<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivo de Estudo - BSB REVISTA</title>
	<atom:link href="https://bsbrevista.com.br/tag/estudo/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://bsbrevista.com.br/tag/estudo/</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Sun, 21 Sep 2025 04:25:22 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.4</generator>

<image>
	<url>https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2022/06/cropped-cropped-BSB-REVISTA-quadrado-32x32.png</url>
	<title>Arquivo de Estudo - BSB REVISTA</title>
	<link>https://bsbrevista.com.br/tag/estudo/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Pesquisa brasileira descobre que cera de ouvido pode ajudar a detectar câncer</title>
		<link>https://bsbrevista.com.br/2025/09/21/pesquisa-brasileira-descobre-que-cera-de-ouvido-pode-ajudar-a-detectar-cancer/</link>
					<comments>https://bsbrevista.com.br/2025/09/21/pesquisa-brasileira-descobre-que-cera-de-ouvido-pode-ajudar-a-detectar-cancer/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Calango]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Sep 2025 04:25:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Câncer]]></category>
		<category><![CDATA[Cera]]></category>
		<category><![CDATA[Estudo]]></category>
		<category><![CDATA[Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Goiás]]></category>
		<category><![CDATA[Ouvido]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://bsbrevista.com.br/?p=33993</guid>

					<description><![CDATA[<p>Estudo da Universidade Federal de Goiás mostra que exames feitos com cera de ouvido pode ajudar a detectar câncer antes do aparecimento do tumor Uma [...]</p>
<p>O post <a href="https://bsbrevista.com.br/2025/09/21/pesquisa-brasileira-descobre-que-cera-de-ouvido-pode-ajudar-a-detectar-cancer/">Pesquisa brasileira descobre que cera de ouvido pode ajudar a detectar câncer</a> apareceu primeiro em <a href="https://bsbrevista.com.br">BSB REVISTA</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h6 class="wp-block-heading">Estudo da Universidade Federal de Goiás mostra que exames feitos com cera de ouvido pode ajudar a detectar câncer antes do aparecimento do tumor</h6>



<p>Uma pesquisa de cientistas brasileiros com a cera do ouvido está trazendo resultados promissores para antecipar o diagnóstico do câncer.</p>



<p>A cera que se acumula no ouvido tem valor científico incalculável para os pesquisadores da Universidade Federal de Goiás.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="678" height="452" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/09/1758428306911204464060201964098.jpg" alt="" class="wp-image-33994" srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/09/1758428306911204464060201964098.jpg 678w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/09/1758428306911204464060201964098-600x400.jpg 600w" sizes="(max-width: 678px) 100vw, 678px" /><figcaption class="wp-element-caption">Pesquisa de universidade brasileira descobre que cera de ouvido pode ajudar a detectar câncer — Foto: Reprodução/Jornal Nacional</figcaption></figure>



<p>&#8220;Ela é uma pepita de ouro que tá trazendo informações do corpo humano pra nós. E ela tá num lugar relativamente protegido de influências externas, de contaminações externas e é de fácil coleta&#8221;, afirma Camilla Oliveira, médica otorrinolaringologista.</p>



<p>A cera coletada é analisada no laboratório. O resultado identifica se há alterações de saúde.</p>



<p>&#8220;Se nosso organismo está bem, a composição química da cera do ouvido é uma. Se ele tá com alguma alteração que possa implicar numa doença, essa composição se altera. Então a cera de ouvido pra nós hoje é como se fosse uma impressão digital da nossa condição de saúde&#8221;, diz Nelson Antoniosi Filho, professor da UFG e coordenador da pesquisa.</p>



<p>Essa pesquisa usando a cera do ouvido começou há dez anos e, desde então, as descobertas têm sido promissoras.&nbsp;Primeiro, os cientistas detectaram diabetes e câncer. Agora, o estudo revelou uma nova informação que deixou os pesquisadores ainda mais entusiasmados.</p>



<p>&#8220;Ele permite diagnosticar etapas anteriores ao câncer. Então isso, com certeza, vai facilitar muito o processo de tratamento e vai diminuir o sofrimento de pacientes&#8221;, anima-se Nelson.</p>



<p>A pesquisa da UFG é desenvolvida em parceria com o Hospital Amaral Carvalho, em Jaú, interior de São Paulo, especializado no tratamento do câncer.</p>



<p>O trabalho coletou amostras de 751 voluntários, 220 não tinham nenhum diagnóstico anterior. Em cinco deles, o teste identificou substâncias atípicas, que poderiam ser indícios de câncer. Exames convencionais, feitos depois, diagnosticaram a doença. Outros 531 voluntários já estavam em tratamento oncológico.&nbsp;A análise da cera do ouvido indicou a doença em todos.</p>



<p>O José Luiz teve câncer de próstata em 2012, e se curou. Em 2019 se voluntariou a fazer o teste com a cera de ouvido, que apontou células cancerígenas. Um exame de imagem confirmou que era outro câncer, agora na região pélvica.</p>



<p>&#8220;Pra minha surpresa, o meu deu positivo. Aí foi um impacto&#8221;, conta José Luiz Spigolon, voluntário da pesquisa.</p>



<p>Ele precisou fazer 36 sessões de radioterapia. Novos testes com a cera apontaram a remissão do câncer. Agora, outros exames mostram que ele está curado.</p>



<p>&#8220;Quanto antes a descoberta, quanto mais cedo é diagnosticada a presença do câncer no organismo, maior é a possibilidade de cura total&#8221;, completa José Luiz.</p>



<p>O resultado da pesquisa foi publicado numa das mais importantes revistas do mundo, a Scientific Reports.</p>



