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	<title>Arquivo de Diabetes - BSB REVISTA</title>
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	<title>Arquivo de Diabetes - BSB REVISTA</title>
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	<item>
		<title>Anvisa aprova remédio com efeito superior ao Ozempic, o Mounjaro</title>
		<link>https://bsbrevista.com.br/2023/09/25/anvisa-aprova-remedio-com-efeito-superior-ao-ozempic-o-mounjaro/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Calango]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Sep 2023 14:36:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Medicação injetável para tratar diabetes atua em hormônios relacionados à digestão e à saciedade</p>
<p>O post <a href="https://bsbrevista.com.br/2023/09/25/anvisa-aprova-remedio-com-efeito-superior-ao-ozempic-o-mounjaro/">Anvisa aprova remédio com efeito superior ao Ozempic, o Mounjaro</a> apareceu primeiro em <a href="https://bsbrevista.com.br">BSB REVISTA</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2 class="content-head__subtitle">Medicação injetável para tratar diabetes atua em hormônios relacionados à digestão e à saciedade</h2>
<p><strong>Por BBC</strong></p>
<p><strong>Matéria original BBC </strong></p>
<div id="chunk-fp5ua">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="26" data-block-id="3">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou nesta segunda-feira (25) o Mounjaro, da farmacêutica Eli Lilly, como um novo tratamento contra o diabetes tipo 2.</p>
</div>
</div>
<div class="wall protected-content">
<div id="chunk-bkq7h">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="35" data-block-id="4">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O remédio, cujo princípio ativo é a tirzepatida, já está liberado nos Estados Unidos e na Europa e tem uma atuação relativamente parecida ao do Ozempic, do laboratório Novo Nordisk.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-8iguo">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="31" data-block-id="5">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Nos estudos que serviram de base para a aprovação, inclusive, o Mounjaro apresentou resultados superiores de controle da glicemia (o açúcar no sangue) e redução de peso quando comparado ao Ozempic.</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Assim como seu &#8220;primo-irmão&#8221;, a nova droga que chega ao país também é aplicada por meio de injeções semanais.</p>
<figure id="attachment_12813" aria-describedby="caption-attachment-12813" style="width: 600px" class="wp-caption alignnone"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-medium wp-image-12813" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/09/mounjaro1-600x337.jpg" alt="" width="600" height="337" srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/09/mounjaro1-600x337.jpg 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/09/mounjaro1-768x431.jpg 768w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/09/mounjaro1.jpg 1000w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-12813" class="wp-caption-text">Novo remédio é aplicado por meio de uma injeção semanal — Foto: Getty Images via BBC</figcaption></figure>
<div id="chunk-24aqp">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="37" data-block-id="9">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A princípio, a tirzepatida está indicada apenas para tratar <strong>diabetes</strong>, mas ela também passa por estudos que a <strong>avaliam como uma possível terapia contra obesidade, apneia do sono, esteatose hepática, doença renal crônica e insuficiência cardíaca</strong>.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-5sd03">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="24" data-block-id="10">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Mas como esse novo fármaco funciona? E em que casos ele será indicado? Conheça os principais detalhes sobre o Mounjaro ao longo desta reportagem.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-1etr5">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="4" data-block-id="11">
<p class="content-text__container">
<div class="content-intertitle">
<h2>Como o Mounjaro funciona</h2>
</div>
<p>&nbsp;</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-8cl24">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="24" data-block-id="12">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Para Luiz Magno, diretor sênior da área médica da Eli Lilly Brasil, o Mounjaro inaugura uma nova classe farmacêutica e traz resultados &#8220;sem precedentes&#8221;.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-cjum9">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="25" data-block-id="13">
<p class="content-text__container">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before"><p>&#8220;Ele é a primeira molécula que usa um novo mecanismo de ação e atua sobre dois hormônios excretados durante a digestão dos alimentos&#8221;, resume ele.</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-akuin">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="35" data-block-id="14">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Em suma, o novo remédio ativa receptores das células relacionados a dois hormônios que atuam no sistema digestivo: o GIP (sigla para polipeptídeo insulinotrópico dependente de glicose) e o GLP-1 (peptídeo 1 semelhante ao glucagon).</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-31tu7">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="51" data-block-id="15">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Esses tais receptores que são ativados mexem com uma série de processos do organismo. O primeiro deles envolve a liberação de insulina, hormônio produzido pelo pâncreas que é responsável por retirar da circulação sanguínea o açúcar obtido dos alimentos e botá-lo dentro das células, onde será usado como fonte de energia.</p>
<div id="chunk-dk7o5">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="47" data-block-id="18">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Sabe-se que indivíduos com diabetes apresentam problemas na fabricação ou na ação da insulina pelo organismo. Com isso, o açúcar (ou a glicose, no jargão médico) se acumula no sangue e causa uma série de problemas à saúde — de infarto à dificuldade na cicatrização de feridas.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-9859r">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="24" data-block-id="19">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Ao melhorar a liberação de insulina após as refeições, portanto, o Mounjaro facilita o controle da glicemia (ou das taxas de açúcar na circulação).</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-aleei">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="48" data-block-id="20">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Mas a ação do remédio não para por aí: esses receptores de GIP e GLP-1 também aparecem em células do cérebro que são responsáveis por controlar o apetite. Com isso, o fármaco ajuda a regular a ingestão de alimentos — o que pode levar à perda de peso.</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O Ozempic, cujo princípio ativo é a semaglutida, também é usado no diabetes e tem uma ação parecida. A diferença é que ele atua apenas sobre um desses hormônios: o GLP-1.</p>
