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	<title>Arquivo de dieese - BSB REVISTA</title>
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	<title>Arquivo de dieese - BSB REVISTA</title>
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		<title>Agência Brasil de Lula publica mentiras sobre Lava Jato</title>
		<link>https://bsbrevista.com.br/2024/03/18/agencia-brasil-de-lula-publica-mentiras-sobre-lava-jato/</link>
					<comments>https://bsbrevista.com.br/2024/03/18/agencia-brasil-de-lula-publica-mentiras-sobre-lava-jato/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Victório Dell Pyrro]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Mar 2024 00:33:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[dieese]]></category>
		<category><![CDATA[Fake News]]></category>
		<category><![CDATA[lava jato]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As chamadas "Fake News" tomaram conta do órgão do governo federal, pago com dinheiro público e veiculou matéria com o título mentiroso: “Lava Jato destruiu 4,44 milhões de empregos, aponta estudo”</p>
<p>O post <a href="https://bsbrevista.com.br/2024/03/18/agencia-brasil-de-lula-publica-mentiras-sobre-lava-jato/">Agência Brasil de Lula publica mentiras sobre Lava Jato</a> apareceu primeiro em <a href="https://bsbrevista.com.br">BSB REVISTA</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>As chamadas &#8220;<em>Fake News</em>&#8221; tomaram conta do órgão do governo federal, pago com dinheiro público e veiculou matéria com o título mentiroso: <em>“Lava Jato destruiu 4,44 milhões de empregos, aponta estudo”</em></strong></p>



<p>A <strong>Agência Brasil</strong>  neste governo está eivada de desvios de função e continua distorcendo a verdade em prol do presidente da Republica, Luiz Inácio Lula da Silva (PT).  A Agencia pública publicou no domingo (17), dia em que fez 10 anos da primeira operação da Lava Jato nas ruas para prender corruptos.</p>



<p>O título trazendo informação falsa, incluindo o texto da matéria da Agência Brasil, foi “<strong>Lava Jato destruiu 4,44 milhões de empregos, aponta estudo</strong>”, que destaca uma pesquisa de 2021 do Dieese.</p>



<p>Para ser verdade, o título deveria ser <strong>A Corrupção revelada pela Lava Jato</strong> <strong>destruiu 4,44 milhões de empregos</strong>. No mínimo, o jornalismo público jamais poderia acusar os policiais federais, os membros do Ministério Público, os servidores da Receito Federal, do COAF, de terem, ao investigarem e demonstrarem a maior corrupção já desvendada no país, de serem os responsáveis pelo efeito nefasto da corrupção de políticos e empresários criminosos sobre a economia. </p>



<p>Um dos autores da pesquisa que embasou a <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2024-03/lava-jato-destruiu-444-milhoes-de-empregos-aponta-estudo">matéria da Agencia Brasil</a>, foi um árduo militante do lulopetismo, sindicalista raiz, que posta em suas paginas sociais o apoio ao presidente e sua aversão à Lava Jato, que levou seu ídolo político para a cadeia. Ele é, segundo a assessoria de comunicação do órgão sindicalista, diretor técnico do Dieese e assinou e pediu assinaturas, durante a campanha presidencial passada, para uma carta que &#8220;<em>alerta a sociedade sobre os riscos de ataques ao sistema eleitoral do Brasil que vêm sendo protagonizados pelo presidente Jair Bolsonaro e por sua base de apoio</em>&#8220;. </p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="824" height="524" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2024/03/Fauto-junior-fez-campanha-para-Lula-3.jpg" alt="" class="wp-image-16974" srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2024/03/Fauto-junior-fez-campanha-para-Lula-3.jpg 824w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2024/03/Fauto-junior-fez-campanha-para-Lula-3-600x382.jpg 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2024/03/Fauto-junior-fez-campanha-para-Lula-3-768x488.jpg 768w" sizes="(max-width: 824px) 100vw, 824px" /><figcaption class="wp-element-caption">Pesquisador que assina pelo Dieese, Fausto Junior fez campanha distribuindo panfletos para Lula</figcaption></figure>



<p></p>



<p>A carta fez parte da campanha de Lula ao governo. </p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="830" height="448" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2024/03/Fauto-junior-fez-campanha-para-Lula.jpg" alt="" class="wp-image-16973" srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2024/03/Fauto-junior-fez-campanha-para-Lula.jpg 830w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2024/03/Fauto-junior-fez-campanha-para-Lula-600x324.jpg 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2024/03/Fauto-junior-fez-campanha-para-Lula-768x415.jpg 768w" sizes="(max-width: 830px) 100vw, 830px" /><figcaption class="wp-element-caption">Pesquisador do Dieese, Fausto Junior, que publicou texto acusando a Lava Jato é árduo eleitor de Lula e publica isso em suas redes sociais</figcaption></figure>



