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	<title>Arquivo de Em - BSB REVISTA</title>
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	<title>Arquivo de Em - BSB REVISTA</title>
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		<title>Mais de 8% dos brasileiros vivem em favelas que chegam a 12,4 mil comunidades espalhadas nos centros urbanos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Calango]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 Nov 2024 21:25:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mais de 8% dos brasileiros vivem em favelas que chegam a 12,4 mil comunidades espalhadas nos centros urbanos</p>
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<h6 class="wp-block-heading">Ao menos 16,4 milhões de brasileiros moram nas localidades que sofrem até com ausência total do governo </h6>



<p>O Brasil possui quase 12,4 mil favelas espalhadas pelas cinco regiões do Brasil, conforme dados do Censo de 2022 divulgados nesta sexta-feira (8) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).</p>



<p>O Censo Demográfico 2022 encontrou 12.348 Favelas e Comunidades Urbanas no Brasil, onde viviam 16.390.815 pessoas, o que equivalia a 8,1% da população do país. </p>



<p>Em 2010, foram identificadas 6.329 Favelas e Comunidades Urbanas, onde residiam 11.425.644 pessoas, ou 6,0% da população do país naquele ano. </p>



<p>Esse aumento pode drmonstrar o empobrecimentodas famílias que acabam indo para as favelas depois dr perderem condições de pagar por moradias dignas.</p>



<p>Os dados estão disponíveis no <a href="https://sidra.ibge.gov.br/pesquisa/censo-demografico/demografico-2022/inicial" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Sidra</a>, na <a href="https://censo2022.ibge.gov.br/apps/pgi/#/home/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Plataforma Geográfica Interativa (PGI)</a> e no <a href="https://censo2022.ibge.gov.br/panorama/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Panorama do Censo</a>.</p>



<p>Em 2010, pela primeira vez, foi divulgada a população de cada uma das favelas e comunidades urbanas encontradas pelos recenseadores do IBGE. </p>



<p>Entre as 12.348 Favelas e Comunidades Urbanas do país, a Rocinha, no Rio de Janeiro (RJ), era a mais populosa, com 72.021 moradores, seguida por Sol Nascente, em Brasília (DF), com 70.908 habitantes; Paraisópolis, em São Paulo (SP), com 58.527 pessoas e Cidade de Deus/Alfredo Nascimento, em Manaus (AM), com 55.821 moradores.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="715" height="429" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2024/11/17311868828841460342185207325024.jpg" alt="" class="wp-image-24098" srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2024/11/17311868828841460342185207325024.jpg 715w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2024/11/17311868828841460342185207325024-600x360.jpg 600w" sizes="(max-width: 715px) 100vw, 715px" /><figcaption class="wp-element-caption">Maior favela do Brasil, Rocinha tem 72.021 moradores no Rio de Janeiro </figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="620" height="350" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2024/11/17311871832361750008589525857546.png" alt="" class="wp-image-24099" srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2024/11/17311871832361750008589525857546.png 620w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2024/11/17311871832361750008589525857546-600x339.png 600w" sizes="(max-width: 620px) 100vw, 620px" /><figcaption class="wp-element-caption">Sol Nascente é a segunda maior favela do Brasil com 70.908 habitantes no Distrito Federal </figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="984" height="656" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2024/11/17311873518057989317190896372243.jpg" alt="" class="wp-image-24100" srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2024/11/17311873518057989317190896372243.jpg 984w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2024/11/17311873518057989317190896372243-600x400.jpg 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2024/11/17311873518057989317190896372243-768x512.jpg 768w" sizes="(max-width: 984px) 100vw, 984px" /><figcaption class="wp-element-caption">Paraisópolis, em São Paulo é a terceira maior favela brasileira com 58.527</figcaption></figure>



<p>Entre as vinte Favelas e Comunidades Urbanas mais populosas do país, oito estavam na Região Norte, e seis delas, no município de Manaus (AM). Outras sete estavam no Sudeste, quatro no Nordeste e somente uma (Sol Nascente) no Centro-Oeste. A Região Sul não tinha nenhuma favela entre as 20 mais populosas do país.</p>



<p>As Unidades da Federação com as maiores proporções de sua população residindo em Favelas e Comunidades Urbanas eram Amazonas (34,7%), Amapá (24,4%) e Pará (18,8%).</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="750" height="1007" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2024/11/17311862031265725744641701891091.png" alt="" class="wp-image-24093" srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2024/11/17311862031265725744641701891091.png 750w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2024/11/17311862031265725744641701891091-447x600.png 447w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /></figure>



<p><strong>Rio das Pedras é a segunda favela do país em número de domicílios</strong></p>



