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	<title>Arquivo de Indígenas - BSB REVISTA</title>
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	<title>Arquivo de Indígenas - BSB REVISTA</title>
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		<title>Índios delatam farsa da Cop30 e não querem só apito, querem apitar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Victório Dell Pyrro]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 16 Nov 2025 10:30:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[COP30]]></category>
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		<category><![CDATA[Indígenas]]></category>
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		<category><![CDATA[Palestina Victório Dell Pyrro]]></category>
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<h6 class="wp-block-heading">ndígenas Munduruku protestam na COP30 em Belém contra interesses políticos que usam a pauta ambiental como fachada. Exigem demarcação de terras e voz efetiva nas negociações climáticas, denunciando o apagamento histórico dos povos originários no maior evento do clima em 2025</h6>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Por Victório Dell Pyrro </strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O blá-blá-blá de gente falastrona e que naresolve nada cansou as tribos de verdade que defendem a floresta em pé. A invasão indígena à COP30 expôs com contundência o abismo entre o discurso ambiental dos líderes políticos e a verdadeira participação dos povos originários, revelando que a conferência se transforma em palco de negociações distantes da realidade e das necessidades daqueles que defendem a natureza com conhecimento ancestral.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na manhã da sexta-feira (14), uma centena de indígenas da etnia Munduruku bloquearam a entrada principal da chamada Zona Azul da COP30, em Belém, impedindo por quase quatro horas o acesso dos negociadores ao principal espaço político do evento.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="768" height="512" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/11/17632887913694217331547830487363.jpg" alt="" class="wp-image-35708" srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/11/17632887913694217331547830487363.jpg 768w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/11/17632887913694217331547830487363-600x400.jpg 600w" sizes="(max-width: 768px) 100vw, 768px" /><figcaption class="wp-element-caption">Índios invadem Cop30</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph"> O exército e a Força Nacional foram acionados diante de tensões, consequência de uma situação já marcada por violações de segurança dias antes, quando houve uma manifestação mais violenta que deixou quatro feridos. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O objetivo dos indígenas era obrigar o governo federal e os chefes das delegações internacionais a ouvir reivindicações como a imediata demarcação de terras, retirada de invasores, paralisação de grandes empreendimentos e fim do Marco Temporal, além de garantir participação decisiva nas negociações, frequentemente restritas a interesses políticos e empresariais.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Críticas à COP30 e postura de líderes políticos</h3>



<p class="wp-block-paragraph">A COP30 tornou-se vitrine para líderes exibirem um discurso ambiental internacional enquanto, nos bastidores, negociam projetos que impactam diretamente os povos indígenas sem consultá-los de forma séria. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O evento, palco de contradições, destaca o governo brasileiro tentando se vender como protagonista, mas liberando projetos questionáveis, como autorização para exploração de petróleo na Foz do Amazonas e avanço de hidrovias que afetam territórios indígenas imemorialmente protegidos por suas populações. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A própria ministra Sônia Guajajara lamentou publicamente o ocorrido, chamando atenção ao antagonismo entre o discurso oficial de inclusão dos povos originários e a falta efetiva de vontade política para mudança.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Líderes internacionais também criticaram a influência de grandes potências e o lobby dos combustíveis fósseis, denunciando o fracasso das conferências anteriores em proteger vidas e territórios. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Gustavo Petro, presidente colombiano, acusou a COP de colocar “lucro acima da vida”, e delegações indígenas deixaram claro: “Não negociamos a Mãe Natureza” – frase estampada nos cartazes durante a ocupação[5][9].</p>



<h3 class="wp-block-heading">Centralidade da fala indígena e fracasso do modelo vigente</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Os Munduruku, além de denunciarem riscos aos rios Tapajós e Madeira por privatizações e empreendimentos previstos em decreto, apontaram que a COP ignora o saber daqueles que vivem e protegem a floresta, tratando os biomas apenas como ativos comerciais em mercados de crédito de carbono. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo Ediene Kirixi Munduruku, coordenadora das mulheres da etnia, “nossas casas estão invadidas, nossos rios destruídos, e nosso território cada dia mais ameaçado pelo garimpo e grandes empresas”. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A fala traduz a essência do conflito: os indígenas compreendem, protegem e respeitam a natureza, mas são sistematicamente apartados dos processos de decisão e manipulação ambiental feitos por quem visa negócios, não preservação.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Reações e consequências imediatas</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Após a pressão do protesto, o governo brasileiro anunciou a demarcação de duas terras indígenas, tentativa de resposta ao clamor popular e internacional gerado pelo bloqueio da COP30.</p>



