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	<title>Arquivo de Coaf - BSB REVISTA</title>
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	<title>Arquivo de Coaf - BSB REVISTA</title>
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		<title>Criminosos violentos usam recente decisão de Moraes em benefício próprio como  munição jurídica para escapar de punição</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Victório Dell Pyrro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Apr 2026 19:50:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Por Victório Dell Pyrro </strong></p>



<p>Uma decisão liminar (provisória) do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), abriu uma brecha jurídica que agora está sendo explorada com apetite por criminosos de diferentes frentes — de milicianos assassinos armados a contrabandistas e operadores de jogos ilegais de azar como o “Tigrinho”. Na prática, a medida virou um manual pronto para advogados tentarem anular investigações, derrubar provas e até arrancar investigados da cadeia.</p>



<p>No dia 27 de março deste ano, Moraes determinou que os Relatórios de Inteligência Financeira (RIFs), elaborados pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), só poderiam ser solicitados pela polícia depois da instauração formal de inquérito — e não antes, como vinha ocorrendo em diversas apurações sensíveis. A decisão também proibiu que os relatórios fossem usados como primeiro passo investigativo. Para o ministro, isso configuraria “pesca probatória”, uma devassa indevida na vida privada do investigado sem fato determinado que justificasse a apuração.</p>



<p>O problema é que, no Brasil real, onde dinheiro sujo circula com velocidade e o crime organizado opera com estrutura empresarial, essa exigência cria um paradoxo grotesco: para abrir o inquérito, muitas vezes é preciso justamente o indício financeiro que o Coaf revela. Moraes, portanto, não apenas colocou uma trava na porta do Coaf — ele entregou aos criminosos um argumento pronto, embalado e assinado, para atacar investigações já em curso e transformar operações policiais em peças descartáveis.</p>



<p>A decisão foi tomada dentro de um Recurso Extraordinário (RE) em andamento no STF, após manifestação do Instituto de Defesa do Direito de Defesa (IDDD), uma ONG. Moraes também estendeu as restrições às Comissões Parlamentares de Inquérito (CPIs), numa medida que cai como luva para investigados que tremem diante de exposição pública e rastreamento financeiro.</p>



<p>Coincidentemente — ou de forma constrangedoramente conveniente — o ministro se viu recentemente no centro de uma polêmica envolvendo a CPI do Crime Organizado, relatada pelo senador Alessandro Vieira (MDB-SE). O relatório final do colegiado pediu o indiciamento de <a href="https://bsbrevista.com.br/2026/04/20/ataque-a-democracia-gilmar-pede-a-moraes-incluir-zema-no-inquerito-das-fake-news-apos-criticas/">Moraes e de outros integrantes da Corte.</a></p>



<p>E o episódio ganhou contornos ainda mais explosivos quando informações sobre o Imposto de Renda do Banco Master, enviadas à CPI, confirmaram pagamentos da instituição financeira do banqueiro golpista mineiro Daniel Vorcaro ao escritório Barci de Moraes Advogados, pertencente à esposa do ministro. Em outras palavras: enquanto o ministro impõe limites para rastreamento financeiro de terceiros, fica óbvio o benefício para ele próprio, já que passava a ser citado em um caso que envolve pagamentos a um escritório ligado à sua família e até então escondido nas barbas do Coaf. </p>



<p>Desde o dia 27 de março, a decisão passou a ser invocada como precedente por advogados de réus e investigados tentando implodir operações da Polícia Federal e de outros órgãos. Em vários casos, os pedidos não se limitam à anulação de provas: também incluem solicitações de soltura imediata.</p>



<p>A liminar virou ferramenta de defesa para investigados da operação El Patrón, que apura crimes de agiotagem e lavagem de dinheiro na Bahia. Também foi usada por investigados da operação Migalhas, que investiga contrabando de agrotóxicos no Paraná. E ainda apareceu como argumento em favor de investigados da operação Quéfren, voltada a influenciadores que enriqueceram promovendo casas ilegais de jogo online, como o “Tigrinho”.</p>



<p>Procurados, Alexandre de Moraes e a assessoria de imprensa do STF não responderam aos questionamentos.</p>



<p>O silêncio, nesse contexto, fala alto: quando decisões do Supremo passam a funcionar como escudo para contrabandistas, milicianos e lavadores de dinheiro, o mínimo esperado seria explicação pública — não a velha blindagem institucional.</p>



