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	<title>Arquivo de Estruturais - BSB REVISTA</title>
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	<title>Arquivo de Estruturais - BSB REVISTA</title>
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		<title>Avião que caiu teve &#8216;dano estrutural&#8217; dias antes, ar condicionado quebrado, cadeira quebrada, e gelo na Asa fotografado horas antes da queda, além de sistema operado com palito de dente</title>
		<link>https://bsbrevista.com.br/2024/08/12/aviao-que-caiu-teve-dano-estrutural-dias-antes-ar-condicionado-quebrado-cadeira-quebrada-e-gelo-na-asa-fotografado-horas-antes-da-queda-alem-de-sistema-operado-com-palito-de-dente/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Calango]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Aug 2024 12:31:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AVIAÇÃO]]></category>
		<category><![CDATA[Caiu]]></category>
		<category><![CDATA[Danos]]></category>
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		<category><![CDATA[Problemas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Avião que caiu teve 'dano estrutural' dias antes, ar condicionado quebrado, cadeira quebrada, e gelo na Asa fotografado horas antes da queda, além de sistema operado com palito de dente</p>
<p>O post <a href="https://bsbrevista.com.br/2024/08/12/aviao-que-caiu-teve-dano-estrutural-dias-antes-ar-condicionado-quebrado-cadeira-quebrada-e-gelo-na-asa-fotografado-horas-antes-da-queda-alem-de-sistema-operado-com-palito-de-dente/">Avião que caiu teve &#8216;dano estrutural&#8217; dias antes, ar condicionado quebrado, cadeira quebrada, e gelo na Asa fotografado horas antes da queda, além de sistema operado com palito de dente</a> apareceu primeiro em <a href="https://bsbrevista.com.br">BSB REVISTA</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<h6 class="wp-block-heading">Em março, o avião da Voepass registrou problema hidráulico e contato anormal com a pista que provocou &#8216;dano estrutural&#8217;, deixando a aeronave 4 meses fora de operação </h6>



<p></p>



<p>O avião que caiu em Vinhedo, São Paulo na última semana era uma verdadeira arapuca, mas a Anac diz que estava ótimo para voar.</p>



<p>A Agencia Nzcional de Aviação Civil  sabia que a aeronave teve danos estruturais que inviabilizariam a utilização do avião, mas mesmo assim colocou a voda dos passageiros em risco e 62 morretam na hora, na tarde de sexta-feira (9).</p>



<p></p>



<p>tinha sofrido um dano estrutural recente</p>



<p>Problemas com ar-condicionado, falha no sistema hidráulico e contato anormal com a pista. Esses são apenas alguns dos problemas recentes pelos quais passou o&nbsp;avião turboélice modelo ATR-72-500 da Voepass antes de cair repentinamente na cidade de Vinhedo, no interior de São Paulo, que já sabemos.</p>



<p>A Anac simplesmente ignorou que a aeronave prefixo PS-VPB vinha enfrentando uma série de paradas para manutenção e nãodeveria estar em uso.&nbsp;</p>



<p>No dia 11 de março deste ano, o ATR da Voepas viajou de Recife para Salvador, e um relatório oficial descreveu problemas no sistema hidráulico durante o voo. Houve também um &#8220;contato anormal&#8221; da aeronave com a pista na hora do pouso.  Esse contato anormal foi um choque da cauda do avião com a pista e essa batida causou um &#8220;dano estrutural&#8221; na aeronave, segundo foi relatado no sistema de manutenção da empresa.</p>



<p>Ou seja, a estrutura da aeronave ficou comprometida. Mesmo assim não houve nenhuma intervenção da da Anac.</p>



<p></p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://s2-g1.glbimg.com/PomicDmhz7VBIiudXEnRYooIhXk=/0x0:773x447/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2024/K/4/dZflRjQeqwCv22fABSsA/captura-de-tela-2024-08-11-212126.png" alt="Relatório aponta dano estrutural em aeronave ocorrido em março — Foto: TV Globo/Reprodução"/></figure>



