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	<title>Arquivo de Extremo - BSB REVISTA</title>
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	<title>Arquivo de Extremo - BSB REVISTA</title>
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		<title>Calor extremo atinge 1 bilhão de pessoas a mais que nos anos 1970</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Calango]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2026 19:42:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Aquecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Calor]]></category>
		<category><![CDATA[Extremo]]></category>
		<category><![CDATA[global]]></category>
		<category><![CDATA[temperatura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Levantamento divulgado nesta segunda-feira (22) na revista Nature Climate Change revela que parcela da população mundial exposta a calor extremo saltou de 16% para 22%. [...]</p>
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<h6 class="wp-block-heading">Levantamento divulgado nesta segunda-feira (22) na revista Nature Climate Change revela que parcela da população mundial exposta a calor extremo saltou de 16% para 22%. América do Sul, incluindo o Brasil, está entre as regiões onde a sensação de calor mais aumentou</h6>



<p class="wp-block-paragraph">Um novo estudo global divulgado <strong>nesta segunda-feira (22) na revista científica &#8220;Nature Climate Change&#8221;</strong> revela que o calor extremo hoje afeta <strong>1 bilhão de pessoas a mais</strong> do que nos anos 1970, marcando um aumento dramático na exposição da população mundial às altas temperaturas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O levantamento global calcula que cerca de <strong>1 bilhão de pessoas a mais enfrentam hoje ao menos um dia de calor extremo por ano em comparação com os anos 1970</strong>. A parcela da população mundial exposta a essa condição <strong>saltou de 16% para 22%</strong> em meio século.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A <strong>América do Sul, incluindo o Brasil</strong>, está entre as regiões onde a sensação de calor mais aumentou nas últimas décadas. O estudo analisou não apenas o calor durante o dia, mas também nas noites e nos episódios que combinam temperaturas elevadas sem pausa para o corpo se recuperar — um cenário particularmente perigoso para a saúde humana.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Calor noturno cresce mais rápido que o diurno</h3>



<p class="wp-block-paragraph">O estudo destaca um fenômeno crítico: <strong>as noites estão aquecendo mais rápido do que os dias</strong> em grande parte do mundo. Em dois terços dos territórios mundiais onde as noites estão aquecendo mais rápido do que os dias, a região do <strong>oeste da América do Sul</strong> aparece como uma das áreas mais impactadas, segundo os cientistas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Este efeito é particularmente preocupante porque <strong>o corpo humano precisa de noites mais frias para se recuperar</strong> do estresse térmico do dia. Quando as temperaturas noturnas permanecem elevadas, não há pausa para o organismo, aumentando o risco de doenças relacionadas ao calor, desde desidratação até falência renal e morte.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Mortes relacionadas ao calor aumentaram 23% desde os anos 1990</h3>



<p class="wp-block-paragraph">O impacto na saúde humana já é mensurável. Segundo publicação que conta com a contribuição da <strong>Organização Mundial da Saúde (OMS)</strong> e de mais de 120 especialistas, a incapacidade de conter os efeitos do aquecimento global levou a um <strong>aumento de 23% nas mortes relacionadas ao calor desde os anos 1990</strong>, chegando a <strong>546 mil óbitos anualmente</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O calor extremo e a poluição matam <strong>mais de 3 milhões de pessoas por ano</strong> no mundo, alertam os especialistas.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Brasil e América do Sul: temperaturas recordes</h3>