<p>A previsão é que, num futuro próximo, exames feitos a partir da cera seja tão comum como a coleta de sangue para análises clínicas, aponta o estudo. As amostras indicam que as coletas do tamanho de um grão de arroz já são capazes de revelar se há ou não indícios de câncer em alguma parte do corpo. </p>
<div id="bsbre-215695920" class="bsbre-depois-do-conteudo-2 bsbre-entity-placement" style="clear: both;"><img decoding="async" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado.jpg" alt=""  srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado.jpg 1048w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-600x600.jpg 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-1024x1024.jpg 1024w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-60x60.jpg 60w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-768x768.jpg 768w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-900x900.jpg 900w" sizes="(max-width: 1048px) 100vw, 1048px" width="1048" height="1048"   /></div><br style="clear: both; display: block; float: none;"/><div id="bsbre-1642013768" class="bsbre-depois-do-conteudo bsbre-entity-placement"><img decoding="async" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista.jpg" alt=""  srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista.jpg 937w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista-600x321.jpg 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista-768x411.jpg 768w" sizes="(max-width: 937px) 100vw, 937px" width="937" height="502"   /></div><p>O post <a href="https://bsbrevista.com.br/2025/09/21/pesquisa-brasileira-descobre-que-cera-de-ouvido-pode-ajudar-a-detectar-cancer/">Pesquisa brasileira descobre que cera de ouvido pode ajudar a detectar câncer</a> apareceu primeiro em <a href="https://bsbrevista.com.br">BSB REVISTA</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://bsbrevista.com.br/2025/09/21/pesquisa-brasileira-descobre-que-cera-de-ouvido-pode-ajudar-a-detectar-cancer/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>11</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Instituto oferece mais de 60 mil bolsas de estudos para  negros em todo o Brasil</title>
		<link>https://bsbrevista.com.br/2025/09/15/instituto-oferece-mais-de-60-mil-bolsas-de-estudos-para-negros-em-todo-o-brasil/</link>
					<comments>https://bsbrevista.com.br/2025/09/15/instituto-oferece-mais-de-60-mil-bolsas-de-estudos-para-negros-em-todo-o-brasil/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Sep 2025 20:19:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[EDUCAÇÃO]]></category>
		<category><![CDATA[Bolsa de estudo]]></category>
		<category><![CDATA[Bolsas]]></category>
		<category><![CDATA[Emprego]]></category>
		<category><![CDATA[Estudo]]></category>
		<category><![CDATA[Mover]]></category>
		<category><![CDATA[Negros]]></category>
		<category><![CDATA[vagas]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://bsbrevista.com.br/?p=33807</guid>

					<description><![CDATA[<p>O Movimento pela Equidade Racial (MOVER) inicia nesta segunda-feira (15), a maior ação para formação de pessoas negras desde a sua fundação. Por meio da [...]</p>
<p>O post <a href="https://bsbrevista.com.br/2025/09/15/instituto-oferece-mais-de-60-mil-bolsas-de-estudos-para-negros-em-todo-o-brasil/">Instituto oferece mais de 60 mil bolsas de estudos para  negros em todo o Brasil</a> apareceu primeiro em <a href="https://bsbrevista.com.br">BSB REVISTA</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Movimento pela Equidade Racial (MOVER) inicia nesta segunda-feira (15), a maior ação para formação de pessoas negras desde a sua fundação. Por meio da iniciativa “MOVER o seu Futuro”, serão oferecidas mais de 60 mil bolsas em diversos programas para todas as etapas da carreira. </p>



<p>O “MOVER o seu Futuro” tem o propósito de ampliar o acesso à educação e ao desenvolvimento profissional de pessoas negras por meio de bolsas de estudo. A ação integra o objetivo estratégico do MOVER, de gerar 3 milhões de oportunidades de capacitação, conexão com emprego e empreendedorismo para pessoas negras até 2030.</p>



<p><em>“Juntamos diversos parceiros para oferecer oportunidades voltadas para cada momento de carreira das pessoas negras, desde aqueles que estão iniciando no mercado de trabalho, até aqueles que já estão ou almejam posições de liderança. Nossa meta é fortalecer trajetórias individuais e impulsionar mudanças estruturais no mercado de trabalho</em>”, afirma Luciene Malta, head de Comunicação e Relações Institucionais do MOVER.</p>



<p>Para saber quais os melhores cursos para se inscrever, os participantes terão acesso a um teste rápido online. A partir de repostas sobre interesses pessoais e profissionais, a plataforma do MOVER indicará os cursos para o perfil de cada participante. Também será possível realizar inscrição em mais de um curso de forma simultânea.</p>



<p>A campanha “MOVER o seu Futuro” conta com o apoio institucional do Ministério da Igualdade Racial (MIR). Além do MIR, outros importantes parceiros institucionais já confirmaram que se unirão à campanha para garantir que as oportunidades cheguem na maior quantidade possível de pessoas negras. Somadas, essas instituições possuem mais de 500 mil pessoas negras cadastradas em seus mailings, são elas: Educafro, Instituto Four, ID_BR, Instituto Coca-Cola Brasil, Todxs, Future in Black, CEERT, Grupo Espaço Negro e Instituto Guetto.</p>



<p><strong>Conheça as oportunidades:</strong></p>



<p><strong>Afreektech:</strong>&nbsp;Voltado a jovens negros interessados em tecnologia e carreiras digitais, o programa Afreektech, realizado pelo Movimento Black Money com apoio do MOVER, oferece trilhas em áreas como marketing digital com IA, ciência de dados, vendas B2B e transformação digital. O objetivo é democratizar o acesso ao mercado de tecnologia e reconhecer trajetórias por meio de certificações e uma comunidade de apoio.</p>



<p><strong>Lideranças do Futuro:</strong>&nbsp;Desenvolvido em parceria com o Instituto Four, é um programa online gratuito destinado a profissionais negros que almejam cargos de liderança. O objetivo é desenvolver competências de gestão de carreira, liderança de alta performance e protagonismo, por meio de masterclasses com líderes renomados, além de conteúdos de autoestudo com atividades práticas e certificação.</p>



<p><strong>Anhanguera Cursos Livres:</strong>&nbsp;Com bolsas exclusivas para pessoas negras, o programa oferece cursos livres em áreas como negócios, tecnologia e marketing. O objetivo é promover inclusão acadêmica e profissional, oferecendo formação contínua para impulsionar trajetórias de carreira. A grade contempla cinco eixos: Tecnologia e Inovação; Liderança e Gestão de Pessoas; Comunicação e Marketing Digital; Gestão Empresarial; e Sustentabilidade e Inclusão. Todos os cursos possuem duração de 40 horas e dão direito a certificado.</p>



<p><strong>Estácio Cursos Livres:</strong>&nbsp;Serão oferecidas bolsas para cursos livres e destinados exclusivamente a pessoas negras. A iniciativa busca expandir oportunidades de formação acadêmica e profissional em áreas estratégicas para o mercado de trabalho. Todos os cursos possuem duração de 40 horas e dão direito a certificado.</p>



<p><strong>MOVER Mundo:</strong>&nbsp;Voltado a pessoas negras que desejam aprender idiomas para ampliar suas oportunidades profissionais, o programa oferece curso online gratuito em parceria com a EF. Com duração de seis meses, serão oferecidas trilhas personalizadas de aprendizagem em quatro idiomas (alemão, espanhol, francês e sueco) com foco no conteúdo geral, profissional e de negócios. Ao se inscrever, fica liberado o acesso ao curso dos quatro idiomas de uma única vez e o usuário poderá navegar pela plataforma online na formação que preferir, alternando entre eles.. Os cursos contam com certificado internacional.</p>



<p><strong>MOVER Mais Negócios:</strong>&nbsp;Realizado em parceria com o Sebrae, a iniciativa é destinada a empreendedores negros (MEI, ME e EPP), que buscam fortalecer negócios já existentes e ampliar as oportunidades de integração com grandes empresas. O foco está em capacitação sobre temas relevantes. Ao todo, são 30 mil vagas disponíveis. Uma outra iniciativa importante, são as rodadas de negócios e networking dos empreendedores com empresas associadas ao Mover, ao longo do ano alguns participantes são contemplados com um convite para participar desta ação.</p>



