgou uma pesquisa nesta segunda-feira (11) que mostra a percepção do brasileiro das mudanças climáticas que estão afetando O planeta.</p>



<p>O levantamento mostra que 92% dos brasileiros notaram aumento temperatura. As transformações percebidas pelos brasileiros são causadas, em grande parte, pelas mudanças climáticas.</p>



<p>Para 66% houve uma diminuição no regime de chuvas e 55% perceberam os rios mais secos. </p>



<p> A pesquisa mostra também que 91% dos brasileiros consideram o aquecimento global grave e 61% acreditam que essa é uma questão imediata, que deve ser combatida com urgencia. </p>



<p>“Os dados recentes sobre as mudanças climáticas confirmam a importância de acelerarmos as ações voltadas à adaptação e à redução dos impactos de secas, enchentes, ondas de calor e frio intensos, e outros fenômenos extremos, que vêm causando enormes prejuízos sociais e econômicos em todo o mundo”, destaca o presidente da CNI, Ricardo Alban.</p>



<p>Em relação às prioridades para conservação ambiental, 30% citaram o tratamento de água e esgoto, seguido pelo combate ao aquecimento global e às mudanças climáticas (27%) e ao desmatamento (25%).</p>



<p>Cerca de 38% dos brasileiros consideram o desmatamento florestal como a maior ameaça ao meio ambiente para o Brasil; outros 23% acreditam que as mudanças climáticas e o aquecimento global são os mais prejudiciais.</p>



<p>O levantamento questionou como está a percepção dos brasileiros em relação ao combate a crimes ambientais. Em relação ao garimpo ilegal, 32% pensam que melhorou, e 33%, que piorou. </p>



<p>Sobre o combate ao desmatamento ilegal, 30% dos entrevistados responderam que o país melhorou neste quesito; outros 33% acreditam que houve piora.</p>