<div id="chunk-ddp3s">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="29" data-block-id="25">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Para buscar a liberação das agências regulatórias, a Eli Lilly realizou dez estudos clínicos, que envolveram mais de 19 mil pacientes de várias partes do mundo (inclusive do Brasil).</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-776t">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="28" data-block-id="26">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Um desses testes, conhecido pela sigla Surpass-2, avaliou 1,9 mil pacientes adultos com diabetes tipo 2 e comparou o Mounjaro (em diferentes dosagens) ao Ozempic (semaglutida 1 mg).</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-ela3k">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="19" data-block-id="27">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Os resultados do experimento foram apresentados em 2022, durante o Congresso da Associação Americana de Diabetes, nos Estados Unidos.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-be7q0">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="40" data-block-id="28">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Os dados mostram que, entre os voluntários que tomaram a versão de 15 mg do Mounjaro, 51% deles conseguiram atingir uma hemoglobina glicada (HbA1c) inferior a 5,7%. Essa mesma meta foi atingida por 20% dos participantes que usaram o Ozempic.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-ab8bn">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="49" data-block-id="29">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Vale explicar aqui que a HbA1c é um tipo de exame capaz de estimar a média da glicose (o açúcar no sangue) durante os últimos três meses. Um valor que fica acima dos 5,7% é um dos indicativos usados por médicos para fechar o diagnóstico de pré-diabetes ou diabetes.</p>
<div id="chunk-cr1ff">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="30" data-block-id="31">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Portanto, ao fazer com que metade dos voluntários ficassem com uma HbA1c inferior a 5,7%, o Mounjaro permitiu que eles atingissem patamares observados em pessoas que não têm a doença.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-2ovpf">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="33" data-block-id="32">
<p class="content-text__container">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before"><p>&#8220;Isso faz dele a medicação mais potente que temos até o momento para tratar o diabetes tipo 2&#8221;, classifica o médico Paulo Augusto Miranda, presidente da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM).</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-8u8qk">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="38" data-block-id="33">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O mesmo teste clínico revelou que 92% dos voluntários tratados com o Mounjaro de 15 mg conseguiram ficar com uma HbA1c abaixo de 7%, que é o nível recomendado pelas diretrizes médicas para um controle adequado do diabetes.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-agr55">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="43" data-block-id="34">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A rapidez com que o ajuste dos índices glicêmicos foi alcançado também chamou a atenção de especialistas: o grupo que tomou o Mounjaro chegou a uma HbA1c abaixo de 7% após oito semanas de tratamento, quatro semanas antes de quem recebeu o Ozempic.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-9ru9v">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="35" data-block-id="35">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""><strong>E o que aconteceu com o peso? </strong>Segundo o estudo Surpass-2, os pacientes que usaram a tirzepatida perderam 12,4 quilos, em média. Os pesquisadores calculam que isso é o dobro do observado com a semaglutida.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-7mfaj">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="45" data-block-id="36">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A Novo Nordisk, responsável pelo Ozempic, enviou uma nota em afirma que &#8220;a ampliação do arsenal terapêutico para o tratamento da obesidade é, sem dúvida, um marco importante e um ponto de virada para uma condição ainda muito negligenciada&#8221;.</p>
<div id="chunk-fvpeg">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="44" data-block-id="38">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">&#8220;Estamos diante de uma nova era no tratamento da obesidade como doença crônica, multifatorial, recorrente e progressiva, em que o paciente poderá discutir junto ao seu médico sobre o medicamento que mais precisa e se adequa às suas necessidades individuais&#8221;, diz o texto.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-cji73">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="38" data-block-id="39">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">&#8220;Os análogos do GLP-1, comercializados pela Novo Nordisk desde 2009 e inicialmente idealizados para tratar o diabetes tipo 2, têm como diferenciais a promoção do controle glicêmico, perda de peso e redução significativa no risco de eventos cardiovasculares.&#8221;</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-5ahd6">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="97" data-block-id="40">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">&#8220;A semaglutida 2,4 mg, aprovada para o tratamento da obesidade no Brasil desde janeiro de 2023 e já comercializada para este fim em países como Estados Unidos, Dinamarca, Alemanha e Reino Unido, tem ação prolongada, portanto, age em uma área do cérebro chamada hipotálamo que é responsável pela regulação do apetite, levando a uma redução da fome e aumento da saciedade, ou seja, a pessoa tem menos vontade de comer e fica rapidamente satisfeita com menores quantidades de comida. Isto, aliado à alimentação saudável e equilibrada, atividade física regular e acompanhamento médico adequado, promove perda de peso.&#8221;</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-1nqkg">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="37" data-block-id="41">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">&#8220;Aspiramos um futuro em que a semaglutida seja uma terapia básica que permita aos médicos manejar essas condições com proteção mais completa, precoce o suficiente para fazer a diferença na saúde e qualidade de vida do paciente.&#8221;</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">&#8220;Uma terapia de ação ampla, que poderia ir além do controle de peso e glicose para fornecer efeitos abrangentes e modificadores da doença em todo o espectro cardiometabólico. A semaglutida permitirá que os médicos tratem proativamente o que veem agora, bem como o que pode acontecer mais tarde, ou seja, tratar hoje possíveis complicações que só apareceriam futuramente&#8221;, finaliza o texto.</p>
<div id="chunk-fq5vd">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="5" data-block-id="45">
<div class="content-intertitle">
<h2>O Mounjaro ajuda a emagrecer?</h2>
</div>
<p>&nbsp;</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-fsp9n">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="18" data-block-id="46">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Que fique claro: <strong>o Mounjaro foi aprovado pela Anvisa como um tratamento específico para o diabetes tipo 2.</strong></p>
</div>
</div>
<div id="chunk-eluks">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="30" data-block-id="47">
<p class="content-text__container">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before"><p>&#8220;Trata-se de uma medicação para o paciente diabético, que tem um quadro extremamente complexo. O novo medicamento permite uma redução fantástica da hemoglobina glicada, algo nunca antes visto&#8221;, pontua Magno.</p></blockquote>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