<p><strong>Ceará: “Tigrinho” ilegal e tentativa de soltura de colombiano preso</strong></p>



<p>No Ceará, a decisão de Moraes já foi usada como tentativa direta de esvaziar uma prisão preventiva. O advogado do cidadão colombiano Luis Felipe Galvis Ramirez apresentou pedido para tirá-lo da cadeia, usando como principal argumento a liminar do ministro do STF.</p>



<p>O pedido foi apresentado pelos advogados Paulo Quezado e Eduardo Quezado no dia 6 de abril deste ano. Na petição, a defesa sustenta que o Relatório de Inteligência Financeira que embasou a investigação teria sido enviado à Polícia Civil do Ceará um dia antes da instauração formal do inquérito. Para reforçar a manobra, os advogados anexaram uma cópia da decisão de Moraes.</p>



<p>Ramirez foi preso preventivamente em abril de 2025 durante a Operação Quéfren, deflagrada em conjunto pelas polícias civis do Ceará, São Paulo, Mato Grosso e Pará. A operação teve como alvo um grupo de influenciadores que divulgava jogos de azar online ilegalmente, como o “Tigrinho”. Ramirez era namorado de uma das principais influenciadoras do grupo, Brenna Brito.</p>



<p>Com base nos RIFs, os investigadores identificaram movimentações financeiras consideradas gritantes e incompatíveis com qualquer renda declarada. Brenna teria movimentado R$ 5,8 milhões em apenas cinco meses. Ramirez movimentou mais de R$ 1,3 milhão no mesmo período.</p>



<p>A Polícia Civil apontou que o grupo promovia plataformas clandestinas que operavam sem chancela do Ministério da Fazenda, lucrando às custas de brasileiros atraídos por promessas de dinheiro fácil — uma indústria de vício, fraude e exploração disfarçada de entretenimento.</p>



<p>Nas redes sociais, Ramirez ostentava um estilo de vida luxuoso. Em seu nome, havia carros de luxo e motocicletas esportivas avaliadas em mais de R$ 1 milhão.</p>



<p>O relatório policial descreve o mecanismo financeiro que alimenta a clandestinidade e o pagamento de influenciadores:</p>



<p>“Em razão de cada outorga custar o valor de R$ 30.000.000,00 (trinta milhões de reais) para as empresas, com o acréscimo do imposto de 12% sobre a receita bruta, a maioria dos sites prefere permanecer na clandestinidade, pagando altos valores aos influenciadores digitais a título de cooperação, sendo os blogueiros os principais responsáveis pela divulgação das plataformas criminosas”, diz um trecho do documento.</p>



<p>Ao fim das investigações, o Ministério Público do Ceará denunciou Ramirez e Brenna em junho passado por uma lista extensa de crimes: organização criminosa, estelionato, crimes contra a economia popular, publicidade enganosa e lavagem de dinheiro.</p>



<p>Em fevereiro deste ano, ao receber a denúncia, o juiz do caso afirmou ter recebido relatos de que o grupo destinaria dinheiro ao Comando Vermelho, facção que vem expandindo sua atuação no Ceará.</p>



<p>Ou seja: o que se investiga não é apenas propaganda de jogo ilegal, mas possível irrigação financeira de facção criminosa. Ainda assim, a decisão de Moraes passou a ser usada como corda jurídica para tentar puxar o acusado para fora da prisão.</p>



<p><strong>Bahia: policial acusado de miliciano tenta usar Moraes como escudo</strong></p>



<p>Na Bahia, a decisão também virou munição para defesa de suspeitos ligados a milícia armada. O precedente de Moraes foi invocado pela defesa do policial militar Thiago Almeida Santos, conhecido como “Nariga”, acusado de atuar como miliciano no grupo criminoso comandado pelo ex-deputado estadual Kleber Christian Escolano de Almeida, o “Binho Galinha” (PRD).</p>



<p>Thiago tem 38 anos e mora em Feira de Santana. Na denúncia apresentada em outubro passado, o Ministério Público da Bahia (MP-BA) atribui a Thiago e a outros quatro homens o papel de braço armado do grupo.</p>