<p>O estudo ouviu 2.021 pessoas nos 26 estados brasileiros e no Distrito Federal. As entrevistas foram realizadas entre 18 e 21 de novembro. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos.</p>
<div id="bsbre-2583795216" class="bsbre-depois-do-conteudo-2" style="clear: both;"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado.jpg" alt=""  srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado.jpg 1048w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-600x600.jpg 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-1024x1024.jpg 1024w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-60x60.jpg 60w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-768x768.jpg 768w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-900x900.jpg 900w" sizes="(max-width: 1048px) 100vw, 1048px" width="1048" height="1048"   /></div><br style="clear: both; display: block; float: none;"/><div id="bsbre-2361161826" class="bsbre-depois-do-conteudo"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista.jpg" alt=""  srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista.jpg 937w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista-600x321.jpg 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista-768x411.jpg 768w" sizes="(max-width: 937px) 100vw, 937px" width="937" height="502"   /></div><p>O post <a href="https://bsbrevista.com.br/2023/12/11/so-8-dos-brasileiros-nao-sentiram-aumento-da-temperatura-diz-pesquisa/">Só 8% dos brasileiros não sentiram aumento da temperatura, diz pesquisa</a> apareceu primeiro em <a href="https://bsbrevista.com.br">BSB REVISTA</a>.</p>
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		<title>Onda de calor mortal deve chegar ao Brasil com máxima de 45ºC no Centro-Oeste</title>
		<link>https://bsbrevista.com.br/2023/09/18/onda-de-calor-mortal-deve-chegar-ao-brasil-com-maxima-de-45oc-no-centro-oeste/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Calango]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Sep 2023 09:39:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Alta]]></category>
		<category><![CDATA[Aquecimento global]]></category>
		<category><![CDATA[Calor]]></category>
		<category><![CDATA[Calorão]]></category>
		<category><![CDATA[Elevada]]></category>
		<category><![CDATA[temperatura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Bloqueio atmosférico vai impedir avanço de frentes frias na maior parte do país nos próximos dias</p>
<p>O post <a href="https://bsbrevista.com.br/2023/09/18/onda-de-calor-mortal-deve-chegar-ao-brasil-com-maxima-de-45oc-no-centro-oeste/">Onda de calor mortal deve chegar ao Brasil com máxima de 45ºC no Centro-Oeste</a> apareceu primeiro em <a href="https://bsbrevista.com.br">BSB REVISTA</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h3 class="content-head__subtitle">Bloqueio atmosférico vai impedir avanço de frentes frias na maior parte do país nos próximos dias</h3>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="53" data-block-id="4">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Uma nova e<strong> intensa onda de calor</strong> está encerrando o inverno no país, e algumas regiões devem ter  mais uma vez, recordes de temperatura para a época, à medida que nos aproximamos da primavera</p>
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A nova estação começa oficialmente no próximo sábado (23), às 3h50 pelo horário de Brasília para a maior parte do país.</p>
</div>
</div>
<div class="wall protected-content">
<div id="chunk-4et17">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="21" data-block-id="5">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Um bloqueio atmosférico que se aproxima <strong>impedirá a chegada de frentes frias</strong> nos próximos dias, comuns para o início da primavera. A <strong><span class="highlight highlighted">maior parte do Brasil terá uma prolongada sequência de dias ensolarados e temperaturas acima do normal</span></strong><strong> </strong>para esse período do ano, como aconteceu em agosto.</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O calor será persistente e intenso, especialmente em áreas como o interior de Santa Catarina, o estado do Paraná, grande parte da Região Sudeste, o Centro-Oeste, o interior do Nordeste e em estados como Rondônia e Tocantins, além de áreas do centro-sul do Pará e centro-leste do Amazonas, também serão afetadas.</p>
<p>Segundo a previsão, espera-se que o pico de temperaturas de alta ocorra entre o final desta semana e o início da próxima. Paraná, Mato Grosso do Sul, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Mato Grosso, Distrito Federal, Pará, Tocantins, Bahia, Rondônia, Amazonas, Maranhão e Piauí terão marcas próximas ou acima de 40° C.</p>
<p>Espera-se que algumas partes da região Centro-Oeste sofram temperaturas entre 43° C e 45° C. A expectativa é que o calor bata o recorde de novembro de 2020, quando Nova Maringá, em Mato Grosso, registrou 44,8° C.</p>
<p dir="ltr">Períodos excepcionalmente quentes, conhecidos como ondas de calor, podem desencadear várias consequências para a saúde das pessoas. Quando a temperatura passa dos 40°C, os indivíduos podem se ver seriamente afetados.</p>
<h2 id="header_3089369_0" class="h2" dir="ltr"><strong>Qual é temperatura corporal normal?</strong></h2>
<p dir="ltr">Para o funcionamento normal, o organismo humano precisa de uma temperatura interna constante. A faixa de normalidade é estreita, entre 36,5° C e 37,2° C. Abaixo dessa faixa, ocorre a hipotermia e, acima dela, a hipertermia. A temperatura corporal é mantida no centro termorregulador no hipotálamo (abaixo da glândula pituitária, no cérebro) por meio de mecanismos neuro-humorais complexos que dissipam o calor quando a temperatura corporal aumenta e retêm o calor quando ela cai.</p>
<p dir="ltr">A hipertermia, de acordo com os Institutos Nacionais de Saúde dos Estados Unidos (NIH), ocorre quando a temperatura do corpo aumenta acima dos níveis normais e o sistema termorregulador do corpo não consegue funcionar adequadamente. Nesse momento, o corpo não consegue se resfriar.</p>
<p dir="ltr">Estresse e fadiga por calor, tontura repentina, câimbras e exaustão também por conta das altas temperaturas são todas formas de hipertermia. Se não forem tratadas, essas condições podem se tornar uma ameaça à vida humana.</p>
<p dir="ltr">o aumento excessivo da temperatura ambiente (a partir de 35°C) faz com que o mecanismo termorregulador se sinta sobrecarregado.</p>
<p dir="ltr">Entretanto, a partir de 41°C, esse mecanismo termorregulador pode parar de funcionar adequadamente. Acima desse nível, podem ocorrer efeitos físicos adversos.</p>
<p dir="ltr">A perda de regulação faz com que a temperatura aumente desproporcionalmente (ou seja, acontece a insolação) e, se não for tratada adequadamente, ela pode ter efeitos fatais.</p>
<p dir="ltr">Entretanto, os limites de tolerância variam de acordo com a etnia, o ambiente (por exemplo, pessoas que vivem perto dos trópicos ou em desertos tendem a ser mais tolerantes) e a genética. Além disso, o calor ambiental é bem menos tolerado por bebês e idosos, que sofrem consequências  mais graves.</p>
<p dir="ltr">A Organização Mundial da Saúde (OMS) observa ainda que muitas condições de saúde física e mental aumentam a vulnerabilidade em relação a temperaturas adversas.</p>
</div>
</div>
</div>
<div id="bsbre-3084722012" class="bsbre-depois-do-conteudo-2" style="clear: both;"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado.jpg" alt=""  srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado.jpg 1048w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-600x600.jpg 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-1024x1024.jpg 1024w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-60x60.jpg 60w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-768x768.jpg 768w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-900x900.jpg 900w" sizes="(max-width: 1048px) 100vw, 1048px" width="1048" height="1048"   /></div><br style="clear: both; display: block; float: none;"/><div id="bsbre-449946484" class="bsbre-depois-do-conteudo"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista.jpg" alt=""  srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista.jpg 937w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista-600x321.jpg 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista-768x411.jpg 768w" sizes="(max-width: 937px) 100vw, 937px" width="937" height="502"   /></div><p>O post <a href="https://bsbrevista.com.br/2023/09/18/onda-de-calor-mortal-deve-chegar-ao-brasil-com-maxima-de-45oc-no-centro-oeste/">Onda de calor mortal deve chegar ao Brasil com máxima de 45ºC no Centro-Oeste</a> apareceu primeiro em <a href="https://bsbrevista.com.br">BSB REVISTA</a>.</p>
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