<p><strong>Plataforma PROA</strong>: um curso online desenvolvido pelo Instituto, que tem como objetivo preparar jovens entre 17 e 22 anos, vindos de escolas públicas, a se capacitarem para o mercado de trabalho; o curso foca no desenvolvimento de habilidades socioemocionais e competências técnicas, além de oferecer apoio para a conquista do tão sonhado primeiro emprego.</p>



<p><strong>Coletivo Coca-Cola Jovem:</strong>&nbsp;Curso 100% online, gratuito e ofertado em diferentes plataformas, como o Whatsapp e aplicativo, é feito para jovens em situação de vulnerabilidade social entre 16 e 29 anos. O programa capacita e conecta jovens a vagas de emprego que estejam alinhadas com os seus perfis, considerando uma base de mais de 400 empresas parceiras. O programa oferece 12 videoaulas criadas com base no conceito de nanolearning (pílulas de conteúdo) para capacitar jovens sobre o mundo do trabalho, com dicas de elaboração de plano de vida e preparação para entrevistas de emprego. Após a formação, os jovens recebem um certificado e podem se cadastrar em uma comunidade que oferece vagas exclusivas para os formandos.</p>



<p>As inscrições ficarão abertas até 15 de outubro e todas as informações estão disponíveis neste <a href="https://jornada.somosmover.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">link</a>.</p>
<div id="bsbre-60724870" class="bsbre-depois-do-conteudo-2 bsbre-entity-placement" style="clear: both;"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado.jpg" alt=""  srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado.jpg 1048w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-600x600.jpg 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-1024x1024.jpg 1024w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-60x60.jpg 60w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-768x768.jpg 768w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-900x900.jpg 900w" sizes="(max-width: 1048px) 100vw, 1048px" width="1048" height="1048"   /></div><br style="clear: both; display: block; float: none;"/><div id="bsbre-35270007" class="bsbre-depois-do-conteudo bsbre-entity-placement"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista.jpg" alt=""  srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista.jpg 937w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista-600x321.jpg 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista-768x411.jpg 768w" sizes="(max-width: 937px) 100vw, 937px" width="937" height="502"   /></div><p>O post <a href="https://bsbrevista.com.br/2025/09/15/instituto-oferece-mais-de-60-mil-bolsas-de-estudos-para-negros-em-todo-o-brasil/">Instituto oferece mais de 60 mil bolsas de estudos para  negros em todo o Brasil</a> apareceu primeiro em <a href="https://bsbrevista.com.br">BSB REVISTA</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://bsbrevista.com.br/2025/09/15/instituto-oferece-mais-de-60-mil-bolsas-de-estudos-para-negros-em-todo-o-brasil/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Pantanal perdeu 61% de área alagada em 35 anos, aponta estudo do MapBiomas</title>
		<link>https://bsbrevista.com.br/2024/11/12/pantanal-perdeu-61-de-area-alagada-em-35-anos-aponta-estudo-do-mapbiomas/</link>
					<comments>https://bsbrevista.com.br/2024/11/12/pantanal-perdeu-61-de-area-alagada-em-35-anos-aponta-estudo-do-mapbiomas/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Calango]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Nov 2024 11:17:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Área Alagada]]></category>
		<category><![CDATA[Estudo]]></category>
		<category><![CDATA[MapBiomas]]></category>
		<category><![CDATA[Pantanal perdeu 61% de área alagada em 35 anos]]></category>
		<category><![CDATA[Perde]]></category>
		<category><![CDATA[Pzntanal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://bsbrevista.com.br/?p=24173</guid>

					<description><![CDATA[<p>Pantanal perdeu 61% de área alagada em 35 anos, aponta estudo do MapBiomas </p>
<p>O post <a href="https://bsbrevista.com.br/2024/11/12/pantanal-perdeu-61-de-area-alagada-em-35-anos-aponta-estudo-do-mapbiomas/">Pantanal perdeu 61% de área alagada em 35 anos, aponta estudo do MapBiomas</a> apareceu primeiro em <a href="https://bsbrevista.com.br">BSB REVISTA</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h6 class="wp-block-heading">Bioma perdeu 3,5 milhões de hectares de superfície de água e campos alagados de 1985 a 2023<br></h6>



<p>Um estudo  divulgado nesta terça-feira (12) pelo MapBiomas mostra que a área alagada do Pantanal brasileiro diminuiu 61% entre 1985 e 2023.</p>



<p>O MapBiomas é organizado de maneira colaborativa entre ONGs, universidades, laboratórios e startups de tecnologia que formam a rede dos mapeamentos da cobertura e uso da terra, além do monitoramento da superfície de água e das cicatrizes de fogo com dados desde 1985.</p>



<p>O estudo mostrou a redução da área que veio acompanhada por períodos de seca mais prolongados e cheias cada vez mais curtas, o que tem favorecido também incêndios mais intensos.</p>



<p>Em 2022, por exemplo, a área alagada do bioma foi de 3,3 milhões de hectares, 38% menor do que em 2018, ano da última grande cheia, que cobriu 5,4 milhões de hectares.</p>



<p>Além disso, segundo o levantamento, a duração das áreas alagadas também caiu. Regiões que antes ficavam submersas por mais de três meses secam agora mais rapidamente.</p>



<p>Hoje, cerca de 22% da área de savana do Pantanal, que soma 2,3 milhões de hectares, vem de locais que se tornaram secos.</p>



<p>E essa alteração no ciclo de secas e cheias aumenta as queimadas. Entre 1985 e 1990, os incêndios aconteciam em áreas em transição para pastagem. Após 2018, as queimadas tornaram-se mais comuns perto do Rio Paraguai. Já entre 2019 e 2023, o fogo atingiu 5,8 milhões de hectares, incluindo locais antes permanentemente alagados.</p>



<p>“A frequência de incêndios está associada tanto à vegetação de campo quanto aos longos períodos de seca”, explica Mariana Dias, do MapBiomas.</p>



<p>O relatório aponta ainda que em 1985, 22% das terras da Bacia do Alto Paraguai (BAP), que inclui os biomas Cerrado e Amazônia e é essencial para a hidrologia do Pantanal, tinham uso humano.</p>



<p>Em 2022, esse percentual chegou a 42%. Hoje, 83% do uso humano está concentrado no planalto da BAP. De 1985 a 2023, 5,4 milhões de hectares foram convertidos para pastagem e agricultura, dos quais 2,4 milhões eram florestas e 2,6 milhões eram savanas.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="536" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2024/11/17314101217671282235130932983489.jpg" alt="" class="wp-image-24175" srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2024/11/17314101217671282235130932983489.jpg 1024w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2024/11/17314101217671282235130932983489-600x314.jpg 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2024/11/17314101217671282235130932983489-768x402.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Bois e Jaburus caminham pelas cinzas de incêndio no Pantanal </figcaption></figure>



