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	<title>Arquivo de Lesmas azuis - BSB REVISTA</title>
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		<title>Veja quais perigos &#8220;dragões azuis&#8221; que estão invadindo praias oferecem</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Calango]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 31 Mar 2024 14:39:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Alerta]]></category>
		<category><![CDATA[Dragões azuis]]></category>
		<category><![CDATA[Lesmas azuis]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Veja quais perigos "dragões azuis" que estão invadindo praias oferecem </p>
<p>O post <a href="https://bsbrevista.com.br/2024/03/31/veja-quais-perigos-dragoes-azuis-que-estao-invadindo-praias-oferecem/">Veja quais perigos &#8220;dragões azuis&#8221; que estão invadindo praias oferecem</a> apareceu primeiro em <a href="https://bsbrevista.com.br">BSB REVISTA</a>.</p>
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<p><strong>Bonitos e antes raros, animais parecem personagens do Pokémon, mas são perigosos</strong></p>



<p>O oceano é repleto de criaturas misteriosas. Muitas delas raramente são observadas pelos seres humanos.</p>



<p>Os dragões azuis, ou lesmas-do-mar azuis, é uma espécie de animal cujo nome científico é<em> Glaucus atlanticus</em>. </p>



<p>A espécie deslumbrante tem sido encontrada  nas praias do Texas, prejudicando os planos de férias de muitas pessoas.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p><strong>Segundo a ONG One Earth, a picada do dragão azul pode causar náusea, dor, vômito, dermatite alérgica aguda e hiperpigmentação pós-inflamatória.</strong></p>
</blockquote>



<p>Os dragões azuis não chegaram ao Texas exatamente por acaso. Eles costumam seguir o fluxo – literalmente.</p>



<p>O biólogo marinho do Texas David Campbell, fundador da Sociedade de Conservação MarineBio, afirma que esse comportamento não é um sinal de despreocupação dos animais. Ele simplesmente indica que esta não é uma espécie muito forte.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>&#8220;<strong>Eles são muito maus nadadores e vão aonde o vento e as correntes os levarem&#8221;, explica Campbell.</strong></p>
</blockquote>



<p>E, aonde quer que essas criaturas forem, elas flutuam de cabeça para baixo.</p>



<p>Os dragões azuis podem parecer preguiçosos, mas não são muito receptivos. Por isso, seus avistamentos alertaram organizações texanas a emitir sinais de cautela para os banhistas curiosos – como fez o Instituto de Pesquisas Harte, dedicado à conservação ambiental no Golfo do México.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p><strong>&#8220;Cuidado: não toque no dragão azul!&#8221;, escreveu no Facebook o biólogo marinho da Universidade A&amp;M do Texas em Corpus Christi e diretor de engajamento comunitário do Instituto Harte, Jace Tunnell.</strong></p>
</blockquote>



<p>Ele destacou que os ventos da primavera no hemisfério norte causaram o aparecimento de certas espécies, como a caravela-portuguesa, o botão-azul (uma criatura parecida com a água-viva) e os dragões azuis, &#8220;raramente observados&#8221; no litoral.</p>



<p>&#8220;A lesma-do-mar&nbsp;<em>Glaucus atlanticus</em>, ou dragão azul, é um nudibrânquio pelágico que flutua na superfície do oceano&#8221;, prosseguiu Tunnell.</p>



<p>&#8220;Eles costumam ter apenas uma polegada [2,5 cm] de comprimento e se alimentam das toxinas de espécies muito maiores, como as caravelas-portuguesas, que possuem tentáculos de cerca de 9,1 metros.&#8221;</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://s2-g1.glbimg.com/DrMa0nCsWiB65uYFCKWEX5k2kcQ=/0x0:800x455/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2024/k/G/rX6oDrRUiTctkzoqBA1w/dragoes2.jpg" alt="Os dragões azuis se movimentam no mar levados pelas correntes oceânicas — Foto: GETTY IMAGES via BBC"/><figcaption class="wp-element-caption">Os dragões azuis se movimentam no mar levados pelas correntes oceânicas — Foto: GETTY IMAGES via BBC</figcaption></figure>



