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	<title>Arquivo de Indústria de Mineração e Construção Brasil - BSB REVISTA</title>
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		<title>Construtora diz que pagou em dinheiro vivo a filha de ministro do STJ</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 05 Aug 2023 14:59:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Empresa acusa filha do ministro Marco Buzzi (STJ) de receber R$ 1,1 milhão por consultoria não prestada, antes de retirar carteira da OAB</p>
<p>O post <a href="https://bsbrevista.com.br/2023/08/05/construtora-diz-que-pagou-em-dinheiro-vivo-a-filha-de-ministro-do-stj/">Construtora diz que pagou em dinheiro vivo a filha de ministro do STJ</a> apareceu primeiro em <a href="https://bsbrevista.com.br">BSB REVISTA</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2 class="Text__TextBase-sc-1d75gww-0 ehvfEw noticiaCabecalho__subtitulo">Empresa acusa filha do ministro Marco Buzzi (STJ) de receber R$ 1,1 milhão por consultoria não prestada, antes de retirar carteira da OAB</h2>
<p>Segundo o site Metrópoles, uma construtora sediada em Brasília acionou a Justiça do Distrito Federal para cobrar a devolução de R$ 1,1 milhão que afirma ter pago à advogada Catarina Buzzi, filha do ministro Marco Buzzi, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), por uma “<em>consultoria jurídica</em>” que não teria sido prestada.</p>
<p>No processo, obtido pelo site, a Indústria de Mineração e Construção Brasil afirma que parte do pagamento, no valor de R$ 220 mil, foi feita em dinheiro vivo, no escritório de Catarina, em Brasília. O restante teria sido transferido para duas contas bancárias: a de uma administradora empresarial e a da banca de advocacia de uma parceira da filha do magistrado.</p>
<p>A construtora diz que contratou Catarina para a “<em>prestação de serviços de assessoria e consultoria jurídica</em>” em uma disputa por um imóvel de R$ 6,3 milhões comprado dos Correios em leilão. O caso tramita na Justiça Federal de Minas Gerais.</p>
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<p>O ministro Marco Buzzi, pai da advogada, julga outras causas relacionadas a sócios da construtora. Em uma delas, da qual ele é relator e na qual já negou o recurso da empresa, o magistrado foi acionado pelo time de advogadas da construtora, para que se declarasse suspeito por causa da suposta dívida de sua filha.</p>
<p>A empresa ainda acusa a filha do ministro do STJ de fazer um “<em>contrato verbal</em>”, sem informar que ainda não tinha a carteira da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). Esse documento é exigido por lei para quem exerce a profissão de advogado. A negociação teria ocorrido em novembro de 2022. Aos 35 anos, Catarina só foi aprovada na OAB em janeiro deste ano. A empresa diz que vai fazer uma representação junto à entidade por exercício ilegal da advocacia.</p>
<p>A ação de cobrança foi ajuizada em julho, na 6ª Vara Cível de Brasília. Nela, a construtora anexou prints de supostas mensagens de WhatsApp nas quais Catarina e uma parceira dela tratam do contrato e dos pagamentos.</p>
<figure id="attachment_11587" aria-describedby="caption-attachment-11587" style="width: 600px" class="wp-caption alignnone"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-medium wp-image-11587" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/08/Prints-de-mensagens-anexadas-ao-processo-600x485.jpg" alt="Prints de mensagens anexadas ao processo" width="600" height="485" srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/08/Prints-de-mensagens-anexadas-ao-processo-600x485.jpg 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/08/Prints-de-mensagens-anexadas-ao-processo.jpg 628w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-11587" class="wp-caption-text">Prints de mensagens anexadas ao processo</figcaption></figure>
<p>O valor acertado — R$ 1,1 milhão — corresponde a 19% do valor da causa para a qual a empresa alega tê-la contratado. Todo o pagamento foi feito adiantado, segundo a empresa.</p>
<p>Para o mesmo serviço, após o distrato com a filha do ministro, um advogado foi contratado por R$ 20 mil. Ele só receberá mais R$ 1 milhão se tiver êxito na ação em Minas Gerais.</p>
<p>Nos prints anexados ao processo, uma mensagem atribuída a Catarina mostra a filha do ministro agradecendo o envio do comprovante de uma transferência bancária no valor de R$ 300 mil: “<em>Amém Jesus. Temos que ver como o senhor não explicar isso depois</em>” (sic).</p>