<p>Já na planície, a perda de vegetação natural foi menor, mas ainda significativa. Entre 1985 e 2023, 1,8 milhão de hectares foram desmatados, incluindo campos alagados e vegetação de savana.</p>



<p>As pastagens exóticas ( capim plantado por para engordar boi ) aumentaram de 700 mil para 2,4 milhões de hectares, com mais da metade desse crescimento nos últimos 23 anos.</p>



<p></p>
<div id="bsbre-4172737187" class="bsbre-depois-do-conteudo-2 bsbre-entity-placement" style="clear: both;"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado.jpg" alt=""  srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado.jpg 1048w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-600x600.jpg 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-1024x1024.jpg 1024w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-60x60.jpg 60w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-768x768.jpg 768w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-900x900.jpg 900w" sizes="(max-width: 1048px) 100vw, 1048px" width="1048" height="1048"   /></div><br style="clear: both; display: block; float: none;"/><div id="bsbre-1535013358" class="bsbre-depois-do-conteudo bsbre-entity-placement"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista.jpg" alt=""  srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista.jpg 937w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista-600x321.jpg 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista-768x411.jpg 768w" sizes="(max-width: 937px) 100vw, 937px" width="937" height="502"   /></div><p>O post <a href="https://bsbrevista.com.br/2024/11/12/pantanal-perdeu-61-de-area-alagada-em-35-anos-aponta-estudo-do-mapbiomas/">Pantanal perdeu 61% de área alagada em 35 anos, aponta estudo do MapBiomas</a> apareceu primeiro em <a href="https://bsbrevista.com.br">BSB REVISTA</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://bsbrevista.com.br/2024/11/12/pantanal-perdeu-61-de-area-alagada-em-35-anos-aponta-estudo-do-mapbiomas/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Mega pesquisa mostra impacto das mudanças climáticas na saúde das pessoas</title>
		<link>https://bsbrevista.com.br/2024/10/29/mega-pesquisa-mostra-impacto-das-mudancas-climaticas-na-saude-das-pessoas/</link>
					<comments>https://bsbrevista.com.br/2024/10/29/mega-pesquisa-mostra-impacto-das-mudancas-climaticas-na-saude-das-pessoas/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Calango]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Oct 2024 02:24:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Estudo]]></category>
		<category><![CDATA[Impzcto]]></category>
		<category><![CDATA[Pessoas]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://bsbrevista.com.br/?p=23722</guid>

					<description><![CDATA[<p>Mega pesquisa mostra impacto das mudanças climáticas na saúde das pessoas</p>
<p>O post <a href="https://bsbrevista.com.br/2024/10/29/mega-pesquisa-mostra-impacto-das-mudancas-climaticas-na-saude-das-pessoas/">Mega pesquisa mostra impacto das mudanças climáticas na saúde das pessoas</a> apareceu primeiro em <a href="https://bsbrevista.com.br">BSB REVISTA</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h6 class="wp-block-heading">Aumento da temperatura do planeta já alteraram 10 dos 15 indicadores que medem as ameaças à saúde para pior </h6>



<p>Um estudo da Lancet chocou o mundo cirntífico e revelou o impacto das mudanças climáticas que já estão sendo enfrentados pela saúde das pessoas</p>



<p>A revista científica “The Lancet” publicou nesta terça-feira (29) um estudo amplo e profundo sobre o impacto das mudanças climáticas na saúde das pessoas.</p>



<p>A crise climática derrete geleiras, espalha fogo, gera temporais, destrói casas, vidas. No dia a dia, a gente sabe: um calor inacreditável, mal-estar, cansaço, enjoo. Menos para ele. Se tem alguém que gosta do que está acontecendo, é o mosquito.</p>



<p>Calor, chuva, umidade para ele, quanto mais, melhor.&nbsp;Com as mudanças do clima aceleradas pelo homem, a capacidade de reprodução do mosquito da dengue, por exemplo, aumentou.</p>



<p>Em 2023, foram 5 milhões de casos de dengue em mais de 80 países – um&nbsp;<strong>recorde histórico</strong>.&nbsp;A maioria dos casos ocorreu no&nbsp;Brasil, no&nbsp;Peru, no&nbsp;México&nbsp;e na&nbsp;Colômbia. Mas também houve em países que não costumam conviver com a doença registros de dengue não importada, ou seja, contraída na própria região &#8211; nos&nbsp;Estados Unidos, na&nbsp;Itália, na&nbsp;França&nbsp;e na&nbsp;Espanha.</p>



<p>Segundo a revista “The Lancet”, por causa da&nbsp;<strong>emergência climática</strong>, o risco de transmissão da dengue pelo mosquito&nbsp;<em>aedes aegypti</em>&nbsp;é hoje 11% maior que na última década.</p>



<p>Esse é só um dos muitos impactos da crise climática na nossa saúde. O estudo publicado nesta terça-feira (29) na revista britânica “The Lancet” alerta que pessoas de todos os países enfrentam ameaças recordes.&nbsp;Com o aumento da temperatura do planeta, dez dos 15 indicadores que medem as ameaças à saúde pioraram agora.</p>



<p>Em 2023, as pessoas foram expostas, em média, a 50 dias a mais de temperaturas perigosas para a saúde. O impacto nos idosos chama atenção.&nbsp;As mortes de pessoas acima dos 65 anos por causa do calor aumentaram, desde 1990, em 167% – muito acima do esperado.</p>



<p>A&nbsp;<strong>insegurança alimentar</strong>&nbsp;também cresceu com o aumento das secas prolongadas.&nbsp;Marina Romanello é a diretora executiva do programa da revista “The Lancet” que fez a pesquisa. Ela é da University College, de Londres.</p>



<p>O estudo apresentado hoje, corrobora a suspeita de que o quadro climático do mundo está realmente matando mais gente.</p>



<p>Em 2024, o calor já causou mortes em vários países, incluindo:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Meca</strong>:&nbsp;Mais de mil pessoas morreram de calor durante a peregrinação do hajj, viagem dos muçulmanos até Meca
<ul class="wp-block-list">
<li><a href="https://www.uol.com.br/ecoa/ultimas-noticias/reuters/2024/07/08/2024-pode-ser-ano-mais-quente-ja-registrado-no-planeta-dizem-cientistas.htm#:~:text=A%20mudan%C3%A7a%20clim%C3%A1tica%20j%C3%A1%20desencadeou,at%C3%A9%20Meca%20%E2%80%94%20no%20m%C3%AAs%20passado."></a><img alt=""></li>
</ul>
</li>