<p class="wp-block-paragraph"> Entretanto, as ações parecem paliativas diante das demandas históricas e do desrespeito sistemático evidenciado pelo uso da agenda ambiental como fachada política. O protesto da COP30 simboliza que sem ouvir, garantir território e dar protagonismo aos indígenas, qualquer conferência global sobre o clima será apenas retórica vazia.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A ridícula chegada de adolescente eterna comandada por papais</strong></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="636" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/11/1008314545-1024x636.jpg" alt="" class="wp-image-35707" srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/11/1008314545-1024x636.jpg 1024w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/11/1008314545-600x373.jpg 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/11/1008314545-768x477.jpg 768w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/11/1008314545.jpg 1080w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Ativista do bolso de papai erra evento e levanta bandeira da Palestina na Cop30. </figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Greta Thunberg não é a heroína ambiental que pintam. Aos 22 anos, o ativismo da mulher é uma caricatura midiática moldada por interesses corporativos e familiares que lhe rendem fortunas enquanto descolam sua imagem da verdadeira luta pela Amazônia. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Chegar na COP30 carregando bandeiras políticas como a da Palestina é um escárnio, um ato de marketing que nada tem a ver com a proteção das florestas brasileiras ou internacionais ou com o sofrimento dos povos indígenas que realmente defendem a natureza. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Greta virou uma marionete útil para distrair o público, transformada em produto por lobistas ávidos para capitalizar em cima da “economia verde”. Enquanto comunidades indígenas são silenciadas, suas terras invadidas e seus rios poluídos por projetos governamentais e empresariais, Greta desfila discursos desconectados da realidade, dando palco a causas globais midiáticas e políticas que desviam o foco do essencial.</p>



<p class="wp-block-paragraph"> O ativismo dela é espetáculo vazio, cínico e oportunista, uma fachada que serve aos interesses de quem lucra com o sofrimento alheio e a urgência climática convertida em mercadoria. A COP30 não precisa de bonecas de luxo, precisa ouvir os verdadeiros donos da floresta.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p class="wp-block-paragraph">A invasão liderada pelos Munduruku relembra que as verdadeiras soluções ambientais passam pelo reconhecimento do papel indígena, e não pela utilização oportunista da questão ecológica por líderes que negociam longe da floresta e da ciência milenar dos povos originários.</p>
<div id="bsbre-1512772457" class="bsbre-depois-do-conteudo-2 bsbre-entity-placement" style="clear: both;"><img decoding="async" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado.jpg" alt=""  srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado.jpg 1048w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-600x600.jpg 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-1024x1024.jpg 1024w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-60x60.jpg 60w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-768x768.jpg 768w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-900x900.jpg 900w" sizes="(max-width: 1048px) 100vw, 1048px" width="1048" height="1048"   /></div><br style="clear: both; display: block; float: none;"/><div id="bsbre-399899414" class="bsbre-depois-do-conteudo bsbre-entity-placement"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista.jpg" alt=""  srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista.jpg 937w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista-600x321.jpg 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista-768x411.jpg 768w" sizes="(max-width: 937px) 100vw, 937px" width="937" height="502"   /></div><p>O post <a href="https://bsbrevista.com.br/2025/11/16/indios-deletam-farsa-da-cop30-e-nao-querem-so-apito-querem-apitar/">Índios delatam farsa da Cop30 e não querem só apito, querem apitar</a> apareceu primeiro em <a href="https://bsbrevista.com.br">BSB REVISTA</a>.</p>
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		<title>Cresce significativamente  número de povos e línguas indígenas no Brasil, segundo IBGE</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Oct 2025 18:27:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[cresce]]></category>
		<category><![CDATA[Etnias]]></category>
		<category><![CDATA[Indígenas]]></category>
		<category><![CDATA[Número]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os números de povos e línguas indígenas no Brasil tiveram um salto expressivo na última década, conforme dados do Censo Demográfico 2022 divulgados nesta sexta-feira [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Os números de povos e línguas indígenas no Brasil tiveram um salto expressivo na última década, conforme dados do Censo Demográfico 2022 divulgados nesta sexta-feira (24) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). </p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o levantamento, o país agora é habitado por 391 etnias indígenas, um acréscimo de 86 em relação às 305 registradas em 2010. Já o número de línguas indígenas subiu de 274 para 295.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O aumento reflete mudanças significativas na metodologia do Censo, com a inclusão de novos etnônimos — nomes pelos quais as próprias comunidades se reconhecem — e a desagregação de grupos indígenas que antes eram registrados de maneira agrupada.</p>



<p class="wp-block-paragraph"> Foram captados 75 novos etnônimos e oito etnias foram identificadas a partir da desagregação dos agrupamentos anteriores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para Marta Antunes, gerente de Povos e Comunidades Tradicionais do IBGE, o dado também demonstra um maior sentimento de autoafirmação étnica nas comunidades indígenas brasileiras.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Números da população indígena</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O Brasil conta atualmente com cerca de 1,7 milhão de indígenas, sendo que 1,2 milhão declararam suas etnias no Censo 2022, o que representa um aumento de 88,82% desde 2010. Essa população indígena está disseminada por 4.833 municípios brasileiros .</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Principais etnias e distribuição regional</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">As etnias indígenas com maior número de integrantes são:</p>