<p>Em seguida, ela diz: “<em>E o restante em dinheiro, o senhor me manda quando?</em>”. O representante da empresa propõe que o valor seja pago na segunda-feira seguinte, por TED, ou na terça, em dinheiro. Ela responde: “<em>Não. Terça em dinheiro tá ótimo</em>”. A empresa afirma ter levado R$ 220 mil em dinheiro vivo para o escritório da filha do ministro.</p>
<p>Segundo a construtora, Catarina estava “<em>ajudando</em>” a empresa “<em>para não dar problema</em>”, o que justificaria a transferência de <em>“valores maiores</em>” à advogada. Em março de 2023, a empresa passou a dizer que nenhum serviço foi prestado e fez uma cobrança extrajudicial. No mês passado, acionou a Justiça.</p>
<p>Empresas da família dona da construtora têm diversas causas no Superior Tribunal de Justiça. Pelo menos três estão na Quarta Turma do STJ, responsável por julgar casos empresariais e de direito privado.</p>
<p>Em duas das causas, de 2022 e 2023, o pai de Catarina negou os recursos impetrados pela construtora. Ele ainda não decidiu se está suspeito, ou não, para julgar o processo que resta, movido pela ex-esposa do dono da empresa.</p>
<p>O empresário Wellington Chaves, filho do dono da Indústria de Mineração e Construção Brasil, afirma que Catarina e a sócia “<em>receberam pelo que não fizeram”</em> e admite que, embora o contrato tenha sido feito para uma atuação na Justiça Federal em Minas Gerais, eles conversaram também sobre processos no STJ, órgão do qual o pai da advogada é ministro.</p>
<p>“<em>Sobre processos que envolvem o STJ, foi conversado e não se evoluiu nada. Qual era o primeiro serviço que ela tinha conosco, com a empresa do meu pai? Era esse que ela recebeu. Ficou de mandar o contrato e ficou o contrato verbal e o contrato nas mensagens. Nenhum outro processo evoluiu</em>”, disse.</p>
<p>“<em>Mandamos o dinheiro conforme ela pediu. Nesse modelo de negócio, não tem ninguém favorecendo ninguém. Foi contratado um serviço advocatício, o serviço não foi cumprido, e elas receberam pelo que não fizeram</em>”, completa.</p>
<figure id="attachment_11588" aria-describedby="caption-attachment-11588" style="width: 433px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-11588" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/08/Tranferencia-bancaria-anexada-ao-processo-433x600.jpg" alt="Tranferencia bancária anexada ao processo" width="433" height="600" srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/08/Tranferencia-bancaria-anexada-ao-processo-433x600.jpg 433w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/08/Tranferencia-bancaria-anexada-ao-processo.jpg 462w" sizes="(max-width: 433px) 100vw, 433px" /><figcaption id="caption-attachment-11588" class="wp-caption-text">Tranferencia bancária anexada ao processo</figcaption></figure>
<p>A advogada Catarina Buzzi afirmou ao site Metrópoles que “<em>a história é fantasiosa</em>”.</p>
<p>“<em>As ilações apresentadas são inverídicas e infundadas. Serão todas desmentidas na Justiça. Lamentamos que esse tipo de denúncia vazia, destinada a constranger a honra e a imagem de advogados, continuem a repercutir</em>”, afirmou.</p>
<p>Após a publicação da reportagem, a advogada enviou uma nova nota acrescentando que “<em>nunca advogou para a empresa</em>”, que as mensagens de WhatsApp anexadas ao processo “<em>são forjadas</em>” e que “<em>Catarina não é a interlocutora das conversas</em>”.</p>
<p>“<em>Na sua avaliação, a construtora está tentando, por meio da polêmica infundada, fabricar a suspeição de magistrados</em>”, diz a nota.</p>
<p>Já o ministro Marco Buzzi afirmou, por meio da assessoria do STJ, que “<em>os recursos apresentados pela empresa foram negados, o que afasta, por completo, eventual suposição de favorecimento da parte</em>”.</p>
<p>A nota acrescenta, ainda, que o processo movido pela ex-mulher do dono da empresa, do qual o ministro é relator, “<em>teve o mérito julgado em colegiado em outubro de 2022, com decisão também desfavorável aos seus interesses</em>”.</p>
<p>Por fim, a assessoria do STJ afirma que o pedido de suspeição do ministro Marco Buzzi  disse na sexta-feira que “<em>chegou ao gabinete apenas na tarde de hoje, e será oportunamente analisado pelo ministro</em>”.</p>
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