<p class="wp-block-paragraph">A América do Sul já vivenciou múltiplas ondas de calor extremo nas últimas décadas. Em setembro de 2023, <strong>Peru, Bolívia, Paraguai, Argentina e Brasil atingiram temperaturas recordes</strong>, com 40°C em 11 estados brasileiros. São Paulo registrou 36,5°C, a temperatura mais alta em setembro na cidade desde 1943.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em janeiro de 2022, o calor foi especialmente brutal no <strong>Centro e Norte da Argentina, Paraguai e Sul do Brasil</strong>, com marcas que atingiram <strong>45°C a 47°C</strong> — valores excepcionalmente elevados, mais comuns durante o verão do Oriente Médio. No Sul do Brasil, temperaturas ultrapassaram 41°C.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O <strong>Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet)</strong> já emitidos alertas de perigo em diversas ocasiões, com risco à saúde para centenas de municípios, especialmente no Rio Grande do Sul, onde as temperaturas ficaram 5°C acima da média por períodos de três a cinco dias.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Projeções para o futuro</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Se as emissões de gases poluentes não forem reduzidas, cientistas alertam para um cenário ainda mais crítico. Estudo da universidade holandesa de Wageningen projeta que <strong>cerca de 3,5 bilhões de pessoas poderão viver em zonas de calor extremo até 2070</strong>, ou <strong>um terço da população mundial</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Regiões quentes do planeta deverão aumentar até 19% em 50 anos, segundo os pesquisadores.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Bem-estar global pode diminuir 17% até 2030</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Pesquisadores descobriram que, como a crise climática está elevando ainda mais as temperaturas, <strong>o bem-estar global pode diminuir em mais 17% até o final desta década</strong>. Em média, a população global experimentou <strong>três vezes mais dias de calor extremo em 2020 do que em 2008</strong>, segundo dados da Gallup.</p>



<h3 class="wp-block-heading">O que precisa ser feito</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Embora os líderes mundiais estejam se concentrando em evitar a violação do limite de <strong>+1,5°C do Acordo de Paris</strong>, a nova análise mostra que o perigo do calor noturno já aumenta em <strong>83% das cidades globais analisadas</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A América do Sul, com sua combinação de estiagem prolongada, tempo seco e massas de ar excepcionalmente quente, continua sendo um lugar propício para a formação de fenômenos de calor extremo, exigindo <strong>planos de adaptação urbana, sistemas de alerta precoce e proteção especial para populações vulneráveis</strong>.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
<div id="bsbre-1465407505" class="bsbre-depois-do-conteudo-2 bsbre-entity-placement"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado.jpg" alt=""  srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado.jpg 1048w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-600x600.jpg 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-1024x1024.jpg 1024w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-60x60.jpg 60w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-768x768.jpg 768w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-900x900.jpg 900w" sizes="(max-width: 1048px) 100vw, 1048px" width="1048" height="1048"   /></div><div id="bsbre-1694403326" class="bsbre-depois-do-conteudo bsbre-entity-placement"><img decoding="async" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista.jpg" alt=""  srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista.jpg 937w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista-600x321.jpg 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista-768x411.jpg 768w" sizes="(max-width: 937px) 100vw, 937px" width="937" height="502"   /></div><p>O post <a href="https://bsbrevista.com.br/2026/06/22/calor-extremo-atinge-1-bilhao-de-pessoas-a-mais-que-nos-anos-1970/">Calor extremo atinge 1 bilhão de pessoas a mais que nos anos 1970</a> apareceu primeiro em <a href="https://bsbrevista.com.br">BSB REVISTA</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Onda de calor com alerta de perigo atinge 5 estados e deve durar até a próxima sexta</title>
		<link>https://bsbrevista.com.br/2024/03/12/onda-de-calor-com-alerta-de-perigo-atinge-5-estados-e-deve-durar-ate-a-proxima-sexta/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Mar 2024 04:50:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Alta]]></category>
		<category><![CDATA[Aquecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Calor]]></category>
		<category><![CDATA[Extremo]]></category>
		<category><![CDATA[Inmet]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Calir: Massa de ar quente que está entre o Paraguai e o norte da Argentina deve elevar temperatura nos próximos dias podendo  chegar a 40°C em algumas regiões</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Massa de ar quente que está entre o Paraguai e o norte da Argentina deve elevar temperatura nos próximos dias podendo  chegar a 40°C em algumas regiões</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), divulgou nessa segunda-feira (11) que as temperaturas máximas devem ficar <strong>5°C</strong> acima da média em áreas de pelo menos 5 estados. Em alguns pontos, as temperaturas podem chegar até a 40°C.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O  instituto emitiu inclusive nota com &#8220;<strong>alerta de perigo</strong>&#8220;, válido até o final da onda de calor. O aviso de temperaturas acima da média começou a valer na segunda-feira (11).</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="984" height="984" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2024/03/image-20.png" alt="" class="wp-image-16826" srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2024/03/image-20.png 984w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2024/03/image-20-600x600.png 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2024/03/image-20-60x60.png 60w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2024/03/image-20-768x768.png 768w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2024/03/image-20-900x900.png 900w" sizes="(max-width: 984px) 100vw, 984px" /><figcaption class="wp-element-caption">Onda de calor vai afetar 5 estados </figcaption></figure>



