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	<title>Arquivo de Iêmem - BSB REVISTA</title>
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	<title>Arquivo de Iêmem - BSB REVISTA</title>
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		<title>Houthis disparam mísseis contra navio americano no mar vermelho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jan 2024 12:33:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Ataque]]></category>
		<category><![CDATA[Iêmem]]></category>
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		<category><![CDATA[Navio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Grupo terrorista no Iêmem ataca navios que usam o mar vermelho para obrigar Israel a parar ataques contra terroristas do Hamas</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Grupo terrorista no Iêmem ataca navios que usam o mar vermelho para obrigar Israel a parar ataques contra terroristas do Hamas</strong></p>



<p>O grupo terrorista Houthis disparou um míssil contra um navio norte-americano no Mar Vermelho neste domingo (15), mas caças dos Estados Unidos interceptaram o projétil, evitando danos.</p>



<p>“O míssil foi abatido nas proximidades da costa de Hodeida por aviões de combate dos EUA. Não houve feridos ou danos relatados”, diz o texto sobre o primeiro ataque dos Houthis desde que a coalizão começou suas ações contra o grupo, que oficialmente ainda não assumiu a autoria do lançamento.</p>



<p>Segundo a Marinha dos EUA, também não houve feridos no alvo que era um navio militar que opera na região sul do Mar Vermelho.</p>



<p>Este é o primeiro ataque das forças rebeldes reconhecido pelos americanos desde os bombardeios de Estados Unidos e o Reino Unido a alvos dos Houthis no Iêmen no sábado.</p>



<p>A operação contra o grupo rebelde se iniciou durante a madrugada de sexta-feira (12), pelo horário local — noite de quinta-feira (11), no Brasil. A missão aconteceu um dia após os Houthis realizarem o maior ataque nas rotas comerciais do Mar Vermelho desde 19 de novembro.</p>



<p>Segundo autoridades americanas e britânicas, a ação foi um &#8220;ato de legítima defesa&#8221;. Já o porta-voz dos Houthis afirmou que a operação contra alvos do grupo é &#8220;injustificada&#8221; e que os ataques a navios com destino a Israel no Mar Vermelho iriam continuar.</p>



<p>Os Houthis ainda não reconheceram a gravidade dos danos causados pela ação dos Estados Unidos e Reino Unido. Segundo eles, os ataques mataram cinco dos seus soldados e feriram outros seis.</p>



<p>Na sexta, o Irã, a Rússia e o Omã condenaram a missão contra as forças rebeldes. Horas após o ataque, a Rússia afirmou que solicitou uma reunião de urgência do Conselho de Segurança das Nações Unidas para discutir os bombardeios.</p>



<p>A ação conduzida pelos Estados Unidos e o Reino Unido, na sexta-feira, foi feita via água e ar, com o uso de submarinos, navios e aeronaves.</p>



<p>Esses foram os primeiros bombardeios contra o grupo desde que os rebeldes começaram a atacar navios comerciais no Mar Vermelho, no fim de 2023.</p>



<p>Nas últimas semanas, militantes do grupo rebelde, apoiados pelo Irã, vêm fazendo uma série de ataques contra navios comerciais em protesto contra bombardeios de Israel na Faixa de Gaza. Além disso, os Houthis controlam boa parte do Iêmen.</p>



<p>Desde novembro, pelo menos 27 ataques conduzidos pelo grupo rebelde contra navios foram registrados na região. Em dezembro, por exemplo, um navio norueguês foi atacado por um míssil, na costa do Iêmen.</p>



<p>O grupo prometeu continuar os ataques até que Israel interrompa o conflito em Gaza e alertou que atacaria navios de guerra dos EUA se o próprio grupo de milícia fosse alvo.</p>



<p>Com a instabilidade na região, a navegação na principal rota entre a Europa e a Ásia diminuiu. A passagem pelo Mar Vermelho representa cerca de 15% do tráfego marítimo mundial.</p>



<p>Várias companhias de transporte marítimo suspenderam operações, preferindo o trajeto mais longo em torno da África.</p>
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		<title>EUA e Inglaterra atacam Iêmem dominado pelos houthis</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Jan 2024 11:40:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Bombardeio]]></category>
		<category><![CDATA[Eua]]></category>
		<category><![CDATA[Iêmem]]></category>
		<category><![CDATA[Inglaterra]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ataque foi reação ao aumento de ataques do Iêmem a navios no mar vermelho</p>
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<p><strong>Ataque foi reação ao aumento de ataques do Iêmem a navios no mar vermelho</strong></p>



<p>Os&nbsp;Estados Unidos&nbsp;e o Reino Unido lançaram ataques aéreos contra os rebeldes houthis que dominam o&nbsp;Iêmen, durante a madrugada de sexta-feira (12), pelo horário local.</p>



<p>Nas últimas semanas, os  houthis intensificaram ataques contra os navios comerciais que passam pelo Mar Vermelho em protesto à guerra de Israel contra o Hamas na Faixa de Gaza.</p>



<p>O&nbsp;ataque de sexta-feira (12) dos EUA e do Reino Unido à organização iemenita&nbsp;foi o primeiro desde que os rebeldes começaram a atacar navios comerciais.</p>