<p>A EBC, empresa pública, jamais poderia ser utilizada por Lula dessa forma, principalmente em ano eleitoral, mas o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ainda não se pronunciou sobre o uso da máquina pública, nesse ano em que Lula tenta emplacar a eleição de prefeitos e vereadores, e utilizando-se livremente do dinheiro público.</p>



<p>O Supremo Tribunal Federal (STF), que tem um processo aberto sobre informações falsas, também não se atentou sobre as <em><strong>Fake News</strong></em> oficiais do governo. </p>



<p>Nesse verdadeiro balaio de gato, o <a href="https://www.dieese.org.br/outraspublicacoes/2021/impactosLavaJatoEconomia.html">Dieese também não poderia utilizar seu site</a> para veicular ataques aos integrantes da operação que desvendou ao mundo como funcionou o maior esquema de corrupção que envolveu grandes empresas nacionais e estrangeiras, políticos e empresas estatais. O Dieese faz isso usando dinheiro público. Recebe repasses do Ministério do Trabalho, por Pesquisa de Emprego e Desemprego, por exemplo. O departamento também conta com emendas parlamentares.</p>



<p>Além desses convênios com o setor público federal, a instituição também faz pesquisas para órgãos estaduais e é mantido por contribuições de sindicatos e centrais sindicais, que também recebem verbas públicas. </p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="484" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2024/03/Dieese-1024x484.png" alt="" class="wp-image-16977" srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2024/03/Dieese-1024x484.png 1024w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2024/03/Dieese-600x284.png 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2024/03/Dieese-768x363.png 768w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2024/03/Dieese.png 1366w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Ataques à Lava Jato foram publicados em pesquisa do Dieese, feita por ativista do lulopetismo </figcaption></figure>



<p><strong>O texto do <a href="https://www.dieese.org.br/materialinstitucional/en.html">Dieese</a>, faz as seguintes declarações que ao lado esclarecemos:</strong></p>



<p>•A Lava Jato custou 4,4 milhões de empregos e 3,6% do PIB; <strong>&#8211;</strong> ( <strong>FALSO</strong>&#8211; <strong>Imputou a procuradores, juízes, desembargadores, servidores da Receita federal, do COAF, à Polícia Federal a culpa pela prejuízo dado ao país ao invés de apontar os verdadeiros culpados, empresários corruptores e políticos corruptos</strong> <strong>que chegaram a ser presos</strong> ) </p>



<p>•Deixou de arrecadar R$ 47,4 bilhões de impostos e R$ 20,3 bilhões em contribuições sobre a folha, além de ter reduzido a massa salarial do país em R$ 85,8 bilhões; <strong>&#8211;</strong> (<strong>Aqui, o Dieese erra no português e confusamente imputa à operação, função de arrecadação de tributos, além da falsa afirmação de que a  Lava Jato reduziu massa salarial</strong>) </p>



<p>• Afetou os setores envolvidos diretamente (petróleo e gás e construção civil), mas também uma gama importante de outros segmentos (devido aos impactos indiretos e ao efeito renda); (<strong>Neste trecho, só os pesquisadores sabem o que quiseram dizer ao acusar os servidores que fizeram o &#8220;grande delito&#8221; de mostrar as entranhas da corrupção, prender e condenar os culpados e recuperar os bilhões de reais roubados </strong>)</p>



<p>•A operação teve impacto político e também no desenvolvimento de setores econômicos estratégicos para o país; Os trabalhadores defendem o combate à corrupção. Desvios de recursos públicos significam menor capacidade de atuação do Estado. O combate à corrupção, no entanto, deve preservar a estrutura produtiva e punir os culpados; <strong>(Nesta última frase, o Dieese tenta imputar à Lava Jato a não preservação da estrutura produtiva que estava corrompida e de não punir os culpados, o que não é verdade</strong>)</p>



<p>•São necessários mecanismos eficientes de combate à corrupção, com a preservação dos empregos, como ocorre em outros países. (<strong> aqui, o Dieese não informa quais outros países prenderam políticos corruptos e empresários sem que a população tivesse conhecimento, porque não existem )</strong></p>



<p>A investigação da Lava Jato desvendou um esquema de corrupção envolvendo o desvio de recursos em que doleiros lavavam o dinheiro obtido por empreiteiras em contratos superfaturados com a Petrobras e repassavam parte dos ganhos a diretores da estatal, políticos e partidos.</p>



<p>Os crimes foram cometidos de 2004 a 2012. A Operação teve 79 fases e culminou com a condenação e prisão de figuras relevantes do cenário político nacional e também de empresários.</p>