<p>Segundo o MP-BA, o núcleo tinha “papel central na segurança pessoal do líder da organização e de sua família, bem como na execução de ordens ilícitas que envolvem o uso da força, mediante violência e intimidação”.</p>



<p>Thiago foi preso em outubro na operação Estado Anômico, desdobramento da operação El Patrón.</p>



<p>No dia 31 de março deste ano, a defesa pediu a soltura dele à juíza Márcia Simões Costa, com base direta na decisão de Moraes. O argumento é técnico, mas o objetivo é cristalino: apagar a trilha financeira que sustentou a investigação.</p>



<p>Segundo a defesa, o delegado solicitou ao Coaf os RIFs que apontaram indícios contra Thiago em 12 de outubro de 2022, a partir de denúncia anônima. O inquérito, no entanto, só foi instaurado em 4 de novembro daquele ano.</p>



<p>A defesa afirma:</p>



<p>“Assim, fica evidenciado que o RIF estava anexado em procedimento não oficial, de modo que foi incorporado aos autos principais apenas após a formalização do Inquérito Policial. Verifica-se, pois, que a solicitação dos RIFs sem a instauração formal de inquérito policial se deu na forma de fishing expedition, prática veementemente vedada pelos Tribunais Superiores”.</p>



<p>Ou seja: o policial acusado de integrar o braço armado de uma organização criminosa tenta transformar uma investigação sobre milícia em “abusiva”, escorando-se numa tese criada pelo próprio ministro do STF.</p>



<p>O resultado é perverso: a decisão que deveria proteger direitos individuais passa a servir como guarda-chuva para suspeitos de violência armada e intimidação.</p>



<p><strong>Paraná: contrabando de agrotóxicos e tentativa de implosão do caso</strong></p>



<p>No Paraná, a decisão de Moraes foi usada como tentativa de anular investigações sobre contrabando. No dia 30 de março deste ano, um investigado na operação Migalhas, da Polícia Federal, invocou o precedente para derrubar um dos RIFs que embasaram a apuração.</p>



<p>A operação Migalhas desarticulou um esquema de contrabando de agrotóxicos e outras mercadorias. Segundo a PF, o grupo atuava “com possível facilitação de servidores públicos”. Para lavar dinheiro, a quadrilha utilizava “negócios imobiliários simulados” e empresas de fachada.</p>



<p>Na petição apresentada ao juiz do caso no Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), os advogados pedem que o magistrado retire o RIF do processo e declare “a nulidade absoluta das decisões que decretaram a quebra de sigilo telemático, fiscal, bancário e cambial do peticionário (e das provas delas derivadas)”.</p>



<p>A decisão de Moraes é citada repetidas vezes na peça, protocolada apenas três dias após a liminar do ministro.</p>



<p>O movimento é óbvio: se o RIF cair, todo o resto pode cair junto. A investigação desmorona em efeito dominó, e o Estado vira espectador enquanto o crime organizado agradece.</p>



<p><strong>A liminar que virou salvo-conduto moral para o crime</strong></p>



<p>Na teoria, Moraes diz combater “fishing expedition”. Na prática, sua decisão se converteu em instrumento de “salvamento seletivo”: investigados de esquemas milionários, milicianos e contrabandistas agora têm uma porta de saída — ou ao menos um caminho para atrasar processos, anular provas e transformar operações policiais em entulho jurídico.</p>



<p>E o aspecto mais corrosivo é o contexto: a mesma autoridade que endurece discursos contra “ameaças à democracia” produziu uma decisão que já está sendo usada para blindar gente que movimenta milhões sem origem, promove jogo ilegal, ostenta carros de luxo, é denunciada por lavagem de dinheiro e ainda pode ter vínculos indiretos com facções como o Comando Vermelho.</p>



<p>Se o Brasil tivesse um sistema minimamente coerente, decisões judiciais seriam avaliadas não apenas pela intenção declarada, mas pelo efeito concreto. E o efeito concreto aqui é evidente: criminosos estão se movimentando, articulados, aproveitando a caneta do Supremo como se fosse uma arma jurídica a serviço deles.</p>



<p>O resultado é uma distorção institucional perigosa: o STF, que deveria ser o último bastião de proteção da sociedade contra o crime organizado, passa a ser citado em petições como ferramenta para derrubar investigações. E, pior, no momento em que o próprio ministro enfrenta questionamentos políticos e suspeitas de conflito de interesse envolvendo pagamentos ao escritório de sua esposa.</p>



