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	<title>Arquivo de Blinda - BSB REVISTA</title>
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	<title>Arquivo de Blinda - BSB REVISTA</title>
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		<title>Gilmar blinda Toffoli e anula quebra de sigilo de fundo ligado a resort Tayayá</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Mar 2026 15:43:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Blinda]]></category>
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		<category><![CDATA[Crime organizado]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Para ministro do STF, até que o plenário da Corte decida sobre o tema, o procedimento é excepcional e não constitui ato próprio de investigação [...]</p>
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<h6 class="wp-block-heading">Para ministro do STF, até que o plenário da Corte decida sobre o tema, o procedimento é excepcional e não constitui ato próprio de investigação</h6>



<p>O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes anulou, na manhã desta quinta-feira (19), a quebra de sigilo do fundo Arleen, aprovada pela CPI do Crime Organizado.</p>



<p>O fundo comprou a fatia da empresa Maridt, ligada ao ministro Dias Toffoli, em um resort no Paraná.</p>



<p>Segundo Gilmar Mendes, <strong>até que o plenário da Corte decida sobre o tema</strong>, o procedimento é excepcional e, portanto, <strong>não constitui ato próprio de investigação.</strong></p>



<p>“Mostra-se necessária a observância dos requisitos mínimos inerentes à fundamentação a respeito de atos que repercutem de forma direta e com tamanha gravidade sobre direitos fundamentais”, alegou Gilmar Mendes.</p>



<p>“Assim, entendo que, até que sobrevenha deliberação colegiada em sentido diverso, impõe-se prestigiar tal orientação como parâmetro de controle imediato da atuação das Comissões Parlamentares de Inquérito”, acrescentou o ministro.</p>



<p>A quebra de sigilo do fundo Arleen foi aprovada pela CPI do Crime Organizado. <strong>A empresa tinha como único cotista o Fundo Leal.</strong> Entre 2021 e 2025, Fabiano Zettel, cunhado do banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master e preso na terceira fase da Operação Compliance Zero, foi o único investidor da companhia.</p>



<p>Gilmar mandou oficiar a decisão ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), ao presidente da CPI, senador Fabiano Contarato (PT-SE), e ao Banco Central.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Outra anulação</h2>



<p>Essa é a segunda decisão do decano em favor do integrante do STF.&nbsp;Em fevereiro, ele anulou a quebra dos sigilos bancários, fiscal e telemático da Maridt, empresa que tem, entre os sócios, o ministro Dias Toffoli e seus irmãos: o engenheiro José Ticiano Dias Toffoli e o padre José Eugênio Dias Toffoli.</p>



<p></p>
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		<title>Dino blinda amiga de Lulinha no STF e levanta suspeitas de dois pesos e duas medidas no escândalo bilionário do INSS</title>
		<link>https://bsbrevista.com.br/2026/03/13/dino-blinda-amiga-de-lulinha-no-stf-e-levanta-suspeitas-de-dois-pesos-e-duas-medidas-no-escandalo-bilionario-do-inss/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Victório Dell Pyrro]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Mar 2026 14:36:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Amiga]]></category>
		<category><![CDATA[Blinda]]></category>
		<category><![CDATA[CPMI]]></category>
		<category><![CDATA[Dino]]></category>
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		<category><![CDATA[Lulinha]]></category>
		<category><![CDATA[Roberta Luchsinger]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Victório Dell Pyrro O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal, votou nesta sexta-feira (13) para manter suspensa a quebra de sigilo bancário e [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Por Victório Dell Pyrro </strong></p>



<p>O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal, votou nesta sexta-feira (13) para manter suspensa a quebra de sigilo bancário e fiscal da empresária Roberta Moreira Luchsinger, apontada como amiga de Fábio Luís Lula da Silva, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A decisão ocorre no julgamento virtual que analisa a liminar concedida pelo próprio ministro contra atos da CPMI do INSS, comissão que investiga um esquema estimado em até R$ 37 bilhões envolvendo fraudes em aposentadorias e empréstimos consignados.</p>



