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	<title>Arquivo de assumido - BSB REVISTA</title>
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	<title>Arquivo de assumido - BSB REVISTA</title>
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	<item>
		<title>TRF-2 tranca ação por corrupção de maior corrupto assumido do Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Calango]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Aug 2023 12:55:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[assumido]]></category>
		<category><![CDATA[Corrupto]]></category>
		<category><![CDATA[ségio cabral]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Defesa do ex-governador do Rio, Sérgio Cabral, alegou que a acusação se baseava apenas em depoimentos </p>
<p>O post <a href="https://bsbrevista.com.br/2023/08/10/trf-2-tranca-acao-por-corrupcao-de-maior-corrupto-assumido-do-brasil/">TRF-2 tranca ação por corrupção de maior corrupto assumido do Brasil</a> apareceu primeiro em <a href="https://bsbrevista.com.br">BSB REVISTA</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3>Defesa do ex-governador do Rio, Sérgio Cabral, alegou que a acusação se baseava apenas em depoimentos</h3>
<p>O TRF-2 trancou nesta quarta-feira (9) uma ação penal em que o ex-governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral é acusado de receber propina da empreiteira Queiroz Galvão.</p>
<p>Os desembargadores concordaram com a alegação da defesa do ex-governador de que a acusação se baseava apenas no depoimento de delatores. Ela foi feita no âmbito da Câmbio, Desligo, operação que que mirou mais de 50 doleiros e prendeu os irmãos Renato e Marcelo Chebar, apontados como <em>“laranjas”</em> de Cabral. Ainda cabe recurso da decisão do TRF-2.</p>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="35" data-block-id="3">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O ex-governador do Rio Sérgio Cabral deu detalhes nesta terça-feira (26) de como recebia propina e desviava milhões de reais dos cofres públicos. Segundo ele, o apego ao poder e ao dinheiro era um vício.</p>
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<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Em 2019, Sérgio Cabral contou sem nenhum constrangimento como começava uma negociação para assaltar os cofres públicos.</p>
</div>
</div>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="45" data-block-id="5">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">“Quando acabou a eleição, eu fiz questão de dizer para o Sérgio Côrtes: ‘Ó, tem um contrato já em vigor, o Arthur é que coordena a arrecadação dos recursos, vamos combinar uma propina aqui que seja se 3% para mim e 2% pra você’”.</p>
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</div>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="32" data-block-id="6">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Arthur Soares já era o maior fornecedor do estado quando Sérgio Cabral assumiu o governo, e Sérgio Côrtes, o secretário de Saúde. O ex-governador disse que eles podiam ter roubado até mais.</p>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="28" data-block-id="8">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">“A tradição era de 10%, 20%, 30%. E aqui não quero me eximir, querendo ser bonzinho não, por cobrar 5%. Mas essa era a tradição do segmento”.</p>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="18" data-block-id="9">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Pela primeira vez, Cabral admitiu que o dinheiro mantido no exterior por doleiros era dele: US$ 100 milhões.</p>
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</div>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="18" data-block-id="10">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">“Quero dizer que é verdade o fato de que o dinheiro dos irmãos Chebar era meu dinheiro sim”.</p>
</div>
</div>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="34" data-block-id="11">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Sérgio Cabral contou que o vice dele na época também recebia propina. Luiz Fernando Pezão foi ainda secretário de Obras e depois sucedeu a Cabral no governo. Pezão está preso desde novembro de 2018.</p>
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</div>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="17" data-block-id="12">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">“O do Pezão eu dava, mandava entregar para ele. Eram cerca de R$ 150 mil por mês”.</p>
</div>
</div>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="9" data-block-id="13">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Cabral revelou os custos com a campanha de Pezão.</p>
</div>
</div>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="11" data-block-id="14">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Cabral: A campanha do Pezão em 2014 custou R$ 400 milhões.</p>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="5" data-block-id="15">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Bretas: E quanto foi contabilizado?</p>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="5" data-block-id="16">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Cabral: R$ 70 milhões.</p>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="32" data-block-id="17">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O ex-governador mostra no depoimento que sabia da consequência mais cruel da corrupção. Ao desviar dinheiro público estava prejudicando a população. A propina deixava contratos mais caros e pessoas com menos assistência</p>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="40" data-block-id="18">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">“Excelência, se nós não tivéssemos feito o acordo, pagaria-se menos. Se nós pagamos 100, podíamos ter pago 90. Podíamos ter pago 95, podíamos ter pago 85, poderia ter concorrência. Nós atendemos a milhões de pessoas. Agora, podíamos ter atendido mais”.</p>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="40" data-block-id="20">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Sérgio Cabral revelou que os empresários que davam propina para ele também contribuíram para a campanha do ex-prefeito Eduardo Paes. Entre eles, Miguel Iskin que vendia equipamentos médicos para o governo e era um dos principais articuladores do esquema corrupção.</p>