<h3 class="wp-block-heading">O que significam os alertas do Inmet sobre aumento de temperatura?</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o Instituto, o termo <strong>&#8220;onda de calor&#8221;</strong> é usado quando há um aumento de temperatura de 5ºC com relação à média mensal e é classificada em três níveis:</p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Quando há a persistência desse padrão de <strong>2 a 3 dias consecutivos</strong>, o Inmet emite um alerta de &#8220;<strong>perigo potencial</strong>&#8220;, o chamado <strong>aviso amarelo</strong>.</li>



<li> Já quando há a persistência desse padrão de <strong>3 a 5 dias consecutivos</strong>, o instituto emite um alerta de &#8220;<strong>perigo</strong>&#8220;, o chamado <strong>aviso laranja</strong>, como o que atinge grande parte da região Centro-Sul ao longo desta semana.</li>



<li>Quando há a persistência desse padrão por <strong>mais de 5 dias consecutivos</strong>, o Inmet emite um alerta de &#8220;<strong>grande perigo</strong>&#8220;, o chamado <strong>aviso vermelho</strong>. Em novembro, um alerta do tipo foi emitido pelo Inmet.</li>
</ol>



<p class="wp-block-paragraph">Na tarde desta segunda-feira, Campo Grande (MS), registrou a temperatura mais alta do ano até então: 35,8°C. A<a href="https://g1.globo.com/meio-ambiente/noticia/2024/03/10/como-o-governo-preve-recuperar-areas-degradadas-da-amazonia-e-do-cerrado-com-gado-e-agro-mas-sem-reflorestar.ghtml" target="_blank" rel="noopener"></a><a href="https://g1.globo.com/meio-ambiente/noticia/2024/03/10/como-o-governo-preve-recuperar-areas-degradadas-da-amazonia-e-do-cerrado-com-gado-e-agro-mas-sem-reflorestar.ghtml" target="_blank" rel="noopener"></a>pesar de ter passado do seu pico no final do ano passado e estar terminando em algumas semanas, o El Niño ainda está influenciando o clima no Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A tendência é que, mais ou menos em meados de abril, o El Niño realmente desconfigure e passe para a neutralidade, porém alguns efeitos dele, ainda podem ser sentidos&#8221;, segundo meteorologistas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A massa de ar  traz calor intenso ao <strong>Triângulo Mineiro, todo o estado de São Paulo, Goiás, Mato Grosso, Distrito Federal, Rondônia, Roraima e uma parte dos estados do Acre, Amazonas, Pará, Tocantins e Bahia</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Diferente de onda de calor (que tem termos técnicos que a caracterizam) essas regiões devem ter calor intenso até sexta-feira (15), com temperaturas cerca de 3 a 5ºC acima da média.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Veja no mapa abaixo, os efeitos desse fenômeno.</p>



<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="837" height="1024" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2024/03/1007710851-837x1024.jpg" alt="" class="wp-image-16828" style="width:327px;height:auto" srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2024/03/1007710851-837x1024.jpg 837w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2024/03/1007710851-491x600.jpg 491w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2024/03/1007710851-768x939.jpg 768w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2024/03/1007710851.jpg 1080w" sizes="auto, (max-width: 837px) 100vw, 837px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">? Nos estados que estão indicados pela faixa alaranjada, é esperado que as temperaturas fiquem cerca de<strong>&nbsp;3ºC a 5ºC</strong>&nbsp;acima da média histórica nos próximos dias&nbsp;(o que&nbsp;<strong>NÃO&nbsp;</strong>é considerado onda de calor).</p>



<p class="wp-block-paragraph">?Já naqueles outros indicados pelos tons avermelhados, os termômetros devem ficar acima de<strong> 5ºC</strong> ou mais da média (considerado onda de calor). </p>



<p class="wp-block-paragraph">Mapa mostra regiões onde altas temperaturas devem ser registradas na semana que vem. — Foto: Inmet</p>
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