<p>A operação&nbsp;aconteceu um dia após o grupo rebelde realizar o maior ataque&nbsp;nas rotas comerciais do Mar Vermelho desde 19 de novembro. As forças britânicas e norte-americanas conseguiram abater os 21 drones e mísseis lançados pela organização, afirmaram as autoridades.</p>



<p>Os houthis têm fortes ligações com o&nbsp;Irã&nbsp;e ampliaram sua influência no Mar Vermelho</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://s2-g1.glbimg.com/ClDsiyELyLa9xGoV0QpyarWiioA=/0x0:640x360/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2023/5/2/68goCNQUG4KgKmp8ajuQ/2437b9c0-9e78-11ee-b9a7-c91b9dfa91e5.jpg" alt="Os houthis se tornaram uma força poderosa no Iêmen — Foto: REUTERS"/><figcaption class="wp-element-caption">Os houthis dominaram o Iêmen e promovem ataques a navios no Mar Vermelho </figcaption></figure>



<p> </p>



<p>A&nbsp;organização surgiu em 1990 para combater o governo&nbsp;do então presidente Ali Abdullah Saleh. Liderados por Houssein al Houthi, os primeiros integrantes do grupo eram do norte do Iêmen e faziam parte de uma minoria muçulmana xiita do país, os zaiditas.</p>



<p>Os houthis ganharam força ao longo dos anos, principalmente após a invasão do Iraque liderada pelos Estados Unidos em 2003. Clamando frases como &#8220;Morte aos Estados Unidos&#8221;, &#8220;Morte a Israel&#8221;, &#8220;Maldição sobre os judeus&#8221; e &#8220;Vitória ao Islã&#8221;, o grupo não demorou para se declarar parte do&nbsp;&#8220;eixo da resistência&#8221; liderado pelo Irã&nbsp;contra Israel e o Ocidente.</p>



<p>A guerra do Iêmen começou quando os houthis saíram do norte do país e tomaram a capital, Sanaa, em 2014, forçando o governo reconhecido internacionalmente a fugir para o sul e depois para o exílio.</p>



<p>A&nbsp;Arábia Saudita&nbsp;entrou na guerra em 2015, liderando uma coalizão militar com os Emirados Árabes Unidos e outras nações árabes. O grupo, apoiado pelos Estados Unidos, realizou uma campanha de bombardeios destrutivos e apoia as forças governamentais e as milícias no sul do território iemenita.</p>



<p>Com o passar do tempo, o conflito se tornou uma guerra indireta entre Arábia Saudita e Irã e seus respectivos apoiadores. Por exemplo, de acordo com um relatório publicado em janeiro de 2023,&nbsp;armas fornecidas pelo Reino Unido e pelos Estados Unidos e usadas pela coalizão&nbsp;mataram dezenas de pessoas no conflito.</p>



<p>Há anos, nenhum dos lados obtém ganhos territoriais:&nbsp;enquanto os houthis mantêm seu controle sobre o norte, Sanaa, e grande parte do oeste densamente povoado, o governo e as milícias controlam o sul e o leste, incluindo as principais áreas centrais, onde estão a maior parte das reservas de petróleo iemenitas.</p>



<p>Um cessar-fogo que tecnicamente terminou há mais de um ano ainda está sendo amplamente respeitado. Nos últimos meses, os lados realizaram algumas trocas de prisioneiros e chegaram até a conversar sobre uma possível trégua. Ainda assim, oficialmente, ainda não há paz na região.</p>



<p>A guerra no Iêmen é classificada pela ONU como o mais grave desastre humanitário da atualidade, com deslocamento interno de mais de 4,5 milhões de pessoas e 80% da população vivendo na pobreza. Os mais afetados são as crianças: cerca de 11 milhões de crianças vivem em situação desesperadora e precisam de ajuda humanitária, segundo as Nações Unidas.</p>



<p>Desde novembro, os rebeldes realizam ataques contra navios que passam pelo Mar Vermelho em protesto à guerra de Israel contra o Hamas, um de seus aliados, na Faixa de Gaza. Em dezembro, por exemplo, uma embarcação norueguesa foi atacada por um míssil, na costa do Iêmen.</p>



<p>O grupo prometeu continuar os ataques até que Israel interrompa o conflito em Gaza e alertaram que atacariam navios de guerra dos EUA se o próprio grupo de milícia fosse alvo.</p>



<p></p>



<p>O Mar Vermelho é um canal entre a Península Arábica e o continente africano — em um ponto, no Estreito de Babelmândebe, a distância entre os dois continentes é de apenas 30 quilômetros de mar. O Iêmen fica em uma das pontas do estreito.</p>



<p>É lá que fica o Canal de Suez, a principal conexão entre a Ásia e a Europa, e o caminho marítimo que inclui o Mar Vermelho e o canal é importante para cadeias de suprimento de produtos em todo o mundo. A Agência de Energia dos Estados Unidos (EIA, por sua sigla em inglês) afirma que o local é &#8220;essencial para a segurança energética global&#8221; e no abastecimento de matérias-primas e mercadoria.</p>



<p>Cerca de 50 embarcações passam por lá todos os dias carregando os mais diversos produtos. Aproximadamente 10% dos bens comercializados no mundo atravessam essa passagem, de acordo com a agência de notícias Associated Press.</p>



<p>O canal permite que os navios economizem 9 mil quilômetros, de acordo com o World Maritime Transport Council (WSC), instituição que representa as principais empresas de transporte marítimo de carga.</p>



<p></p>
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