<p>Relatório aponta dano estrutural em aeronave ocorrido em março deste ano</p>



<p>A Anac não informa nenhuma decisão ou relato sobre o problema hidráulico.</p>



<p>Este tipo de problema em qualquer aeronave, seja um ATR, seja um boeing, seja um Airbus, é altamente significativo e deve ser reportado e avaliado, mas não há informações na Anac.</p>



<p>A Anac também não dispõe de informações sobre que tipo de correção foi efetuada pelo grupo Voepass na sua manutenção, para disponibilizar a aeronave a voo depois do dano estrutural nem do vazamento hidráulico. </p>



<p>A aeronave ficou parada em Salvador por 17 dias, até 28 de março, quando voou para passar por consertos na oficina da Voepass, em Ribeirão Preto (SP).</p>



<p>O avião só voltou a voar comercialmente no dia 9 de julho, mais de três meses depois. A primeira rota foi de Ribeirão Preto para Guarulhos, mas houve uma despressurização em voo no mesmo dia e o ATR retornou, sem passageiros, para Ribeirão Preto, onde ficou parado mais quatro dias para reparos.</p>



<p>No dia 13 de julho, finalmente a aeronave retomou as atividades, até que 26 dias depois, matar todos que estavam dentro da aeronave que caiu na sexta passada.</p>



<p><a href="https://bsbrevista.com.br/2024/08/11/jornalista-filmou-pessoas-passando-mal-com-calor-dentro-do-aviao-que-caiu-em-sp-matando-todos-passageiros-assista/">Um dia antes do acidente, a jornalista Daniela Arbex pegou o avião e fez um relato de que o ar-condicionado não estava funcionando</a>. As pessoas tentavam se refrescar como podiam, e um homem chegou até a tirar a camisa por causa do calor.</p>



<p>“Eu fiquei muito angustiada diante daquela situação, porque eu pensei assim, se eles não são capazes de fazer uma manutenção adequada num simples ar-condicionado, será que esse voo é seguro?”, falou Arbex.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Formação de gelo nas asas</h2>



<p>Outro ponto importante a ser analisado é a presença de gelo na rota. Outros pilotos que passaram pelo mesmo trecho naquele dia, enfrentaram esse problema.</p>



<p>As causas do acidente ainda vão ser profundamente investigadas, mas é natural que, no meio aeronáutico, ali entre os pilotos, tenha surgido com força a hipótese de acúmulo de gelo nas asas. primeiro porque o boletim de meteorologia de fato mostrava formação severa de gelo no trajeto.</p>



<p>Outro fator levado em consideração é que, 30 anos atrás, nos Estados Unidos, aconteceu um acidente muito parecido também com um ATR. Era um avião da<em>&nbsp;American Eagle</em>, que é uma subsidiária da American Airlines para voos mais curtos.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://s2-g1.glbimg.com/DEA3zy9dEkV-_etxuNh9F4tcNFY=/0x0:819x482/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2024/w/c/F2wqZFSJygPPYtADDLvA/captura-de-tela-2024-08-11-212715.png" alt="Avião de companhia americana caiu por excesso de gelo — Foto: TV Globo/Reprodução"/><figcaption class="wp-element-caption">Avião de companhia americana caiu por excesso de gelo</figcaption></figure>



<p></p>



<p>Neste caso, também houve uma queda brusca e as investigações mostraram que a causa era um acúmulo de gelo nas asas.</p>



<p>Em um voo de Indianápolis para Chicago, a investigação mostrou que o sistema que infla na parte da frente das asas para quebrar o gelo não conseguiu expulsar tudo. Com isso, o gelo que ficou foi o suficiente para derrubar o avião.</p>



<p>Para piorar a situação, um passageiro de um voo anterior da Voepas fotografou acúmulo de gelo nas asas do ATR.  Ele viajou no voo 2282, entre Guarulhos (SP) e Cascavel (PR), última rota completa da aeronave antes do acidente. A foto foi tirada às 11h02.</p>