<p>A lista das 20 favelas com o maior número de domicílios particulares permanentes ocupados é ligeiramente diferente das 20 mais populosas: a Rocinha, no Rio de Janeiro (RJ), líder em número de moradores, também apresentou o maior número de domicílios particulares permanentes ocupados (30.371 unidades).</p>



<p>Letícia Giannella, pesquisadora do IBGE, observa que “Sol Nascente, em Brasília (DF), com a segunda maior população residente, foi a terceira colocada em número de domicílios (21.889 domicílios). E o segundo lugar nesse ranking por domicílios ficou com Rio das Pedras, no Rio de Janeiro (RJ), que tem 23.846 domicílios. Esta favela também é a quinta mais populosa do país, com 55.653 moradores”.</p>



<p><strong>Favelas e Comunidades Urbanas tinham 5,6 milhões de domicílios ocupados</strong></p>



<p>O Censo 2022 identificou 6.556.998 domicílios em Favelas e Comunidades Urbanas em todo o país, dos quais 5.557.391 (ou 84,8%) eram domicílios particulares permanentes ocupados.</p>



<p>Cerca de 93,3% dos domicílios em favela são casas, proporção mais alta do que a do conjunto dos domicílios do país (82,3%). Apenas 2,8% dos domicílios em Favelas são apartamentos, enquanto no total dos domicílios do país, 14,9% são apartamentos.</p>



<p>Letícia Giannella comenta sobre a verticalização das favelas: “No estado do Rio de Janeiro, 7,0% dos domicílios (ou 55.570) em Favelas e Comunidades são apartamentos, a maior proporção entre as unidades da federação. Em São Paulo, o estado mais populoso do país, somente 0,5% dos domicílios (ou 6.278) em Favelas e Comunidades eram apartamentos”.</p>



<p><strong>Favelas predominam nas Grandes Concentrações Urbanas</strong></p>



<p>Cerca de 83,5% das Favelas e Comunidades estavam nas Grandes Concentrações Urbanas do país. Duas dessas concentrações, ambas na Região Norte, tinham mais de 50% de seus domicílios em Favelas e Comunidades: Belém (PA), 55,8% e Manaus (AM), 53,9%.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="750" height="750" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2024/11/17311862407414241058180133477409.png" alt="" class="wp-image-24094" srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2024/11/17311862407414241058180133477409.png 750w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2024/11/17311862407414241058180133477409-600x600.png 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2024/11/17311862407414241058180133477409-60x60.png 60w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /></figure>



<p>As Concentrações Urbanas são municípios (ou grupos de municípios) com população acima de 100 mil habitantes, alto grau de integração e que formam manchas de urbanização resultantes da expansão de uma ou mais cidades. São consideradas grandes Concentrações Urbanas os arranjos populacionais acima de 750.000 habitantes.</p>



<p><strong>Rede geral de água chega a 86,4% dos domicílios das favelas</strong></p>



<p>Em 2022, 83,9% de todos os domicílios particulares permanentes ocupados do país possuíam ligação à rede geral e utilizavam-na como forma principal de abastecimento de água. Entre os domicílios particulares permanentes ocupados nas Favelas e Comunidades Urbanas, esse percentual era de 86,4%.</p>



<p>Os estados com os menores percentuais de domicílios que tinham a rede geral como a principal forma de abastecimento de água foram Rondônia (23,3%), Pará (53,6%), Roraima (59,0%) e Amapá (59,6%%). Os maiores percentuais estavam na Bahia (98,1%), Piauí e Rio Grande do Norte (ambos com 97,8%) e Espírito Santo (97,5%).</p>



<p><strong>Rede de esgoto alcança 74,6% dos domicílios nas favelas e comunidades</strong></p>



<p>No Brasil, em 2022, o esgotamento sanitário de 77,4% dos domicílios estava conectado à rede geral, rede pluvial, fossa séptica ou filtro. Nas Favelas e Comunidades Urbanas esse percentual era 74,6%. Amapá (28,1%), Mato Grosso do Sul (37,1%), Rondônia (39,5%) e Alagoas (40,1%) tinham os menores percentuais e Bahia (89,3%), Rio de Janeiro (86,2%), Minas Gerais (86,1%) e Espírito Santo (84,9%), os maiores.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="750" height="668" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2024/11/1731186327294904883002395058406.png" alt="" class="wp-image-24095" srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2024/11/1731186327294904883002395058406.png 750w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2024/11/1731186327294904883002395058406-600x534.png 600w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /></figure>



<p>Destaca-se ainda o percentual de domicílios em favelas cujo tipo de esgotamento era vala (4,0%) e rio, lago, córrego ou mar (7,9%). Para o total dos domicílios do país, incluindo áreas rurais, essa proporção era de, respectivamente, 1,4% e 1,9%.</p>