<p class="wp-block-paragraph">-Tikúna (74.061 pessoas)</p>



<p class="wp-block-paragraph">-Kokama (64.327)Makuxí (53.446)</p>



<p class="wp-block-paragraph">-Guarani Kaiowá (50.034)</p>



<p class="wp-block-paragraph">-Kaingang (45.840)</p>



<p class="wp-block-paragraph">-Terena (44.667)</p>



<p class="wp-block-paragraph">-Pataxó (39.276)</p>



<p class="wp-block-paragraph">-Guajajara (38.244)</p>



<p class="wp-block-paragraph">-Potiguara (37.292)</p>



<p class="wp-block-paragraph">-Múra (36.347)</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os estados com maior diversidade étnica são São Paulo (271 etnias), Amazonas (259), Bahia (233), Pará (222), Goiás (211), Minas Gerais (208) e Rio de Janeiro (207).</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Quantidade de etnias por estado:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>São Paulo: 271</li>



<li>Amazonas: 259</li>



<li>Bahia: 233</li>



<li>Pará: 222</li>



<li>Goiás: 211</li>



<li>Minas Gerais: 208</li>



<li>Rio de Janeiro: 207</li>



<li>Mato Grosso: 195</li>



<li>Rondônia: 180</li>



<li>Distrito Federal: 167</li>



<li>Paraná: 161</li>



<li>Pernambuco: 148</li>



<li>Santa Catarina: 147</li>



<li>Mato Grosso do Sul: 139</li>



<li>Rio Grande do Sul: 127</li>



<li>Maranhão: 122</li>



<li>Roraima: 117</li>



<li>Tocantins: 109</li>



<li>Espírito Santo: 107</li>



<li>Paraíba: 95</li>



<li>Ceará: 93</li>



<li>Rio Grande do Norte: 88</li>



<li>Alagoas: 86</li>



<li>Sergipe: 85</li>



<li>Piauí: 81</li>



<li>Acre: 80</li>



<li>Amapá: 52</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Línguas indígenas</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O número de línguas indígenas subiu para 295, com 21 línguas registradas pela primeira vez no país, e várias línguas previamente agrupadas foram separadas em diferentes categorias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre as línguas mais faladas estão:</p>



<p class="wp-block-paragraph">-Tikúna (51.978 falantes)</p>



<p class="wp-block-paragraph">-Guarani Kaiowá (38.658 falantes)</p>



<p class="wp-block-paragraph">-Guajajara (29.212 falantes)</p>



<p class="wp-block-paragraph">Novas línguas declaradas, pela primeira vez, incluem Akawai, Akroá Gamela, Akuriyó, Creole do Amapá, Língua de Sinais Kiriri, entre outras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os dados também mostram que mais da metade da população indígena (60%) vivem em áreas urbanas, confirmando um processo de urbanização dos povos originários. Apesar do crescimento na identificação, muitos enfrentam problemas socioeconômicos, condições de saúde precárias e dificuldades no acesso a serviços básicos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O aumento no número de etnias e línguas indígenas reconhecidas tem impacto direto em políticas públicas voltadas à preservação cultural, aos direitos territoriais e à inclusão social. O Censo 2022 reforça a diversidade cultural e étnica do Brasil, evidenciando a importância de reconhecer e proteger os povos indígenas em sua multiplicidade.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Ataque brutal deixa quatro indígenas Avá-Guarani baleados e PF não prendeu ninguém, apesar do conflito ser antigo</title>
		<link>https://bsbrevista.com.br/2025/01/04/ataque-brutal-deixa-quatro-indigenas-ava-guarani-baleados-e-pf-nao-prendeu-ninguem-apesar-do-conflito-ser-antigo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Calango]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Jan 2025 17:36:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[Atacados]]></category>
		<category><![CDATA[Indígenas]]></category>
		<category><![CDATA[Paraná]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[
<h6 class="wp-block-heading">Ataque aconteceu entre Guaíra e Terra Roxa, oeste do Paraná. Uma criança está entre as vítimas encaminhadas para hospitais</h6>