<p>A decisão de Dino mantém suspensos os requerimentos aprovados pela comissão parlamentar que determinavam a quebra de sigilo de dezenas de investigados — entre eles Lulinha e sua amiga empresária — sob o argumento de que as medidas foram aprovadas “em bloco”, sem fundamentação individualizada. Para o ministro, mesmo com poderes investigativos equivalentes aos do Judiciário, as CPIs precisam justificar de forma específica cada quebra de sigilo por se tratar de uma medida excepcional que afeta direitos fundamentais.</p>



<p>Na prática, a decisão derrubou 87 requerimentos aprovados pela CPMI em 26 de fevereiro, em votação conjunta. Em sua liminar, concedida no dia 4 de março e posteriormente ampliada no dia seguinte, Dino sustentou que as quebras de sigilo não podem ocorrer de forma genérica ou simbólica. Segundo ele, votações em bloco que determinem medidas invasivas violariam o devido processo legal.</p>



<p>A justificativa jurídica, porém, abriu uma tempestade política e institucional. Críticos apontam que o Supremo passou anos validando investigações amplas, medidas coletivas e decisões padronizadas em outros processos de grande repercussão nacional — especialmente nos julgamentos relacionados aos atos de Ataques de 8 de janeiro de 2023. Naquele contexto, centenas de réus foram condenados com acusações semelhantes e decisões consideradas por muitos juristas como repetitivas ou padronizadas.</p>



<p>É justamente essa comparação que alimenta a acusação de “dois pesos e duas medidas” dentro do próprio tribunal. Enquanto manifestantes do 8 de janeiro receberam penas duríssimas sob acusações semelhantes, agora o Supremo se mobiliza para impedir que uma comissão parlamentar investigue possíveis vínculos financeiros de personagens ligados ao escândalo bilionário que atingiu aposentados e pensionistas do país.</p>



<p>A CPMI investiga um esquema que teria desviado recursos de aposentadorias por meio de fraudes em consignados e descontos irregulares. Entre os nomes citados nas investigações está o lobista Antônio Camilo Antunes, apontado como operador de negócios ligados ao setor de benefícios previdenciários. Conversas e registros analisados pela Polícia Federal indicariam relações de proximidade entre personagens investigados e pessoas do círculo de Lulinha, o que motivou a CPMI a pedir o acesso a dados financeiros.</p>



<p>É nesse ponto que a decisão de Dino provoca indignação entre parlamentares da comissão. Para os integrantes da CPMI, impedir a quebra de sigilo justamente quando surgem indícios de ligações financeiras pode inviabilizar a própria investigação. A comissão já anunciou que pretende recorrer dentro do próprio STF para tentar restabelecer os atos investigativos.</p>



<p>A controvérsia ganha contornos ainda mais sensíveis por causa da trajetória política de Flávio Dino. Ex-governador do Maranhão e ex-ministro da Justiça no governo Lula, Dino chegou ao Supremo indicado diretamente pelo presidente. Durante a cerimônia de posse, o próprio Lula afirmou que o magistrado seria o “primeiro comunista” a integrar a história da Corte.</p>



<p>Essa declaração voltou ao debate público agora que o ministro protagoniza uma decisão que beneficia personagens ligados ao entorno político do presidente. Para críticos do governo, a situação levanta dúvidas sobre imparcialidade institucional e reforça a percepção de que o STF estaria se transformando em uma espécie de escudo jurídico para aliados do poder.</p>



<p>O caso expõe uma fissura cada vez mais visível entre o Congresso e o Supremo. Parlamentares acusam a Corte de interferir nas prerrogativas investigativas do Legislativo, enquanto ministros defendem que as comissões parlamentares não podem agir sem respeitar limites constitucionais.</p>



<p>No centro dessa disputa está uma pergunta que cresce dentro e fora de Brasília: por que, em um escândalo que envolve bilhões retirados de aposentados — justamente a parcela mais vulnerável da população — o primeiro movimento do Supremo é bloquear instrumentos de investigação?</p>



<p>A resposta institucional ainda depende do julgamento final do plenário do STF, que ocorre em sessão virtual e deve ser concluído ainda nesta semana. Mas politicamente, o episódio já produziu um efeito imediato: reacendeu o debate sobre seletividade judicial e sobre o papel de um Supremo cada vez mais presente — e cada vez mais contestado — nas disputas políticas do país.</p>



<p></p>
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