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	<title>Arquivo de Defensivos - BSB REVISTA</title>
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	<title>Arquivo de Defensivos - BSB REVISTA</title>
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		<title>PRONARA e a nova lei de agrotóxicos: redução do uso e transição sustentável</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Calango]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Sep 2025 15:11:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Agricolas]]></category>
		<category><![CDATA[Defensivos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Roberto Araújo, membro do Conselho Científico Agro Sustentável (CCAS), engenheiro agrônomo, mestre em agronegócios pela EESP/FGV-SP. Atuou na indústria por 34 anos, professor MBA [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><br><em>Por Roberto Araújo, membro do Conselho Científico Agro Sustentável (CCAS), engenheiro agrônomo, mestre em agronegócios pela EESP/FGV-SP. Atuou na indústria por 34 anos, professor MBA no Instituto Futurum e consultor</em></p>



<p><br>A regulamentação do uso de pesticidas é uma questão estratégica para o Brasil – um dos maiores produtores agrícolas do mundo –, cuja sustentabilidade depende diretamente&nbsp;<strong>da</strong>&nbsp;proteção fitossanitária eficaz.</p>



<p>Nos últimos anos, o debate sobre produtividade, saúde pública e conservação ambiental ganhou novas dimensões com a promulgação da Lei nº 14.785/2023, que modernizou o marco legal dos pesticidas no país, e com o lançamento do Programa Nacional de Redução de Agrotóxicos (PRONARA) em junho de 2025.</p>



<p>O Brasil é um dos maiores consumidores de agrotóxicos em volume absoluto no mundo – o que não surpreende, dado&nbsp;<strong>o</strong>&nbsp;clima tropical,&nbsp;<strong>a</strong>&nbsp;alta incidência de pragas e doenças,&nbsp;<strong>a</strong>&nbsp;possibilidade de duas ou três safras por ano em algumas regiões e&nbsp;<strong>a</strong>&nbsp;escala de sua produção agrícola. Quando se analisa a quantidade de pesticida por área tratada na safra ou por volume de produção, o uso&nbsp;<strong>desses</strong>&nbsp;produtos é compatível com países onde a agricultura é relevante.</p>



<p><strong>Para o agricultor, reduzir o uso desses produtos também significa economizar água, combustível, mão de obra e reduzir a complexidade operacional. No entanto, mesmo com a adoção de tecnologias para otimizar as aplicações, as quantidades de agrotóxicos continuam crescendo, acompanhando a expansão da produção e a intensificação tecnológica.</strong></p>



<p>Este artigo analisa as diretrizes centrais do PRONARA, sua conexão com a nova lei de agrotóxicos, os avanços tecnológicos&nbsp;<strong>em</strong>&nbsp;programas de controle, o papel da indústria na transição sustentável e experiências internacionais relevantes.</p>



<p><strong>O que é o PRONARA?</strong><br>Instituído pelo Decreto nº 12.538/2025, no âmbito da Política Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica (PNAPO), o PRONARA busca reduzir progressivamente o uso de agrotóxicos no Brasil, alinhando a política agrícola a compromissos internacionais e aos objetivos de sustentabilidade, saúde pública e segurança alimentar.</p>



<p><strong>Diretrizes centrais:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Redução progressiva dos produtos altamente perigosos.</li>



<li>Promoção de bioinsumos e sistemas alimentares saudáveis.</li>



<li>Fortalecimento da vigilância ambiental e em saúde.</li>



<li>Garantia de participação social e transparência na gestão de riscos.</li>
</ul>



<p>A governança ficará sob a responsabilidade de um Comitê Gestor Interministerial (MDA, MS, MDS, MMA e MAPA), coordenado pela Secretaria-Geral da Presidência da República, com participação da sociedade civil, metas mensuráveis, indicadores e fontes de financiamento público-privadas.</p>



<p><strong>Inteligência agronômica impulsionando a redução</strong></p>



<p><br>O Brasil vem reduzindo o uso de pesticidas por hectare tratado há décadas por meio de inovação, manejo integrado e políticas direcionadas.</p>



<p><strong>Oito principais vetores:</strong></p>



<ol class="wp-block-list">
<li><strong>Bioinsumos</strong>&nbsp;– Brasil lidera globalmente em área de uso de biológicos, com adoção em 26% das terras cultivadas, agora amparado por um marco legal específico (Lei nº 15.070/2024). O número de registros e empresas atuando com bioinsumos é crescente.</li>



<li><strong>Biotecnologia e sementes geneticamente avançadas</strong>&nbsp;– reduções acumuladas no uso de pesticidas: soja (-35%), algodão (-27,5%) e milho (-16%) (Agroconsult, 2024).</li>