<div id="chunk-dn7m4">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="17" data-block-id="49">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">&#8220;O Mounjaro é um medicamento prescrito, que precisa de acompanhamento médico&#8221;, complementa o representante da Eli Lilly.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-486at">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="51" data-block-id="50">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Porém, diante da redução de peso observada nos estudos clínicos, o novo fármaco deverá passar por uma situação parecida ao que ocorreu com o Ozempic (que também é um tratamento contra o diabetes, diga-se): <strong>ter um uso off label, ou fora das indicações de bula, como uma forma de perder peso.</strong></p>
<div id="chunk-58g90">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="39" data-block-id="51">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Atualmente, a Novo Nordisk possui três versões de medicamento cujo princípio ativo é a semaglutida. A primeira já foi citada anteriormente: o Ozempic, que tem 1 mg do fármaco, é injetável, semanal e está indicado para tratar o diabetes.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-3a3ie">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="18" data-block-id="52">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A segunda é o Wegovy, com 2,4 mg, uma terapia específica para a obesidade (também injetável e semanal).</p>
<div id="chunk-a3rjn">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="23" data-block-id="54">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Essa diversificação de opções e indicações terapêuticas de um mesmo princípio ativo é algo que também deve acontecer com a tirzepatida .</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-agndf">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="29" data-block-id="55">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Como citado anteriormente, ela está sendo avaliada para outras condições de saúde: obesidade, esteatose hepática (acúmulo de gordura no fígado), apneia do sono, insuficiência cardíaca e doença renal crônica.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-d767f">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="63" data-block-id="56">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Especificamente sobre a obesidade, os dados apresentados são considerados promissores. Nos estudos Surmount-3 e 4, a tirzepatida foi comparada com o placebo (uma substância sem nenhum efeito terapêutico aparente) e permitiu uma redução de peso em 26% (ou 28 quilos, em média). Aqui foram avaliados voluntários com obesidade ou sobrepeso que tinham comorbidades (doenças crônicas), mas não eram portadores de diabetes tipo 2.</p>
</div>
<div id="chunk-a56dt">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="21" data-block-id="58">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Essa taxa fica bem próxima — e em alguns casos até é superior — aos resultados obtidos com a cirurgia bariátrica.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-cp1em">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="22" data-block-id="59">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">De novo: essas novas indicações de uso ainda precisam ser melhor estudadas antes de receberem qualquer aval das agências regulatórias dos países.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-a1e98">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="23" data-block-id="60">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Enquanto isso não acontece, Miranda não acredita que o uso off label seja contraindicado em absoluto — desde que existam evidências para justificá-lo.</p>
<div id="chunk-2i38c">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="29" data-block-id="61">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before"><p>&#8220;Ambas as medicações [Ozempic e Mounjaro] também foram ou são estudadas para o tratamento da obesidade, e há uma robustez científica de eficácia e segurança nesse contexto&#8221;, destaca ele.</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-b9bdh">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="34" data-block-id="62">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">&#8220;Mas precisamos nos atentar às terminologias aqui: falamos de medicações para o tratamento da obesidade, e não de medicações para a perda de peso ou para emagrecer. Parece uma diferença sutil, mas não é.&#8221;</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-e0o74">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="60" data-block-id="63">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">&#8220;Precisamos separar o que é um desejo social de perda de peso. Uma pessoa que quer perder três ou quatro quilos, por uma questão estética, deve buscar esse objetivo por meio de mudanças de estilo de vida. Reorganizar a alimentação, as práticas de atividade física e o sono são medidas que se demonstraram muito eficazes nessa situação&#8221;, orienta o endocrinologista.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-8s48k">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="28" data-block-id="64">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Segundo o médico, quando a meta envolve enxugar menos de 5% do peso corporal, mudar a dieta, fazer exercícios e cuidar da saúde são o caminho mais adequado.</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Agora, quando é necessário perder mais que isso, os remédios podem ser necessários — junto com o acompanhamento de um profissional e a adoção de um estilo de vida saudável, claro.</p>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="4" data-block-id="68">
<div class="content-intertitle">
<h2>Efeitos colaterais do Mounjaro</h2>
</div>
<p>&nbsp;</p>
</div>
</div>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="26" data-block-id="69">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Quando questionado sobre os possíveis eventos adversos da nova medicação, Magno diz que o perfil de segurança é similar ao observado em outros fármacos já disponíveis.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-aj4h1">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="11" data-block-id="70">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Nos estudos clínicos, esses efeitos colaterais foram considerados &#8220;leves e moderados&#8221;.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-6p57c">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="19" data-block-id="71">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">&#8220;Os sintomas afetam principalmente o sistema gastrointestinal, como náuseas, vômitos e diarreia&#8221;, diz o diretor médico da Eli Lilly.</p>
</div>
</div>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="26" data-block-id="72">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">&#8220;Eles costumam ocorrer principalmente na fase inicial do tratamento, por isso também é importante fazer o acompanhamento médico e o aumento progressivo da dosagem&#8221;, complementa ele.</p>