<p>&#8220;Eu tinha acordado, olhei para a janela e vi o gelo. Nunca tinha visto gelo assim em um avião. Isso não me assustou, mas me deixou impressionado, e pensei: &#8216;nossa, que perigoso, deve estar muito frio.&#8217; &#8220;, disse o passageiro Rubens Souza, que fotografou a asacom gelo.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="640" height="480" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2024/08/image-24.png" alt="" class="wp-image-21004" srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2024/08/image-24.png 640w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2024/08/image-24-600x450.png 600w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /><figcaption class="wp-element-caption">Asa do avião que caiu com formação de gelo irregular, menos de 4 horas antes do acidente fatal </figcaption></figure>



<p>A hipótese de que nuvens tenham ontribuído para a queda do ATR 72</p>



<p><strong>Veja, na arte abaixo, onde fica o sistema inflável:</strong></p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://s2-g1.glbimg.com/LeAGg_hGyvTnFXJyzIu-tEDRNTk=/0x0:893x478/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2024/s/B/apaYVEQRmyOsJcAqTAYw/captura-de-tela-2024-08-11-212748.png" alt="Sistema inflável é usado para tirar gelo da asa do avião — Foto: TV Globo/Reprodução"/><figcaption class="wp-element-caption">Sistema inflável é usado para tirar gelo da asa do avião</figcaption></figure>



<p></p>



<p>Graças ao que se aprendeu nesse desastre, o sistema inflável passou a ocupar uma área maior das asas.</p>



<p>O sistema é  uma proteção de borracha, tipo um balão que vai inflando e retraindo e quebra o gelo.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Entendendo o ATR</h2>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://s2-g1.glbimg.com/ohpPOGRvHBvxf6wr1rTwQRNbSG4=/0x0:771x399/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2024/L/8/lIf9DpTbC3HvS0JDC1xg/captura-de-tela-2024-08-11-213121.png" alt="Aeronave do modelo ATR — Foto: TV Globo/Reprodução"/><figcaption class="wp-element-caption">Aeronave do modelo ATR</figcaption></figure>



<p></p>



<p>Esse tipo de avião é um turbo-hélice, uma classe que voa justamente nas altitudes onde o gelo costuma se formar.</p>



<p>É utilizado na aviação regional. </p>



<p></p>



<p>“As aeronaves voam em altitudes passiveis de formação de gelo em suas asas e outros pontos e possuem sistemas para evitar que isso seja um problema. Existem sistemas para derreter esse gelo.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://s2-g1.glbimg.com/uAe817uhXGb26fy6KCTh5eIgp50=/0x0:892x472/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2024/U/b/szOAYBSKevFpdx9S52bg/captura-de-tela-2024-08-11-214740.png" alt="Sistema antigelo é utilizado nesse tipo de aeronave. — Foto: TV Globo/Reprodução"/><figcaption class="wp-element-caption">Sistema antigelo é utilizado nesse tipo de aeronave</figcaption></figure>



<p>São utilizados  resistores que aquecem e não permitem congelar ,  ou, se formar o gelo, ele derrete. Os resistirem são geralmente colocados nos tubos de pitô, na entrada do motor, no para-brisa . O piloto, quando está indo para uma região passível de formação de gelo, ele liga esse sistema”, completa.</p>



<p>Outro ponto muito sensível é a asa. O acúmulo de gelo diminui a velocidade e, em consequência, a sustentação.</p>



<p>Se houver formação de gelo na parte frontal da Asa, a crosta modifica a aerodinâmica e é pode haver acidentes. </p>



<p></p>



<p>Além de tudo isso, há um recurso clássico: voar em altitude mais baixa e, para isso, não precisa nem esperar que o controle autorize.</p>



<p>Segundo a Aeronáutica, não houve pedido do ATR para voar mais baixo. E dados do site Flight Radar, que acompanha voos pelo mundo, mostram o avião nivelado a 17 mil pés, cerca de 5 mil metros. Pouco antes da queda, ele baixa para 16.700 pés e, de repente, volta para 17.200, quando inicia a queda no que os especialistas chamam de “parafuso chato”.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://s2-g1.glbimg.com/rTm2Cs-5qzSzOarFOdMBtK5B1AE=/0x0:817x443/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2024/7/K/XX213ORXSNxZnHBcwuQA/captura-de-tela-2024-08-11-213206.png" alt="Avião teve queda brusca após subir de altitude. — Foto: TV Globo/Reprodução"/><figcaption class="wp-element-caption">Avião teve queda brusca após subir de altitude</figcaption></figure>