<li><strong>Moléculas mais seletivas</strong>&nbsp;– a dose média caiu de 1.200 g.i.a./ha (anos 1970) para cerca de 180 g.i.a./ha atualmente, com menor impacto toxicológico e ambiental.</li>



<li><strong>Manejo Integrado de Pragas (MIP)</strong>&nbsp;– o programa MIP-Soja no Paraná, coordenado pela Embrapa e IDR-PR desde a safra 2013/2014, reduziu o uso de inseticidas em 50%. Iniciativas com resultados semelhantes já foram alcançadas em algodão, café, milho e tomate.</li>



<li><strong>Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF)</strong>&nbsp;– redução de até 30% no uso de inseticidas pelo aumento de inimigos naturais. O sistema ILPF já ocupa 17,4 milhões de hectares no Brasil e tem potencial para atingir 160 milhões de hectares (Rede ILPF).</li>



<li><strong>Sistema de Plantio Direto</strong>&nbsp;– menor uso de herbicidas e fungicidas. O SPD, hoje presente em 36 milhões de hectares e a meta é alcançar 48,5 milhões de hectares até 2030 (FEBRAPDP).</li>



<li><strong>Drones agrícolas e pulverização localizada</strong>&nbsp;– o uso de sensores e IA permite a aplicação direcionada e em ultra baixo volume (UBV), redução de 30% a 65% do volume de pesticidas aplicado na área total cultivada.</li>



<li><strong>Ferramentas digitais de monitoramento</strong>&nbsp;– sensores e análise em tempo real que permitem aplicações baseadas em nível de dano econômico, evitando aplicações desnecessárias.</li>
</ol>



<p><strong>A evolução tecnológica e a inteligência agronômica têm sido as ferramentas mais poderosas para reduzir o uso de agrotóxicos por área tratada.</strong></p>



<p><strong>Mecanização e automação como pilares do uso sustentável de insumos</strong><br>A mecanização agrícola é essencial para aplicações homogêneas e controladas de agrotóxicos, fertilizantes e bioinsumos, reduzindo perdas e otimizando recursos. É decisiva para o manejo em grandes áreas e no cumprimento de janelas críticas de controle fitossanitário.</p>



<p>Segundo o Censo Agropecuário 2017 (IBGE), o Brasil possuía 1,229 milhão de tratores em 734 mil estabelecimentos — quase 50% a mais que em 2006. Estimativas baseadas na ANFAVEA indicam que, na safra 2024/2025, esse número ultrapassou 1,51 milhão, impulsionado por crédito rural, programas de modernização como o Moderfrota e demanda por eficiência.</p>



<p>Máquinas modernas incorporam GPS, sensores, telemetria, mapas de aplicação e taxa variável, integrando-se a tecnologias digitais como NDVI, satélites e drones, melhorando o desempenho ambiental e econômico.</p>



<p>Pesquisa Kynetec/Spark (safra 22/23, encomendada pelo PROHUMA) mostrou que as aplicações de agrotóxicos no Brasil são realizadas majoritariamente por equipamentos autopropelidos (71%), seguidos por tratorizados (19%), aéreos (7%), costais (1%) e outros (2%). Entre os tratorizados, 80% são cabinados.</p>



<p><strong>Equipamentos cabinados, pressurizados e dotados de pulverizadores com soluções de agricultura digital aumentam a segurança do aplicador e reduzem significativamente os riscos para o meio ambiente.</strong></p>



<p><strong>Programas de vigilância e controle</strong><br>O Brasil já opera sistemas de monitoramento de agrotóxicos alinhados aos objetivos do PRONARA, que podem ser fortalecidos com mais investimentos:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>PARA (Anvisa)</strong>&nbsp;– resíduos em alimentos.</li>



<li><strong>PNCRC/Vegetal (MAPA)</strong>&nbsp;– resíduos em produtos de origem vegetal.</li>



<li><strong>Vigiagua (Ministério da Saúde)</strong>&nbsp;– resíduos na água para consumo humano.</li>



<li><strong>SINAN (Ministério da Saúde)</strong>&nbsp;– registro de intoxicações por agrotóxicos.</li>



<li><strong>CIATox e SINITOX (Fiocruz)</strong>&nbsp;– assistência e informações tóxico-farmacológicas.</li>
</ul>



<p>A legislação também exige&nbsp;<strong>receita agronômica</strong>&nbsp;para venda de agrotóxicos e, a partir de dezembro de 2026, o programa&nbsp;<strong>Aplicador Legal</strong>&nbsp;exigirá&nbsp;<strong>capacitação e o registro de aplicadores</strong>&nbsp;em todo o país.</p>