<div id="chunk-8vbr3">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="67" data-block-id="74">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Miranda destaca que os estudos clínicos fazem modelos matemáticos e estatísticos que ajudam a estimar o risco de efeitos colaterais das medicações — mas é sempre necessário ficar atento a possíveis problemas que aparecem na vida real, mas não foram detectados na fase de pesquisa. As agências regulatórias e as próprias farmacêuticas costumam ter departamentos específicos que lidam com essa vigilância dos fármacos após a aprovação.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-cc1t2">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="33" data-block-id="75">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">&#8220;Quando os primeiros agonistas do GLP-1 chegaram ao mercado, houve um alerta sobre um possível risco de pancreatite [inflamação do pâncreas], o que levou a uma necessidade de revisão dos dados&#8221;, exemplifica ele.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-7vagu">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="23" data-block-id="76">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">&#8220;Mais recentemente, o órgão regulatório europeu soltou um alerta sobre o uso de semaglutida e a possibilidade de indução de uma ideação suicida.&#8221;</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-eks29">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="23" data-block-id="77">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">&#8220;Daí os especialistas foram analisar as evidências e, ao que parece, esse risco não foi demonstrado de fato&#8221;, complementa o presidente da SBEM.</p>
</div>
</div>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="15" data-block-id="78">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O endocrinologista ainda pondera que nenhuma medicação é isenta de riscos ou eventos adversos.</p>
</div>
</div>
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<p><figure style="width: 299px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="i-amphtml-fill-content i-amphtml-replaced-content" src="https://s2-g1.glbimg.com/bXjzEQUoaNnzyJvC5HOyWPTtCpw=/0x0:640x359/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2023/w/O/LuY1ByTMGZ7OaVAGwdaw/mounjaro5.jpg" sizes="(max-width: 339px) 299px, 100vw" srcset="https://s2-g1.glbimg.com/rWOpwGclUU7d09ZHth7xLeoG3Vs=/0x0:640x359/1000x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2023/w/O/LuY1ByTMGZ7OaVAGwdaw/mounjaro5.jpg 1000w, https://s2-g1.glbimg.com/bXjzEQUoaNnzyJvC5HOyWPTtCpw=/0x0:640x359/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2023/w/O/LuY1ByTMGZ7OaVAGwdaw/mounjaro5.jpg 984w, https://s2-g1.glbimg.com/jJ6eaHnsonRvpJHXOVflZsI7das=/0x0:640x359/640x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2023/w/O/LuY1ByTMGZ7OaVAGwdaw/mounjaro5.jpg 640w, https://s2-g1.glbimg.com/BG6KYlUn55y9w9u4nj9CdU3e89I=/0x0:640x359/600x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2023/w/O/LuY1ByTMGZ7OaVAGwdaw/mounjaro5.jpg 600w" alt="Tirzepatida precisará de receita médica — e num primeiro momento está aprovada apenas contra o diabetes — Foto: Getty Images via BBC" width="299" height="167" /><figcaption class="wp-caption-text">Tirzepatida precisará de receita médica — e num primeiro momento está aprovada apenas contra o diabetes — Foto: Getty Images via BBC</figcaption></figure></figure>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="5" data-block-id="81">
<div class="content-intertitle">
<h2>Quem poderá tomar o Mounjaro?</h2>
</div>
<p>&nbsp;</p>
</div>
</div>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="10" data-block-id="82">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Por fim, Miranda mostra-se preocupado com o acesso ao Mounjaro.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-3q06v">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="19" data-block-id="83">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">&#8220;A medicação só é eficaz se usada no paciente certo, para o qual a substância foi estudada&#8221;, diz ele.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-41mb3">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="24" data-block-id="84">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">&#8220;E esses novos medicamentos têm um custo muito elevado. Com isso, infelizmente, a maior parte das pessoas que se beneficiariam deles não conseguirão acesso.&#8221;</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-307tc">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="20" data-block-id="85">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Atualmente, o valor do tratamento com a semaglutida fica na faixa dos R$ 700,00 aos R$ 1 mil por mês.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-e9qgj">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="35" data-block-id="86">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Ainda não se sabe quanto o Mounjaro vai custar: após o sinal verde da Anvisa, o preço do produto será determinado pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED), também vinculada ao Governo Federal.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-7m1cc">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="14" data-block-id="87">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Só a partir disso ele poderá ser vendido em drogarias e comprada pelos consumidores.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-co8dn">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="47" data-block-id="88">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">E a eventual disponibilização do Mounjaro por planos de saúde privados ou na própria rede pública ainda envolve uma série de outras etapas burocráticas, como avaliações da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) e da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec).</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-ac7j3">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="18" data-block-id="89">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Magno assegura que a Eli Lilly está aberta para conversar e ampliar o acesso à tirzepatida no Brasil.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-3564f">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="16" data-block-id="90">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">&#8220;Nós sabemos que não adianta ter a melhor tecnologia se ninguém consegue obtê-la&#8221;, confessa o médico.</p>
<div id="chunk-dfqbp">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="23" data-block-id="92">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">&#8220;Nosso compromisso é sempre buscar a melhor forma para garantir o acesso ao tratamento, seja no mercado público ou no privado&#8221;, complementa ele.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-b319m">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="35" data-block-id="93">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Miranda destaca que a chegada de novas opções para tratar o diabetes permite personalizar cada vez mais o tratamento — e garantir que cada paciente receba o melhor remédio segundo as próprias características e necessidades.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-2euvs">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="16" data-block-id="94">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">&#8220;E nós temos conseguido alguns avanços na área do diabetes, mesmo na rede pública&#8221;, destaca ele.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-fl0qn">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="21" data-block-id="95">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Recentemente, o remédio antidiabético dapaglifozina foi incorporado no Sistema Único de Saúde (SUS) e ao programa Farmácia Popular, cita o endocrinologista.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-ajf9r">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="28" data-block-id="96">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">&#8220;E precisamos que esses avanços também aconteçam na obesidade: até agora, nosso país não possui nenhuma terapia farmacológica para tratar essa doença na rede pública&#8221;, destaca o endocrinologista.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-fgqo5">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="44" data-block-id="97">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">De acordo com a Federação Internacional de Diabetes, o Brasil é o sexto país com mais casos da doença no mundo. Mais de 16,8 milhões de brasileiros sofrem com o descontrole nas taxas de glicemia, número que deve aumentar para 23,2 milhões até 2045.</p>