<li><strong>Índia</strong>:&nbsp;Mais de 50 pessoas morreram devido a ondas de calor
<ul class="wp-block-list">
<li><a href="https://oestadoce.com.br/mundo/ondas-de-calor-ja-deixaram-mais-de-50-mortos-na-india-em-2024/#:~:text=Ondas%20de%20calor%20j%C3%A1%20deixaram,em%202024%20%2D%20O%20Estado%20CE"></a><img alt=""></li>
</ul>
</li>



<li><strong>México</strong>:&nbsp;Mais de 150 pessoas morreram devido a uma onda de calor</li>
</ul>



<p>De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), o calor extremo mata mais de 175 mil pessoas por ano na Europa.&nbsp;Em 2023, mais de 47 mil pessoas morreram de calor na Europa, sendo que a Grécia, Bulgária, Itália e Espanha tiveram as taxas de mortalidade mais elevadas.</p>



<p></p>
<div id="bsbre-3136372880" class="bsbre-depois-do-conteudo-2 bsbre-entity-placement" style="clear: both;"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado.jpg" alt=""  srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado.jpg 1048w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-600x600.jpg 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-1024x1024.jpg 1024w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-60x60.jpg 60w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-768x768.jpg 768w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-900x900.jpg 900w" sizes="(max-width: 1048px) 100vw, 1048px" width="1048" height="1048"   /></div><br style="clear: both; display: block; float: none;"/><div id="bsbre-3650026377" class="bsbre-depois-do-conteudo bsbre-entity-placement"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista.jpg" alt=""  srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista.jpg 937w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista-600x321.jpg 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista-768x411.jpg 768w" sizes="(max-width: 937px) 100vw, 937px" width="937" height="502"   /></div><p>O post <a href="https://bsbrevista.com.br/2024/10/29/mega-pesquisa-mostra-impacto-das-mudancas-climaticas-na-saude-das-pessoas/">Mega pesquisa mostra impacto das mudanças climáticas na saúde das pessoas</a> apareceu primeiro em <a href="https://bsbrevista.com.br">BSB REVISTA</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://bsbrevista.com.br/2024/10/29/mega-pesquisa-mostra-impacto-das-mudancas-climaticas-na-saude-das-pessoas/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Nasa diz que Brasil pode ficar inabitável em 50 anos com aquecimento global</title>
		<link>https://bsbrevista.com.br/2024/07/22/nasa-diz-que-brasil-pode-ficar-inabitavel-em-50-anos-com-aquecimento-global/</link>
					<comments>https://bsbrevista.com.br/2024/07/22/nasa-diz-que-brasil-pode-ficar-inabitavel-em-50-anos-com-aquecimento-global/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jul 2024 19:27:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Aquecimento global]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Estudo]]></category>
		<category><![CDATA[Nasa]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://bsbrevista.com.br/?p=20358</guid>

					<description><![CDATA[<p>Relatório da Agência Espacial Norte-americana prevê catástrofe ambiental causada por aquecimento global A agência espacial norte-americana (Nasa), fez um relatório com um cenário alarmante para [...]</p>
<p>O post <a href="https://bsbrevista.com.br/2024/07/22/nasa-diz-que-brasil-pode-ficar-inabitavel-em-50-anos-com-aquecimento-global/">Nasa diz que Brasil pode ficar inabitável em 50 anos com aquecimento global</a> apareceu primeiro em <a href="https://bsbrevista.com.br">BSB REVISTA</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h6 class="wp-block-heading">Relatório da Agência Espacial Norte-americana prevê catástrofe ambiental causada por aquecimento global</h6>



<p>A  agência espacial norte-americana (<a href="https://www.nasa.gov/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Nasa</a>),  fez um relatório com um cenário alarmante para o Brasil.</p>



<h6 class="wp-block-heading">Algumas regiões ultrapassaram o limiar crítico</h6>



<p>A NASA explicou ainda que,&nbsp;<strong>nos últimos 15 anos, algumas regiões subtropicais já ultrapassaram o limite crítico</strong>&nbsp;. Como resultado, prevê-se que o fenômeno possa se intensificar, bem como se espalhar para outros territórios, à medida que o aquecimento global avança, potencialmente transformando esses espaços em áreas inabitáveis.</p>



<p> Segundo a Nasa, dentro de 50 anos, o Brasil poderá se tornar inabitável devido aos efeitos do aquecimento global.</p>



<p>Utilizando dados de satélite, a Nasa mapeou as áreas mais vulneráveis do planeta, destacando o Brasil como uma das regiões que enfrentarão mudanças climáticas graves.</p>



<p>Segundo a agência espacial, o estudo identifica áreas que se tornarão inabitáveis, bem como aquelas em que a vida poderá deixar de se formar.</p>



<p>Entre as regiões mais afetadas, estão o sul da Ásia, o Golfo Pérsico, a China e o Brasil. Em fevereiro deste ano, a Nasa já havia relatado aumento de 1,5ºC na temperatura média global.</p>



<h6 class="wp-block-heading">Qiais os principais motivos para a possível inabitabilidade no Brasil?</h6>



<p><strong>Aumento do nível do mar</strong></p>



<p>O derretimento de geleiras e calotas polares está elevando o nível do mar, ameaçando cidades costeiras, como o Rio de Janeiro. A elevação do mar pode deslocar populações e causar danos significativos às infraestruturas.</p>



<p><strong>Eventos climáticos extremos</strong></p>



<p>Ondas de calor, secas prolongadas, inundações e furacões se tornarão mais frequentes e intensos. Esses eventos extremos podem devastar a agricultura, danificar infraestruturas e impactar gravemente a saúde humana.</p>



<p><strong>Mudanças nos padrões de precipitação</strong></p>



<p>Regiões áridas podem se tornar ainda mais secas, enquanto outras enfrentarão chuvas torrenciais, resultando em inundações e erosão do solo. O Nordeste brasileiro já enfrenta desafios significativos relacionados à escassez de água.</p>



<p><strong>Acidificação dos oceanos</strong></p>



<p>O aumento de dióxido de carbono na atmosfera está tornando os oceanos mais ácidos, prejudicando a vida marinha. Isso afeta especialmente corais e crustáceos, que são cruciais para os ecossistemas oceânicos.</p>



<p><strong>Perda de biodiversidade</strong></p>



<p>As mudanças climáticas podem levar à extinção de diversas espécies de plantas e animais, desestabilizando ecossistemas inteiros. Estima-se que a Amazônia possa perder até 60% de suas espécies até o fim do século.</p>



<p><strong>Impactos na saúde humana</strong></p>



<p>O calor extremo, a poluição do ar e a disseminação de doenças, como malária e dengue, aumentam o risco de problemas de saúde respiratórios, cardiovasculares e infecciosos.</p>



