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	<title>Arquivo de Baixa - BSB REVISTA</title>
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	<title>Arquivo de Baixa - BSB REVISTA</title>
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		<title>Brasília tem maior temperatura do ano e umidade menor que no deserto do Saara</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Calango]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Sep 2025 20:51:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Baixa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estação de Brasília bateu um novo recorde e registrou menor umidade, até o momento, de 11%, a anterior era de 12%, em 21 de agosto [...]</p>
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<h2 class="wp-block-heading">Estação de Brasília bateu um novo recorde e registrou menor umidade, até o momento, de 11%, a anterior era de 12%, em 21 de agosto</h2>



<p>Pelo quarto dia consecutivo, o Distrito Federal registrou a maior temperatura do ano. Além desse marco, a sexta-feira (12/9) também apresentou os maiores índices de calor em todas as estações meteorológicas, consolidando-se como o dia mais quente de 2025 em todo o DF até agora.</p>



<p> Os termômetros registraram 33,1 °C em Brasília, 33,3 °C em Brazlândia, 35,9 °C em Águas Emendadas, 34,7 °C no Gama e 34 °C no Paranoá, as cinco estações da região.</p>



<p>Em relação à umidade relativa do ar, a estação de Brasília bateu um novo recorde e registrou menor, até o momento, de 11%, a anterior era de 12%, em 21 de agosto. A menor já registrada no DF este ano é de 9%, tanto em Brazlândia, em 22 de agosto, como no Gama, na quinta-feira (11/9). A mínima de umidade registrada nesta sexta-feira foi também no Gama de 10%.</p>



<p>Hoje, a umidade relativa do ar em Brasília varia entre cerca de 60% pela manhã e caiu para níveis extremamente baixos, chegando a aproximadamente 11%, configurando um alerta vermelho de muito baixo nível de umidade com riscos à saúde e maior probabilidade de incêndios florestais. </p>



<p>A temperatura máxima chegou a 34°C, com um cenário de estiagem prolongada e ausência de chuva prevista até o fim do mês, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET).</p>



<p>No deserto do Saara, conhecido por seu clima árido, a umidade relativa do ar nesta estação do ano normalmente varia entre 14% e 20%. Portanto, mesmo o extremo baixo da umidade no deserto é superior ao índice mínimo registrado hoje em Brasília, que está ainda mais seco em determinados momentos do dia, configurando níveis críticos para a saúde humana e o meio ambiente.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Comparativo resumido entre Brasília e Deserto do Saara hoje:</h2>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><thead><tr><th>Local</th><th>Umidade Relativa do Ar (%)</th><th>Temperatura (°C)</th><th>Condições Gerais</th></tr></thead><tbody><tr><td>Brasília</td><td>11% a 60%</td><td>33°C a 34°C</td><td>Estiagem severa, alerta vermelho para baixa umidade, riscos respiratórios e incêndios</td></tr><tr><td>Deserto do Saara</td><td>14% a 20%</td><td>Varia (muito quente)</td><td>Clima extremamente seco e árido, umidade baixa, mas superior ao pico seco de Brasília</td></tr></tbody></table></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Observações</h2>



<ul class="wp-block-list">
<li>Brasília enfrenta hoje um dos períodos mais secos do ano, com recordes históricos recentes de mínima umidade relativa do ar, ainda mais baixos do que os verificados em alguns trechos do Saara em sua faixa normal de variação.</li>



<li>A umidade no deserto do Saara mantém-se relativamente constante em níveis baixos, mas a condição crítica em Brasília pode agravar impactos à saúde pública, principalmente para pessoas com doenças respiratórias, e à vegetação local.</li>
</ul>



<p>Embora o deserto do Saara seja mundialmente conhecido pelo seu clima extremamente seco, Brasília está experimentando hoje índices de umidade relativa do ar ainda mais críticos que os valores típicos daquele deserto, acentuando os efeitos do período de estiagem no centro-oeste brasileiro.</p>