</div>
</div>
<div data-track-category="multicontent" data-track-action="ultimo chunk conteudo" data-track-noninteraction="false" data-track-scroll="view">
<div id="chunk-863d9">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="20" data-block-id="98">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Já a obesidade afeta 20,3% da população, segundo o Ministério da Saúde. Essa taxa aumentou 72% nos últimos 13 anos.</p>
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<div id="bsbre-2336099184" class="bsbre-depois-do-conteudo-2 bsbre-entity-placement" style="clear: both;"><img decoding="async" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado.jpg" alt=""  srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado.jpg 1048w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-600x600.jpg 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-1024x1024.jpg 1024w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-60x60.jpg 60w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-768x768.jpg 768w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-900x900.jpg 900w" sizes="(max-width: 1048px) 100vw, 1048px" width="1048" height="1048"   /></div><br style="clear: both; display: block; float: none;"/><div id="bsbre-2640431535" class="bsbre-depois-do-conteudo bsbre-entity-placement"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista.jpg" alt=""  srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista.jpg 937w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista-600x321.jpg 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista-768x411.jpg 768w" sizes="(max-width: 937px) 100vw, 937px" width="937" height="502"   /></div><p>O post <a href="https://bsbrevista.com.br/2023/09/25/anvisa-aprova-remedio-com-efeito-superior-ao-ozempic-o-mounjaro/">Anvisa aprova remédio com efeito superior ao Ozempic, o Mounjaro</a> apareceu primeiro em <a href="https://bsbrevista.com.br">BSB REVISTA</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://bsbrevista.com.br/2023/09/25/anvisa-aprova-remedio-com-efeito-superior-ao-ozempic-o-mounjaro/feed/</wfw:commentRss>
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			</item>
		<item>
		<title>Para evitar diabetes, saiba qual melhor horário para tomar café da manhã</title>
		<link>https://bsbrevista.com.br/2023/07/26/para-evitar-diabetes-saiba-qual-melhor-horario-para-tomar-cafe-da-manha/</link>
					<comments>https://bsbrevista.com.br/2023/07/26/para-evitar-diabetes-saiba-qual-melhor-horario-para-tomar-cafe-da-manha/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Calango]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Jul 2023 21:11:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[café da manhã]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisa inédita revela que tomar o café da manhã em horário errado pode aumentar o risco de contrair doença</p>
<p>O post <a href="https://bsbrevista.com.br/2023/07/26/para-evitar-diabetes-saiba-qual-melhor-horario-para-tomar-cafe-da-manha/">Para evitar diabetes, saiba qual melhor horário para tomar café da manhã</a> apareceu primeiro em <a href="https://bsbrevista.com.br">BSB REVISTA</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3>Pesquisa inédita revela que tomar o café da manhã em horário errado pode aumentar o risco de contrair doença</h3>
<p>Não é apenas o tipo de dieta que interfere na diminuição do risco de diabetes tipo 2. O horário das refeições também tem o seu papel, segundo um estudo publicado no Jornal Internacional de Epidemiologia com base em informações de 103.312 adultos.</p>
<p>No caso da primeira refeição do dia, a análise apontou que tomar o café da manhã depois das 9 horas aumenta em 59% a possibilidade de desenvolver a doença em relação a quem faz o desjejum antes das 8 horas.</p>
<p>No estudo, feito em parceria com um instituto francês, voluntários preencheram formulários sobre suas dietas e horários das refeições ao longo de 24 horas em três dias não consecutivos por dois anos. Depois, os pesquisadores calcularam a média dos registros alimentares no período e, ao longo de sete anos, avaliaram a saúde dos participantes.</p>
<p>O grupo observou ainda que a mesma regra vale para o jantar: comer após as 22 horas também aumenta o risco de ter a doença. Leia mais no link na bio e nos stories.</p>
<div id="bsbre-1382280631" class="bsbre-depois-do-conteudo-2 bsbre-entity-placement" style="clear: both;"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado.jpg" alt=""  srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado.jpg 1048w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-600x600.jpg 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-1024x1024.jpg 1024w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-60x60.jpg 60w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-768x768.jpg 768w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-900x900.jpg 900w" sizes="(max-width: 1048px) 100vw, 1048px" width="1048" height="1048"   /></div><br style="clear: both; display: block; float: none;"/><div id="bsbre-290511918" class="bsbre-depois-do-conteudo bsbre-entity-placement"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista.jpg" alt=""  srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista.jpg 937w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista-600x321.jpg 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista-768x411.jpg 768w" sizes="(max-width: 937px) 100vw, 937px" width="937" height="502"   /></div><p>O post <a href="https://bsbrevista.com.br/2023/07/26/para-evitar-diabetes-saiba-qual-melhor-horario-para-tomar-cafe-da-manha/">Para evitar diabetes, saiba qual melhor horário para tomar café da manhã</a> apareceu primeiro em <a href="https://bsbrevista.com.br">BSB REVISTA</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Covid &#8220;leve&#8221; também aumenta risco de diabetes</title>
		<link>https://bsbrevista.com.br/2022/04/09/covid-leve-tambem-aumenta-risco-de-diabetes/</link>
					<comments>https://bsbrevista.com.br/2022/04/09/covid-leve-tambem-aumenta-risco-de-diabetes/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 Apr 2022 20:45:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[covid]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[risco de diabetes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quem teve covid apresenta um risco 40% maior de ter diabetes, aponta estudo americano. Original de BBC de Londres Para Eurípedes Donizeti Donzeli, de 66 [...]</p>
<p>O post <a href="https://bsbrevista.com.br/2022/04/09/covid-leve-tambem-aumenta-risco-de-diabetes/">Covid &#8220;leve&#8221; também aumenta risco de diabetes</a> apareceu primeiro em <a href="https://bsbrevista.com.br">BSB REVISTA</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-image aligncenter size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2022/03/IMG-20220318-WA0004-1024x172.jpg" alt="Carro &amp; Cia" class="wp-image-250" width="368" height="62" srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2022/03/IMG-20220318-WA0004-1024x172.jpg 1024w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2022/03/IMG-20220318-WA0004-300x50.jpg 300w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2022/03/IMG-20220318-WA0004-768x129.jpg 768w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2022/03/IMG-20220318-WA0004.jpg 1280w" sizes="auto, (max-width: 368px) 100vw, 368px" /><figcaption><strong>Carro &amp; Cia, o melhor em atendimento e satisfação</strong></figcaption></figure>