<p>O país assiste a um roteiro repetido: quando o rastro do dinheiro começa a aparecer, surge uma tese, uma liminar, um tecnicismo conveniente — e o Brasil, mais uma vez, corre o risco de ver o crime escapar pela porta da frente, com carimbo e assinatura.</p>
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		<title>Sindicato de irmão de Lula movimentou R$ 1,2 bilhão em seis anos, descobre CPMI do INSS</title>
		<link>https://bsbrevista.com.br/2025/10/02/sindicato-de-irmao-de-lula-movimentou-r-12-bilhao-em-seis-anos-descobre-cpmi-do-inss/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Calango]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Oct 2025 14:48:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Coaf]]></category>
		<category><![CDATA[Frei chico]]></category>
		<category><![CDATA[Irmão]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Relatório do Coaf enviado à CPMI mostra movimentações em espécie e transferências a familiares de dirigentes do Sindnapi O&#160;Sindicato Nacional dos Aposentados, Pensionistas e Idosos [...]</p>
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<h2 class="wp-block-heading">Relatório do Coaf enviado à CPMI mostra movimentações em espécie e transferências a familiares de dirigentes do Sindnapi</h2>



<p>O&nbsp;Sindicato Nacional dos Aposentados, Pensionistas e Idosos da Força Sindical (Sindnapi), entidade envolvida na Farra do INSS que tem o&nbsp;Frei Chico, irmão do presidente Lula (PT), como vice-presidente, movimentou R$ 1,2 bilhão entre janeiro de 2019 e junho de 2025, aponta relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf).</p>



<p>A informação consta em Relatório de Inteligência Financeira (RIF) enviado à <a href="https://bsbrevista.com.br/2025/09/04/cpmi-do-inss-cobra-dados-de-sindicato-do-irmao-de-lula/">Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS</a>. Desse total, R$ 586 milhões referem-se a créditos (entradas) e outros R$ 613 milhões, a débitos (saídas).</p>



<p>No relatório, o Coaf chama a atenção para movimentações em espécie realizadas pelo Sindnapi. Nos últimos seis anos analisados, o sindicato fez operações de saques e depósitos que acumulam R$ 6,5 milhões. “Esse tipo de movimentação é considerado complexo, dada a dificuldade de rastreamento da origem primária dos recursos e da identificação dos beneficiários finais”, explica o órgão, no documento.</p>



<p>O Relatório de Inteligência Financeira revela ainda que empresas de familiares de dirigentes do Sindnapi receberam R$ 8,2 milhões da entidade no período analisado. Os repasses foram feitos pelo sindicato a companhias que têm como donos parentes do atual presidente da entidade, Milton Baptista de Souza Filho, o Milton Cavalo; e o ex-presidente João Batista Inocentini, o João Feio, morto em agosto de 2023.</p>



<p>O&nbsp;Sindnapi figura, ao lado da Contag, entre as entidades que mais se beneficiaram dos descontos aplicados aos aposentados. Os valores repassados pelo INSS para o Sindnapi cresceram 564% em cinco anos. De 2020 a 2024, o montante recebido pela entidade a partir dos descontos nos benefícios saiu de R$ 23,2 milhões para R$ 154,7 milhões, de acordo com dados do Portal da Transparência.</p>



<p>Segundo relatório da Controladoria-Geral da União (CGU), o Sindnapi não conseguiu apresentar a documentação completa de nenhum associado dentro de uma amostra aleatória selecionada pelo órgão.</p>
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		<title>Decisão de Moares sobre Coaf pode prejudicar investigações contra facções como PCC, diz MP</title>
		<link>https://bsbrevista.com.br/2025/08/25/decisao-de-moares-sobre-coaf-pode-prejudicar-investigacoes-contra-faccoes-como-pcc-diz-mp/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Calango]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Aug 2025 15:20:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Coaf]]></category>
		<category><![CDATA[Moraes]]></category>
		<category><![CDATA[MP]]></category>
		<category><![CDATA[Pcc]]></category>
		<category><![CDATA[Questiona]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ministro suspendeu processos que discutem validade do uso de provas encontradas a partir de dados do Coaf e atinge casos em que MP e polícia [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<h6 class="wp-block-heading">Ministro suspendeu processos que discutem  validade do uso de provas encontradas a partir de dados do Coaf e atinge casos em que MP e polícia requisitaram relatórios financeiros sem autorização judicial ou sem a abertura prévia de investigação formal</h6>