<p class="wp-block-paragraph">Quatro indígenas Avá-Guarani ficaram gravemente feridos durante o ataque a uma área de disputa de terras entre Guaíra&nbsp;e&nbsp;Terra Roxa, no oeste do Paraná.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Polícia Federal (PF) investiga o caso, que aconteceu na noite de sexta-feira (3). A autoria do ataque é investigada, mas a PF ainda não sabe a autoria, apesar de o conflito ser antigo com agricultores locais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As quatro pessoas indígenas feridas são  de 7, 14, 25 e 28 anos. Elas foram levadas para o Hospital Bom Jesus de Toledo. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Imagens divulgadas pelo Conselho Indigenista Missionário (CIMI) mostram indígenas cobertos de sangue.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o órgão, a comunidade foi atacada a tiros, de surpresa, por pessoas que armaram uma emboscada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Vilma Vera, da Comissão da Mulher Indígena da aldeia Yvy Okaju, disse que o grupo tem pedido ajuda ao Governo Federal.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>&#8220;É uma guerra, na verdade. Nós estamos sendo atacados todos os dias, todas as noites. Nós não temos armas para nos defender. A única coisa que nós temos é o nosso corpo.&#8221;</strong></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="684" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/01/1015663390-1024x684.jpg" alt="" class="wp-image-25645" srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/01/1015663390-1024x684.jpg 1024w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/01/1015663390-600x401.jpg 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/01/1015663390-768x513.jpg 768w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/01/1015663390.jpg 1080w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Indígenas atingidos por tiros em emboscada no Paraná </figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">A suspeita deles é que o grupo indígena estivesse sendo monitorado em pelo menos três pontos da aldeia Yvy Okaju.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O CIMI também informou que o grupo tem sido alvo de ataques desde 30 de dezembro de 2024, quando a região da aldeia foi atingida por rojões e, também, por um incêndio que eles acreditam ter origem criminosa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nos dois últimos dias do ano, conforme o grupo, dois membros da aldeira ficaram feridos.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="766" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/01/1015663440-1024x766.jpg" alt="" class="wp-image-25644" srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/01/1015663440-1024x766.jpg 1024w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/01/1015663440-600x449.jpg 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/01/1015663440-768x575.jpg 768w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/01/1015663440.jpg 1080w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Indígenas tiveram perfurações à bala durante emboscada no Paraná </figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">O conflito por demarcação de terra na região oeste do Paraná é histórico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Indígenas reivindicam novos lugares porque, durante a construção da Usina de Itaipu, muitas áreas rurais das duas cidades ficaram alagadas e as áreas ocupadas seriam de terras que não passaram por processo de demarcação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Paralelamente, agricultores afirmam ter direito à área em disputa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em nota, a PF disse que forças de segurança federais, estaduais e municipais estiveram no local na noite de sexta (3) depois do ataque. Afirmou, também, que foi realizada perícia no local na manhã deste sábado (04).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Desde o início de 2024, a Força Nacional de Segurança Pública (FNSP) diz que&nbsp;tem feito monitoramento da região de maneira mais constante, porém, conforme os indígenas, eles não estavam no local no momento do ataque, nem em local próximo para tentar impedir ou prender os criminosos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em nota a PF diz que &#8220;mantém vigilância&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph"> <strong>&#8220;A situação permanece sob vigilância contínua pelas forças de segurança, com reforços programados para garantir a proteção da comunidade e mitigar novos riscos [&#8230;] O ministério reafirma seu compromisso com a mediação pacífica e a prevenção de conflitos. As ações adotadas já restabeleceram a ordem, e medidas preventivas estão em curso para evitar a escalada de tensões.&#8221;</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
<div id="bsbre-3074183829" class="bsbre-depois-do-conteudo-2 bsbre-entity-placement" style="clear: both;"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado.jpg" alt=""  srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado.jpg 1048w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-600x600.jpg 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-1024x1024.jpg 1024w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-60x60.jpg 60w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-768x768.jpg 768w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-900x900.jpg 900w" sizes="(max-width: 1048px) 100vw, 1048px" width="1048" height="1048"   /></div><br style="clear: both; display: block; float: none;"/><div id="bsbre-3076850901" class="bsbre-depois-do-conteudo bsbre-entity-placement"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista.jpg" alt=""  srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista.jpg 937w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista-600x321.jpg 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista-768x411.jpg 768w" sizes="(max-width: 937px) 100vw, 937px" width="937" height="502"   /></div><p>O post <a href="https://bsbrevista.com.br/2025/01/04/ataque-brutal-deixa-quatro-indigenas-ava-guarani-baleados-e-pf-nao-prendeu-ninguem-apesar-do-conflito-ser-antigo/">Ataque brutal deixa quatro indígenas Avá-Guarani baleados e PF não prendeu ninguém, apesar do conflito ser antigo</a> apareceu primeiro em <a href="https://bsbrevista.com.br">BSB REVISTA</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Câmara aprova o marco temporal, que limita demarcação de terras</title>
		<link>https://bsbrevista.com.br/2023/05/31/camara-aprova-o-marco-temporal-que-limita-demarcacao-de-terras/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Calango]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 May 2023 09:43:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Demarcação]]></category>
		<category><![CDATA[Indígenas]]></category>
		<category><![CDATA[Marco Regulatorio]]></category>
		<category><![CDATA[Terras]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://bsbrevista.com.br/?p=10597</guid>