<p class="has-text-align-left">Quem teve covid apresenta um risco 40% maior de ter diabetes, aponta estudo americano.</p>



<p></p>



<p>Original de <strong>BBC de Londres</strong></p>



<p class="has-text-align-left">Para Eurípedes Donizeti Donzeli, de 66 anos, a covid veio em dose dupla: em fevereiro de 2021, ele foi diagnosticado pela primeira vez com a doença. Dez meses depois, um novo teste confirmou que estava com coronavírus de novo.</p>



<p class="has-text-align-left">&#8220;Nas duas situações, não tive sintoma nenhum. No primeiro episódio, só fiz o exame porque minha esposa estava com febre. No segundo, participei de uma confraternização de fim de ano e descobri que algumas pessoas presentes tinham testado positivo&#8221;, relata o morador de Franca, no interior paulista.</p>



<p class="has-text-align-left">Mas as surpresas não pararam por aí: após recuperar-se do segundo quadro de covid, Donzeli foi orientado pelo médico a fazer alguns exames de rotina, o popular&nbsp;<em>check up</em>. &#8220;Foi aí que descobri que minha glicose estava em 146 e fui diagnosticado com diabetes na sequência&#8221;, conta.</p>



<p class="has-text-align-left">Idealmente, a glicose (sobre a qual falaremos ao longo da reportagem) deve ficar abaixo de 100 miligramas por decilitro (mg/dl) de sangue quando a pessoa está em jejum.</p>



<p>&#8220;Não tinha histórico de diabetes da família e não esperava por essa agora&#8221;, continua.</p>



<p>E olha que a história de Donzeli está longe de ser uma raridade: pesquisas realizadas nos últimos meses apontam que os médicos endocrinologistas devem acrescentar a covid-19 como um novo fator de risco para o diabetes.</p>



<p>O último estudo a comprovar uma ligação entre a infecção pelo coronavírus e o desenvolvimento posterior dessa doença, marcada pelo descontrole das taxas de glicose, <a href="https://www.thelancet.com/journals/landia/article/PIIS2213-8587(22)00044-4/fulltext#%20">foi publicado recentemente</a> no periódico especializado <em>The Lancet Diabetes &amp; Endocrinology</em>.</p>



<p>Nele, cientistas do Centro de Epidemiologia Clínica do Sistema de Saúde de St. Louis e da Universidade Washington, nos Estados Unidos, compararam os dados de 181 mil indivíduos que tiveram covid entre março de 2020 e setembro de 2021 com os de 8 milhões de pessoas que não se infectaram com o coronavírus nesse mesmo período.</p>



<p>O diferencial dessa investigação é que os pesquisadores já tinham compilado as informações de saúde de todos esses participantes entre 2018 e 2019, antes de a pandemia começar. Na prática, isso permitiu estimar quantos casos de diabetes eram esperados a cada nova temporada — e como a covid-19 influenciou esse cenário.</p>



<p>Em resumo, os resultados mostram um aumento de 40% no risco de diabetes entre aqueles que foram infectados pelo coronavírus. De cada 100 participantes que pegaram covid, dois tiveram a enfermidade endocrinológica logo na sequência.</p>



<p>O médico Ziyad Al-Aly, autor principal da pesquisa, diz que se surpreendeu ao notar que esse risco foi observado mesmo nas pessoas que não tinham outros fatores de risco para o desenvolvimento de diabetes, como obesidade, doenças cardiovasculares ou histórico familiar.</p>



