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	<title>Arquivo de Doria - BSB REVISTA</title>
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	<title>Arquivo de Doria - BSB REVISTA</title>
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		<title>Auditoria aponta R$ 74 mi em empréstimos suspeitos no Desenvolve SP nas gestões Doria e Garcia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Nov 2024 13:04:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[banco]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Auditoria aponta R$ 74 mi em empréstimos suspeitos no Desenvolve SP nas gestões Doria e Garcia</p>
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<h6 class="wp-block-heading">Apuração do banco de fomento paulista, Desenvolve SP, identificou 178 operações de crédito suspeitas de fraude. Investigação averigua uso de laranjas e empresas de fachada</h6>



<p>Ao menos 178 empréstimos feitos no  banco de fomento do governo paulista, Desenvolve SP a empresas que atuam no estado estãosob suspeita de fraude.</p>



<p>As operações de crédito somam R$ 74 milhões em valores liberados. Uma auditoria interna da Desenvolve SP detectou   uma rede envolvendo suspeita de uso de laranjas, de empresas de fachada e de funcionários do banco que teriam fraudado financiamentos que causaram prejuízo milionário ao órgão estadual.</p>



<p>As fraudes ocorreram entre os anos de 2021 e 2022, nos governos de João Doria e Rodrigo Garcia, que eram do PSDB e antecederam o governador Tarcísio de Freitas.</p>



<p>A auditoria interna foi feita por meio de amostragem, e o verdadeiro rombo pode ser maior.</p>



<p>Em outubro do ano passado, uma operação deflagrada pela Polícia Civil, com base na apuração interna do banco, resultou em demissões de funcionários suspeitos de envolvimento no esquema. A investigação na esfera criminal corre na 1ª Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Campinas, no interior do estado.</p>



<p>A Desenvolve SP é um banco de fomento vinculado ao governo de São Paulo e tem como objetivo financiar negócios, a juros baixos, com a intenção de desenvolver a economia paulista, gerando emprego e renda – atuação parecida com a do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), do governo federal.</p>



<p>As empresas só pagavam as primeiras parcelas do financiamento, de acordo com o que foi levantado pela auditoria. Quando o banco entrava com ações para tentar reaver os valores, não localizava as empresas, seus sócios ou os bens dos envolvidos, segundo o relatório.</p>



<p>“A previsão nos contratos da Desenvolve SP garantia uma carência extensa aos beneficiários, muitas vezes igual ou superior a 12 meses, tempo suficientemente hábil para que os valores recebidos fossem pulverizados em diversas outras contas e destinatários, caracterizando assim, a nosso ver, o crime de lavagem de dinheiro”, afirmou a polícia que investiga o caso.</p>



<p>A apuração inicial dos auditores da Desenvolve SP, por sua vez, analisou 340 operações de crédito, classificando as suspeitas de fraude em três níveis: provável (82 casos), possível (96) e remoto (162). Quase R$ 43 milhões foram registrados como prováveis, enquanto R$ 31 milhões foram classificadas como possíveis, e R$ 40 milhões restantes apareceram com remota chance de fraude.</p>



<p><br>A investigação policial que corre em Campinas centra o foco em empresas suspeitas de fraudes, sócios e laranjas. Cinco companhias figuravam como alvos iniciais, além de seus sócios e pessoas apontadas como testas de ferro no esquema.</p>



<p>A polícia avalia que pode haver ligação entre elas, devido à coincidência entre escritórios de contabilidade e de advocacia, valores de capital social iguais, registros apenas na Junta Comercial de Osasco, na Grande São Paulo, independentemente do endereço da empresa, e também a dificuldade de se localizar os sócios e as sedes.</p>



<p>Em um dos casos citados no inquérito, houve o aluguel de uma sala comercial que teria sido montada apenas como encenação para funcionários da Desenvolve SP.</p>



<p>Uma das empresas investigadas é a RWX Terraplanagem e Paisagismo Ltda., que a polícia afirma se tratar de uma firma de fachada, em nome de um suposto laranja chamado Raiwander Souza Botelho. Segundo apurado, entre as irregularidades no empréstimo de mais de R$ 800 mil, a empresa apresentou documentos falsos no pedido de financiamento à Desenvolve SP.</p>



<p>Em outubro do ano passado, foram cumpridos 20 mandados de busca e apreensão em oito cidades, entre elas Campinas e Osasco, além do bloqueio de bens e contas bancárias dos investigados.</p>



<p>No âmbito administrativo, a Desenvolve SP teria investigado oito pessoas e quatro foram demitidas por causa das suspeitas. Entre as infrações encontradas, estariam o recebimento de presentes e também a relação com empresas fora dos protocolos do banco.<br>Enquanto a polícia mira as empresas, a auditoria da Desenvolve SP também cita a atuação de procuradores que cobrariam taxas supostamente abusivas para intermediar os contratos – no cotidiano, esses profissionais são conhecidos como “pastinhas”.</p>



<p>A apuração interna do banco destacou a atuação de um procurador chamado Roberto da Cunha Vieira Filho, cuja carteira de clientes teria um alto índice de endividamentos.</p>



<p>Das 340 operações de crédito analisadas, 103 foram vinculadas a ele, sendo que 39 foram classificadas como risco provável e 35 como possível. “O saldo devedor atual destas operações de crédito soma a quantia de R$ 37.156.929,06”, diz a auditoria.</p>



<p>O banco paulista afirmou que a carteira de representados por Vieira Filho tem um nível inaceitável de inadimplência.</p>



<p>“Se fôssemos considerar o requerente como um banco, um índice de atrasos de quase 76% da sua carteira se demonstraria inaceitável até mesmo para o Banco Central, que adotaria alguma medida interventiva frente àquele banco, com vistas a mitigar a situação dos atrasos”, afirmou o órgão, em resposta à queixa do procurador à Justiça.</p>



<p>Para padrão de comparação, o órgão ainda citou que o maior nível de inadimplência que o mercado experimentou foi em 2016, quando chegou a 3,44%.</p>



<p>Vieira Filho afirma não constar sequer como investigado na apuração policial sobre o caso e acionou o banco judicialmente alegando, entre outras coisas, danos morais.</p>



<p>Essa demanda foi julgada improcedente e a sentença afirma que ele encaminhava “documentação inconsistente à ré, que parte dessa documentação estava eivada de vícios de falsidade [independentemente da discussão sobre a contribuição do requerente para essas falsificações], que o requerente não se absteve de impedir operações fadadas ao inadimplemento por seus clientes e que deixou de cumprir seus deveres de atuação diligente frente à requerida”.</p>



<p>Vieira Filho justificou que o índice de inadimplência das empresas se deu por terem pegado capital de giro durante a pandemia de Covid-19. Além disso, afirmou que todas elas tinham contrato social na Junta Comercial e eram checadas na Serasa.</p>



<p>À Justiça, em ação contra a Desenvolve SP, a defesa dele ainda afirmou que ele presta serviço há 40 anos e que é “absurdo” a Desenvolve SP exigir dele um “padrão de diligência superior ao que exige de si própria, quando concedeu financiamentos a empresas que agora diz serem fantasmas”. Também negou o suposto abuso nas taxas.</p>



<p><br>A Desenvolve SP disse que &#8220;com relação à auditoria, informamos que os relatórios são confidenciais e protegidos por sigilo estratégico”, afirmou o órgão.</p>
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