					<description><![CDATA[<p>Derrota de Lula, proposta impede ampliação de terras demarcadas e flexibiliza usufruto exclusivo dos indígenas nas reservas</p>
<p>O post <a href="https://bsbrevista.com.br/2023/05/31/camara-aprova-o-marco-temporal-que-limita-demarcacao-de-terras/">Câmara aprova o marco temporal, que limita demarcação de terras</a> apareceu primeiro em <a href="https://bsbrevista.com.br">BSB REVISTA</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2 class="content-head__subtitle">Derrota de Lula, proposta impede ampliação de terras demarcadas e flexibiliza usufruto exclusivo dos indígenas nas reservas</h2>
<p>A Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (30), o projeto que limita a demarcação de terras e fragiliza uma série de direitos dos indígenas. Foram 283 votos a favor,  155 contra e uma abstenção. O texto vai ao Senado.</p>
<div id="chunk-5gb64">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="39" data-block-id="6">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O projeto foi pautado no plenário em resposta do presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), ao anúncio do Supremo Tribunal Federal (STF) de retomada do julgamento que discute a implantação de marco temporal para demarcações de terras indígenas.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-5ot22">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="37" data-block-id="7">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O chamado marco temporal das terras indígenas estabelece que os povos originários só têm direito às terras que já eram tradicionalmente ocupadas por eles no dia da promulgação da Constituição Federal, em 5 de outubro de 1988.</p>
<article>
<div class="wall protected-content">
<div id="chunk-fgs2e">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="47" data-block-id="9">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Na prática, a tese permite que indígenas sejam expulsos de terras que ocupam, caso não se comprove que estavam lá antes de 1988, e não autoriza que os povos que já foram expulsos ou forçados a saírem de seus locais de origem voltem para as terras.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-bpil1">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="27" data-block-id="10">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A proposta já passou pelas comissões da Casa sendo uma derrota para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Deputados governistas tentaram tirar o projeto da pauta, mas o requerimento foi rejeitado por 257 votos a 123.</p>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="3" data-block-id="11">
<div class="content-intertitle">
<h4>Pontos do projeto</h4>
</div>
</div>
<div id="chunk-5k4ue">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="38" data-block-id="12">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Entre outros pontos, o projeto, relatado pelo deputado Arthur Maia (União-BA), flexibiliza o uso exclusivo de terras pelas comunidades e permite à União retomar áreas reservadas em caso de alterações de traços culturais da comunidade (<em>leia mais abaixo</em>).</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-bpbj7">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="4" data-block-id="13">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O texto também:</p>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="48" data-block-id="14">
<ul class="content-unordered-list">
<li>cria um “marco temporal” para as terras consideradas &#8220;tradicionalmente ocupadas por indígenas&#8221;, exigindo a presença física dos índios em 5 de outubro de 1988</li>
<li>permite contrato de cooperação entre índios e não índios para atividades econômicas</li>
<li>possibilita contato com povos isolados “para intermediar ação estatal de utilidade pública”</li>
</ul>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="1" data-block-id="17">
<div class="content-intertitle">
<h4>Protestos</h4>
</div>
</div>
<div id="chunk-2c7n4">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="10" data-block-id="18">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Mais cedo, na Câmara, indígenas protestaram contra o projeto.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-6f8p9">
<div class="row medium-uncollapsed content-media content-photo" data-block-type="backstage-photo" data-block-id="19">
<div class=" mc-column  content-media__container">
<div class="content-media-container glb-skeleton-box">
<figure class="content-media-figure">
<p><figure style="width: 291px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="i-amphtml-fill-content i-amphtml-replaced-content" src="https://s2-g1.glbimg.com/pML-y-GTqKC_ZVbLSnKP3YjsUAY=/0x0:1600x1200/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2023/i/h/ZWEihbTeO7cyXUhKQSKg/marco-temporal.jpeg" sizes="auto, (max-width: 339px) 291px, 100vw" srcset="https://s2-g1.glbimg.com/VfiwJpnASxW7iXtlo4Z-jy6JsPk=/0x0:1600x1200/1000x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2023/i/h/ZWEihbTeO7cyXUhKQSKg/marco-temporal.jpeg 1000w, https://s2-g1.glbimg.com/pML-y-GTqKC_ZVbLSnKP3YjsUAY=/0x0:1600x1200/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2023/i/h/ZWEihbTeO7cyXUhKQSKg/marco-temporal.jpeg 984w, https://s2-g1.glbimg.com/5NgK0zGuz0hfw0UCA9D4mhjURQ8=/0x0:1600x1200/640x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2023/i/h/ZWEihbTeO7cyXUhKQSKg/marco-temporal.jpeg 640w, https://s2-g1.glbimg.com/SV7pG5CQWOJAo-Ywdw0m-kqwQvc=/0x0:1600x1200/600x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2023/i/h/ZWEihbTeO7cyXUhKQSKg/marco-temporal.jpeg 600w" alt="Deputados protestam contra proposta do marco temporal de de demarcação de terras indígenas — Foto: Luiz Felipe Barbiéri" width="291" height="218" /><figcaption class="wp-caption-text">Deputados protestam contra proposta do marco temporal de de demarcação de terras indígenas</figcaption></figure></figure>
</div>
</div>
</div>
</div>
<div id="chunk-5rcfc">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="40" data-block-id="20">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A ministra dos Povos Indígenas, Sônia Guajajara, e deputadas da chamada &#8220;bancada do cocar&#8221; Célia Xacriabá (PSOL-MG), e Juliana Cardoso (PT-SP), entre outros parlamentares, concederam entrevistas na Câmara dos Deputados para pressionar pela retirada do texto da pauta de votações.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-dm2pr">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="8" data-block-id="21">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Elas chamaram o texto de &#8220;genocídio legislado&#8221;.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-8cja">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="50" data-block-id="22">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">“Hoje estamos aqui para pedir a retirada do projeto de pauta de votações no dia de hoje. O projeto representa sim um genocídio legislado, porque vai afetar diretamente povos isolados. Autoriza acesso de terceiros em territórios onde vivem pessoas, povos que ainda não tiveram contato com a sociedade”, disse Guajajara.</p>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="2" data-block-id="24">
<div class="content-intertitle">
<h4>Marco temporal</h4>
</div>
</div>
<div id="chunk-37hl2">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="29" data-block-id="25">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Conforme o projeto aprovado, são consideradas terras tradicionalmente ocupadas pelos indígenas aquelas que, na data da promulgação da Constituição, que foi no dia 5 de outubro de 1988, eram simultaneamente:</p>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="34" data-block-id="26">
<ul class="content-unordered-list">