<p>O Ministério Público de São Paulo (MP-SP) solicitou esclarecimentos sobre a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que <strong>suspendeu todos os processos que discutem a validade do uso de </strong><a href="https://bsbrevista.com.br/2025/08/22/stf-expoe-que-bolsonaro-movimentou-r-305-milhoes-em-um-ano-em-relatorio-da-pf-e-oposicao-reage-a-vazamentos/"><strong>provas encontradas a partir de dados do Conselho de Controle de Atividades Financeiras </strong>(Coaf).</a></p>



<p>A medida de Moraes atinge casos em que o Ministério Público e a polícia requisitaram relatórios financeiros sem autorização judicial ou sem a abertura prévia de investigação formal.</p>



<p>Para o MP-SP, a determinação de Alexandre de Moraes pode paralisar investigações relevantes contra o crime organizado, incluindo facções como o Primeiro Comando da Capital (PCC), além de possibilitar a soltura de presos e a liberação de bens.</p>



<p>A decisão monocrática de Moraes foi tomada na sexta-feira (20), a partir do pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR), e terá validade até que o Supremo decida de forma definitiva sobre o tema.</p>



<p>O MP-SP afirma que a decisão vem sendo interpretada mal-interpretada pelas defesas, que passaram a protocolar pedidos para suspender investigações, revogar prisões preventivas e derrubar medidas cautelares em casos graves.</p>



<p>Em menos de 24 horas após a decisão, o órgão recebeu comunicações de vários núcleos do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) relatando pedidos desse tipo em investigações sobre facções criminosas. A avaliação do MP é de que, se aplicada de forma ampla, a medida pode afetar justamente os processos que a decisão buscava proteger.</p>



<p>Entre as operações que já registraram pedidos de suspensão estão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Operação Tacitus: </strong>contra policiais presos por corrupção e lavagem de dinheiro praticados em favor do PCC;</li>



<li><strong>Operação Fim da Linha:</strong> sobre a infiltração do PCC no sistema de transporte público da capital;</li>



<li><strong>Operação Armagedon: </strong>voltada a uma organização criminosa dedicada à prática de extorsões, lavagem de dinheiro e financiamento do tráfico de drogas;</li>



<li><strong>Operação Car Wash:</strong> contra uma organização criminosa especializada, tráfico de drogas, produtos químicos controlados e lavagem de dinheiro.</li>
</ul>
<div id="bsbre-2041917140" class="bsbre-depois-do-conteudo-2 bsbre-entity-placement" style="clear: both;"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado.jpg" alt=""  srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado.jpg 1048w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-600x600.jpg 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-1024x1024.jpg 1024w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-60x60.jpg 60w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-768x768.jpg 768w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-900x900.jpg 900w" sizes="(max-width: 1048px) 100vw, 1048px" width="1048" height="1048"   /></div><br style="clear: both; display: block; float: none;"/><div id="bsbre-2095316612" class="bsbre-depois-do-conteudo bsbre-entity-placement"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista.jpg" alt=""  srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista.jpg 937w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista-600x321.jpg 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista-768x411.jpg 768w" sizes="(max-width: 937px) 100vw, 937px" width="937" height="502"   /></div><p>O post <a href="https://bsbrevista.com.br/2025/08/25/decisao-de-moares-sobre-coaf-pode-prejudicar-investigacoes-contra-faccoes-como-pcc-diz-mp/">Decisão de Moares sobre Coaf pode prejudicar investigações contra facções como PCC, diz MP</a> apareceu primeiro em <a href="https://bsbrevista.com.br">BSB REVISTA</a>.</p>
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		<title>Operações milionárias  suspeitas com joias e bens de luxo explodem no país que não pode investigar transações nem de ministros do STF</title>
		<link>https://bsbrevista.com.br/2024/02/14/operacoes-milionarias-suspeitas-com-joias-e-bens-de-luxo-explodem-no-pais-que-nao-pode-investigar-transacoes-nem-de-ministros-do-stf/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Calango]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Feb 2024 13:09:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Coaf]]></category>
		<category><![CDATA[Corruptos]]></category>
		<category><![CDATA[Joias]]></category>
		<category><![CDATA[Ouro]]></category>
		<category><![CDATA[Roubo]]></category>
		<category><![CDATA[Stf]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Coaf registrou  61% de aumento em comunicações de operações suspeitas envolvendo o mercado de luxo no Brasil em 2023</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Coaf registrou  61% de aumento em comunicações de operações suspeitas envolvendo o mercado de luxo no Brasil em 2023</strong></p>