<p>O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu um alerta, válido a partir das 14h desta sexta-feira (12), para condições de umidade relativa do ar abaixo de 12%.</p>
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		<title>Alerta Amarelo: GDF Intensifica Ações Contra Queimadas Com 20% de Umidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Calango]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Aug 2025 16:37:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Baixa]]></category>
		<category><![CDATA[Combate]]></category>
		<category><![CDATA[Gdf]]></category>
		<category><![CDATA[Incêndios]]></category>
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<p> O Distrito Federal enfrenta uma combinação crítica de baixa umidade do ar e risco elevado de incêndios florestais. O Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) emitiu um alerta amarelo devido à umidade relativa do ar que pode atingir 20%, níveis considerados perigosos para a saúde e propensos a incêndios. Em resposta, o Governo do Distrito Federal (GDF) intensificou suas ações para prevenir e combater queimadas.</p>



<p>Um incêndio formou uma grande coluna de fumaça no Distrito Federal, na manhã desta quinta-feira (14). O fogo atingiu a região do Tororó, perto do Jardim Botânico.</p>



<p>ÀS 12h, o Corpo de Bombeiros informou que o incêndio é grande e que combate ao fogo seria demorado.</p>



<p>Veja imagens da região do Tororó:</p>



<figure class="wp-block-video"><video height="338" style="aspect-ratio: 600 / 338;" width="600" controls src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/08/1004933277.mp4"></video></figure>



<p>Operação Verde Vivo: Estratégia Abrangente de Combate</p>



<p>Lançada em maio de 2025, a Operação Verde Vivo é uma iniciativa anual do GDF para enfrentar os incêndios florestais durante o período de estiagem. A operação conta com viaturas especializadas, brigadas florestais, aeronaves e ferramentas de georreferenciamento para monitorar áreas suscetíveis a incêndios. Em 2025, a operação resultou em uma redução de 54% nas queimadas no primeiro semestre, comparado ao mesmo período de 2024 .</p>



<p>Reforço na Brigada Florestal: Contratação e Treinamento</p>



<p>O GDF lançou um edital para a contratação temporária de 150 brigadistas florestais, incluindo 30 chefes de esquadrão e 120 brigadistas, com contratos de dois anos, prorrogáveis por mais um. Essa medida visa fortalecer a capacidade de resposta a incêndios e melhorar a prevenção .</p>



<p>Além disso, o treinamento de brigadistas é uma prioridade. Em julho de 2025, iniciou-se a formação de 150 novos brigadistas, após a entrada em vigor da Lei nº 7.657/2025, que ampliou o tempo de contratação dos brigadistas para dois anos, prorrogáveis por mais um .</p>



<p>Tecnologia e Inteligência Artificial no Combate</p>



<p>O GDF também está investindo em tecnologia para aprimorar o monitoramento e a resposta a incêndios. A segunda fase do projeto SemFogo-DF, com investimento de mais de R$ 2 milhões, utiliza câmeras de alta precisão e algoritmos de inteligência artificial para detectar focos de incêndio em tempo real .</p>



<p>Apoio à Comunidade e Voluntariado</p>



<p>Brigadistas voluntários desempenham um papel crucial no combate aos incêndios. Sem remuneração, esses voluntários enfrentam condições adversas para proteger o Cerrado e a população. O GDF reconhece a importância desse trabalho e busca fortalecer as políticas públicas de apoio e valorização dos brigadistas voluntários .</p>



<p>Medidas Preventivas e Recomendações à População</p>



<p>Além das ações institucionais, o GDF orienta a população a adotar medidas preventivas, como evitar queimadas, não jogar bitucas de cigarro em áreas de vegetação seca e manter a vegetação ao redor das residências limpa e sem materiais inflamáveis. A colaboração da comunidade é essencial para reduzir os riscos de incêndios e proteger o meio ambiente e a saúde pública.</p>



<p>Para mais informações e atualizações sobre as ações de combate a incêndios, acesse o site oficial da Secretaria do Meio Ambiente do Distrito Federal: https://www.sema.df.gov.br.</p>
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		<title>Mais de 240 cidades brasileiras têm umidade menor ou igual à do deserto do Saara</title>
		<link>https://bsbrevista.com.br/2024/09/05/mais-de-240-cidades-brasileiras-tem-umidade-menor-ou-igual-a-do-deserto-do-saara/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Calango]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Sep 2024 11:19:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Aquecimento global]]></category>
		<category><![CDATA[Ar]]></category>
		<category><![CDATA[Baixa]]></category>
		<category><![CDATA[Calor]]></category>
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		<category><![CDATA[Umidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mais de 240 cidades brasileiras têm umidade menor ou igual à do deserto do Saara</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Pior seca da história recente do país e uma onda de calor com altas temperaturas, fez umidade do ar evaporar e levou cidades a índices perigosos para a saúde </p>



