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	<title>Arquivo de Caneta Emagrecedora - BSB REVISTA</title>
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	<title>Arquivo de Caneta Emagrecedora - BSB REVISTA</title>
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		<title>Semaglutida brasileira terá teto de preço igual ao do Ozempic e do Wegovy, mas promete 30% menos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 May 2026 18:15:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Caneta Emagrecedora]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes]]></category>
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		<category><![CDATA[Preço]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fabricante EMS informou que ainda esta semana anuncia valor de mercado e data de venda A primeira caneta de semaglutida produzida no Brasil, batizada de [...]</p>
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<h2 class="wp-block-heading">Fabricante EMS informou que ainda esta semana anuncia valor de mercado e data de venda</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A primeira caneta de semaglutida produzida no Brasil, batizada de Ozivy pela farmacêutica EMS, avançou para a etapa final antes da venda ao público: a Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED), ligada à Anvisa, definiu o preço máximo que poderá ser cobrado pelo produto. O teto fixado é R$ 803,44 por unidade sem impostos, valor idêntico ao hoje praticado para o Ozempic, medicamento concorrente de origem estrangeira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A caneta de semaglutida foi liberada pela Anvisa nesta semana e a definição do preço-teto pela CMED é condição obrigatória para que qualquer medicamento seja comercializado no Brasil. A decisão enquadrou o Ozivy na chamada &#8220;categoria 4&#8221; — destinada a novas apresentações de fármacos já existentes no mercado — o que permitiu que o novo produto fosse comparado ao Ozempic e ao Wegovy para fins de precificação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Preço sugerido e estratégia comercial<br>Embora o teto autorizado permita que a EMS cobre até o mesmo patamar do Ozempic, a empresa informou que pretende comercializar o Ozivy com desconto de aproximadamente 30% em relação ao concorrente. Se confirmada, essa redução colocaria o preço sugerido ao consumidor em torno de R$ 562 por caneta (valor estimado com base no teto sem impostos), o que, segundo analistas do setor, pode ampliar o acesso e pressionar preços no mercado de GLP-1 no Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Especialistas lembram, porém, que o preço ao consumidor final depende de outros fatores, como margens de distribuidores e farmácias, e eventuais descontos promocionais. Impostos e encargos também poderão elevar o preço final na prateleira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O que é semaglutida e para que é usada<br>A semaglutida é um agonista do receptor do peptídeo-1 semelhante ao glucagon (GLP-1) que atua no controle glicêmico e na redução de peso. Inicialmente aprovada para tratamento de diabetes tipo 2, ganhou destaque global recente como terapia para perda de peso em formulações e doses específicas (Wegovy). No Brasil, o Ozempic é usado principalmente no tratamento do diabetes, mas também tem sido prescrito em contextos off-label para emagrecimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Regulação e enquadramento da CMED<br>Ao classificar o Ozivy na categoria 4, a CMED comparou o novo produto com apresentações já comercializadas contendo o mesmo princípio ativo. Essa comparação é o critério que permitiu à EMS ter o mesmo preço-teto do produto estrangeiro. A CMED informa, em regra, que seu papel é balancear o acesso a medicamentos com a sustentabilidade econômica do mercado farmacêutico, observando parâmetros como preços de referência, custos internacionais e dinâmica concorrencial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Impacto no mercado e competição<br>A entrada de um fabricante nacional no mercado de semaglutida pode ter efeitos relevantes:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Pressão por redução de preços: um produto nacional com preço 30% menor tende a forçar concorrentes a reverem estratégias comerciais e descontos.</li>



<li>Acesso ampliado: redução de preços e maior oferta podem facilitar o acesso de pacientes que antes não podiam arcar com tratamentos de alto custo.</li>



<li>Distribuição e logística: fabricantes locais têm vantagem logística e cadeia de suprimentos mais integrada ao mercado brasileiro, potencialmente reduzindo rupturas.</li>



<li>Sensibilidade institucional: compras públicas e negociações com planos de saúde podem se tornar mais viáveis com preços menores.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Reações de mercado e da cadeia de saúde<br>Representantes de farmácias e distribuidores avaliam que a margem na cadeia influenciará o preço final e as práticas de promoção, mas veem com otimismo a possibilidade de um produto nacional. Planos de saúde e compras governamentais deverão acompanhar a disponibilidade e o custo para avaliar inclusão em protocolos e negociações de preços.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Organizações de pacientes e especialistas em endocrinologia destacam que, embora a semaglutida seja importante para o tratamento do diabetes e tenha eficácia comprovada na redução de peso, é fundamental garantir acesso seguro e orientado por médicos. Há preocupação com uso indiscriminado para emagrecimento sem acompanhamento adequado e com o abastecimento regular do mercado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Aspectos regulatórios e de propriedade<br>A aprovação e o enquadramento do Ozivy ocorrem em meio a um cenário global de atenção sobre os GLP-1 (classe da semaglutida), com disputas de produção, regulação e patentes. A EMS afirma ter conduzido os ensaios e estudos exigidos pela Anvisa para demonstrar qualidade e equivalência, enquanto a CMED avaliou a precificação conforme regras vigentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Possíveis desdobramentos</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Redução de preços generalizada: se a EMS realmente praticar preço 30% menor e mantiver oferta consistente, a concorrência poderá reagir com descontos ou ajustes de preço.</li>



<li>Negociações institucionais: estados, municípios e planos de saúde podem buscar repactuação de compras e inclusão do produto em protocolos clínicos.</li>



<li>Fiscalização de uso: órgãos reguladores e sociedades médicas poderão intensificar campanhas sobre uso responsável e prescrição adequada.</li>