<p>O Brasil é o país da corrupção e do descaminho. As recentes decisões das cortes superiores que beneficiam envolvidos por criminosos como Sérgio Cabral, réu confesso, condenado a mais de 400 anos de prisão que esta livre leve e solto curtindo a vida e parte da dinheirama roubada que não devolveu aos cofres públicos e o atual presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) que ficou dois anos preso por roubar dinheiro público, mas comanda o país, é sintomático. </p>



<p>Lula pode até processar quem o chama de ladrão, como faz contra o deputado Nikolas (PL-MG), eleito para falar, mas que está na mira da Justiça brasileira por falar que Lula é ladrão. </p>



<p>Assim, no país das injustiças, onde o leite das crianças é roubado e os hospitais não atendem a população que morre na fila de procedimentos, as transações suspeitas explodem.</p>



<p>Mas os marginais que andam em iates podem ficar tranquilos porque as investigações não vão dar em nada se o caso envolver políticos corruptos ou megamilionarios amigos de advogados que andam de bermudas pelos corredores dos suntuosos palácios revestidos de mármore no Planalto Central.</p>



<p>Com tanta impunidade e proteção aos corruptos, a bandidagem se anima. As operações suspeitas de lavagem de dinheiro envolvendo compra e venda de joias, metais preciosos e outros bens de luxo, como carrões e embarcações, explodiram no Brasil em 2023, na comparação com o ano anterior, segundo o combalido Conselho de Controle de Atividades Financeiras (<a href="https://www.gov.br/coaf/pt-br">Coaf</a>).</p>



<p>O órgão foi criado com a finalidade de produzir relatórios de inteligência sobre transações financeiras suspeitas, como as que envolvem altas quantias em dinheiro vivo, para que sejam repassadas às polícias e ao Ministério Público. Esses documentos têm como base alertas feitos por bancos, cartórios e pelo comércio do mercado de luxo ao Coaf, como determina a lei.</p>



<p>O Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) sempre foi judiado pelas &#8220;autoridades&#8221; e até jogado de lá pra cá para atrapalhar investigações contra poderosos. </p>



<p>Em janeiro do ano passado, o Coaf retornou ao Ministério da Fazenda, jásob o comundo do pupilo de Lula, Fernando Haddad. Essa foi uma das resoluções por Medida Provisória (MP), a 1.158/2023, de autoria de ninguém menos que ele, Lula e foi publicada em edição extra do <em>Diário Oficial da União</em> . A norma também alterou o Conselho Monetário Nacional (CMN).</p>



<p>No início do governo Jair Bolsonaro em (2019), o Coaf foi deslocado do Ministério da Economia para o Ministério da Justiça, à época sob o comando do agora senador Sérgio Moro (União-PR). Depois retornou à Economia e, por fim, estava inserido no Banco Central do Brasil.</p>



<p>Com a última alteração, a Fazenda e o Banco Central do Brasil tentam estabelecer as medidas de transferência progressiva de processos e contratos administrativos relativos ao funcionamento do conselho, que tem entre suas competências analisar informações recebidas do setor financeiro e outros setores e dar conhecimento sobre fatos suspeitos às autoridades competentes.</p>



<p>A MP 1.158 acrescenta à <a href="http://normas.leg.br/?urn=urn:lex:br:federal:lei:1998-03-03;9613" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Lei de 9.613, de 1998</a>, que criou o Coaf, item sobre o tratamento de dados pessoais pelo conselho, entre eles, ser dotado de medidas especiais de segurança quando se tratar de dados sensíveis, conforme especificações legais e dados protegidos por sigilo. Há proibição legal de uso desses dados para fins discricionários, ilícitos ou abusivos.</p>