<p>&#8220;Outra coisa que não esperávamos é que a doença pode aparecer até mesmo nos pacientes com casos assintomáticos ou leves de covid-19&#8221;, conta à BBC News Brasil.</p>



<p>Vale destacar que, no estudo em questão, o risco de ter diabetes foi maior nos quadros mais graves de infecção, mas essa relação também foi observada em indivíduos que pegaram o coronavírus e não desenvolveram incômodos tão sérios.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="800" height="450" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2022/04/124005739_gettyimages-1317488623.jpg.webp" alt="" class="wp-image-852" srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2022/04/124005739_gettyimages-1317488623.jpg.webp 800w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2022/04/124005739_gettyimages-1317488623.jpg-600x338.webp 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2022/04/124005739_gettyimages-1317488623.jpg-768x432.webp 768w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption>Infecção pelo coronavírus causa uma inflamação que seria gatilho para diabetes, especulam médicos</figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2022/07/Screenshot_20220720-164707_Instagram2-826x1024.jpg" alt="" class="wp-image-3023" width="367" height="454" srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2022/07/Screenshot_20220720-164707_Instagram2-826x1024.jpg 826w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2022/07/Screenshot_20220720-164707_Instagram2-484x600.jpg 484w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2022/07/Screenshot_20220720-164707_Instagram2-768x953.jpg 768w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2022/07/Screenshot_20220720-164707_Instagram2.jpg 1057w" sizes="auto, (max-width: 367px) 100vw, 367px" /><figcaption><strong><a href="https://www.instagram.com/p/CaSZov4l50e/?igshid=YmMyMTA2M2Y=">DUETTO IDEAL &#8211; A MODA FEITA PARA VOCÊ</a></strong></figcaption></figure>



<p>A médica Hermelinda Pedrosa, ex-presidente do Departamento de Diabetes da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, que não participou do estudo americano, avalia que os resultados obtidos são mesmo suficientes para encarar a covid-19 como fator de risco adicional para o diabetes.</p>



<p>&#8220;Esses dados vêm de um trabalho muito bem feito, com uma metodologia robusta e uma comparação que levou em conta o histórico pré-pandemia e o diagnóstico de covid&#8221;, elogia.</p>



<p>&#8220;As pessoas que tiveram covid devem ficar atentas e eventualmente até passar por uma avaliação médica, especialmente se já apresentam obesidade, hipertensão, colesterol alto, doenças cardiovasculares ou tem histórico familiar de diabetes&#8221;, orienta a endocrinologista, que também coordena um dos polos de pesquisa do Hospital Regional de Taguatinga, no Distrito Federal.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="Muitas-suspeitas-poucas-definições">Muitas suspeitas, poucas definições</h2>



<p>Antes de mais nada, é preciso deixar bem claro que esses estudos que relacionam covid e diabetes são observacionais e não permitem estabelecer uma relação de causa e efeito.</p>



<p>Traduzindo: o que essas pesquisas fazem é conferir o que aconteceu com um determinado grupo de pessoas após um evento ou uma intervenção.</p>



<p>No caso específico desta pesquisa americana, o objetivo foi verificar se existia e qual era o risco de diabetes após a covid.</p>



<p>Mesmo confirmando que há algo que liga os dois fenômenos, esse modelo não é capaz de explicar os mecanismos por trás dessa relação. Portanto, tudo que você vai ler nos próximos parágrafos deve ser encarado com uma possibilidade, que ainda carece de mais evidências científicas.</p>



<p>&#8220;Existe uma série de hipóteses para explicar esse maior risco, incluindo a persistência do coronavírus no organismo, que pode provocar uma inflamação crônica por trás da diminuição da sensibilidade à insulina&#8221;, sugere Al-Aly.</p>



<p>A insulina, citada pelo médico, é o hormônio produzido pelo pâncreas que tem uma função primordial para o funcionamento do nosso corpo: permitir que a glicose (um tipo de açúcar, obtido através da alimentação) entre em cada célula do organismo, onde ela será utilizada como fonte de energia.</p>



<p>Se há algum problema no funcionamento do pâncreas, ou se a insulina deixa de funcionar como o esperado, a tal da glicose fica &#8220;encalhada&#8221; no sangue. Esse desequilíbrio nas quantidades de açúcar na circulação sanguínea causa uma série de problemas de saúde. Falamos aqui de um quadro clássico de diabetes.</p>



<p>O endocrinologista Carlos Eduardo Barra Couri, pesquisador da Universidade de São Paulo de Ribeirão Preto, chama a atenção para outras possíveis explicações do provável vínculo entre covid e diabetes.</p>



<p>&#8220;Além da própria inflamação da covid levar a um aumento da resistência à insulina, o tratamento dos casos graves da infecção envolve o uso de corticoides, medicamentos anti-inflamatórios que aumentam o risco de diabetes&#8221;, lembra.</p>



<p>&#8220;Existe também uma possibilidade de o coronavírus agredir diretamente o pâncreas, mas isso ainda não passa de uma especulação.&#8221;</p>



<p>&#8220;Por mais que o mecanismo exato ainda não seja conhecido, sabemos muito bem que o Sars-CoV-2, o causador da covid, está longe de ser um vírus que afeta apenas o sistema respiratório&#8221;, completa o especialista.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="800" height="450" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2022/04/124005741_gettyimages-478189511.jpg.webp" alt="" class="wp-image-853" srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2022/04/124005741_gettyimages-478189511.jpg.webp 800w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2022/04/124005741_gettyimages-478189511.jpg-600x338.webp 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2022/04/124005741_gettyimages-478189511.jpg-768x432.webp 768w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption>O pâncreas (destacado em laranja) é uma glândula responsável pela fabricação do hormônio insulina</figcaption></figure>