<p></p>



<p>Os observadores e os biólogos marinhos parecem concordar em um ponto: essas criaturas azuis e cintilantes em forma de pássaro parecem um personagem da série Pokémon. E o método usado pelos dragões azuis para afugentar os inimigos é quase tão fascinante quanto sua aparência.</p>



<p>Tunnell explica que eles comem os tentáculos das caravelas-portuguesas e removem suas células pungentes. Eles então as armazenam nos seus apêndices para usar mais tarde e as liberam quando são agitados.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p><strong>&#8220;É isso o que os torna tão perigosos, pois eles podem liberar todas as células urticantes de uma vez&#8221;, explica ele. &#8220;Pode ser três vezes mais intenso do que a caravela-portuguesa&#8221;.</strong></p>
</blockquote>



<p>Campbell já sentiu essa dor pessoalmente. &#8220;Eu pisei em um deles em uma praia na Austrália quando era criança e meu pai tem até hoje as cicatrizes nas mãos por tentar me ajudar&#8221;, ele conta.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como evitar o perigo?</h2>



<p>Atualmente, essa espécie está aparecendo nas praias do Texas em grandes quantidades, o que torna &#8220;absolutamente necessário&#8221; alertar as pessoas para que não as toquem, salienta Tunnell.</p>



<p>Ele conta que recebeu recentemente um e-mail de uma mulher da cidade litorânea de South Padre Island que observou pelo menos 60 exemplares da espécie na praia.</p>



<p>Campbell concorda que os avisos também são necessários porque &#8220;as pessoas fazem coisas muito bobas&#8221; com essas belas, mas perigosas criaturas, &#8220;e tocar em pequenas coisas bonitas é muito comum&#8221;.</p>



<p>Ele explica que existem cada vez mais turistas tirando fotos ao lado de animais perigosos – e até de espécies assustadoras, como o polvo-de-anéis-azuis, o cefalópode mais mortal que existe.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="678" height="452" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2024/03/image-51.png" alt="" class="wp-image-17346" srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2024/03/image-51.png 678w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2024/03/image-51-600x400.png 600w" sizes="(max-width: 678px) 100vw, 678px" /><figcaption class="wp-element-caption">polvo-de-anéis-azuis a pode chegar a 20 cm e pesam entre 10 e 100 gramas.</figcaption></figure>



<p>A educadora ambiental Isabel McClelland, de Maryland, nos Estados Unidos, afirma que as redes sociais e o desejo de compartilhar imagens interessantes de criaturas selvagens costumam levar as pessoas a se aproximar demais de animais selvagens que elas pouco conhecem.</p>



<p>Em relação aos dragões azuis, ela espera que &#8220;saber onde eles pegam suas toxinas&#8221; possa &#8220;evitar que as pessoas os manuseiem&#8221;.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="480" height="360" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2024/03/image-52.png" alt="" class="wp-image-17347"/><figcaption class="wp-element-caption">O que esta espécie tem de deslumbrante, tem de urticante</figcaption></figure>



<p></p>



<p>Ainda assim, McClelland acredita que as redes sociais costumam ser mais uma força positiva para a preservação da vida selvagem. Afinal, existem inúmeras organizações publicando postagens nas redes sociais, desde agências ambientais em nível local, estadual e federal até centros independentes de preservação da natureza e organizações sem fins lucrativos.</p>



<p>A intenção dessas organizações é &#8220;difundir conhecimento sobre a importância da conservação ambiental e da vida selvagem, sustentabilidade e formas em que os indivíduos podem participar e deixar seu pequeno impacto em cada canto do mundo&#8221;, afirma McClelland.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p><strong>&#8220;E isso destaca o fato de que existe uma imensa quantidade de pessoas em todo o mundo que se preocupam e querem fazer a diferença.&#8221;</strong></p>
</blockquote>



<p>Observar os dragões azuis certamente é maravilhoso. Mas os especialistas orientam o que as pessoas devem fazer com eles: olhar, não tocar e, talvez, fotografar a uma distância segura.</p>



<p><em>Leia a </em><a class="" href="https://www.bbc.com/travel/article/20240313-blue-sea-dragons-texas-beaches-spring-break-sting" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><em>reportagem  original </em></a><em> no site BBC Travel.</em></p>
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