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	<title>Arquivo de Cruz - BSB REVISTA</title>
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	<title>Arquivo de Cruz - BSB REVISTA</title>
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		<title>O que aconteceu com a cruz em que Jesus morreu?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 31 Mar 2024 16:44:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Cruz]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O que aconteceu com a cruz em que Jesus morreu?</p>
<p>O post <a href="https://bsbrevista.com.br/2024/03/31/o-que-aconteceu-com-a-cruz-em-que-jesus-morreu/">O que aconteceu com a cruz em que Jesus morreu?</a> apareceu primeiro em <a href="https://bsbrevista.com.br">BSB REVISTA</a>.</p>
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<h6 class="wp-block-heading">Diversas igrejas ao redor do mundo afirmam ter um fragmento da chamada &#8216;verdadeira cruz&#8217;. Mas como elas conseguiram essas relíquias?</h6>



<p><strong>Põe BBC de Londres</strong></p>



<p>Segundo a história em que os cristãos se baseiam, Jesus de Nazaré morreu crucificado por ordem do então prefeito romano da Judeia, Pôncio Pilatos.</p>



<p>A jornada dele até aquela morte uma série de episódios conhecida como Paixão de Cristo é um dos elementos centrais das comemorações da Semana Santa.</p>



<p>A crucificação é tão simbólica para o cristianismo que a cruz acabou se tornando o símbolo das religiões que professam devoção à figura de Jesus Cristo.</p>



<h6 class="wp-block-heading">Mas o que aconteceu com a cruz originalonde Cristo morreu?</h6>



<p>Dezenas de mosteiros e igrejas em todo o mundo afirmam ter pelo menos um pedaço da chamada &#8220;verdadeira cruz&#8221; nos altares, para louvor dos seus fiéis.</p>



<p>E muitos deles baseiam a veracidade da origem dessas relíquias em textos dos séculos 3 e 4, que narram a descoberta em Jerusalém do pedaço de madeira onde Jesus Cristo foi executado pelos romanos.</p>



<p>&#8220;Essa história, que inclui o imperador romano Constantino e a mãe dele, Helena, foi o ponto inicial dessa trajetória da cruz de Cristo, que sobrevive até hoje&#8221;, explica Candida Moss, professora de História dos Evangelhos e Cristianismo Primitivo da Universidade de Birmingham, no Reino Unido.</p>



<p>Ela baseia-se nos escritos de historiadores antigos como Gelásio de Cesareia e Tiago de Vorágine. Mas, para muitos historiadores de hoje, eles não determinam a autenticidade dos pedaços de madeira que vemos em vários templos ao redor do mundo — nem podem servir como confirmação da origem dessas relíquias.</p>



<p>&#8220;É muito provável que aquele pedaço de madeira não seja a cruz onde Jesus foi crucificado, porque muitas coisas poderiam ter acontecido com esse objeto. Por exemplo, os romanos podem tê-lo reutilizado para outra crucificação, em outro lugar e com outras pessoas&#8221;, raciocina Moss.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://s2-g1.glbimg.com/kfPBvqzQpUw0EJIz2YcpXXx0o2E=/0x0:800x450/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2024/o/i/EKF3C5RA63tnMC4FLJkQ/foto-2-a-cruz-tambem-simboliza-o-sofrimento-de-jesus-antes-da-morte-segundo-o-relato-das-homilias.jpg" alt="A cruz também simboliza o sofrimento de Jesus antes da morte, segundo o relato das homilias — Foto: Getty Images via BBC"/><figcaption class="wp-element-caption">A cruz também simboliza o sofrimento de Jesus antes da morte, segundo o relato das homilias — Foto: Getty Images via BBC</figcaption></figure>



<p>Mas, então, como surgiu a história da &#8220;verdadeira cruz&#8221; e por que existem tantas peças que supostamente fazem parte da madeira &#8220;original&#8221;?</p>



<p>&#8220;(Isso se deve ao) desejo de ter uma proximidade física com algo que acreditamos&#8221;, responde o historiador Mark Goodacre, especialista em Novo Testamento da Universidade Duke, nos Estados Unidos.</p>



<p>&#8220;As relíquias cristãs são mais um desejo do que algo verdadeiro&#8221;, diz ele.Reproduzir vídeo</p>



<p>Na narrativa do Evangelho, após a morte de Jesus na cruz, o corpo dele foi levado para um túmulo onde hoje é a Cidade Velha de Jerusalém.</p>



<p>E, durante quase 300 anos, não houve menção alguma ao pedaço de madeira usado na crucificação.</p>



<p>Foi por volta do século 4 que o bispo e historiador Gelásio de Cesaréia publicou um relato em seu livro <em>A História da Igreja</em> sobre a descoberta em Jerusalém da &#8220;verdadeira cruz&#8221; por Helena, uma santa da Igreja Católica.</p>