<p><strong>Impactos socioeconômicos</strong></p>



<p>O aquecimento global pode provocar migrações em massa, conflitos por recursos e perdas econômicas significativas. Países em desenvolvimento, como os da África e da Ásia, são particularmente vulneráveis.</p>
<div id="bsbre-2464563725" class="bsbre-depois-do-conteudo-2 bsbre-entity-placement" style="clear: both;"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado.jpg" alt=""  srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado.jpg 1048w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-600x600.jpg 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-1024x1024.jpg 1024w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-60x60.jpg 60w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-768x768.jpg 768w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-900x900.jpg 900w" sizes="(max-width: 1048px) 100vw, 1048px" width="1048" height="1048"   /></div><br style="clear: both; display: block; float: none;"/><div id="bsbre-2160036083" class="bsbre-depois-do-conteudo bsbre-entity-placement"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista.jpg" alt=""  srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista.jpg 937w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista-600x321.jpg 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista-768x411.jpg 768w" sizes="(max-width: 937px) 100vw, 937px" width="937" height="502"   /></div><p>O post <a href="https://bsbrevista.com.br/2024/07/22/nasa-diz-que-brasil-pode-ficar-inabitavel-em-50-anos-com-aquecimento-global/">Nasa diz que Brasil pode ficar inabitável em 50 anos com aquecimento global</a> apareceu primeiro em <a href="https://bsbrevista.com.br">BSB REVISTA</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://bsbrevista.com.br/2024/07/22/nasa-diz-que-brasil-pode-ficar-inabitavel-em-50-anos-com-aquecimento-global/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Dilma engavetou estudo da UFC que previu cheias no RS e propôs respostas ao caos</title>
		<link>https://bsbrevista.com.br/2024/05/08/dilma-engavetou-estudo-da-ufc-que-previu-cheias-no-rs-e-propos-respostas-ao-caos/</link>
					<comments>https://bsbrevista.com.br/2024/05/08/dilma-engavetou-estudo-da-ufc-que-previu-cheias-no-rs-e-propos-respostas-ao-caos/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 May 2024 08:47:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[acusou]]></category>
		<category><![CDATA[Bolsonaro]]></category>
		<category><![CDATA[Dilma]]></category>
		<category><![CDATA[Engavetou]]></category>
		<category><![CDATA[Estudo]]></category>
		<category><![CDATA[Filho de Lula]]></category>
		<category><![CDATA[Lulinha]]></category>
		<category><![CDATA[Marina Silva]]></category>
		<category><![CDATA[Rio grande do Sul]]></category>
		<category><![CDATA[Tragédia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://bsbrevista.com.br/?p=18459</guid>

					<description><![CDATA[<p>Dilma engavetou estudo da UFC que previu cheias no RS e propôs respostas ao caos</p>
<p>O post <a href="https://bsbrevista.com.br/2024/05/08/dilma-engavetou-estudo-da-ufc-que-previu-cheias-no-rs-e-propos-respostas-ao-caos/">Dilma engavetou estudo da UFC que previu cheias no RS e propôs respostas ao caos</a> apareceu primeiro em <a href="https://bsbrevista.com.br">BSB REVISTA</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h6 class="wp-block-heading">Informação volta à tona depois que ministra do Meio Ambiente de Lula tentou por culpa da tragédia gaúcha em Bolsonaro e Lulinha 2 no governador Ricardo Leite</h6>



<p> Depois que a ministra do Meio Ambiente e do Clima, Marina Silva, (PT) culpou o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) pelos impactos da tragédia climática no Rio Grande do Sul, a informação sobre a omissão da ex- presidente Dilma Roussef (PT), sobre estudo &#8220;Brasil 2040&#8221; que indicava a tragédia que está acontecendo no Rio Grande do Sul,  voltou a circular. </p>



<p>Em entrevista concedida à CNN Brasil na sexta-feira (3), a ministra do governo do presidente Luís Inácio Lula ds Silva ( PT), disse que o Brasil viveu um “apagão” de políticas climáticas durante a gestão de Bolsonaro.</p>



<p>O empresário Luís Cláudio Lula da Silva, o Lulinha 2, filho de Lula, também disparou fake news sobre a tragédia e culpou o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB), pelo desastre causado pelas chuvas no Estado.</p>



<p>Mas o fato é que as graves consequências humanas, sociais e econômicas das enchentes que atingem o estado no extremo sul do Brasil foram previstas em um estudo encomendado pelo Governo Federal em 2015. </p>



<p>Dois pesquisadores da UFC foram responsáveis pelo capítulo que se relaciona diretamente com o caso.</p>



<p>Há cerca de dez anos, com o relatório nas mãos, Dilma Roussef, decidiu simplesmente engavetá-lo. Os dirigentes que haviam contratado o estudo foram  demitidos.</p>



<h6 class="wp-block-heading"> Por qual motivo Dilma Roussef engavetou estudo que previa tragédia no Rio Grande do Sul?  </h6>



<p>A hidrelétrica de Belo Monte estava em pleno andamento. Foi aí que a previsão do estudo de possíveis estiagens na região norte do Brasil provocou repulsa do Governo. Lula que tinha grande influência sobre Dilma, sabia que, além do aumento do volume de chuvas no Sul do país, o estudo apontava que a Belo Monte poderia ter sua capacidade de produção de energia reduzida em 50% com a projeção da seca. Lula trabalho com afinco pata construir Belo Mónte.</p>



<p>Depois que as conclusões do estudo foram apresentadas ao Governo Federal, Rousseff fez uma reforma ministerial e trocou Marcelo Neri por Roberto Mangabeira Unger. A equipe da Secretaria de Assuntos Estratégicos foi inteiramente substituída, inclusive os responsáveis pelo estudo, Sérgio Margulis e Natalie Unterstell. O projeto “Brasil 2040” foi encerrado e as informações deixaram de ser públicas.</p>



<p>O estudo consta em um site antigo (substituído, mas ainda ativo) do Ministério do Meio Ambiente no qual foi possível visualizar o estudo &#8220;Brasil 2040&#8221;.</p>



<p> Porém, vale ressaltar que em outubro de 2015, um mês antes da Conferência de Paris, o governo resolveu lançar o estudo <strong>sem alarde, torto e incompleto</strong>. </p>



<p>O sumário executivo foi feito pela equipe que cancelou o programa. Uma reportagem da época mostrou que o Brasil 2040 foi considerado alarmista pela própria Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência. </p>



<p>Reconhecidas autoridades em recursos hídricos e questões climáticas, os engenheiros e professores da UFC, Eduardo Sávio Martins e Francisco de Assis de Souza Filho, assinaram a certeira observação no estudo Brasil 2040: <strong>“O impacto das mudanças climáticas sobre as vazões indica uma tendência de aumento na região Sul do país… Especificamente, há possibilidades de aumento de frequência dos eventos de cheia e inundações na região Sul”.</strong></p>