<p>Segundo dados do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), ao menos 244 cidades brasileiras registraram umidade relativa do ar menor ou igual à do deserto do Saara nesta terça-feira (3), e a previsão é de que nesta quarta-feira (4) os índices possam ser ainda piores.</p>



<p>Com o tempo seco e as altas temperaturas, está difícil respirar no país. </p>



<p>Especialistas alertam para o risco de o Brasil figurar entre os países mais quentes do mundo nesta semana, devido à combinação de calor intenso e a prolongada ausência de chuvas.</p>



<p>O mês de setembro, o último do inverno, começou com uma onda de calor que fez subir as temperaturas. </p>



<p>Nesta terça-feira, no Mato Grosso e Mato Grosso do Sul as máximas chegaram aos 40°C. No interior de São Paulo e Minas Gerais, as cidades chegaram a 39°C. </p>



<p>A subida do termômetro levou especialistas a debaterem até mesmo se o Brasil é o país mais quente do mundo nesta semana.</p>



<p>O calor se somou à seca, a maior e mais extensa já enfrentada pelo país, com cidades sem chuva há mais de cem dias. <strong>A falta de chuva e a alta temperatura faz com que a umidade, literalmente, evapore, chegando a níveis desérticos.</strong></p>



<p>No deserto do Saara, localizado no norte da África, a umidade relativa do ar varia entre 14% e 20%. No Brasil, várias cidades apresentaram índices ainda mais baixos, agravando a situação de quem já enfrenta o calor extremo.No estado de São Paulo, por exemplo, cidades como Barretos, Marília e Tupã registraram uma umidade de apenas 7%, um cenário desértico que afeta diretamente a saúde da população.</p>



<p>Além disso, dez cidades brasileiras, incluindo regiões de Minas Gerais e Goiás, se aproximaram dos índices do deserto do Atacama, no Chile, considerado o mais seco do mundo, onde a umidade pode chegar a 5%. Nesses municípios, o índice de umidade caiu para alarmantes 7%.</p>



<p>No deserto do Saara, localizado no norte da África, a umidade relativa do ar varia entre 14% e 20%. No Brasil, várias cidades apresentaram índices ainda mais baixos, agravando a situação de quem já enfrenta o calor extremo.No estado de São Paulo, por exemplo, cidades como Barretos, Marília e Tupã registraram uma umidade de apenas 7%, um cenário desértico que afeta diretamente a saúde da população.</p>



<p>Além disso, dez cidades brasileiras, incluindo regiões de Minas Gerais e Goiás, se aproximaram dos índices do deserto do Atacama, no Chile, considerado o mais seco do mundo, onde a umidade pode chegar a 5%. Nesses municípios, o índice de umidade caiu para alarmantes 7%.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Crise climática</h2>



<p>A atual crise de umidade no Brasil tem como principal fator a estação seca, comum nesta época do ano, que se estende até outubro. No entanto, três fatores principais estão tornando a situação ainda mais grave:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Seca histórica: Diversos estados estão enfrentando uma das piores secas já registradas, com municípios sem chuva por mais de cem dias, de acordo com o Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden).</li>



<li>Onda de calor intensa: Com a chegada de uma onda de calor, as temperaturas dispararam em várias regiões do país, contribuindo para a evaporação da umidade já escassa.</li>



<li>Bloqueios atmosféricos: O fenômeno dos bloqueios atmosféricos impede que frentes frias avancem pelo país, resultando na ausência de chuvas e na intensificação do calor.</li>
</ul>



<p>Essa combinação de fatores provoca uma queda drástica na umidade do ar, afetando diretamente a saúde da população e dificultando atividades diárias.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Saúde pública</h2>