<li>por eles habitadas em caráter permanente;</li>
<li>utilizadas para suas atividades produtivas;</li>
<li>imprescindíveis à preservação dos recursos ambientais necessários a seu bem-estar;</li>
<li>necessárias à sua reprodução física e cultural, segundo seus usos, costumes e tradições.</li>
</ul>
</div>
<div id="chunk-c9q8i">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="26" data-block-id="27">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Segundo o texto, a interrupção da posse indígena ocorrida antes de outubro de 1988, independentemente da causa, inviabiliza o reconhecimento da área como tradicionalmente ocupada.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-ajio8">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="38" data-block-id="28">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A exceção é para caso de conflito de posse no período. Neste caso, o marco temporal não seria aplicado em caso de expulsão dos indígenas. Especialistas avaliam, no entanto, que é difícil comprovar o conflito e a expulsão.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-6ab32">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="24" data-block-id="29">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Entidades ligadas aos direitos dos indígenas criticam o dispositivo, pois a Constituição funciona retroativamente, o que resguarda os direitos territoriais violados antes de 1988.</p>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="3" data-block-id="30">
<div class="content-intertitle">
<h4>Indenização a invasores</h4>
</div>
</div>
<div id="chunk-8fjqr">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="31" data-block-id="31">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Outra mudança criticada por quem discorda do texto é a possibilidade de validar títulos de propriedade ou posse em área das comunidades indígenas. Neste caso, a desocupação será indenizada pelo Estado.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-87pu4">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="15" data-block-id="32">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Segundo especialistas, isso permitirá que não indígenas que tenham invadido áreas de comunidades sejam indenizados.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-5fjb1">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="33" data-block-id="34">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Técnicos também avaliam que o dispositivo tenta proteger invasores de terras indígenas e veda sua retirada das terras enquanto o processo de demarcação não for concluído, criando um &#8220;direito de preferência do invasor&#8221;.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-eh0e5">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="27" data-block-id="35">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Outra crítica é que o dispositivo é inconstitucional, uma vez que, atualmente, não se reconhecem atos para ocupação, domínio e posse de terras tradicionalmente ocupadas por indígenas.</p>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="4" data-block-id="36">
<div class="content-intertitle">
<h4>Usufruto exclusivo de terras</h4>
</div>
</div>
<div id="chunk-4lg3d">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="18" data-block-id="38">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Um dispositivo permite que sejam desenvolvidas atividades nas reservas sem que a comunidades sejam consultadas. O texto diz que o usufruto dos índios não se sobrepõe ao interesse da política de defesa e soberania nacional. Também afirma que independem de consulta aos indígenas ou ao órgão indigenista federal competente, a Funai, as seguintes ações:</p>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="29" data-block-id="40">
<ul class="content-unordered-list">
<li>instalação de bases</li>
<li>unidades e postos militares e demais intervenções militares</li>
<li>expansão estratégica da malha viária</li>
<li>exploração de alternativas energéticas de cunho estratégico</li>
<li>resguardo das riquezas de cunho estratégico</li>
</ul>
</div>
<div id="chunk-es5k8">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="10" data-block-id="41">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O dispositivo viola tratados internacionais, ratificados pelo Brasil.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-ef5vd">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="39" data-block-id="42">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Outra flexibilidade do uso das terras exclusivamente pelos indígenas é um dispositivo que admite a cooperação e contratação de terceiros (não indígenas) para a realização de atividades econômicas. O texto coloca algumas travas que devem ser cumpridas, por exemplo:</p>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="35" data-block-id="44">
<ul class="content-unordered-list">
<li>a atividade deve gerar benefícios para a comunidade</li>
<li>a posse dos indígenas deve ser mantida sobre a terra</li>
<li>a comunidade precisa aprovar o contrato</li>
<li>os contratos devem ser registrados pela Fundação Nacional do Índio (Funai)</li>
</ul>
</div>
<div id="chunk-1847n">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="44" data-block-id="45">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A Constituição diz que compete à União a atividade de demarcar terras tradicionalmente ocupadas pelos indígenas, porém afirma que elas são de sua &#8220;posse permanente&#8221;. Além disso, determina o uso &#8220;exclusivo&#8221; dos indígenas das riquezas do solo, dos rios e dos lagos nelas existentes.</p>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="3" data-block-id="46">
<div class="content-intertitle">
<h4>Ampliação de áreas</h4>
</div>
</div>
<div id="chunk-c2nf0">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="55" data-block-id="47">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O texto também proíbe a ampliação de terras indígenas já demarcadas. Para justificar a regra, o relator argumentou, quando o projeto passou pela CCJ, que um julgamento de 2009 do Supremo sobre a demarcação da reserva indígena Raposa Serra do Sol, em Roraima, proibiu a ampliação da área como uma das 19 regras estabelecidas.</p>
</div>
</div>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="22" data-block-id="48">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Quatro anos depois, porém, a própria Corte confirmou que o entendimento não tem efeito vinculante e não vale para todos os casos.</p>
</div>
</div>
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<div class="content-intertitle">
<h4>Retomada de terras</h4>
</div>
</div>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="41" data-block-id="50">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Ainda segundo a proposta, caso haja alteração nos traços culturais da comunidade, as áreas indígenas reservadas podem ser retomadas pela União para o &#8220;interesse público ou social&#8221; ou ainda destinar ao Programa Nacional de Reforma Agrária, com lotes &#8220;preferencialmente&#8221; a indígenas.</p>
</div>
</div>
</div>
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</div>
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		<title>Garmpeiros matam índio e deixam dois gravemente feridos a bala</title>
		<link>https://bsbrevista.com.br/2023/04/30/garmpeiros-matam-indio-e-deixam-dois-gravemente-feridos-a-bala/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Calango]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 30 Apr 2023 22:49:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Ataque]]></category>
		<category><![CDATA[Garimpeiros]]></category>
		<category><![CDATA[Indígenas]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://bsbrevista.com.br/?p=9928</guid>

