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	<title>Arquivo de Contribuição - BSB REVISTA</title>
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	<title>Arquivo de Contribuição - BSB REVISTA</title>
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	<item>
		<title>STF obriga trabalhador pagar contribuição assistencial para sindicatos</title>
		<link>https://bsbrevista.com.br/2023/09/12/stf-obriga-trabalhador-pagar-contribuicao-assistencial-para-sindicatos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Calango]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Sep 2023 09:38:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Contribuição]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Valor é usado para o custeio de atividades como negociações coletivas e não se confunde com o imposto sindical — que é facultativo desde a reforma trabalhista de 2017.</p>
<p>O post <a href="https://bsbrevista.com.br/2023/09/12/stf-obriga-trabalhador-pagar-contribuicao-assistencial-para-sindicatos/">STF obriga trabalhador pagar contribuição assistencial para sindicatos</a> apareceu primeiro em <a href="https://bsbrevista.com.br">BSB REVISTA</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3 class="content-head__subtitle">Valor é usado para o custeio de atividades como negociações coletivas e não se confunde com o imposto sindical — que é facultativo desde a reforma trabalhista de 2017</h3>
<p>O Supremo Tribunal Federal (STF) considerou válida a cobrança da chamada contribuição assistencial, que é o pagamento de um valor aos sindicatos de categoriais profissionais destinado ao custeio de atividades como as negociações coletivas — em que se acertam condições de trabalho entre empregadores e empregados.</p>
<div id="chunk-eh6pq">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="28" data-block-id="5">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Os ministros concluíram o julgamento do tema nesta segunda-feira (11), no plenário virtual da Corte — formato de deliberação em que os votos são apresentados de forma eletrônica.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-8qkb9">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="27" data-block-id="6">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O Supremo deixou claro que a decisão não representa a volta da obrigatoriedade do chamado imposto sindical. Em 2017, a reforma trabalhista tornou o pagamento facultativo.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-2qgg">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="24" data-block-id="7">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Pela decisão, a contribuição assistencial só poderá ser cobrada dos empregados que não são filiados aos sindicatos se forem preenchidos os seguintes requisitos:</p>
<article>
<div class="wall protected-content">
<div id="chunk-4ptbo">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="27" data-block-id="8">
<ul class="content-unordered-list">
<li>se o pagamento for acertado em acordo ou convenção coletiva dos trabalhadores da categoria;</li>
<li>se os trabalhadores não filiados a sindicatos derem o aval expresso à cobrança.</li>
</ul>
</div>
</div>
<div id="chunk-6n60t">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="5" data-block-id="9">
<div class="content-intertitle">
<h3>O que é contribuição assistencial</h3>
</div>
</div>
</div>
<div id="chunk-cf386">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="27" data-block-id="10">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Previstas em pontos diferentes da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), a contribuição assistencial e imposto sindical não se confundem. Veja as diferenças de cada um:</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-d9do4">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="93" data-block-id="11">
<ul class="content-unordered-list">
<li><strong>Contribuição assistencial: </strong>é usada para custear atividades assistenciais do sindicato — principalmente as negociações coletivas. O valor não é fixo e é estabelecido por negociação. Também não tem natureza tributária.</li>
<li><strong>Imposto sindical:</strong> também é conhecido como contribuição sindical e é destinado ao custeio do sistema. É equivalente à remuneração de um dia de trabalho. Antes de 2017, era obrigatória e tinha natureza de tributo. Com a reforma, só pode ser cobrada desde que o trabalhador autorize expressamente. É usado para o sindicato oferecer ao trabalhador benefícios como creche, bibliotecas, educação e formação profissional.</li>
</ul>
</div>
</div>
<div id="chunk-dql34">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="19" data-block-id="13">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O caso analisado pelo Supremo se referiu somente à contribuição assistencial. Não houve discussão sobre o imposto sindical.</p>
</div>
</div>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="3" data-block-id="15">
<div class="content-intertitle">
<h3>Entendimentos do STF</h3>
</div>
</div>
</div>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="35" data-block-id="16">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Em 2017, o tribunal concluiu que era inconstitucional estabelecer, por negociação coletiva, o pagamento obrigatório da contribuição assistencial para quem não tinha aderido ao sindicato. Na ocasião, a Corte reafirmou entendimentos anteriores na mesma linha.</p>
</div>
</div>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="25" data-block-id="17">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">À época, os ministros entendiam que, como o trabalhador não sindicalizado já custeava o sistema sindical pelo imposto, não seria válido impor outra contribuição.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-31sof">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="25" data-block-id="18">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Houve uma mudança de cenário, no entanto, com a reforma trabalhista. Com a alteração na legislação, o imposto sindical deixou de ser obrigatório.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-arnmj">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="3" data-block-id="20">
<div class="content-intertitle">
<h3>Mudança de posicionamento</h3>
</div>
</div>