</div>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="91" data-block-id="21">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">“Eduardo Paes jamais recebeu nenhum tipo de benefício, entretanto, na campanha dele de 2008, o senhor Miguel Iskin deu dinheiro para a campanha dele, deu mais de R$ 1 milhão para a campanha dele. O Arthur Soares deu para a campanha do Eduardo Paes, se não me falha a memória, alguma coisa em torno de R$ 3 milhões a R$ 4 milhões e depois até reclamou muito, porque serviços não foram dados a ele. Ele acabou até ganhando o centro, depois que o Eduardo inaugurou, aquele Centro de Controle de Tráfego”.</p>
</div>
</div>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="9" data-block-id="22">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Bretas: Essa licitação foi a partir de uma reclamação.</p>
</div>
</div>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="10" data-block-id="23">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Cabral: Por não ter sido aquinhoado por ter ajudado muito.</p>
</div>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="48" data-block-id="24">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Cabral foi perguntado pelo juiz Marcelo Bretas se Eduardo Paes estava envolvido na organização. O ex-governador negou, mas disse que ajudou a recolher dinheiro via caixa dois para a campanha de Paes na prefeitura do Rio em 2008 com a ajuda do deputado federal Pedro Paulo, do MDB.</p>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="66" data-block-id="25">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">“Eduardo Paes era meu secretário de Esporte e Lazer levei ele para ser prefeito,&#8230;. nunca pedi favor para ele como governador nem ele pediu como prefeito, mas eu ajudei ele com caixa 2 de uma questão minha, pessoal, que era todo dinheiro que eu pegava com algum empresário, pedia para a campanha dele, queria que o Pedro Paulo estivesse junto, ele pegava o dinheiro.</p>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="38" data-block-id="27">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Cabral falou também sobre esquema de propina na contratação de Organizações Sociais que gerenciam unidades de saúde e, sem dar detalhes, valores e datas, levantou suspeitas contra a Arquidiocese do Rio e o cardeal arcebispo Orani Tempesta.</p>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="80" data-block-id="28">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">“Eu não tenho dúvida de que deve ter havido esquema de propina com a OS da Igreja Católica, da Pró-Saúde. Eu não tenho dúvida, o dom Orani devia ter interesse nisso. Com todo respeito ao dom Orani, mas ele tinha interesse nisso, tinha o dom Paulo, que era padre e tinha interesse nisso, e o Sérgio Côrtes nomeou a pessoa que era o gestor do Hospital São Francisco. Essa Pró-Saúde certamente tinha esquema de recursos que envolvia inclusive religiosos”.</p>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="10" data-block-id="29">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O ex-governador disse que não resistiu às tentações do poder.</p>
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</div>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="21" data-block-id="30">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">“Esse meu erro, erro de postura, não é, de apego a poder, a dinheiro, a tudo isso, isso é um vício”.</p>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="5" data-block-id="34">
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Cabral, que responde em liberdade dos recursos que apresentou contra suas condenações na Lava Jato, foi o governador mais próximo do agora, novamente presidente da República Lu´z Inácio Lula da Silva (PT)  durante seu segundo mandato. Já em 2017, em Maricá, Lula declarou que “a Lava Jato não pode fazer o que está fazendo com o Rio de Janeiro”, “o Rio não merece ter governadores presos porque roubaram” e que “eu nem sei se isso é verdade porque não acredito em tudo o que a imprensa fala”.</p>
<figure style="width: 816px" class="wp-caption alignnone"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://horadopovo.com.br/wp-content/uploads/2017/12/unnamed-1.png" alt="" width="816" height="591" /><figcaption class="wp-caption-text">Segundo Cabral, Lula pediu para contratar empresa de filho dele</figcaption></figure>
<p align="left">
<p align="left">Em 2020, Sérgio Cabral afirmou à Polícia Federal que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva lhe pediu que o Estado contratasse uma empresa ligada ao seu filho, Fábio Luís Lula da Silva. O pedido, segundo o corrupto confesso, seria uma “contrapartida pelas parcerias do governo federal” com o Rio de Janeiro.</p>
<p align="left">Cabral disse ainda que intercedeu junto ao ex-prefeito Eduardo Paes (DEM) para que também beneficiasse as empresas de Lulinha, o que acabou ocorrendo. As firmas vinculadas ao filho do presidente receberam mais de R$ 40 milhões com os acordos. A força-tarefa investiga o uso de firmas de Fábio Luis e do empresário Jonas Suassuna, que segundo a Lava Jato era Laranja como dono de parte do sítio de Atibaia (SP) pertencente ao ex-presidente para pagar despesas pessoais da família de Lula. A origem desses recursos, segundo a investigação, foi principalmente a companhia de telefonia Oi. As afirmações de Cabral foram feitas numa “autodeclaração” à PF de Curitiba, no escopo da ooperação Mapa da Mina.</p>
<p>Solto no fim do ano passado depois de cumprir seis anos de prisão preventiva, o ex-governador do Rio responde a 34 ações penais ligadas à Lava Jato, com 18 condenações ainda válidas. Lula não foi inocentado dos crimes de roubo de dinheiro público aos quais que foi condenado, mas teve todas as condenações e processos anulados pelo Supremo Tribunal Federal.</p>
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