<li>Monitoramento de mercado: a CMED e a Anvisa acompanharão efeitos da entrada do Ozivy na dinâmica de preços e acesso.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Limitações e pontos em aberto</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Preço final ao consumidor: o valor de prateleira ainda depende de impostos, margens e práticas comerciais; o desconto de 30% anunciado pela EMS é uma intenção, não necessariamente o valor final certo.</li>



<li>Estoque e disponibilidade: a capacidade de produção e logística da EMS para atender demanda nacional ainda não foi plenamente testada no mercado.</li>



<li>Diferenças de formulação/dose: eventuais diferenças nas apresentações ou dosagens podem influenciar substituição direta por prescritores e compradores institucionais.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">O que muda para pacientes<br>Para pacientes com diabetes que dependem de terapias com semaglutida, a chegada de uma alternativa nacional com preço potencialmente menor pode ampliar o acesso e reduzir custos diretos. Para quem busca semaglutida para emagrecimento, especialistas recomendam acompanhamento clínico rigoroso e atenção ao risco de utilização off-label.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dados principais</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Produto: Ozivy (semaglutida), primeira caneta de semaglutida produzida no Brasil pela EMS.</li>



<li>Órgão que definiu preço-teto: CMED, vinculada à Anvisa.</li>



<li>Preço-teto fixado: R$ 803,44 por unidade, sem impostos — mesmo valor do Ozempic.</li>



<li>Em intenção da EMS: comercializar com cerca de 30% de desconto sobre o preço-teto.</li>



<li>Enquadramento: categoria 4 da CMED (nova apresentação de medicamento já existente).</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">A definição do preço-teto pela CMED marca o avanço final para que o Ozivy possa ser vendido nas farmácias brasileiras, abrindo a possibilidade de maior competição e redução de preços em um mercado dominado por produtos importados. Resta acompanhar se a EMS confirmará o desconto anunciado, como a cadeia comercial repercutirá esse movimento e de que forma reguladores e profissionais de saúde lidarão com os desdobramentos clínicos e de acesso.</p>
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		<title>Caneta emagrecedora: fundação do Ministério da Saúde escolheu proposta mais cara e rejeitou de estados oposicionistas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Calango]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Nov 2025 12:14:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Caneta Emagrecedora]]></category>
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		<category><![CDATA[Governo]]></category>
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<p class="wp-block-paragraph">O projeto do governo federal para produzir a chamada “caneta emagrecedora”, anunciado em agosto de 2024 pelo ministro da Saúde Alexandre Padilha (PT) como uma “novidade bombástica”, beneficiou o laboratório que apresentou o maior preço e ignorou propostas anteriores de governos de oposição.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="683" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/11/17621719889938683832552784759180-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-35465" srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/11/17621719889938683832552784759180-1024x683.jpg 1024w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/11/17621719889938683832552784759180-600x400.jpg 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/11/17621719889938683832552784759180-768x512.jpg 768w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/11/17621719889938683832552784759180.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), por meio de seu braço farmacêutico Farmanguinhos, firmou contrato de cinco anos com a EMS, maior fabricante de genéricos do país. O prazo começa a contar a partir do fornecimento do primeiro medicamento ao Ministério da Saúde, o que cria vínculo direto com a pasta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na disputa, a EMS superou a Biomm, que havia oferecido valores menores para a produção de liraglutida e semaglutida — substâncias utilizadas nos medicamentos para emagrecimento. A Biomm obteve 40 pontos no critério de preço, enquanto a EMS recebeu apenas 20. A vantagem da EMS se deu porque a empresa já havia solicitado registro do produto na Anvisa, embora o pedido ainda não tivesse sido aprovado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Ministério da Saúde afirmou que não participou da negociação entre a Fiocruz e a EMS e que não há compromisso de compra de canetas emagrecedoras pelo SUS, apesar da previsão publicada no Diário Oficial da União. Em agosto, a Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec) rejeitou a inclusão desses medicamentos na rede pública.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Três meses antes do anúncio da parceria com a EMS, o Ministério da Saúde havia recusado propostas de laboratórios vinculados aos governos de São Paulo e de Goiás, ambos de oposição ao presidente Lula. A Fundação para o Remédio Popular (Furp), ligada ao governo paulista de Tarcísio de Freitas (Republicanos), e a Indústria Química do Estado de Goiás (Iquego), subordinada à gestão de Ronaldo Caiado (União Brasil), apresentaram projetos de Parcerias de Desenvolvimento Produtivo (PDPs) em 2024, mas foram rejeitadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Furp havia se associado à farmacêutica brasileira Blanver, e a Iquego, à indiana Shilpa Medicare. Documentos do início de julho mostram que ambas estavam recorrendo das negativas. Segundo o Ministério da Saúde, as propostas descumpriram exigências básicas, como a presença de empresas não integrantes da parceria e ausência de transferência do princípio ativo, ponto considerado essencial pela pasta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O edital lançado por Farmanguinhos em novembro de 2024 previa a formalização de parcerias via PDP ou PDIL. No entanto, o contrato com a EMS foi firmado sob outra modalidade, de “parceria para pesquisa, desenvolvimento e inovação”, amparada por decreto de 2017 e de tramitação mais simples do que a exigida pelo Tribunal de Contas da União para PDPs.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em nota, a Fiocruz informou que pretende submeter o acordo com a EMS à próxima chamada pública de PDPs. A fundação afirmou ainda que, apesar de os preços apresentados pela EMS serem mais altos, o contrato seria “mais vantajoso” para a administração pública.</p>
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