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	<title>Arquivo de Doenças - BSB REVISTA</title>
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		<title>Saúde no Carnaval: como prevenir doenças transmitidas pelo contato e aglomerações</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Feb 2025 21:48:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Carnaval]]></category>
		<category><![CDATA[Doenças]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entre as principais preocupações médicas estão as Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs), como HIV e sífilis, além de doenças respiratórias e aquelas transmitidas pela saliva O [...]</p>
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<h6 class="wp-block-heading">Entre as principais preocupações médicas estão as Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs), como HIV e sífilis, além de doenças respiratórias e aquelas transmitidas pela saliva</h6>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><tbody><tr><td>O Carnaval é sinônimo de alegria, encontros e muita festa, mas também exige atenção com a saúde. Em meio à aglomeração e ao contato próximo entre foliões, aumentam os riscos de transmissão de diversas doenças. <br><br>Entre as principais preocupações médicas estão as Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs), como HIV e sífilis, além de doenças respiratórias e aquelas transmitidas pela saliva, como o herpes labial e a mononucleose — conhecida como ‘doença do beijo’.<br><br> Para aproveitar a folia sem preocupações, especialistas alertam: prevenção é a melhor estratégia. O infectologista Marcelo Cordeiro, consultor médico do Sabin Diagnóstico e Saúde, orienta alguns cuidados básicos.<br><br> “As principais recomendações incluem o uso de preservativos em todas as relações sexuais, a não partilha de copos, garrafas ou utensílios pessoais – para reduzir o risco de doenças transmitidas pela saliva – e cuidados gerais, como manter-se hidratado, moderar o consumo de álcool e higienizar as mãos antes das refeições”.<br><br><strong>Infecções Sexualmente Transmissíveis</strong> <br> <br>O uso correto e consistente de preservativ<br>os é essencial para reduzir o risco de transmissão de doenças como HIV e sífilis – duas das ISTs mais comuns. O primeiro é um vírus que compromete o sistema imunológico, enquanto a segunda é uma infecção bacteriana curável, mas que pode causar complicações graves se não tratada.<br><br> O papilomavírus humano (HPV) é outra IST que merece atenção no período de Carnaval. Altamente contagioso, ele pode ser transmitido por meio de relações sexuais desprotegidas ou pelo contato direto com a pele infectada.<br><br> O vírus está associado a verrugas genitais e a diversos tipos de câncer, como o de colo do útero, ânus, pênis e orofaringe. A boa notícia é que os tipos de HPV mais cancerígenos podem ser prevenidos com a vacina, disponível gratuitamente no SUS para meninos e meninas de 9 a 14 anos, além de adultos dentro da faixa etária recomendada na rede privada. <br><br>“A vacinação contra o HPV é uma das principais estratégias para reduzir os casos de câncer relacionados ao vírus e deve ser incentivada, especialmente entre os jovens”, ressalta o infectologista. <br><br>“Outra medida de prevenção é a profilaxia pré-exposição (PrEP), um medicamento disponível na rede pública que reduz significativamente o risco de contrair HIV em pessoas com maior exposição ao vírus. Já a profilaxia pós-exposição (PEP) é indicada em casos de situações de risco, como relações desprotegidas ou acidentes com materiais biológicos.<br><br> A PEP deve ser iniciada em até 72 horas após a exposição e pode ser obtida em unidades de saúde e pronto-atendimentos”, explica o especialista. Além disso, é fundamental estar atento aos sinais e sintomas. Feridas na região genital, alterações na pele, dor ao urinar, febre persistente ou inchaço nos linfonodos podem ser indicativos de ISTs. <br><br>“Caso apresente algum desses sintomas, procure imediatamente uma unidade de saúde para avaliação e orientação”, alerta Marcelo Cordeiro. <br><br><strong>Doenças transmitidas pela saliva</strong><br><br>Doenças como a mononucleose e o herpes labial, que podem ser transmitidas pelo contato direto ou pelo compartilhamento de objetos pessoais, também requerem atenção durante o Carnaval. <br><br>Evitar compartilhar copos, talheres, garrafas e itens de uso pessoal é uma prática eficaz para reduzir o risco de infecção. Além disso, manter uma boa higiene das mãos e evitar contato próximo com pessoas que apresentem feridas labiais ou sintomas como febre também são medidas recomendadas.<br><br> “Se sintomas como cansaço extremo, febre prolongada, aumento dos linfonodos ou dor ao engolir surgirem, é importante buscar orientação médica. Embora muitos casos sejam autolimitados, o acompanhamento clínico pode ser necessário em situações mais graves ou persistentes”, comenta o médico do Sabin. <br><br>Para prevenir o herpes labial, a principal recomendação é evitar o contato direto com feridas ou secreções de pessoas infectadas, bem como o compartilhamento de objetos pessoais. Se surgirem bolhas ou feridas nos lábios, ardência ou coceira, a consulta médica é essencial para avaliação e tratamento adequado. <br><br><strong>A importância da prevenção no Carnaval</strong>  <br><br>Adotar medidas preventivas permite aproveitar o Carnaval de forma segura e saudável. Além de cuidados específicos, como o uso de preservativos e a higiene adequada, é fundamental manter-se hidratado, moderar o consumo de álcool e priorizar o autocuidado. <br><br>“Se houver exposição a riscos ou surgirem sintomas sugestivos de doenças, buscar atendimento médico o mais rápido possível é fundamental para avaliar a necessidade de exames ou tratamentos específicos. O cuidado com a saúde é a chave para celebrar com segurança e tranquilidade”, aconselha o infectologista. <br><br><strong>Sobre o Sabin</strong> <br><br>Com 40 anos de atuação, o Grupo Sabin é referência em saúde, destaque na gestão de pessoas e liderança feminina, dedicado às melhores práticas sustentáveis e atuante nas comunidades. O Grupo Sabin nasceu em Brasília (DF), fruto da coragem e determinação de duas empreendedoras, Janete Vaz e Sandra Soares Costa, em 1984. Hoje conta com 7.000 colaboradores unidos pelo propósito de inspirar pessoas a cuidar de pessoas.<br><br> O grupo também está presente em 14 estados e no Distrito Federal oferecendo serviços de saúde com excelência, inovação e responsabilidade socioambiental às 78 cidades em que está presente com 358 unidades distribuídas de norte a sul do país.<br><br><br></td></tr></tbody></table></figure>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="600" height="480" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/02/17400014754515987753383690763138.jpg" alt="" class="wp-image-26955"/><figcaption class="wp-element-caption">Em meio à aglomeração e ao contato próximo entre foliões, aumentam os riscos de transmissão de diversas doenças</figcaption></figure>
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		<title>Risco de doenças infecciosas aumenta no Rio Grande do Sul, alerta Fiocruz</title>
		<link>https://bsbrevista.com.br/2024/06/14/risco-de-doencas-infecciosas-aumenta-no-rio-grande-do-sul-alerta-fiocruz/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Jun 2024 19:37:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Doenças]]></category>
		<category><![CDATA[Fiocruz]]></category>
		<category><![CDATA[Rio grande do Sul]]></category>
		<category><![CDATA[Risco]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Risco de doenças infecciosas aumenta no Rio Grande do Sul, alerta Fiocruz</p>
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<h6 class="wp-block-heading">Perigo de acidentes com animais peçonhentos também cresce no estado<audio src="https://tts-app.ebc.com.br/media/tts/223237.mp3"></audio></h6>