					<description><![CDATA[<p>Garmpeiros matam índio e deixam dois gravemente feridos a bala</p>
<p>O post <a href="https://bsbrevista.com.br/2023/04/30/garmpeiros-matam-indio-e-deixam-dois-gravemente-feridos-a-bala/">Garmpeiros matam índio e deixam dois gravemente feridos a bala</a> apareceu primeiro em <a href="https://bsbrevista.com.br">BSB REVISTA</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Ataque de homens armados foi na comunidade Uxiu, dentro do território Yanomami, afirma liderança indígena</strong>.</p>
<p>Um indígena Yanomami, de 36 anos, morreu e outros dois, de 24 e 31, foram baleados por garimpeiros ilegais na comunidade Uxiu, dentro da Terra Indígena Yanomami na tarde desde sábado (29). Os dois feridos foram removidos à capital Boa Vista nesta manhã.</p>
<p>Segundo o presidente do Conselho Distrital de Saúde Indígena Yanomami e Ye&#8217;kwana (Condisi-YY), Júnior Hekurari Yanomami  informou neste domingo (30), três indígenas foram baleados por garimpeiros ilegais que atuam na região.</p>
<p>As vítimas foram socorridas em Uxiu por equipes que atuam em Surucucu, onde há uma unidade de referência em saúde, por volta de 15h30 desse sábado (29).</p>
<p>Um dos feridos, Ilson Xiriana não resistiu e morreu às 5h33 deste domingo. Ele atuava na região como agente indígena de saúde (AIS) e chegou com um tiro na cabeça, à unidade médica.</p>
<p>&#8220;A equipe de saúde trabalhou muito a noite inteira. Ele teve cinco paradas cardíacas, foi reanimado, mas na madrugada não aguentou e morreu. Os outros dois foram levados para Boa Vista&#8221;, disse Hekurari.</p>
<p>Os garimpeiros, segundo as primeiras informações recebidas por Hekurari, chegaram à comunidade Uxiu e abriram fogo. &#8220;Alguns estavam encapuzados&#8221;, afirmou ele, com base no relato de um dos feridos.</p>
<p>O secretário de Saúde Indígena &#8211; órgão ligado ao Ministério da Saúde, Weibe Tapeba, disse ter acionado os ministros responsáveis por questões indígenas para apurar o caso.</p>
<p>&#8220;Tomamos o conhecimento já na manhã de hoje, que entre os três feridos, um indígena veio a óbito. O mesmo era agente indígena de saúde.</p>
<p>Quando chegaram na comunidade, a equipe de saúde encontrou Ilson Xiriana alvejado do lado direito da cabeça e desacordado.</p>
<p>O jovem de 24 anos levou dois tiros no abdômen e estava com sangramento constante. O outro ferido, de 31, teve dois tiros no abdômen, dois na perna e vomitava bastante. Além disso, a equipe identificou ferimento na lombar. Ambos foram removidos para o hospital em Boa Vista.</p>
<p>Segundo Hekurari, o corpo de Ilson Xiriana também foi transportado à capital para que a Polícia Federal possa fazer perícia.</p>
<p>Alvo há décadas de garimpeiros ilegais, a Terra Yanomami, maior território indígena do Brasil, enfrentou nos últimos o avanço desenfreado da atividade ilegal no território. Em um ano, a devastação chegou a 54%.</p>
<p>A presença de garimpeiros leva ao território a destruição ambiental, insegurança, causa conflitos armados e impacta, principalmente, na saúde dos indígenas. Atualmente, o território enfrenta uma grave crise sanitária e humanitária devido ao avanço do garimpo ilegal e desassistência do governo federal, com dezenas de indígenas doentes com malária, desnutrição e verminose.</p>
<div id="bsbre-120128553" class="bsbre-depois-do-conteudo-2 bsbre-entity-placement" style="clear: both;"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado.jpg" alt=""  srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado.jpg 1048w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-600x600.jpg 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-1024x1024.jpg 1024w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-60x60.jpg 60w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-768x768.jpg 768w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-900x900.jpg 900w" sizes="(max-width: 1048px) 100vw, 1048px" width="1048" height="1048"   /></div><br style="clear: both; display: block; float: none;"/><div id="bsbre-3227576740" class="bsbre-depois-do-conteudo bsbre-entity-placement"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista.jpg" alt=""  srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista.jpg 937w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista-600x321.jpg 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista-768x411.jpg 768w" sizes="(max-width: 937px) 100vw, 937px" width="937" height="502"   /></div><p>O post <a href="https://bsbrevista.com.br/2023/04/30/garmpeiros-matam-indio-e-deixam-dois-gravemente-feridos-a-bala/">Garmpeiros matam índio e deixam dois gravemente feridos a bala</a> apareceu primeiro em <a href="https://bsbrevista.com.br">BSB REVISTA</a>.</p>
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		<title>Governo demarca seis terras indígenas e Lula diz que vai demarcar o maior número possível</title>
		<link>https://bsbrevista.com.br/2023/04/28/governo-demarca-seis-terras-indigenas-e-lula-diz-que-vai-demarcar-o-maior-numero-possivel/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Apr 2023 15:14:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Demarcação]]></category>
		<category><![CDATA[Indígenas]]></category>
		<category><![CDATA[Terras]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://bsbrevista.com.br/?p=9914</guid>

