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	<title>Arquivo de Dona cacilda - BSB REVISTA</title>
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	<title>Arquivo de Dona cacilda - BSB REVISTA</title>
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		<title>Atriz Claudia Jimenez morre de insuficiência cardíaca</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 20 Aug 2022 16:53:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artes]]></category>
		<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Humorista passou por pelo menos três cirurgias no coração, enfraquecido por causa da radioterapia para tratar um câncer no tórax Informações do G1 Claudia Jimenez [...]</p>
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<p><strong>Humorista passou por pelo menos três cirurgias no coração, enfraquecido por causa da radioterapia para tratar um câncer no tórax</strong></p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-large is-resized"><img decoding="async" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2022/03/IMG-20220318-WA0004-1024x172.jpg" alt="Carro &amp; Cia" class="wp-image-250" width="368" height="62" srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2022/03/IMG-20220318-WA0004-1024x172.jpg 1024w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2022/03/IMG-20220318-WA0004-300x50.jpg 300w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2022/03/IMG-20220318-WA0004-768x129.jpg 768w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2022/03/IMG-20220318-WA0004.jpg 1280w" sizes="(max-width: 368px) 100vw, 368px" /><figcaption><strong>Carro &amp; Cia, o melhor em atendimento e satisfação</strong></figcaption></figure>



<p><strong>Informações do G1</strong></p>



<p>Claudia Jimenez morreu no início da manhã deste sábado (20), no Rio, aos 63 anos. Ela sofreu um<strong> infarto em 1999</strong> e, desde então, passou por três cirurgias no coração.</p>



<p>A intérprete de <strong>Dona Cacilda</strong>, da “Escolinha do Professor Raimundo”, e de <strong>Edileuza</strong>, de “Sai de Baixo”, estava internada no Hospital Samaritano, em Botafogo, na Zona Sul.</p>



<p>Em 1986, Claudia foi ao médico para curar uma tosse persistente e descobriu que tinha um <strong>tumor maligno no mediastino</strong>, atrás do coração. Chegou a ser desenganada. O diagnóstico não se cumpriu, e a atriz curou-se da doença.</p>



<p>As sessões de radioterapia, porém, lhe causaram outro problema de saúde. Os médicos acreditam que o tratamento pode ter afetado os tecidos do coração, o que a obrigou a fazer <strong>pelo menos três cirurgias</strong> nos anos seguintes.</p>



<p>A primeira foi em 1999, para botar <strong>cinco pontes de safena</strong>; a segunda, em 2012, para a <strong>substituição da válvula aórtica</strong> por uma outra, sintética; e a terceira, em 2014, para botar um <strong>marca-passo</strong>.</p>



<p>“Quando eu falo para o meu médico: ‘Ô, radioterapia desgraçada!’. Aí ele fala: ‘Mas se não fosse ela, você já estava há muito tempo lá em cima, né?’. E é verdade, quer dizer, a gente tem sempre que agradecer em vez de reclamar”, disse Claudia, em entrevista ao “Fantástico” em 2014, meses depois da operação.</p>



<p>“Maturidade faz você ficar mais bacana. Às vezes, eu percebo que, internamente, não estou legal eu vou em busca de alguma coisa que me faça ficar legal. Tem gente que fala assim para mim: ‘Ai, como você é frágil’. Eu falo: ‘Frágil? Eu sou a pessoa mais forte que eu conheço’. Chegam perto de mim e falam: ‘Vamos trocar válvula aórtica’. Eu falo: ‘Ok, vamos’. ‘Vamos fazer cinco pontes de safena’. ‘Ok, vamos’. ‘Botar o marca-passo’. ‘Ok’. Eu faço qualquer coisa para ficar aqui”, afirmou.</p>



<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2022/07/Screenshot_20220730-111322_Facebook2-2-908x1024.jpg" alt="" class="wp-image-3350" width="367" height="414" srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2022/07/Screenshot_20220730-111322_Facebook2-2-908x1024.jpg 908w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2022/07/Screenshot_20220730-111322_Facebook2-2-532x600.jpg 532w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2022/07/Screenshot_20220730-111322_Facebook2-2-768x866.jpg 768w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2022/07/Screenshot_20220730-111322_Facebook2-2.jpg 1080w" sizes="(max-width: 367px) 100vw, 367px" /><figcaption> <strong>SAÚDE INTEGRAL E HUMANIZADA</strong></figcaption></figure>



<p>Filha de um cantor de tangos e caixeiro viajante e uma enroladora de bala de coco,&nbsp;<strong>Cláudia Maria Patitucci Jimenez</strong>&nbsp;nasceu na Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio, em 1958.</p>



<p>Ela fez o curso normal, com especialização em maternal e jardim de infância, e já na juventude se dedicou ao teatro amador.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>“Sempre fui palhaça, sempre. No colégio de freira me pagavam um chocolate, bala para eu não deixar de ir na aula de religião, porque quando eu ia era um divertimento só”, disse.</p></blockquote>



