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	<title>Arquivo de Estupfos - BSB REVISTA</title>
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	<title>Arquivo de Estupfos - BSB REVISTA</title>
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		<title>Estupros oficiais: menina afegã conquista divórcio após anos de luta, mas Talebã anula separação garantindo a pedofilia</title>
		<link>https://bsbrevista.com.br/2024/10/03/estupros-oficiais-menina-afega-conquista-divorcio-apos-anos-de-luta-mas-taleba-anula-separacao-garantindo-a-pedofilia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Calango]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Oct 2024 10:30:03 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Afeganistão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estupros oficiais: menina afegã conquista divórcio após anos de luta, mas Talebã anula separação garantindo a pedofilia </p>
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<h6 class="wp-block-heading">Fundamentalistas têm revisado  decisões tomadas pelo governo apoiado pelos Estados Unidos, anulando milhares de casos </h6>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="984" height="554" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2024/10/17279496877204666682532742756596.jpg" alt="" class="wp-image-22831" srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2024/10/17279496877204666682532742756596.jpg 984w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2024/10/17279496877204666682532742756596-600x338.jpg 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2024/10/17279496877204666682532742756596-768x432.jpg 768w" sizes="(max-width: 984px) 100vw, 984px" /><figcaption class="wp-element-caption">Nazdana fugiu do Afeganistão com os documentos do divórcio — Foto: BBC</figcaption></figure>



<p>O drama das crianças forçadas a se casarem com adultos ainda existe neste planeta. Para Bibi Nazdana, que carrega alguns papeis como se fosse a coisa mais preciosa que possui, acrddita que os documentos seriam a garantia de sua liberdade.</p>



<p>Fugindo e abrigada apenas sob uma árvore entre duas estradas movimentadas, a jovem descansa enquanto segura os documentos.</p>



<p>Nazdzna está fugindo do Talebã e de seu &#8220;marido&#8221; algoz.</p>



<p>Os papéis representam o divórcio que ela conseguiu após uma batalha judicial de dois anos, livrando-se da vida como noiva infantil.</p>



<p>Contudo, a justiça que ela alcançou foi retirada pelas mãos de um tribunal do Talebã, que, com sua interpretação criminosa para o <em>sharia</em> (lei religiosa islâmica), efetivamente silenciou as mulheres no sistema jurídico do Afeganistão.</p>



<p>O mundo vê inerte os abusos cometidos contra as mulheres e crianças expostas ao crime oficial em pleno 2024.</p>



<p>Nazdana não está sozinha. Seu divórcio é um dos milhares de casos anulados desde que o Talebã reassumiu o poder no país, há três anos.</p>



<p>A vitória tão duramente conquistada não durou nem dez dias após o grupo chegar à capital, Cabul, e retomar o comando do&nbsp;<a href="https://bsbrevista.com.br/2023/10/08/terremoto-deixa-mais-de-2-mil-mortos-no-afeganistao/">Afeganistão</a>.</p>



<p>Hekmatullah, o homem pedofilo e estuprador a quem Nazdana foi prometida quando tinha apenas sete anos, prontamente recorreu aos tribunais para reverter a decisão que a jovem havia lutado tanto para obter.</p>



<p>Hekmatullah havia se apresentado pela primeira vez para reivindicar Nazdana como esposa quando ela tinha 15 anos.</p>



<p>Fazia oito anos que seu pai havia concordado com o que se conhece como &#8220;casamento de reparação&#8221;, uma tentativa de transformar um inimigo da família em um aliado.</p>



<p>A resposta de Nazdana foi imediata: ela buscou o tribunal, que à época operava sob o governo afegão apoiado pelos Estados Unidos, e pediu uma separação, insistindo que não podia se casar com o fazendeiro, agora em seus 20 e poucos anos.</p>



<p>Após dois anos de luta, o tribunal finalmente decidiu a seu favor. &#8220;O tribunal me parabenizou e disse: &#8216;Agora você está separada e livre para se casar com quem quiser&#8217;.&#8221;</p>



<p>No entanto, quando Hekmatullah recorreu da decisão, em 2021, Nazdana foi informada de que não poderia se defender pessoalmente no tribunal.</p>



<p>&#8220;O Talebã me disse para não voltar, pois era contra a&nbsp;<em>sharia</em>. Disseram que meu irmão deveria me representar&#8221;, relata Nazdana.</p>



<p>Seu irmão Shams, de 28 anos, complementa: &#8220;Eles nos disseram que, se não cumpríssemos, entregariam minha irmã a ele [Hekmatullah] à força.&#8221;</p>