<p>A endocrinologista Denise Franco, que integra a diretoria da Sociedade Brasileira de Diabetes, avalia que a infecção pelo coronavírus funcionaria como uma espécie de &#8220;gota d&#8217;água&#8221;, o último elemento que faltava para a resistência à insulina dar as caras.</p>



<p>&#8220;É como se o paciente já reunisse uma série de fatores de risco para diabetes, como sobrepeso, obesidade e sedentarismo, entre outros, e o quadro inflamatório da covid funcionasse como gatilho final para o desenvolvimento da doença&#8221;, interpreta.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="Então-o-que-fazer">Então, o que fazer?</h2>



<p>Enquanto a ciência avança e tenta compreender os detalhes dessa relação inusitada, os médicos já possuem algumas recomendações para aquelas pessoas que tiveram covid e estão preocupadas com o balanço da glicose.</p>



<p>O primeiro, claro, é buscar uma avaliação médica e conferir se há necessidade de realizar exames para diagnosticar (ou descartar) o diabetes.</p>



<p>&#8220;Em suma, é possível medir a glicemia em jejum, a hemoglobina glicada ou fazer o teste oral de tolerância à glicose&#8221;, lista Couri.</p>



<p>&#8220;Falamos de exames simples e de fácil acesso&#8221;, complementa o médico.</p>



<p>Ainda não existe uma orientação clara se todo mundo que teve covid precisa realmente passar por um&nbsp;<em>check up</em>&nbsp;do tipo, mas os especialistas ouvidos pela BBC News Brasil opinam que ao menos quem já apresenta outros fatores de risco deveriam fazer esses testes. Isso inclui pacientes com histórico de diabetes na família, idosos, indivíduos obesos ou com sobrepeso, hipertensos e portadores de outras doenças cardiovasculares.</p>



<p>&#8220;Pessoas com pré-diabetes, quando a glicemia fica entre 100 e 125 mg/dl, também devem ficar atentas&#8221;, acrescenta Pedrosa.</p>



<p>Vale lembrar aqui que o diabetes é uma doença silenciosa, em que os sintomas típicos (sede excessiva, muita vontade de fazer xixi, perda de peso…) são muito sutis ou só dão as caras numa fase mais avançada.</p>



<p>Se o diagnóstico for confirmado, o tratamento do diabetes segue o que os endocrinologistas costumam prescrever para os casos em que não há relação com covid.</p>



<p>&#8220;Cabe a cada profissional identificar se é diabetes do tipo 1 ou 2 e indicar as terapias para controlar o quadro&#8221;, informa Couri.</p>



<p>O diabetes tipo 1 é uma doença autoimune, em que células do próprio corpo atacam o pâncreas, que sofre para fabricar a insulina.</p>



<p>Já o tipo 2 começa com a resistência à insulina: o hormônio está lá, mas não consegue mais botar a glicose para dentro das células. Conforme o quadro progride, pode haver também uma exaustão do próprio pâncreas.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="800" height="450" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2022/04/124005743_gettyimages-1256717966.jpg.webp" alt="" class="wp-image-854" srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2022/04/124005743_gettyimages-1256717966.jpg.webp 800w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2022/04/124005743_gettyimages-1256717966.jpg-600x338.webp 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2022/04/124005743_gettyimages-1256717966.jpg-768x432.webp 768w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption>O monitoramento e o tratamento do diabetes pós-covid segue o mesmo de quem tem a doença, mas não foi infectado pelo coronavírus</figcaption></figure>



<p>Para fechar, há um último mistério que ronda a relação entre covid e diabetes. Será que, nesses casos mais recentes, o descontrole das taxas de glicemia é transitório e se resolverá naturalmente passado algum tempo? Ou os pacientes conviverão com esse problema pelo resto da vida?</p>



<p>&#8220;A resposta mais honesta que podemos dar agora é que simplesmente não sabemos&#8221;, responde Couri.</p>



<p>&#8220;Prefiro aguardar os estudos de longo prazo para entender se esse quadro de diabetes é uma sequela transitória ou se foi antecipada pela covid e veio para ficar&#8221;, completa.</p>



<p>Al-Aly destaca que a pesquisa dele apresenta algumas limitações, como o fato de incluir apenas veteranos de guerra dos EUA e fazer um acompanhamento limitado de doze meses. &#8220;Ainda não temos uma compreensão completa do que pode acontecer passado um ano [após a recuperação da covid]&#8221;, pondera.</p>



<p>&#8220;Também precisamos entender qual o efeito que a vacinação contra a covid pode ter nessas manifestações de longo prazo do pós-covid&#8221;, diz.</p>



<p>&#8220;É justamente isso que estamos fazendo agora: conferir o impacto dos imunizantes nesse cenário, acompanhar os pacientes por dois anos ou mais e entender o tipo de diabetes que está acometendo esses indivíduos e as melhores maneiras de tratá-los&#8221;, conclui o médico.</p>



<p><a href="https://idf.org/aboutdiabetes/what-is-diabetes/facts-figures.html">De acordo com a Federação Internacional de Diabetes</a>, aproximadamente 537 milhões de adultos têm a doença no mundo, número que deve aumentar para 643 milhões em 2030 e saltar para 783 milhões em 2045.</p>
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