<p>Na alteração da <a href="http://normas.leg.br/?urn=urn:lex:br:federal:lei:2020-01-07;13974" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Lei 13.974, de 2020</a>, a MP propõe nova redação a um dos itens de competência do Coaf: mantém-se a incumbência de “produzir e gerir informações de inteligência financeira”, mas exclui-se a complementação “para a prevenção e o combate à lavagem de dinheiro”.</p>



<p>Cabe agora ao ministro da Fazenda, pasta atualmente ocupada por Fernando Haddad, nomear o presidente do Coaf e os membros do plenário. Uma festa! </p>



<p>Mesmo assim, o Coaf dá suspiros e somente no ano passado, chegaram ao órgão 2,2 milhões de alertas sobre operações suspeitas de lavagem de dinheiro.<strong> O dado representa uma alta de 16% em relação a 2022</strong>.</p>



<p>A alta foi puxada pelo mercado de luxo. Bens de alto valor motivaram 14.755 alertas, 61,3% a mais do que em 2022. Já transações em joias, pedras e metais preciosos, como ouro, embasaram 2.214 comunicações, um aumento de 49,9% em relação ao ano anterior.</p>



<p>Além de fazer relatórios de inteligência financeira e enviá-los a órgãos de investigação, o Coaf também tem a função de julgar e aplicar punições a quem deixar de alertar operações suspeitas ao órgão. As multas, usualmente, correspondem a um percentual do valor das transações atípicas que essas empresas deixaram de comunicar.</p>



<p>Essas multas explodiram em 2023, com alta de 728%. Somadas, chegaram a R$ 33 milhões. O número foi puxado pelo julgamento de um caso ligado à extração ilegal de ouro em terras indígenas para que fosse enviado à Itália. Concessionárias de veículos de luxo também foram alvo de severas punições. Mas as varas só atingem de fatos esses ratos pequenos.</p>



<p>Mais uma vez, no último ano, precedentes abertos por Cortes Superiores atingiram a atuação do órgão. Um julgamento do Superior Tribunal de Justiça (<a href="https://www.stj.jus.br/sites/portalp/Inicio">STJ</a>), por exemplo, anulou um inquérito sobre sonegação de R$ 600 milhões de uma cervejaria porque o Coaf enviou um relatório sobre transações suspeitas a pedido de investigadores.</p>



<p>Daí para frente já sabemos onde vai parar, apesar de, pasmem, Cristiano Zanin, ter discordado da benesse no caso. </p>



<p>O julgamento abriu brechas para outras decisões judiciais que suspenderam investigações ou anularam provas porque relatórios do Coaf haviam sido enviados a pedido da polícia ou do Ministério Público. O acórdão do STJ, contudo, foi cassado pelo ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (<a href="https://portal.stf.jus.br/">STF</a>).</p>



<p>O argumento de que o Coaf não poderia produzir relatórios a pedido de investigadores, segundo Zanin, afrontou uma decisão do STF que autorizou o órgão a confeccionar esses documentos tanto espontaneamente quanto atendendo a requerimentos de policiais e promotores.</p>



<p>O julgamento citado por Zanin foi aquele em que o STF derrubou uma decisão do ministro Dias Toffoli que suspendeu todas as investigações do país com base em relatórios do Coaf atendendo a um pedido do advogado Frederick Wassef pela defesa do senador Flavio Bolsonaro (PL), no caso das <a href="https://bsbrevista.com.br/wp-admin/post.php?post=414&amp;action=edit">rachadinhas</a> na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj).</p>



<p>A imprensa também fica proibida de falar mal dos poderosos e se cala, em parte, porque o BSB Revista ainda é uma das ilhas que gritam por justiça nessa <a href="https://bsbrevista.com.br/wp-admin/post.php?post=4747&amp;action=edit">terra da mãe Joana</a>. </p>