<p>De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), a umidade ideal para o corpo humano varia entre 40% e 70%. Quando esse índice cai para 30%, já é considerado um cenário de alerta, com impactos diretos na saúde, como o agravamento de problemas respiratórios, dores de cabeça, ressecamento dos olhos e cansaço. Indivíduos com doenças respiratórias, como asma e bronquite, são os mais afetados, já que a falta de umidade compromete as vias aéreas e pode intensificar os sintomas dessas doenças.</p>
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		<title>Nível do Guaíba em Porto Alegre recua da cota de inundação depois de um mês</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 01 Jun 2024 12:18:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Água]]></category>
		<category><![CDATA[Baixa]]></category>
		<category><![CDATA[Guaíba]]></category>
		<category><![CDATA[Níveis]]></category>
		<category><![CDATA[nível]]></category>
		<category><![CDATA[PORTO ALEGRE]]></category>
		<category><![CDATA[Recua]]></category>
		<category><![CDATA[Rio grande do Sul]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nível do Guaíba em Porto Alegre recua da cota de inundação depois de um mês</p>
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<h6 class="wp-block-heading">Lago não transborda mais e água que invadiu ruas volta ao seu leito, permitindo limpeza de ruas, casas e empresas </h6>



<p>O nível do rio/lago Guaíba caiu na madrugada deste sábado (1º) e está abaixo da cota de inundação na Usina da Gasômetro, em Porto Alegre. </p>



<p>Essa é a primeira vez que isso ocorre desde o dia 2 de maio, quando o Guaíba chegou a 3,69 metros. De lá para cá, o nível não havia ficado mais nenhuma vez abaixo da cota de inundação.</p>



<p>Com a cota de nível de âgua reduzida, o lago não transborda mais e está de volta ao seu leito depois de um mês de cheia. Apesar de alerta para chuvas, os gaúchos se animam para limpeza.</p>



<p>De acordo com a régua instalada no Gasômetro, entre 4h15 e 4h30, o nível caiu de 3,60 (cota de inundação) para 3,59 metros e, às 6h15, estava em 3,57 metros. </p>



<p>O nível do Guaíba atingiu níveis históricos ao longo de maio devido aos temporais que assolaram o Rio Grande do Sul. Antes, o ponto mais alto a que havia chegado o lago foi 4,76 metros em 1941. Agora, a marca mais alta é de 5,35 metros, atingida em 5 de maio.</p>



<p>A tragédia climática matou 169 pessoas, deixando 44 desaparecidas, 806 feridas e mais de 619,7 mil fora de casa. Cidades foram devastadas: 473, de um total de 497, sofreram algum tipo de dano. O estado soma bilhões de reais em prejuízos.</p>



<p>A chuva forte começou em 27 de abril em Santa Cruz do Sul, na Região dos Vales. Sem parar, se estendeu por mais de 10 dias, sobrecarregando as bacias dos rios Taquari, Caí, Pardo, Jacuí, Sinos e Gravataí, que transbordaram e a água invadiu municípios, arrasando cidades e destruindo vidas.</p>



<p>Em Porto Alegre, a rodoviária, o aeroporto, ruas do Centro Histórico e o Mercado Público foram atingidos. Estádios de futebol e diversos bairros alagaram.</p>



<p>O Rio Taquari passou dos 30 metros de altura e atingiu o maior nível da história. Em Cruzeiro do Sul, na Região dos Vales.</p>
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		<title>Governo vai revisar e pode cortar Bolsa Família de 7 milhões de famílias em 2024</title>
		<link>https://bsbrevista.com.br/2024/02/05/governo-vai-revisar-e-pode-cortar-bolsa-familia-de-7-milhoes-de-familias-em-2024/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Feb 2024 16:01:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[2024]]></category>
		<category><![CDATA[Auxílio]]></category>
		<category><![CDATA[Baixa]]></category>
		<category><![CDATA[Bolsa Família]]></category>
		<category><![CDATA[CadÚnico]]></category>
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		<category><![CDATA[Inconsistência]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[Renda]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em 2023, o governo excluiu 1,7 milhão de famílias unipessoais do benefício </p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Em 2023, o governo excluiu 1,7 milhão de famílias unipessoais do benefício </strong></p>