<p>Helena também era mãe do imperador romano Constantino, que impôs o Cristianismo como religião oficial do império.</p>



<p>A história, referenciada por outros historiadores e por escritores como Tiago de Voragine no livro&nbsp;<em>Lenda Dourada,&nbsp;</em>do século 13, indica que Helena, enviada pelo filho para encontrar a cruz de Cristo, foi levada para um local próximo do Monte Gólgota, onde Jesus foi supostamente crucificado. Havia ali três cruzes.</p>



<p>Algumas versões indicam que Helena, ao duvidar de qual seria a cruz verdadeira, colocou uma mulher doente próxima de cada uma das cruzes e aquela que curou a mulher foi considerada a autêntica.</p>



<p>Outros historiadores afirmam que a &#8220;cruz verdadeira&#8221; foi reconhecida porque era a única das três que apresentava sinais de ter sido usado para uma crucificação com pregos.  </p>



<p>Segundo o Evangelho de João, Jesus foi o único que foi crucificado com esse método naquele dia.</p>



<p>&#8220;Toda essa história faz parte do desejo por relíquias que começou a ocorrer no cristianismo durante os séculos 3 e 4&#8221;, contextualiza Goodacre.</p>



<p>O acadêmico destaca que os primeiros cristãos não tinham como foco a busca ou a preservação desse tipo de objeto como fonte de devoção.</p>



<p>&#8220;Nenhum cristão durante o primeiro século colecionava relíquias de Jesus&#8221;, destaca ele.</p>



<p>&#8220;À medida que o tempo passou e o cristianismo se expandiu pelo mundo naquela época, os seguidores da religião começaram a criar formas de ter alguma conexão física com a pessoa que consideram o salvador&#8221;, acrescenta o acadêmico.</p>



<p>A origem da busca por essas relíquias tem muito a ver com os mártires.</p>



<p>Segundo historiadores, o culto aos santos começou a ser uma tendência dentro da Igreja Católica. Desde cedo, por exemplo, se estabeleceu que os ossos dos mártires eram evidências do &#8220;poder de Deus operando no mundo&#8221;, pois eles supostamente produziam milagres que &#8220;provavam&#8221; a eficácia da fé.</p>



<p>E, como Jesus ressuscitou, não foi possível procurar os ossos dele: segundo a Bíblia, depois de três dias no túmulo, o regresso de Cristo à vida e a posterior &#8220;ascensão ao céu&#8221; foram corporais.</p>



<p>Com isso, só restaram os objetos, como a cruz e a coroa de espinhos, entre outros.</p>



<p>&#8220;Esse período de tempo, quase três séculos após a morte de Jesus, é o que torna improvável que os objetos encontrados em&nbsp;<a class="" href="http://g1.globo.com/mundo/israel/cidade/jerusalem.html">Jerusalém</a>, como a cruz onde ele morreu ou a coroa de espinhos, sejam autênticos&#8221;, observa Goodacre. .</p>



<p>&#8220;Se isso tivesse sido feito pelos primeiros cristãos, que tiveram um contato mais próximo com os acontecimentos, poderíamos falar na possibilidade de que fossem reais, mas não foi assim que aconteceu.&#8221;</p>



<h2 class="wp-block-heading">Relíquias para encher um navio</h2>



<p>Parte da cruz entregue à missão capitaneada por Helena foi levada para Roma (o outro pedaço permaneceu em&nbsp;<a class="" href="http://g1.globo.com/mundo/israel/cidade/jerusalem.html">Jerusalém</a>). Segundo a tradição, grande parte dos restos de madeira está preservada na Basílica de Santa Cruz, na capital italiana.</p>



<p>Com o &#8220;descobrimento&#8221; e a expansão do cristianismo pela Europa durante a Idade Média, a cruz se tornou o símbolo universal da religião. Nesse período, iniciou-se também a multiplicação de fragmentos da cruz, que foram parar em outros templos.</p>



<p>Esses pedaços são conhecidos como&nbsp;<em>lignum crucis</em>&nbsp;(&#8220;madeira da cruz&#8221;, em latim).</p>



<p>Além da Basílica da Santa Cruz, as catedrais de Cosenza, Nápoles e Gênova, na&nbsp;<a class="" href="https://g1.globo.com/tudo-sobre/italia/">Itália</a>, o mosteiro de Santo Turíbio de Liébana (que tem a peça maior), Santa Maria dels Turers e a Basílica de Vera Cruz, na&nbsp;<a class="" href="https://g1.globo.com/tudo-sobre/espanha/">Espanha</a>, afirmam ter um fragmento do tronco onde Jesus Cristo foi executado.</p>