<p>Cerca de 99,9% dos domicílios em Favelas e Comunidades Urbanas possuíam banheiro e sanitário de uso exclusivo do domicílio.</p>



<p><strong>Em 20,7% dos domicílios em favelas, o lixo é coletado em caçambas</strong></p>



<p>O serviço de coleta de lixo (coletado no domicílio ou através de caçambas) atendia a 91,7% dos domicílios particulares permanentes ocupados no Brasil, em 2022. Nas Favelas e Comunidades Urbanas, esse serviço era prestado a 96,7% dos domicílios particulares permanentes ocupados.</p>



<p>O percentual médio do país para esse serviço é menor que o das Favelas e Comunidades. Além disso, em 20,7% dos domicílios em Favelas e Comunidades, a coleta era através de caçambas, enquanto na média do país esse percentual era de 8,6%.</p>



<p>Santa Catarina (99,1%), Paraná (98,7%) e Espírito Santo (98,6%) tinham as maiores taxas de coleta de lixo por serviço de limpeza diretamente no domicílio ou em caçamba, e Roraima (84,3%), Alagoas (92,1%) e Maranhão (92,5%), as menores.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="750" height="689" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2024/11/17311863980418077566474144008329.png" alt="" class="wp-image-24096" srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2024/11/17311863980418077566474144008329.png 750w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2024/11/17311863980418077566474144008329-600x551.png 600w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /></figure>



<p><strong>Proporção de pessoas brancas nas Favelas é menor que a média do país</strong></p>



<p>As proporções de pessoas que se declararam pardas (56,8%) e pretas (16,1%) na população das Favelas e Comunidades Urbanas é superior aos percentuais observados na população total (respectivamente 45,3% e 10,2%). Por outro lado, a proporção das pessoas brancas na população do país (43,5%) é bastante superior ao percentual observado nas Favelas e Comunidades Urbanas (26,6%). Já a proporção de indígenas na população das Favelas e Comunidades Urbanas é a mesma da proporção na população total do país, 0,8%.</p>



<p>Letícia lembra que, “entre os Censos de 2010 e 2022, seja na população total ou na população das Favelas e Comunidades Urbanas, diminuiu a proporção de pessoas que se declararam de cor ou raça branca e cresceu a proporção de pessoas que se declararam pretas ou pardas”.</p>



<p>Na região Norte, 12,6% da população indígena residia em Favelas e Comunidades Urbanas. No Amazonas, essa proporção chegava a 17,9% e no Rio de Janeiro, a 12,7%. Em São Paulo, o estado mais populoso, a proporção de indígenas morando em favelas e comunidades urbanas era de 9,6%.</p>



<p><strong>População das favelas é mais jovem</strong></p>



<p>A população das favelas é mais jovem que a do país como um todo. A idade mediana da população do país era 35 anos e, nas Favelas e Comunidades Urbanas, 30 anos.</p>



<p>O índice de envelhecimento nas Favelas e Comunidades é de 45 idosos (60 anos ou mais) para cada 100 crianças de 0 a 14 anos, bem menor que o da população do país (80 idosos para cada 100 crianças). A disparidade entre os índices de envelhecimento da população total e das Favelas e Comunidade era mais intensa, respectivamente, no Sudeste (98 para 46) e no Sul (95 para 43) e menos intensa no Norte (41 para 38).</p>



<p>A distribuição da população por sexo nas Favelas e Comunidades Urbanas (48,3% para homens e 51,7% para mulheres) não diferiu significativamente da encontrada no conjunto do país (48,5% para homens e 51,5% para mulheres).</p>



<p><strong>Favelas têm 6,5 estabelecimentos religiosos para cada escola</strong></p>



<p>Entre os 958.251&nbsp;estabelecimentos encontrados pelo Censo 2022 nas Favelas e Comunidades Urbanas, 7.896 eram de ensino, 2.792 eram de saúde e 50.934&nbsp;eram estabelecimentos religiosos. Proporcionalmente, nas Favelas e Comunidades Urbanas, havia 18,2 estabelecimentos religiosos para cada estabelecimento de saúde e 6,5 estabelecimentos religiosos para cada estabelecimento de ensino. Vale ressaltar que do total de estabelecimentos em Favelas e Comunidades Urbanas, em 2022, 64,3% eram estabelecimentos de outras finalidades (oficinas mecânicas, bancos, farmácias, escritórios, lojas e comércio em geral etc.) e 29,1% de edificações em construção ou em reforma.</p>



<p>Em relação ao total de estabelecimentos do país, divulgados pelo IBGE em junho deste ano, as favelas e comunidades concentram 8,8% dos estabelecimentos religiosos, 7,9% das edificações em construção e reforma, 3,0% dos estabelecimentos de ensino e 1,1% dos estabelecimentos de saúde.</p>
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