<p>O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT)  informou através do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social nesta segunda-feira (5)&nbsp;que pretende revisar ao longo deste ano, os dados de 7 milhões de famílias que fazem parte do&nbsp;<a href="https://www.gov.br/mds/pt-br/acoes-e-programas/bolsa-familia">programa Bolsa Família</a>.</p>



<p>O Bolsa Família desde o ano passado sofre um processo de revisão cadastral com o objetivo, segundo o governo, de evitar que pessoas recebam o benefício de forma irregular e garantir que quem precisa tenha acesso.</p>



<p>Além do Bolsa Família, que é o principal programa do governo Lula na área social, o governo também tem revisado os dados do Cadastro Único (CadÚnico), considerado a principal porta de entrada para os programas sociais como o Benefício de Prestação Continuada (BPC) e a Tarifa Social de Energia Elétrica, por exemplo.</p>



<p>Segundo o governo, esses 7 milhões de beneficiários do Bolsa Família vão passar por revisão em 2024 porque, entre outros motivos, estão com os dados desatualizados (cuja última atualização tenha sido em 2019, 2020 ou 2021); apresentaram inconsistência na renda declarada e na composição família e divergência nas informações de renda declaradas ao CadÚnico.</p>



<p>Pelas regras atuais do programa, tem direito ao Bolsa Família a pessoa cuja renda per capita familiar seja de no máximo R$ 218 ou esteja inscrita no CadÚnico com os dados atualizados conforme calendário estabelecido pelo governo.</p>



<p>A revisão cadastral do Bolsa Família levou à exclusão, no ano passado,&nbsp;de 1,7 milhão de famílias unipessoais que recebiam o benefício de forma irregular.</p>



<p>Famílias unipessoais são aquelas formadas por uma única pessoa. Esse tipo de família pode receber o Bolsa Família, mas o beneficiário não pode dividir a casa com outras pessoas.</p>



<p>Conforme o governo federal, em dezembro de 2022, 5,88 milhões de famílias unipessoais recebiam o pagamento. Ao final do ano passado, após a revisão, o total caiu para 4,15 milhões.</p>



<p></p>
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		<title>Manaus tem maior seca em 121 anos</title>
		<link>https://bsbrevista.com.br/2023/10/16/manaus-tem-maior-seca-em-121-anos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Calango]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Oct 2023 17:38:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[Baixa]]></category>
		<category><![CDATA[Manaus]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Negro]]></category>
		<category><![CDATA[Seca]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Rio Negro registrou 13,59 metros, nesta segunda-feira (16).</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h3 class="content-head__subtitle">Rio Negro registrou 13,59 metros, nesta segunda-feira</h3>
<div id="chunk-a0b7p">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="40" data-block-id="3">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""><strong>Manaus registrou o pior momento de seca em 121 anos</strong>, nesta segunda-feira (16).  O Rio Negro marca hoje, 13,59 metros em vazante histórica em vários pontos da orla da capital.</p>
</div>
</div>
<div class="wall protected-content">
<div id="chunk-3arpj">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="44" data-block-id="4">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Segundo o Porto de Manaus, que mede o nível do Rio Negro desde 1902, essa é a pior seca registrada em Manaus. Até então, a maior vazante já registrada tinha sido em 2010, ano em que o Rio Negro desceu para 13,36 metros.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-aslg1">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="29" data-block-id="5">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Em quase toda a orla da capital, o rio recuou e deu lugar a bancos de areia e pequenos filetes de água.</p>
<article>
<div class="wall protected-content">
<div id="chunk-ctkb">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="13" data-block-id="8">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Os principais pontos turísticos de Manaus tiveram seus cenários alterados pelo fenômeno.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-50iuq">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="35" data-block-id="9">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Desde o fim de setembro, a Prefeitura de Manaus decretou situação de emergência na capital. Naquele mês, o Rio Negro media pouco mais de 16 metros, três metros a mais do que o registrado atualmente.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-4m0f2">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="14" data-block-id="10">
<div class="content-intertitle">
<h3>Antes e depois da seca de 2023 em Manaus:</h3>
</div>
</div>
</div>
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</div>
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