<p>Os pesquisadores Eduardo Sávio e Assis Souza não ficaram apenas no diagnóstico do problema. Elencaram medidas institucionais e operacionais integradas e apontaram que ações isoladas seriam ineficazes diante dos desafios. Eles foram além sugerindo ações preventivas e de mitigação, no âmbito de uma lógica proativa, com vistas à redução das vulnerabilidades dos sistemas e das populações.</p>



<p>&#8220;<em>As medidas a serem tomadas não podem ter um cunho reativo, ou seja, um planejamento de curto prazo apenas para administrar as “urgências”. Deve-se romper com a inércia e as medidas devem sinalizar ações de gestão da oferta e da demanda, fiscalização de usos e participação dos agentes sociais que possuem usos conflitantes, frente a uma realidade marcada pela incerteza e complexidade</em>&#8220;, detalharam no estudo.</p>



<p>Além da menção para os problemas hoje verificados de forma trágica no Rio Grande do Sul, o trabalho dos pesquisadores da UFC alerta para o aprofundamento das secas, com consequentes problemas nos recursos hídricos, que tendem a afetar o Nordeste e o Norte amazônico. </p>



<p></p>
<div id="bsbre-4166445182" class="bsbre-depois-do-conteudo-2 bsbre-entity-placement" style="clear: both;"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado.jpg" alt=""  srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado.jpg 1048w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-600x600.jpg 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-1024x1024.jpg 1024w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-60x60.jpg 60w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-768x768.jpg 768w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-900x900.jpg 900w" sizes="(max-width: 1048px) 100vw, 1048px" width="1048" height="1048"   /></div><br style="clear: both; display: block; float: none;"/><div id="bsbre-2869230633" class="bsbre-depois-do-conteudo bsbre-entity-placement"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista.jpg" alt=""  srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista.jpg 937w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista-600x321.jpg 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista-768x411.jpg 768w" sizes="(max-width: 937px) 100vw, 937px" width="937" height="502"   /></div><p>O post <a href="https://bsbrevista.com.br/2024/05/08/dilma-engavetou-estudo-da-ufc-que-previu-cheias-no-rs-e-propos-respostas-ao-caos/">Dilma engavetou estudo da UFC que previu cheias no RS e propôs respostas ao caos</a> apareceu primeiro em <a href="https://bsbrevista.com.br">BSB REVISTA</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://bsbrevista.com.br/2024/05/08/dilma-engavetou-estudo-da-ufc-que-previu-cheias-no-rs-e-propos-respostas-ao-caos/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>47</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Estudo brasileiro na Lancet mostra ineficácia da hidroxicloroquina para evitar internações por covid-19 ou reduzir danos causados pela doença</title>
		<link>https://bsbrevista.com.br/2022/04/13/estudo-brasileiro-na-lancet-mostra-ineficacia-da-hidroxicloroquina-para-evitar-internacoes-por-covid-19-ou-reduzir-danos-causados-pela-doenca/</link>
					<comments>https://bsbrevista.com.br/2022/04/13/estudo-brasileiro-na-lancet-mostra-ineficacia-da-hidroxicloroquina-para-evitar-internacoes-por-covid-19-ou-reduzir-danos-causados-pela-doenca/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Apr 2022 10:35:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Brasileiro]]></category>
		<category><![CDATA[Covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[Estudo]]></category>
		<category><![CDATA[Lancet]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://bsbrevista.com.br/?p=938</guid>

					<description><![CDATA[<p>a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) acompanhou os trabalhos desde o início e relatórios parciais foram enviados ao órgão.</p>
<p>"Ela recomendou um número até um pouco maior [de pacientes participantes] para aumentar o poder estatístico do estudo. Junto com outros estudos menores, que vem sendo publicados, a partir de janeiro de 2022, o Ministério da Saúde não recomenda mais a hidroxicloroquina no tratamento rotineiro da Covid", observa o médico.</p>
<p>O post <a href="https://bsbrevista.com.br/2022/04/13/estudo-brasileiro-na-lancet-mostra-ineficacia-da-hidroxicloroquina-para-evitar-internacoes-por-covid-19-ou-reduzir-danos-causados-pela-doenca/">Estudo brasileiro na Lancet mostra ineficácia da hidroxicloroquina para evitar internações por covid-19 ou reduzir danos causados pela doença</a> apareceu primeiro em <a href="https://bsbrevista.com.br">BSB REVISTA</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[

<p>Maior levantamento randomizado sobre o medicamento atestou que não houve diferença significante nos índices de casos graves ou internações ou mortes entre quem utilizou hidroxicloroquina e quem recebeu placebo.</p>


<p class="has-text-align-left">Um estudo brasileiro com a participação de 1,3 mil pacientes publicado no último dia 31 de março na revista britânica The Lancet apontou ineficácia da hidroxicloroquina para evitar internações ou casos graves da Covid-19.</p>



<p class="has-text-align-left">Maior pesquisa randomizada sobre o medicamento, o levantamento foi realizado entre 12 de maio de 2020 e 7 de julho de 2021 e é assinado por 40 pesquisadores e pelo grupo Coalisão Covid-19 Brasil, sob coordenação de Álvaro Avezum, professor da pós-graduação da Universidade de São Paulo (USP).</p>



<p class="has-text-align-left">Um dos autores, o cardiologista Joaquim Raposo aponta a maior amostragem como um dos diferenciais do trabalho.</p>



<p class="has-text-align-left">&#8220;Havia outros estudos anteriores, mas sem tanto poder estatístico, que tinham um número menor de pacientes randomizados. A ideia foi mesmo mesmo fazer um estudo que tivesse um poder estatístico de dar uma resposta definitiva&#8221;, explica o médico, que dirige o Hospital de Cordeirópolis (SP), uma das 56 instituições participantes, entre hospitais, universidades e centros de pesquisas, incluindo o Hospital Israelita Albert Einstein e o Hospital Alemão Oswaldo Cruz. </p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1008" height="456" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2022/04/quadro-anexado-ao-artigo-na-revista-the-lancet-mostra-estatisticas-para-pacientes-que-tomara-cloroquina-hcq-e-placebo-percentual-de-mortes-foi-o-mesmo.jpeg" alt="" class="wp-image-939" srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2022/04/quadro-anexado-ao-artigo-na-revista-the-lancet-mostra-estatisticas-para-pacientes-que-tomara-cloroquina-hcq-e-placebo-percentual-de-mortes-foi-o-mesmo.jpeg 1008w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2022/04/quadro-anexado-ao-artigo-na-revista-the-lancet-mostra-estatisticas-para-pacientes-que-tomara-cloroquina-hcq-e-placebo-percentual-de-mortes-foi-o-mesmo-600x271.jpeg 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2022/04/quadro-anexado-ao-artigo-na-revista-the-lancet-mostra-estatisticas-para-pacientes-que-tomara-cloroquina-hcq-e-placebo-percentual-de-mortes-foi-o-mesmo-768x347.jpeg 768w" sizes="auto, (max-width: 1008px) 100vw, 1008px" /><figcaption>The Lancet mostra quanto de ocorrências com pacientes que tomara cloroquina (HCQ) e placebo; percentual de mortes foi o mesmo </figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2022/03/IMG-20220318-WA0004-1024x172.jpg" alt="Carro &amp; Cia" class="wp-image-250" width="368" height="62" srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2022/03/IMG-20220318-WA0004-1024x172.jpg 1024w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2022/03/IMG-20220318-WA0004-300x50.jpg 300w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2022/03/IMG-20220318-WA0004-768x129.jpg 768w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2022/03/IMG-20220318-WA0004.jpg 1280w" sizes="auto, (max-width: 368px) 100vw, 368px" /><figcaption><strong>Carro &amp; Cia, o melhor em atendimento e satisfação</strong></figcaption></figure>