<p>Sua estreia no teatro profissional foi em 1978, na peça “Opera do Malandro”, de Chico Buarque, em que viveu a prostituta <strong>Mimi Bibelô</strong>.</p>



<p>Foi o diretor Mauricio Sherman que a levou para a TV Globo. Nos anos 1980, Claudia participou da abertura do programa “Viva o Gordo”, de Jô Soares, e deu vida à insaciável <strong>Pureza</strong>, mulher de Apolo, do bordão “Ainda morro disso!”, em “Chico City”. “A Pureza só pensava em transar”, lembrou Claudia, em entrevista à “Folha de S.Paulo”.</p>



<p>A partir de 1990, Claudia Jimenez viveu a desbocada e saliente&nbsp;<strong>Dona Cacilda</strong>, uma das alunas da “Escolinha do Professor Raimundo”, com o “professor” Chico Anysio. Com Cacilda, emplacou outro bordão:&nbsp;“Beijinho, beijinho, pau, pau”.</p>



<p>Cacilda, lembrou Claudia em 2014, ela guarda no coração. “Não era nem propriamente pelo personagem, mas pelo que eu vivi ali dentro. Foram seis anos de gargalhadas”, destacou. Esse papel lhe rendeu o <strong>Troféu APCA</strong> de melhor atriz comediante em 1991.</p>



<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><img decoding="async" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2022/07/Screenshot_20220720-164707_Instagram2-826x1024.jpg" alt="" class="wp-image-3023" width="367" height="454" srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2022/07/Screenshot_20220720-164707_Instagram2-826x1024.jpg 826w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2022/07/Screenshot_20220720-164707_Instagram2-484x600.jpg 484w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2022/07/Screenshot_20220720-164707_Instagram2-768x953.jpg 768w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2022/07/Screenshot_20220720-164707_Instagram2.jpg 1057w" sizes="(max-width: 367px) 100vw, 367px" /><figcaption><strong><a href="https://www.instagram.com/p/CaSZov4l50e/?igshid=YmMyMTA2M2Y=">DUETTO IDEAL &#8211; A MODA FEITA PARA VOCÊ</a></strong></figcaption></figure>



<p>Em 1996, Claudia deu vida a mais uma personagem icônica: a doméstica <strong>Edileuza</strong>, de “Sai de Baixo”. Seus embates com Caco Antibes, de Miguel Falabella, fizeram a plateia gargalhar. Foi apenas uma temporada, mas até hoje seus bordões são lembrados.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="491" height="358" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2022/08/images-7.jpeg" alt="" class="wp-image-3964"/><figcaption><strong>Jimenez interpretando Edileuza </strong></figcaption></figure>



<p>Claudia também fez novelas. Foi a&nbsp;<strong>Bina&nbsp;</strong>de “Torre de Babel” (1998), a&nbsp;<strong>Dagmar&nbsp;</strong>de “As Filhas da Mãe” (2001), a&nbsp;<strong>Consuelo&nbsp;</strong>de “América” (2005), a&nbsp;<strong>Custódia&nbsp;</strong>de “Sete Pecados” (2007), a&nbsp;<strong>Violante&nbsp;</strong>de “Negócio da China” (2008), a&nbsp;<strong>Zélia&nbsp;</strong>de “Além do Horizonte” (2013) e a&nbsp;<strong>Lucrécia&nbsp;</strong>de “Haja Coração” (2016).</p>



<p>No cinema, atuou em “Gabriela, Cravo e Canela” (1983), “Ópera do Malandro” (1986) e Os Trapalhões no Auto da Compadecida (1987). Também dublou a&nbsp;<strong>Ellie&nbsp;</strong>de “A Era do Gelo”. Com a&nbsp;<strong>Bia&nbsp;</strong>de “O Corpo” (1991),&nbsp;ganhou como melhor atriz no Festival de Brasília.</p>



<p>Seu último papel foi a <strong>Bibiana </strong>do quadro “Infratores”, no Fantástico, em 2018.</p>



<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><a href="https://instagram.com/casateles.angra?igshid=YmMyMTA2M2Y="><img loading="lazy" decoding="async" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2022/08/Screenshot_20220807-074140_Instagram2-995x1024.jpg" alt="" class="wp-image-3588" width="368" height="378" srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2022/08/Screenshot_20220807-074140_Instagram2-995x1024.jpg 995w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2022/08/Screenshot_20220807-074140_Instagram2-583x600.jpg 583w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2022/08/Screenshot_20220807-074140_Instagram2-768x790.jpg 768w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2022/08/Screenshot_20220807-074140_Instagram2.jpg 1080w" sizes="auto, (max-width: 368px) 100vw, 368px" /></a><figcaption class="wp-element-caption"><strong><a href="https://instagram.com/casateles.angra?igshid=YmMyMTA2M2Y=" data-type="URL" data-id="https://instagram.com/casateles.angra?igshid=YmMyMTA2M2Y=">ANGRA DOS REIS EM GRANDE ESTILO. VOCÊ MERECE. </a></strong></figcaption></figure>



<p></p>
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