<p>Sob a gestão do ex-Procurador-Geral da República, Augusto Aras, o modelo da força-tarefa foi encerrado em 2021. Dez anos depois, no saldo da Operação que desvendou o esquema na Petrobras, nenhum político permanece preso.</p>



<p>A primeira fase da Operação Lava Jato, em março de 2014, recebeu esse nome, depois que os agentes da Polícia Federal prenderam o doleiro Carlos Habib Chater, dono do Posto da Torre, no Distrito Federal, pela suspeita de lavagem de dinheiro e desvio de recursos em lavanderias e postos de combustível. Ele foi apontado como cúmplice do doleiro Alberto Youssef, preso na mesma ação, mas por delitos no Paraná.</p>



<p>Youssef comprou um carro de luxo para o diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa. A Land Rover seria o pagamento de propina. Assim, a apuração se ampliou: as fraudes não se restringiam a irregularidades no Lava Jato, mas alcançavam contratos com a Petrobras.</p>



<p>O então procurador-geral da República, Rodrigo Janot instituiu a força-tarefa de procuradores do Ministério Público Federal (MPF). O procurador Deltan Dallagnol coordenou as atividades do grupo até 2020.</p>



<p>Presos por decisão do juiz Sergio Moro, titular da 13ª Vara Federal de Curitiba, que tratava de crimes financeiros, Youssef e Costa, que foram presos, firmaram acordos de delação premiada. O depoimento deles incriminou outros executivos, empresários e políticos e as informações prestadas embasaram a deflagração de novas fases da Operação. Agentes da Polícia Federal, da Receita federal, servidores do Coaf e outros servidores públicos se empenharam em desvendar os caminhos do dinheiro da corrupção e levantaram provas contra os criminosos.</p>



<p>Em maio de 2014, o então ministro Teori Zavaski, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu que os autos dos processos da Lava Jato deveriam ser remetidos à Corte, já que parlamentares com prerrogativa de foro foram citados. Outros processos foram distribuídos para tribunais no Rio e Brasília.</p>



<p>No dia 12 de julho de 2017, o então ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi condenado a 9 anos e 6 meses de prisão em regime fechado pelo juiz federal da 13ª Vara Criminal Federal de Curitiba/PR Sérgio Moro, responsável pelos julgamentos de primeira instância dos crimes na Operação Lava Jato.</p>



<p>Na sentença,  Moro cita documentos e depoimentos que comprovam que apartamento no litoral de SP era destinado ao ex-presidente, apresenta provas documentais e diz que Lula &#8216;faltou com a verdade&#8217;. Esta foi a  primeira vez, na história, que um ex-presidente foi condenado por um crime comum no Brasil. A decisão permitiu que Lula recorresse em liberdade. </p>



<p>Em 2018 Lula foi preso e levado para Curitiba, depois que os desembargadores do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), aumentaram a pena dada por Moro, para 12 anos e 1 mês, por corrupção passiva e lavagem de dinheiro no caso do apartamento triplex no Guarujá (SP). </p>



<p>Na Lava Jato, Lula foi condenado pela segunda vez a 12 anos e 11 meses por corrupção e lavagem de dinheiro no processo que revelou propina por meio da reforma de um sítio em Atibaia (SP), por decisão da juíza Gabriela Hardt. </p>



<p><strong>A juíza Gabriela Hardt – que substituiu o ex-juiz Sérgio Moro – declarou na nova sentença ter ficado comprovado que:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>a OAS foi a responsável pelas reformas na cozinha do sítio de Atibaia no ano de 2014;</li>



<li>as obras foram feitas a pedido de Lula e em benefício de sua família, sendo que ex-presidente acompanhou o arquiteto responsável, Paulo Gordilho, ao menos na sua primeira visita ao sítio, bem como o recebeu em São Bernardo do Campo para que este lhe explicasse o projeto;</li>



<li>Lula teve ciência das obras realizadas pela Odebrecht em seu benefício e da sua família, porque foi informado sobre o cronograma pelo empresário Emílio Odebrecht;</li>



<li>o ex-presidente visitou o sítio quando ainda faltavam alguns acabamentos;</li>



<li>notas fiscais referentes à reforma, entregues a seu advogado e amigo Roberto Teixeira, foram encontradas na residência de Lula;</li>



<li>foram executadas diversas benfeitorias no sítio, mas consta da denúncia somente o valor pago à empresa Kitchens, no valor de R$ 170 mil;</li>



<li>todos os pagamentos efetuados pela OAS à Kitchens foram feitos em espécie, no intuito de não deixar rastros de quem era o pagador;</li>