<p>Hekmatullah, agora membro recém-integrado ao Talebã, ganhou a causa. Shams tentou convencer o tribunal em sua província natal, Uruzgan, de que a vida de sua irmã estaria em risco, mas suas palavras foram ignoradas. Sem opções, os irmãos decidiram fugir.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="1000" height="562" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2024/10/17279498695333874187146491745115.jpg" alt="" class="wp-image-22832" srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2024/10/17279498695333874187146491745115.jpg 1000w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2024/10/17279498695333874187146491745115-600x337.jpg 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2024/10/17279498695333874187146491745115-768x432.jpg 768w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><figcaption class="wp-element-caption">Nazdana e seu irmão Shams dizem que tiveram que fugir para salvar suas vidas — Foto: BBC</figcaption></figure>



<h6 class="wp-block-heading">Revisão dos processos de casamdnto (estupros contínuos oficializados) pelo Talebã</h6>



<p>Quando o Talebã reassumiu o poder, há três anos, prometeram acabar com a corrupção do passado e estabelecer &#8220;justiça&#8221; sob a&nbsp;<em>sharia</em>.</p>



<p>Desde então, alegam ter analisado cerca de 355 mil casos, dos quais a maioria eram criminais.</p>



<p>Estima-se que 40% fossem disputas de terras, enquanto 30% envolviam questões familiares, como o divórcio de Nazdana.</p>



<p>A decisão sobre o divórcio de Nazdana foi descoberta depois de vazamento de documentos  dos escritórios da Suprema Corte em Cabul.</p>



<p>Abdulwahid Haqani, porta-voz da Suprema Corte do&nbsp;Afeganistão, confirmou a decisão em favor de Hekmatullah, argumentando que a anulação do casamento anterior &#8220;foi contra a&nbsp;<em>sharia</em>&nbsp;e as regras do casamento&#8221;, pois ele &#8220;não estava presente&#8221;.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="1000" height="562" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2024/10/17279499193762447992993164447511.jpg" alt="" class="wp-image-22833" srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2024/10/17279499193762447992993164447511.jpg 1000w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2024/10/17279499193762447992993164447511-600x337.jpg 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2024/10/17279499193762447992993164447511-768x432.jpg 768w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><figcaption class="wp-element-caption">Abdulrahim Rashid, diretor de Relações Exteriores e Comunicações do Supremo Tribunal Talebã — Foto: BBC</figcaption></figure>



<p>Além de reabrir casos já resolvidos, o Talebã também removeu todos os juízes do sistema — homens e mulheres — e os substituiu por pessoas que compartilham suas visões radicais.</p>



<p>As mulheres foram declaradas inaptas para atuar no sistema judicial.</p>



<p>&#8220;As mulheres não são qualificadas ou capazes de julgar, pois, segundo os princípios da&nbsp;<em>sharia</em>, o trabalho judicial requer pessoas com alta inteligência&#8221;, afirma Abdulrahim Rashid, diretor de Relações Exteriores e Comunicações da Suprema Corte do Talebã.</p>



<p>A perda desse espaço é sentida profundamente pelas mulheres que trabalhavam no sistema.</p>



<p>Fawzia Amini, ex-juíza da Suprema Corte que fugiu do país após o retorno do Talebã, afirma que é difícil imaginar melhorias para os direitos das mulheres enquanto não houver juízas no tribunal.</p>



<p>&#8220;Desempenhamos um papel importante&#8221;, diz ela. &#8220;A Lei de Eliminação da Violência contra a Mulher, de 2009, foi uma das nossas conquistas. Também trabalhamos em regulamentações sobre abrigos para mulheres, guarda de órfãos e na lei contra o tráfico de pessoas.&#8221;</p>



<p>Amini também critica a decisão do Talebã de reverter veredictos anteriores, como o de Nazdana.</p>



<p>Sob a árvore, entre duas estradas em um país vizinho não identificado, ela permanece há um ano, segurando seus papéis de divórcio e esperando ajuda.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="540" height="304" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2024/10/17279502328183549277456972845137.jpg" alt="" class="wp-image-22834"/><figcaption class="wp-element-caption">Nazdana diz que não foi ouvida pelas autoridades judiciais talebãs que lhe pediram que não comparecesse ao tribunal por ser mulher — Foto: BBC</figcaption></figure>



<p>Agora com apenas 20 anos, ela diz: &#8220;Bati em muitas portas pedindo ajuda, inclusive nas Nações Unidas, mas ninguém ouviu minha voz. Onde está o apoio? Eu não mereço liberdade como mulher?&#8221;</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p></p>
</blockquote>



<p></p>



<p></p>
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