<p></p>



<p>Na linguagem da aeronáutica, se diz que o avião entrou em stol, que é a perda de sustentação e depois caiu.</p>



<p>Todos esses dados técnicos se somam a informações sobre os métodos da empresa Voepass e também da antecessora, a Passaredo.</p>



<p>“Depois da pandemia, os tripulantes têm percebido níveis de fadiga ainda maiores. Os relatos mais recentes da Passaredo com relação à área de manutenção são por conta dos sistemas de ar-condicionado, que vinham apresentando algumas precariedades”, diz o diretor-presidente dos aeronautas, Henrique Haaklander.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://s2-g1.glbimg.com/cVW9BI12twApx83PbwT0ksy3HaY=/0x0:875x516/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2024/7/i/1DqRO6QNGu8a5VGSVPAw/captura-de-tela-2024-08-11-213335.png" alt="Ex-comissário relata situação dos aviões da empresa — Foto: TV Globo/Reprodução"/></figure>



<p>Ex-comissário relata situação dos aviões da empresa </p>



<p>Um ex-comissário da empresa fez duras críticas à manutenção das aeronaves.</p>



<p>“A empresa colocava a segurança em segundo ou terceiro plano. Visava mais o lucro e a gente tinha um avião que apelidava de Maria da Fé, pra você ter ideia. Porque só voava pela fé. Porque não tinha explicação de como o avião daquele estava voando”, diz o funcionário que pediu para não se identificar.</p>



<p>JJJá um comandante fez questão de se identificar. O comandante Guardiola voou 15 mil horas nesse avião na Passaredo, em 2019. Ele nunca se esqueceu de uma situação inusitada justamente no botão que aciona o sistema antigelo.</p>



<p>“O problema foi detectado no nível de aquecimento de um dos sistemas. A solução encontrada pela manutenção foi a colocação de um palito de fósforo, ou sei lá, um palito de dente. Eu vi com esses olhos que a terra há de comer”, conta.</p>



<p>É sempre importante lembrar que as investigações sobre o desastre em vinhedo ainda estão no começo e que novos dados, principalmente das caixas pretas, podem mudar o rumo das apurações. Mas, por enquanto, o que se sabe é:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Por algum motivo técnico,&nbsp;os pilotos não perceberam o acúmulo do gelo na asa e seguiram voando na mesma altitude até perder a sustentação;</li>



<li>Os&nbsp;pilotos perceberam o acúmulo de gelo, mas os procedimentos seguidos não resolveram e o avião perdeu a sustentação;</li>



<li>Além da questão do gelo,&nbsp;pode ter havido algo relacionado ao “dano estrutural” que os mecânicos detectaram em março passado.</li>
</ul>



<p>“Eu queria encorajar todo mundo que já passou pela empresa a poder relatar, para poder evitar que alguma outra coisa possa acontecer no futuro. Tem muita negligência com a segurança”, diz o ex-comissário da empresa.</p>



<p>“Ali os pilotos eram passageiros. Eu tenho certeza absoluta que eles caíram, morreram lutando. Eles morreram tentando fazer o que podiam fazer”, conclui Diego.</p>



<p>A Voepass Linhas Aéreas disse que  informações relacionadas à investigação serão restritas à Aeronáutica e outras autoridades.</p>



<p>Sobre o dispositivo antigelo e o ar condicionado, a companhia afirmou que o ATR estava&nbsp;&#8220;aeronavegável&#8221;, com todos os sistemas requeridos em funcionamento, cumprindo requisitos e exigências das autoridades.</p>



<p>A Voepass disse que&nbsp;cumpre e respeita as legislações trabalhistas, e que o esforço principal da companhia, neste momento de dor, está em apoiar e dar assistência às famílias dos passageiros e tripulantes que estavam a bordo</p>
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