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	<title>Arquivo de Exportações - BSB REVISTA</title>
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		<title>Exportações para China serão sem uso do Dolar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Mar 2023 11:03:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Exportadores brasileiros não precisarão usar o dólar para fazer suas transações comerciais com a China</p>
<p>O post <a href="https://bsbrevista.com.br/2023/03/30/exportacoes-para-china-serao-sem-uso-do-dolar/">Exportações para China serão sem uso do Dolar</a> apareceu primeiro em <a href="https://bsbrevista.com.br">BSB REVISTA</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;"><strong>Exportadores brasileiros não precisarão usar o dólar para fazer suas transações comerciais com a China</strong></p>
<p>Durante um seminário que aconteceu em Pequim, capital da China nesta quarta-feira (29), um acordo entre os bancos centrais do Brasil e da China foi anunciado pelo Ministério da Fazenda do Brasil. Segundo o governo brasileiro, os bancos tupiniquins também poderão passar a usar o sistema de pagamentos  do banco central da China. &#8220;Esse é um esforço para reduzir os custos de transação&#8221;, disse Tatiana Rosito, secretária de Assuntos Internacionais do Ministério da Fazenda.</p>
<p>O seminário da área econômica foi organizado para marcar a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na China, com o envolvimento de mais de 240 empresários, mas, Lula não pôde ir para o país asiático, por conta de uma pneumonia.</p>
<p>Praticamente todos os anúncios que seriam feitos pelo governo foram  adiados para aguardar a presençade Lula, inclusive tratados sobre tecnologia.</p>
<p>Mas o Ministério da Fazenda não esperou Lula se recuperar e durante a abertura do encontro, o governo federal explicou que o novo entendimento cambial tem como meta ajudar a reduzir os custos entre os dois países.</p>
<p><strong>O país já é há anos, o maior parceiro comercial do Brasil em volume de vendas. </strong>Os produtos brasileiros exportados para a China e aqueles que vêm de lá são, atualmente, de naturezas variadas: o Brasil é o primo pobre e burro e exporta basicamente commodities primários, minérios, grãos e carnes.  Já a China, exporta itens manufaturados, de maior valor agregado, prontos ou em peças a serem montadas aqui, além de outras tecnologias.</p>
<p>A China é a maior economia de exportação do mundo. Só no ano de 2017, a exportação da China resultou em US $ 2,41 Trilhões, tornando o país o maior exportador do mundo.</p>
<p>Quando falamos em números, em 2007 a China já havia superado a Alemanha na lista das maiores economias do mundo, perdendo apenas para os Estados Unidos em tamanho de PIB. Porém, as exportações da China, influenciaram Pequim, a acumular a maior reserva em moeda estrangeira do mundo, que somam mais de US$ 2 trilhões e apesar disso, os chineses, a maior população no planeta, vivem desigualdades e estão sob regime cruel.</p>
<figure id="attachment_9310" aria-describedby="caption-attachment-9310" style="width: 600px" class="wp-caption alignnone"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-medium wp-image-9310" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/03/image_processing20210809-29650-1bxbte2-1-600x400.jpeg" alt="Mulher em festa na província de Qinghai, no noroeste da China, para um ritual religioso para fechar Losar, o Ano Novo tibetano em 2018" width="600" height="400" srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/03/image_processing20210809-29650-1bxbte2-1-600x400.jpeg 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/03/image_processing20210809-29650-1bxbte2-1-768x512.jpeg 768w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/03/image_processing20210809-29650-1bxbte2-1-750x500.jpeg 750w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/03/image_processing20210809-29650-1bxbte2-1.jpeg 800w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-9310" class="wp-caption-text">Mulher em festa na província de Qinghai, no noroeste da China, para um ritual religioso para fechar Losar, o Ano Novo tibetano em 2018</figcaption></figure>
<figure id="attachment_9311" aria-describedby="caption-attachment-9311" style="width: 425px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="size-full wp-image-9311" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/03/f425x230-99721_113703_0.jpg" alt="20 mil pessoas moram no Hangzhou Regent International" width="425" height="230" /><figcaption id="caption-attachment-9311" class="wp-caption-text">20 mil pessoas moram no Hangzhou Regent International, prédio gigante em Hangzhou na China</figcaption></figure>
<p>Segundo o Ministério da Fazenda do Brasil, a nova modalidade cambial para os exportadores brasileiros na China, não se trata de uma obrigação. Para o exportador que desejar, o comércio pode continuar sendo realizado em dólares. Mas para aqueles que optarem por realizar a venda entre reais e Renmi.</p>
<p>A &#8220;clearing house&#8221; deve ser estabelecida em um banco chinês no Brasil, que passou a ser designado pelo BC de Pequim. A China conta com o mesmo sistema em diversos países do mundo, entre eles Chile e Argentina.</p>
<p>Se a meta brasileira é reduzir os custos da transação, Pequim considera tal iniciativa como uma tentativa de reduzir sua dependência e exposição em relação à moeda norte americana, principalmente diante da tensão cada vez maior entre os EUA e a China na disputa pela hegemonia em diversas regiões.</p>
<p>Segundo o Ministério da Fazenda, a iniciativa já tinha sido fechada entre os dois bancos centrais no final de janeiro. Mas só agora está sendo anunciada.</p>
<p>Outro acordo permitirá ainda que bancos brasileiros possam participar do sistema de pagamentos no mercado financeiro chinês.</p>
<p>A China já é o maior destino das exportações nacionais, com um peso determinante para o superávit comercial do Brasil.</p>
<p>Brasil e China podem ficar mais próximos ainda por meio do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), que busca acesso a créditos asiáticos para financiar projetos de infraestrutura e transição de matriz energética no Brasil.</p>
<p>Os acordos estão em fase final e poderiam terem sido assinados durante a visita de Lula nesta semana, mas os governos decidiram adiar o anúncio. Na comitiva do presidente Lula também estaria o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante.</p>
<p>Natália Dias, diretora de Mercado de Capitais do BNDES, afirmou na segunda-feira em Pequim que o atual desembolso do banco é de R$ 100 bilhões. Isso representa 0,7% do PIB nacional e bem abaixo da média do que era destinado pela instituição para a economia brasileira.</p>
<p>A meta é a de chegar a 2% do PIB, o que significaria ultrapassar a marca de R$ 200 bilhões.</p>
<p>Um dos caminhos, segundo ela, é na busca de acordos bilaterais ou com instituições multilaterais. Natália Dias ainda aponta que existem, em processo de negociação, um volume de US$ 5 bilhões em empréstimos bilaterais. Metade desse valor viria de bancos asiáticos.</p>
<p>No caso chinês, a ideia é de que o financiamento também poderia auxiliar a alavancar projetos de infraestrutura que estão sendo liderados por empresas de Pequim e que, hoje, o Brasil ainda não tem como viabilizar.</p>
<p>O saldo na balança comercial entre os 2 países tem o histórico de superavit, com destaque para os últimos 7 anos. O recorde se deu em 2021, quando as exportações brasileiras superaram as importações com a China em US$ 43,4 bilhões –considerando valores corrigidos pela inflação.</p>
<p>Curiosamente, o último déficit da balança comercial do Brasil em relação à China foi no último governo Lula, registrado em 2008, ainda no 2º mandato presidencial do petista: US$ 4,8 bilhões.</p>
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