<li>toda a execução da obra foi realizada de forma a não ser identificado quem executou o trabalho e quem foi o beneficiário;</li>



<li>não houve ressarcimento à OAS dos valores desembolsados pela empresa em benefício de Lula e de sua família;</li>



<li>depoimentos de delatores, testemunhas e outros réus, além de trocas de mensagens, planilhas de pagamentos, laudos, notas fiscais e quebras de sigilo bancário e fiscal, atestam o envolvimento de Lula.</li>
</ul>



<p></p>



<p><strong>O BSB Revista trouxe algumas informações processuais sobre alguns dos personagens que realmente</strong> <strong>destruíram 4,44 milhões de empregos, ao contrário do que diz o estudo do lulista do Diesse e a matéria repleta de inverdades publicada ontem, pela Agencia Brasil sob o comando do agora, novamente presidente Lula.</strong></p>



<p>Integrantes dos esquemas com os partidos também foram presos e condenados. O ex-tesoureiro do PT, por exemplo, João Vaccari Neto, foi detido por receber vantagens indevidas a partir dos contratos fraudulentos com a Petrobras. Mais um nome do PT que foi detido foi o ex-ministro da Casa Civil, José Dirceu. Ele foi condenado por receber propina por meio da Diretoria de Serviços da Petrobras.</p>



<p>Mais um petista preso foi o ex-ministro da Fazenda Antônio Palocci. que fez delação premiada. Palocci disse que Lula sabia do esquema de corrupção na Petrobras e que teria recebido imóveis da Odebrecht. Há oito anos, o empreiteiro Marcelo Odebrecht, dono da então Odebrecht, maior empreiteira do País foi condenado por Sérgio Moro, a 19 anos e 4 meses de prisão por corrupção, lavagem de dinheiro e associação criminosa na Operação Lava Jato.</p>



<p>Os depoimentos dos 78 delatores que trabalhavam na construtora Odebrecht, e que firmaram delação premiada com a Justiça Federal no âmbito das investigações da Lava Jato, foram liberados à imprensa em 2017, pelo ministro Luiz Edson Fachin, relator da operação no Supremo Tribunal Federal. Com base nestas delações, o STF acolheu parte dos pedidos de abertura de investigação feitos pelo Procurador-geral da República, Rodrigo Janot, e determinou a instauração de inquéritos para investigar ministros do Governo Michel Temer, senadores e deputados —os nomes dos investigados constam na <strong>lista de Fachin.</strong></p>



<p>O esquema protagonizado pela construtora e políticos de diversos partidos é um dos principais capítulos do maior escândalo de corrupção da história recente do Brasil: além do presidente Temer e da cúpula do Congresso Nacional, são citados pelos delatores quatro ex-presidentes da República: Dilma Rousseff, Luiz Inácio Lula da Silva, Fernando Collor de Mello e Fernando Henrique Cardoso. Os detalhes desse esquema constam em vários vídeos das delações de executivos e ex-executivos da empreiteira, entre eles, o do empresário Marcelo Odebrecht.</p>



<p>Outro personagem dessa trama que realmente causou danos ao Brasil, diferente do que dizem o Dieese e a Agencia Brasil, foi Sérgio Cabral. </p>



<p>Ex-governador do Rio de Janeiro, Cabral foi preso em 2016 pela Lava Jato. Ao todo, o político cumpriu<strong> 2.219 dias de prisão</strong>, o equivalente a <strong>seis anos e 22 dias</strong> no sistema prisional do estado.</p>



<p>O ex-governador comandou uma organização criminosa que fraudava licitações e cobrava propina de empreiteiras no estado.</p>



<p>Ao longo do processo, Cabral admitiu o recebimento de valores indevidos em diversos contratos assinados durante seus dois mandatos como governador, entre 2007 e 2014. Ele confessou que ficou &#8220;viciado em roubar&#8221;.</p>



<p>Mas ninguém está preso pela corrupção revelada e desbaratada pela Lava Jato. No caso de Cabral, antes das decisões do STF, que anularam ou modificaram algumas sentenças anteriores, Sérgio Cabral chegou a ter 23 condenações em processos decorrentes da Operação Lava-Jato. Todas as penas do governador somaram 425 anos e 20 dias de prisão.</p>



<p>Ao todo, Sérgio Cabral foi denunciado em 35 processos decorrentes de investigações da Lava Jato, sendo 33 na Justiça Federal e dois na Justiça do Rio (estes junto com o ex-procurador-geral de Justiça Claudio Lopes). Cabral está solto. Lula também. Lula é presidente da República, Cabral ameaça voltar a se candidatar. </p>



<p> </p>



<p></p>
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