					<description><![CDATA[<p>Lula demarca terras indígenas </p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2 class="content-head__subtitle">Segundo Planalto, demarcações estavam paralisadas no país desde 2018</h2>
<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) assina nesta sexta-feira (28) a homologação do processo de demarcação de seis terras indígenas, informou o Palácio do Planalto.</p>
<article>
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<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Os decretos foram oficializados em cerimônia pela manhã no Acampamento Terra Livre, evento com indígenas de todo o país na Esplanada dos Ministérios, em Brasília. Há expectativa de que Lula e ministros visitem o acampamento.</p>
</div>
</div>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="40" data-block-id="4">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">&#8220;Hoje tenho a alegria de assinar a homologação de seis territórios indígenas. A luta por demarcação dos povos indígenas é uma luta por respeito, direitos e proteção da nossa natureza e país. Estamos avançando&#8221;, escreveu Lula em uma rede social.</p>
</div>
</div>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="6" data-block-id="5">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""><strong>São oficializadas as seguintes terras indígenas:</strong></p>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="40" data-block-id="6">
<ul class="content-unordered-list">
<li>Arara do Rio Amônia (AC), do povo Arara</li>
<li>Kariri-Xocó (AL), do povo Kariri-Xocó</li>
<li>Rio dos Índios (RS), do povo Kaingang</li>
<li>Tremembé da Barra do Mundaú (CE), do povo Tremembé</li>
<li>Avá-Canoeiro (GO), do povo Avá-Canoeiro</li>
<li>Uneiuxi (AM), do povo Maku Nadëb</li>
</ul>
</div>
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<div class=" mc-column  content-media__container"></div>
</div>
</div>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="19" data-block-id="9">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Segundo o governo, <strong><span class="highlight">as primeiras demarcações do terceiro mandato de Lula encerram um período de cinco anos sem homologações</span></strong>.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-disic">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="23" data-block-id="10">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A homologação da demarcação, feita por decreto assinado pelo presidente da República, é o último ato antes do registro formal da terra indígena.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-4i8vl">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="30" data-block-id="11">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Conforme o governo, desde 2018, ainda na gestão de Michel Temer, que não são feitas demarcações no Brasil. O ex-presidente Jair Bolsonaro destacava em discursos que não demarcou terras indígenas.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-35q4j">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="54" data-block-id="12">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O governo também anunciou a assinatura dos decretos de instituição do Comitê Gestor da Política Nacional de Gestão Territorial e Ambiental em Terras Indígenas (PNGATI) e a recriação do Conselho Nacional de Política Indigenista (CNPI), além de R$ 12,3 milhões para compra de insumos, ferramentas e equipamentos para casas de farinha de comunidades Yanomami.</p>
</div>
</div>
</div>
</article>
<div class="mc-column entities"></div>
<div id="bsbre-250454403" class="bsbre-depois-do-conteudo-2 bsbre-entity-placement" style="clear: both;"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado.jpg" alt=""  srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado.jpg 1048w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-600x600.jpg 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-1024x1024.jpg 1024w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-60x60.jpg 60w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-768x768.jpg 768w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-900x900.jpg 900w" sizes="(max-width: 1048px) 100vw, 1048px" width="1048" height="1048"   /></div><br style="clear: both; display: block; float: none;"/><div id="bsbre-2942894926" class="bsbre-depois-do-conteudo bsbre-entity-placement"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista.jpg" alt=""  srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista.jpg 937w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista-600x321.jpg 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista-768x411.jpg 768w" sizes="(max-width: 937px) 100vw, 937px" width="937" height="502"   /></div><p>O post <a href="https://bsbrevista.com.br/2023/04/28/governo-demarca-seis-terras-indigenas-e-lula-diz-que-vai-demarcar-o-maior-numero-possivel/">Governo demarca seis terras indígenas e Lula diz que vai demarcar o maior número possível</a> apareceu primeiro em <a href="https://bsbrevista.com.br">BSB REVISTA</a>.</p>
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