</div>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="23" data-block-id="21">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Inicialmente, o relator Gilmar Mendes tinha entendido que era preciso manter a posição pela inconstitucionalidade da cobrança da contribuição assistencial de forma compulsória.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-ce8rd">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="29" data-block-id="22">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Ao longo do julgamento mudou o posicionamento, acolhendo sugestões trazidas pelo ministro Luís Roberto Barroso, pela constitucionalidade da contribuição assistencial.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-22pna">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="72" data-block-id="23">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">&#8220;Refletindo sobre os fundamentos de seu voto, entendo que é caso de evolução e alteração do posicionamento inicialmente por mim perfilhado para aderir àqueles argumentos e conclusões, em razão das significativas alterações das premissas fáticas e jurídicas sobre as quais assentei o voto inicial que proferi nestes embargos de declaração, sobretudo em razão das mudanças promovidas pela Reforma Trabalhista (Lei 13.467/2017) sobre a forma de custeio das atividades sindicais&#8221;, afirmou o ministro.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-ci3gi">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="38" data-block-id="24">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">&#8220;Isso porque, como mencionado pelo Ministro Roberto Barroso, a exigência de autorização expressa para a cobrança da contribuição sindical prevista na nova redação do art. 578 da CLT impactou a principal fonte de custeio das instituições sindicais&#8221;, prosseguiu.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-45jtm">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="28" data-block-id="25">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">&#8220;Caso mantido o entendimento por mim encabeçado no julgamento de mérito deste Recurso Extraordinário (&#8230;) tais entidades ficariam sobremaneira vulnerabilizadas no tocante ao financiamento de suas atividades&#8221;, completou.</p>
</div>
</div>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="1" data-block-id="26">
<div class="content-intertitle">
<h3>Votos</h3>
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</div>
</div>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="12" data-block-id="27">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O relator votou para que o STF fixe a seguinte tese:</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-dkaef">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="32" data-block-id="29">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">&#8220;É constitucional a instituição, por acordo ou convenção coletivos, de contribuições assistenciais a serem impostas a todos os empregados da categoria, ainda que não sindicalizados, desde que assegurado o direito de oposição.&#8221;</p>
</div>
</div>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="29" data-block-id="30">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O ministro afirmou que a solução proposta &#8220;assegura a um só tempo a existência do Sistema Sindicalista e a liberdade de associação do empregado ao sindicado respectivo da categoria&#8221;.</p>
</div>
</div>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="87" data-block-id="31">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">&#8220;Caso a nova posição por mim agora adotada prevaleça no julgamento desses embargos de declaração, a contribuição assistencial só poderá ser cobrada dos empregados da categoria não sindicalizados (i) se pactuada em acordou ou convenção coletiva; e (ii) caso os referidos empregados não sindicalizados deixem de exercer seu direito à oposição. Não haveria, portanto, qualquer espécie de violação à liberdade sindical do empregado. Pelo contrário. A posição reafirma a relevância e a legitimidade das negociações coletivas, aprofundando e densificando um dos principais objetivos da Reforma Trabalhista&#8221;, ponderou.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-1m8lp">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="19" data-block-id="32">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Acompanham os votos os ministros Luís Roberto Barroso, Cármen Lúcia, Edson Fachin, Dias Toffoli e Alexandre de Moraes.</p>
</div>
</div>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="71" data-block-id="33">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Barroso afirmou que fica garantido o direito do empregado &#8220;de se opor ao pagamento da contribuição assistencial. Convoca-se a assembleia com garantia de ampla informação a respeito da cobrança e, na ocasião, permite-se que o trabalhador se oponha àquele pagamento. Ele continuará se beneficiando do resultado da negociação, mas, nesse caso, a lógica é invertida: em regra admite-se a cobrança e, caso o trabalhador se oponha, ela deixa de ser cobrado&#8221;.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-5houd">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="28" data-block-id="35">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Moraes considerou que a proposta do relator &#8220;preserva os princípios da liberdade individual e da liberdade sindical, e garante ao sindicato recursos financeiros para custear as negociações coletivas&#8221;.</p>
</div>
</div>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="5" data-block-id="36">
<div class="content-intertitle">
<h3>Voto de Marco Aurélio Mello</h3>
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</div>
</div>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="37" data-block-id="37">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O plenário virtual está contando o voto do ministro Marco Aurélio Mello, atualmente aposentado. Mello tinha considerado a cobrança da contribuição assistencial inconstitucional, mas quando o relator mudou o posicionamento já não estava mais na Corte.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-6o5r6">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="17" data-block-id="38">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Caberá ao STF decidir se, neste caso, será computado o voto do sucessor, ministro André Mendonça.</p>
</div>
</div>
</div>
</article>
</div>
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