<p class="has-text-align-left">O critério de inclusão no estudo foi o diagnóstico positivo para Covid-19 com quadro leve ou moderado, diagnosticados até o sétimo dia por teste PCR ou de antígeno, além da presença de ao menos um fator de risco, como hipertensão, diabetes, asma ou obesidade.&nbsp;Metade dos pacientes participantes recebeu a hidroxicloroquina e metade um placebo, que não possui qualquer efeito medicinal.</p>



<p class="has-text-align-left"><strong>Faixa etária: entre 36 e 56 anos</strong></p>



<p class="has-text-align-left"><strong>Mulheres: 729 pacientes</strong></p>



<p class="has-text-align-left"><strong>Homens: 623 pacientes</strong></p>



<p class="has-text-align-left"><strong>Quadros de obesidade: 752 pacientes</strong></p>



<p class="has-text-align-left"><strong>Quadros de hiptertensão: 732 pacientes</strong></p>



<p class="has-text-align-left"><strong>Quadros de diabetes: 222 pacientes</strong></p>



<p class="has-text-align-left">&#8220;O número total de eventos adversos foi de 27,6% no grupo hidroxicloroquina e 26,1% no grupo placebo; enquanto as proporções de eventos adversos graves de 30 dias foram de 5,7% e 7,3% no grupo hidroxicloroquina e no grupo placebo, respectivamente&#8221;, diz trecho do artigo, na apresentação dos resultados.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="717" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2022/04/whatsapp-image-2022-04-07-at-11.13.21.jpeg" alt="" class="wp-image-947" srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2022/04/whatsapp-image-2022-04-07-at-11.13.21.jpeg 1000w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2022/04/whatsapp-image-2022-04-07-at-11.13.21-600x430.jpeg 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2022/04/whatsapp-image-2022-04-07-at-11.13.21-768x551.jpeg 768w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><figcaption>Cardiologista Joaquim Raposo, diretor do Hospital de Cordeirópolis (SP), um dos autores da pesquisa</figcaption></figure>



<p class="has-text-align-left">Segundo Raposo, o estudo também&nbsp;não detectou efeitos colaterais de relevância&nbsp;associados à hidroxicloroquina nos quadros estudados.</p>



<p class="has-text-align-left">&#8220;O estudo exigiu um eletrocardiograma para detectar alterações que pudessem fazer com que o uso da cloroquina aumentasse o número de arritmias, mas não foi detectado nenhum grande efeito colateral, que são arritmias e retinopatia&#8221;, explica.</p>



<p class="has-text-align-left">A pesquisa aponta que todas as mortes ocorreram durante a hospitalização devido à gravidade progressiva do Covid-19 e que não houve arritmias cardíacas graves, morte súbita ou retinopatia em ambos os grupos.</p>



<p class="has-text-align-left">&#8220;Não reduziu a incidência de casos graves e não teve significância em piora de asma, em outros quadros que foram avaliados também: asmas grave, dias de febre, presença de falta de ar, pneumonia, otite, ventilação mecânica e morte. Em todos este itens, não houve diferença significante entre hidroxicloroquina e placebo. Morte é o desfecho mais relevante que existe e&nbsp;não houve redução de mortalidade também&#8221;, destacou o cardiologista.</p>



<p class="has-text-align-left">Raposo explica que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) acompanhou os trabalhos desde o início e relatórios parciais foram enviados ao órgão.</p>



<p class="has-text-align-left">&#8220;Ela recomendou um número até um pouco maior [de pacientes participantes] para aumentar o poder estatístico do estudo. Junto com outros estudos menores, que vem sendo publicados,&nbsp;a partir de janeiro de 2022, o Ministério da Saúde não recomenda mais a hidroxicloroquina no tratamento rotineiro da Covid&#8221;, observa o médico.</p>



<p class="has-text-align-left">&#8220;Na cardiologia, [a pesquisa] teve um impacto tremendo e a gente espera que quanto mais o tempo passe, mais os médicos tomem ciência do resultado e passem a utilizar essa conclusão do estudo&#8221;, completou o cardiologista.</p>



<p></p>
<div id="bsbre-2970016346" class="bsbre-depois-do-conteudo-2 bsbre-entity-placement" style="clear: both;"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado.jpg" alt=""  srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado.jpg 1048w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-600x600.jpg 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-1024x1024.jpg 1024w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-60x60.jpg 60w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-768x768.jpg 768w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-900x900.jpg 900w" sizes="(max-width: 1048px) 100vw, 1048px" width="1048" height="1048"   /></div><br style="clear: both; display: block; float: none;"/><div id="bsbre-3512719491" class="bsbre-depois-do-conteudo bsbre-entity-placement"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista.jpg" alt=""  srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista.jpg 937w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista-600x321.jpg 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista-768x411.jpg 768w" sizes="(max-width: 937px) 100vw, 937px" width="937" height="502"   /></div><p>O post <a href="https://bsbrevista.com.br/2022/04/13/estudo-brasileiro-na-lancet-mostra-ineficacia-da-hidroxicloroquina-para-evitar-internacoes-por-covid-19-ou-reduzir-danos-causados-pela-doenca/">Estudo brasileiro na Lancet mostra ineficácia da hidroxicloroquina para evitar internações por covid-19 ou reduzir danos causados pela doença</a> apareceu primeiro em <a href="https://bsbrevista.com.br">BSB REVISTA</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://bsbrevista.com.br/2022/04/13/estudo-brasileiro-na-lancet-mostra-ineficacia-da-hidroxicloroquina-para-evitar-internacoes-por-covid-19-ou-reduzir-danos-causados-pela-doenca/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