<p><strong>Lições da experiência internacional</strong></p>



<p><br>O PRONARA não é único – diversos países e a União Europeia possuem programas similares de redução do uso de agrotóxicos. O exemplo mais ambicioso foi o da UE com o&nbsp;<em>Green Deal</em>, que previa reduzir em 50% o uso e o risco de pesticidas químicos até 2030. Entretanto, desafios técnicos, políticos e econômicos levaram à suspensão da proposta legislativa associada (SUR –&nbsp;<em>Sustainable Use Regulation</em>), evidenciando as limitações de metas agressivas no curto prazo.</p>



<p><strong>A experiência internacional mostra que metas muito agressivas podem enfrentar resistência e barreiras técnicas, reforçando a necessidade de abordagens graduais e base científica adaptadas às realidades locais.</strong></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="620" height="400" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/09/17579490705075764978323048759773.jpg" alt="" class="wp-image-33792" srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/09/17579490705075764978323048759773.jpg 620w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/09/17579490705075764978323048759773-600x387.jpg 600w" sizes="(max-width: 620px) 100vw, 620px" /><figcaption class="wp-element-caption">Avião usado para aplicar defensivos em lavoura </figcaption></figure>



<p><strong>Perspectivas até 2030</strong></p>



<p>O Brasil – segundo maior exportador de grãos do mundo (~19% de participação) – lidera em soja, açúcar, café, suco de laranja, carne bovina, frango e celulose, e ocupa a segunda posição em milho, carne suína, algodão e etanol. A produção agrícola deve continuar crescendo até 2030, impulsionada pela adoção de tecnologia e demanda externa.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Vendas de pesticidas:</strong>&nbsp;300 mil t i.a. (2009) → 755 mil t i.a. (2023) (+250%)(Ibama)</li>



<li><strong>Área plantada:</strong>&nbsp;65,7 M ha (2009) → 96,3 M ha (2023) (+146%)</li>



<li><strong>Área tratada (PAT) 2024:</strong>&nbsp;mais de 2,55 bilhões ha — 23% herbicidas, 29% inseticidas, 18% fungicidas, 7% tratamento de sementes, 24% outros.<br>A métrica&nbsp;<strong>PAT</strong>&nbsp;(<em>potencial de área tratada</em>&nbsp;ou&nbsp;<em>área tratada por produto</em>) considera o número de aplicações e o número de produtos no tanque para o controle de pragas, doenças e plantas daninhas.</li>
</ul>



<p>O Censo Agropecuário de 2017 registrou 1,7 milhão de propriedades (33%) utilizando agrotóxicos; se for mantida a taxa de crescimento da última década, esse número pode chegar a 1,9 milhão (36%) em 2025. Em 2024 o volume de produto aplicado atingiu 1.665.329 t, com crescimento de 13,6% em relação a 2023 (Kynetec).</p>



<p><strong>Mesmo com estabilidade na área plantada, impulsionada pela intensificação produtiva, a expectativa é que o volume usado de agrotóxicos continue crescendo e ultrapasse 1 milhão de t i.a. até 2030.</strong></p>



<p><strong>Impactos para a indústria</strong></p>



<p><br>O impacto do PRONARA dependerá das metas e indicadores que serão definidos pelo Comitê Gestor, ainda não formado. A indústria, entretanto, já investe há décadas em:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Moléculas mais seletivas e menos tóxicas.</li>



<li>Biotecnologia e bioinsumos.</li>



<li>Agricultura digital.</li>



<li>Programas de&nbsp;<em>stewardship</em>&nbsp;e sustentabilidade.</li>
</ul>



<p>O Brasil cumpre acordos globais como as Convenções de Estocolmo e Roterdã e o Protocolo de Montreal, com MAPA, Anvisa e Ibama conduzindo reavaliações que resultaram em proibições (DDT, Aldicarb, Carbofurano, Endossulfan, Paraquat, Carbendazim) e restrições (glifosato, 2,4-D, abamectina, acefato, clotianidina, tiametoxam). A reavaliação pode levar à manutenção regulada, desde que haja mitigação de riscos.</p>



<p><strong>“O PRONARA poderá interferir no andamento dos processos de reavaliação, que devem ser baseados em critérios técnicos e científicos alinhados internacionalmente, com transições viáveis para a agricultura brasileira.”</strong></p>



<p><br>Se bem conduzido, o PRONARA pode se tornar um instrumento estratégico para ajudar a reduzir progressivamente o uso de pesticidas e promover uma transição sustentável na agricultura brasileira – equilibrando objetivos ambientais e de saúde pública, sem comprometer a competitividade do agro.</p>



<p>O sucesso dependerá de uma base técnica e científica sólida, sem vieses ideológicos, com previsibilidade e segurança jurídica. Com governança colaborativa e ampla participação de partes interessadas, o Brasil poderá aumentar sua credibilidade internacional e garantir a produção sustentável de alimentos, fibras e energia limpa.</p>



<p></p>
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