<p></p>
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		<title>Coaf suspeita de lavagem de dinheiro por Zambelli</title>
		<link>https://bsbrevista.com.br/2023/09/05/coaf-suspeita-de-lavagem-de-dinheiro-por-zambelli/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Calango]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Sep 2023 11:49:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Carla Zambelli]]></category>
		<category><![CDATA[Coaf]]></category>
		<category><![CDATA[Lavagem de dinheiro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Relatório enviado à CPMI do 8 de Janeiro aponta “suspeita de lavagem de dinheiro” de Carla Zambelli por meio de conta Paypal</p>
<p>O post <a href="https://bsbrevista.com.br/2023/09/05/coaf-suspeita-de-lavagem-de-dinheiro-por-zambelli/">Coaf suspeita de lavagem de dinheiro por Zambelli</a> apareceu primeiro em <a href="https://bsbrevista.com.br">BSB REVISTA</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h3 class="Text__TextBase-sc-1d75gww-0 lbEIBz noticiaCabecalho__subtitulo">Relatório enviado à CPMI do 8 de Janeiro aponta “suspeita de lavagem de dinheiro” de Carla Zambelli por meio de conta Paypal</h3>
<p>O Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) apontou “suspeita de lavagem de dinheiro” em movimentações da deputada federal Carla Zambelli (PL-SP).</p>
<p data-gtm-vis-recent-on-screen-104869357_94="97923" data-gtm-vis-first-on-screen-104869357_94="97923" data-gtm-vis-total-visible-time-104869357_94="100" data-gtm-vis-has-fired-104869357_94="1">A análise consta em Relatório de Inteligência Financeira (RIF) enviado pelo órgão à CPMI do 8 de Janeiro do Congresso Nacional na semana passada, ao qual a coluna teve acesso.</p>
<p>No documento, o Coaf diz que a suspeita de lavagem de dinheiro se deu em uma conta Paypal pessoal da deputada, por meio da qual ela recebeu doações do movimento “Nas Ruas”, do qual foi fundadora.</p>
<p>O PayPal, vale lembrar, é uma ferramenta que oferece as opções de envio e recebimento de pagamentos, tanto nacionais quanto internacionais, funcionando como uma espécie de carteira digital.</p>
<p>Segundo o Coaf, os recursos recebidos por Zambelli por meio da conta Paypal foram posteriormente transferidos pela parlamentar para uma conta pessoal dela no banco Itaú.</p>
<p>“Sra. Carla Zambelli Salgado, atualmente deputada federal de São Paulo, utilizando sua conta PayPal pessoal para receber doações em favor da Associação ‘Movimento nas Ruas’. Sra. Carla é fundadora da associação. Visto que a conta PayPal deve ser utilizada para movimentação de recursos próprios, concluiu-se que as doações recebidas na conta PayPal da Sra. Carla caracterizam movimentação de recursos de terceiro, podendo indicar suspeita de lavagem de dinheiro”, afirma o conselho no relatório.</p>
<p>As movimentações na conta PayPal mencionadas pelo Coaf ocorreram entre 3 de fevereiro de 2017 e 1º de julho de 2019, período que engloba a primeira campanha de Zambelli a deputada federal, em 2018.</p>
<p>De acordo com o relatório do órgão, durante esse período, as transações nacionais na conta de Zambelli do Paypal somaram R$ 197,8 mil, já as transações internacionais, R$ 683.</p>
<p>O Coaf enviou o relatório à CPMI do 8/1 atendendo a pedido da relatora da comissão, senadora Eliziane Gama (PSD-MA). A solicitação foi feita após notícias de que a deputada fez pagamentos ao hacker Walter Delgatti.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="bsbre-635544940" class="bsbre-depois-do-conteudo-2 bsbre-entity-placement" style="clear: both;"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado.jpg" alt=""  srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado.jpg 1048w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-600x600.jpg 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-1024x1024.jpg 1024w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-60x60.jpg 60w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-768x768.jpg 768w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-900x900.jpg 900w" sizes="(max-width: 1048px) 100vw, 1048px" width="1048" height="1048"   /></div><br style="clear: both; display: block; float: none;"/><div id="bsbre-3959676711" class="bsbre-depois-do-conteudo bsbre-entity-placement"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista.jpg" alt=""  srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista.jpg 937w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista-600x321.jpg 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista-768x411.jpg 768w" sizes="(max-width: 937px) 100vw, 937px" width="937" height="502"   /></div><p>O post <a href="https://bsbrevista.com.br/2023/09/05/coaf-suspeita-de-lavagem-de-dinheiro-por-zambelli/">Coaf suspeita de lavagem de dinheiro por Zambelli</a> apareceu primeiro em <a href="https://bsbrevista.com.br">BSB REVISTA</a>.</p>
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