<p>A Abadia de Heiligenkreuz, na&nbsp;<a class="" href="https://g1.globo.com/tudo-sobre/austria/">Áustria</a>, também guarda uma peça. Outro segmento muito importante está na Igreja da Santa Cruz, em&nbsp;<a class="" href="http://g1.globo.com/mundo/israel/cidade/jerusalem.html">Jerusalém</a>.</p>



<p>Junto com as evidências físicas, os concílios de Niceia, no século 4, e de Trento, no século 16, deram validade espiritual à devoção destas relíquias.</p>



<p>Devido à perseguição, os primeiros cristãos não guardaram muitos objetos relacionados à presença física de Jesus, afirmam historiadores — Foto: Getty Images via BBC</p>



<p>Um tratado católico de 1674 afirma: &#8220;O sentido religioso do povo cristão encontrou, em todos os tempos, uma expressão em formas variadas de piedade em torno da vida sacramental da Igreja com a veneração das relíquias.&#8221;</p>



<p>Esses registros também indicam que as próprias relíquias não são &#8220;objetos de salvação&#8221;, mas meios para alcançar intercessão e &#8220;benefícios por meio de Jesus Cristo, seu Filho, nosso Senhor, que é nosso redentor e salvador&#8221;.</p>



<p>Da mesma forma, a multiplicidade de fragmentos foi questionada na época por diversos pensadores.</p>



<p>O teólogo francês João Calvino destacou no século 16, em meio a um&nbsp;<em>boom</em>&nbsp;no tráfico de relíquias onde pedaços da chamada &#8220;verdadeira cruz&#8221; foram espalhados por igrejas e mosteiros, que, &#8220;se quiséssemos recolher tudo o que foi encontrado (da cruz), haveria o suficiente para encher um grande navio&#8221;.</p>



<p>No entanto, esta afirmação foi posteriormente refutada por vários teólogos e cientistas ao longo da História.</p>



<p>Recentemente, Baima Bollone, professor da Universidade de Turim, na <a href="https://bsbrevista.com.br/2022/07/27/derretimento-de-geleiras-redesenha-fronteira-entre-italia-e-suica/">Itália</a>, destacou num estudo que, se todos os fragmentos que afirmam fazer parte da cruz de Cristo fossem reunidos, &#8220;só conseguiríamos restaurar 50% do tronco principal&#8221;.</p>



<h6 class="wp-block-heading">A história sobre fragmentos da cruz onde Jesus foi crucificado é verdadeira?</h6>



<p>&#8220;É muito provável que Helena tenha encontrado um pedaço de madeira, mas o que também é muito provável é que alguém o tenha colocado naquele local para dar ideia de que aquela era a cruz onde Jesus morreu&#8221;, pondera Moss.</p>



<p>O acadêmico indica que há outra dificuldade em comprovar se estas peças realmente pertenceram, pelo menos, a uma crucificação ocorrida no tempo de Cristo.</p>



<p>&#8220;Por exemplo, a datação por carbono, que seria uma das primeiras coisas a se fazer num caso desses, é cara. Uma igreja de porte médio não tem fundos para realizar este tipo de trabalho&#8221;, diz ele.</p>



<p>Mesmo que fosse possível financiar tal estudo, a investigação pode afetar a integridade da relíquia.</p>



<p>&#8220;A datação por carbono é considerada intrusiva e um tanto destrutiva. Mesmo que seja necessária apenas cerca de 10 miligramas de madeira, esse processo ainda envolve o corte de um objeto sagrado&#8221;, observa Moss.</p>



<p>Em 2010, o pesquisador americano Joe Kickell, membro do Comitê de Investigação Cética, conduziu um estudo para determinar a origem das lascas que eram consideradas parte da &#8220;verdadeira cruz&#8221;.</p>



<p>&#8220;Não há uma única evidência que apoie que a cruz encontrada por Helena em <a href="https://bsbrevista.com.br/2023/03/27/protestos-em-israel-aeroporto-de-tel-aviv-suspende-operacoes/">Jerusalém</a>, ou por qualquer outra pessoa, venha da verdadeira cruz onde Jesus morreu&#8221;, escreveu Kickell num artigo.</p>



<p>Tanto para Moss quanto para Goodacre, a possibilidade de encontrar a verdadeira cruz de Cristo é muito remota.</p>



<p>&#8220;Teríamos que fazer um trabalho arqueológico, não teológico. E, mesmo assim, seria muito improvável encontrar uma madeira de mais de dois milênios atrás&#8221;, especula Goodacre.</p>



<p>Nesse sentido, para Moss as dificuldades vêm até do objeto a ser procurado.</p>



<p>&#8220;Tanto em grego como em latim, a palavra cruz se refere a uma árvore ou a uma vara vertical onde se praticava tortura&#8221;, explica o historiador.</p>



<p>&#8220;Ou seja, possivelmente estamos falando de um único pedaço de madeira ou estaca, — e não do símbolo que conhecemos atualmente&#8221;, conclui ele.</p>
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