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	<title>Arquivo de Everest - BSB REVISTA</title>
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		<title>Pé encontrado pode resolver um dos maiores mistérios da montanha Everest</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Calango]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Oct 2024 21:08:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Pé encontrado pode resolver um dos maiores mistérios da montanha Everest</p>
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<p>Os restos mortais de um homem que pode ser um alpinista britânico que desapareceu há cem anos enquanto tentava escalar o Monte Everest foram encontrados nas encostas do pico mais alto do mundo, anunciou a revista National Geographic. </p>



<p>Se confirmada, a descoberta do corpo de Andrew Irvine poderia esclarecer um dos maiores mistérios da história do alpinismo moderno. Irvine e George Mallory foram vistos pela última vez em 8 de junho de 1924, a poucas centenas de metros do cume, antes de desaparecerem.</p>



<p>Desde que as primeiras expedições foram lançadas na década de 1920, mais de 300 alpinistas morreram tentando escalar esse que é conhecido por ser o pico mais alto do mundo.</p>



<p>Andrew Irvine e seu compatriota George Mallory estavam a poucas centenas de metros do cume do Everest, antes de desaparecerem.</p>



<p>O corpo do segundo foi encontrado em 1999 em uma altitude de mais de 8.300 m por uma expedição norte-americana. No mês passado, uma nova equipe financiada pela revista americana National Geographic encontrou um sapato contendo os restos de um pé humano sob a face norte do Everest, preso na geleira central de Rongbuk. Dentro dele, a equipe descobriu uma meia vermelha com a etiqueta &#8220;A.C. IRVINE&#8221; costurada, informou a revista.</p>



<p>Os membros da família do alpinista britânico se ofereceram para compartilhar amostras de DNA para confirmar a identidade dos restos mortais encontrados no Everest.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="900" height="506" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2024/10/17290264287084903472365845483047.jpg" alt="" class="wp-image-23214" srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2024/10/17290264287084903472365845483047.jpg 900w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2024/10/17290264287084903472365845483047-600x337.jpg 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2024/10/17290264287084903472365845483047-768x432.jpg 768w" sizes="(max-width: 900px) 100vw, 900px" /><figcaption class="wp-element-caption">George Mallory desapareceu em 8 de junho de 1924 enquanto tentava escalar o Everest, a montanha mais alta do mundo</figcaption></figure>



<p>O Everest, também conhecido como &#8220;teto do mundo&#8221; (8.848 m), foi conquistado oficialmente pela primeira vez em 29 de maio de 1953 pelo neozelandês Sir Edmund Hillary e pelo nepalês sherpa Tenzing Norgay.</p>



<p>Descoberta pode mudar os rumos da história do alpinismo<br>Mas alguns membros da comunidade de montanhismo ainda estão convencidos de que eles foram derrotados em 1924 por George Mallory, um dos mais famosos alpinistas do período entre guerras, e Andrew Irvine, que morreu na descida do cume.</p>



<p>De acordo com eles, os dois homens estavam equipados com uma ou mais câmeras que poderiam conter evidências de sua façanha.</p>



<p>Já em 1933, uma expedição encontrou uma máscara de oxigênio e um picador de gelo pertencentes a Andrew Irvine. Mas a busca por uma câmera que pertencia ao grupo nunca foi bem-sucedida.</p>



<p>O fotógrafo e cineasta Jimmy Chin, membro da equipe da National Geographic que descobriu a bota de Andrew Irvine, esperava que a descoberta &#8220;diminuísse a área de busca&#8221;.</p>



<p>Desde que as primeiras expedições foram lançadas na década de 1920, mais de 300 alpinistas morreram tentando escalar o Everest.</p>



<p>Todos os anos, o aquecimento global que afeta o Himalaia revela aos alpinistas que se sucedem nas encostas do Everest os corpos de alpinistas mortos durante a tentativa de conquistar o pico mais alto do mundo, que antes ficavam presos no gelo.</p>



<p>Alguns têm apelidos como &#8220;Sapatos Verdes&#8221; ou &#8220;Bela Adormecida&#8221;, e seus equipamentos coloridos agora são usados como ponto de referência para os alpinistas durante a longa subida.</p>



<p></p>
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