<p>Pesquisadores do Observatório de Clima e Saúde do Instituto de Comunicação e Informação em Saúde da Fiocruz (Icict/Fiocruz) alertam para o risco de aumento da incidência de doenças no Rio Grande do Sul. </p>



<p>O alerta em em nota técnica diz que há imimente risco de acréscimo  de doenças respiratórias (covid-19, gripes e resfriados e tuberculose), doenças gastrointestinais (hepatite A e diarreia infecciosa), doenças transmitidas por vetores (principalmente a dengue) e leptospirose entre a população do Rio Grande do Sul. </p>



<p>Outro perigo deste momento pós-enchentes é o maior número de acidentes com animais peçonhentos, que podem aparecer dentro das casas com a baixa das águas.  <img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1599791&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1599791&amp;o=node"></p>



<p>&#8220;<em>Historicamente, as regiões dos vales (incluindo a região metropolitana de Porto Alegre), a depressão central e litoral norte do estado têm maior incidência de acidentes com animais peçonhentos. Com a subida do nível das águas podem ocorrer mais acidentes com aranhas e serpentes, assim como aumenta o risco da transmissão de doenças transmitidas por água contaminada e vetores, como leptospirose, diarreias e dengue. Essas doenças estão mais concentradas no verão, mas podem se estender nos próximos meses devido às alterações do ambiente original causadas pelas chuvas intensas e enchentes&#8221;</em>, explica o pesquisador do Observatório de Clima e Saúde, Diego Xavier.</p>



<p>“<em>A sobreposição desses riscos, nas mesmas áreas e no mesmo período, exige do sistema de saúde maior capacidade de realizar diagnósticos diferenciais e de identificar os casos mais graves, que precisarão de internação hospitalar ou tratamento especializado</em>”, complementa Christovam Barcellos, também pesquisador do Observatório.</p>



<p>Os pesquisadores chamam a atenção para outra questão importante nessa etapa da tragédia: a saúde mental dos desabrigados, dos profissionais e dos voluntários que estão trabalhando na emergência. As perdas materiais e/ou de parentes e amigos podem causar aumento de casos de transtorno de estresse pós-traumático, depressão e ansiedade. &nbsp;</p>



<p>De acordo com estudo divulgado pelo Observatório de Clima e Saúde, as doenças crônicas, como diabetes, hipertensão, doenças cardiovasculares e transtornos mentais podem se descompensar devido à interrupção do acesso a medicamentos e cuidados médicos contínuos. &nbsp;&nbsp;</p>



<p>A aglomeração de pessoas nos abrigos, as obras de recuperação das cidades atingidas e o contato com água contaminada estão entre os motivos que podem causar o aumento da maioria dos problemas relacionados à saúde. Neste momento em que as ruas estão cheias de lixo e entulho à espera de coleta, lesões físicas, como cortes, fraturas, contusões e até queimaduras, também se tornam frequentes. &nbsp;</p>



<p>A nota técnica ressalta ainda que existem 1.518 estabelecimentos potencialmente poluidores dentro da área que foi inundada. São indústrias, terminais de transporte, obras civis, estabelecimentos comerciais e depósitos que, invadidos pelas enchentes, podem expor a população a substâncias tóxicas nos meses posteriores ao desastre. &nbsp;</p>



<p>&#8220;<em>Sabemos que o momento é difícil e que muitos serviços ainda precisam ser restabelecidos, mas, para diminuir os riscos para a população, é importante que o sistema de saúde implemente iniciativas de cuidado coletivas, como campanhas de vacinação, fornecimento de água potável e de instalações sanitárias adequadas nos abrigos, o controle de vetores, o acesso contínuo a medicamentos e cuidados médicos para os doentes crônicos, além de serviços de apoio à saúde mental da população e das pessoas que estão trabalhando na emergência</em>&#8220;, afirma Diego Xavier.</p>



<p><strong>Com informações da Agência Brasil</strong> </p>
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