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	<title>Matar &#8211; BSB REVISTA</title>
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	<title>Matar &#8211; BSB REVISTA</title>
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		<title>Plano para matar Lula foi discutido na casa de Braga Netto, diz PF</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Calango]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Nov 2024 15:02:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Bolsonaro]]></category>
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					<description><![CDATA[General foi candidato a vice de Jair Bolsonaro nas eleições de 2022 e duas vezes ministro do governo dele A Polícia Federal acredita que o [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h6 class="wp-block-heading">General foi candidato a vice de Jair Bolsonaro nas eleições de 2022 e duas vezes ministro do governo dele</h6>



<p>A Polícia Federal acredita que o <a href="https://bsbrevista.com.br/2024/11/19/plano-de-presos-hoje-era-matar-lula-alckmin-e-moraes-envenenados-ou-com-explosivos/">plano para matar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), e o vice, Geraldo Alckmin (PSB</a>), foi discutido na casa do general Walter Braga Netto em 12 de novembro de 2022. </p>



<p>Braga Netto foi candidato a vice-presidente na chapa de Jair Bolsonaro nas eleições de 2022.</p>



<p>O general Walter Souza Braga Netto também foi ministro-chefe da Casa Civil do Brasil, de 2020 a 2021, e ministro da Defesa, de 2021 a 2022, durante o governo de Jair Bolsonaro. No Exército Brasileiro, alcançou o posto de General de Exército, o mais alto da hierarquia da Força.</p>



<p>Braga Netto estava presente no encontro em sua casa, segundo a PF. Também estavam lá Mauro Cid e os majores Hélio Ferreira Lima e Rafael de Oliveira – esses dois também foram presos nesta terça, suspeitos de, junto com Fernandes, elaborarem o plano para matar Alckmin e Lula. As execuções ocorreriam em 15 de dezembro.</p>



<p>De acordo com a PF, depois do encontro, o major Oliveira mandou para Mauro Cid um documento em formato de Word intitulado Copa 2022, apontando as necessidades iniciais de logística e orçamento para as ações clandestinas.</p>



<p>Segundo a PF, ο planejamento operacional para execução do presidente e vice- presidente eleitos foi apresentado e aprovado na residência de Braga Netto.</p>



<p> Os militares supostamente envolvidos na trama golpista também teriam começado a monitorar os passos de autoridades logo após a reunião, incluindo o nome do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal.</p>



<p></p>



<p></p>



<p></p>



<p></p>
<div id="bsbre-786778669" class="bsbre-depois-do-conteudo-2" style="clear: both;"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado.jpg" alt=""  srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado.jpg 1048w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-600x600.jpg 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-1024x1024.jpg 1024w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-60x60.jpg 60w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-768x768.jpg 768w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-900x900.jpg 900w" sizes="(max-width: 1048px) 100vw, 1048px" width="1048" height="1048"   /></div><br style="clear: both; display: block; float: none;"/><div id="bsbre-3461335922" class="bsbre-depois-do-conteudo"><img decoding="async" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista.jpg" alt=""  srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista.jpg 937w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista-600x321.jpg 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista-768x411.jpg 768w" sizes="(max-width: 937px) 100vw, 937px" width="937" height="502"   /></div>]]></content:encoded>
					
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		<title>PF prende mandantes de matar de Marielle, Domingos Brazão e Chiquinho Brazão. Delegado também é preso por atrapalhar investigações</title>
		<link>https://bsbrevista.com.br/2024/03/24/pf-prende-mandantes-de-matar-de-marielle-domingos-brazao-e-chiquinho-brazao-delegado-tambem-e-preso-por-atrapalhar-investigacoes/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Mar 2024 15:32:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Chiquinho Brazão]]></category>
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					<description><![CDATA[PF prende mandantes de matar de Marielle, Domingos Brazão e Chiquinho Brazão. Delegado também é preso por atrapalhar investigações.
PF usou domingo para despitar investigados sobre dia da prisão]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h3 class="wp-block-heading">PF usou domingo para despitar investigados sobre dia da prisão</h3>



<p> O deputado federal pelo União Brasil  Chiquinho Brazão e o irmão dele, Domingos Brazão que é conselheiro do Tribunal de Contas do Estado do Rio deJaneiro (TCE-R foram presos neste domingo (24).</p>



<p>Eles são apontados como mandantes do assassinato de Marielle Franco, em março de 2018. </p>



<p>Chiquinho foi vereador carioca pelo MDB por 12 anos, inclusive durante os dois primeiros anos de mandato de Marielle, entre 2016 e março de 2018, quando foi assassinada.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="554" height="554" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2024/03/image-44.png" alt="" class="wp-image-17182" srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2024/03/image-44.png 554w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2024/03/image-44-60x60.png 60w" sizes="(max-width: 554px) 100vw, 554px" /><figcaption class="wp-element-caption">Em 2022, Chiquinho Brazão fez campanha para Bolsonaro ao lado de Flávio Bolsonaro </figcaption></figure>



<p></p>



<p>A&nbsp;Operação Murder, Inc.&nbsp;foi deflagrada hoje, em decorrência das investigações da PF desde fevereiro do ano passado.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="598" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2024/03/image-43-1024x598.png" alt="" class="wp-image-17181" srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2024/03/image-43-1024x598.png 1024w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2024/03/image-43-600x350.png 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2024/03/image-43-768x448.png 768w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2024/03/image-43.png 1028w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Em 2014, na última eleição antes de virar conselheiro do Tribunal de Contas do Estado, Domingos Brazão fez campanha para o PT</figcaption></figure>



<p></p>



<p>O delegado&nbsp;Rivaldo Barbosa&nbsp;também foi preso,&nbsp;acusado de atrapalhar as investigações.</p>



<p>Os três foram alvos de mandados de prisão preventiva expedidos pelo ministro&nbsp;Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). </p>



<p>Os presos são ouvidos na sede da PF no Rio&nbsp;e serão encaminhados para a Penitenciária Federal de Brasília, Papuda.</p>



<p>&nbsp;Chiquinho tem foro especial por ser deputado federal; Rivaldo era&nbsp;chefe da Polícia Civil&nbsp;à época do atentado e hoje é&nbsp;coordenador de Comunicações e Operações&nbsp;Policiais&nbsp;da instituição.&nbsp;</p>



<p><a href="https://bsbrevista.com.br/2024/01/23/lessa-delata-domingos-brazao-como-um-dos-mandantes-do-assassinato-de-marielle-franco/">Domingos foi citado no processo desde o primeiro ano das investigações</a>, em 2018, e chegou a depor no caso 3 meses após o atentado.</p>



<p>Além das três prisões neste domingo,&nbsp;foram expedidos 12 mandados de busca e apreensão&nbsp;na sede da Polícia Civil do Rio e no Tribunal de Contas do Estado.</p>



<p>Entre os alvos estão o delegado&nbsp;Giniton Lages, titular da Delegacia de Homicídios à época do atentado&nbsp;e o primeiro a investigá-lo, e&nbsp;Marcos Antônio de Barros Pinto, um de seus principais subordinados.</p>



<p>O ministro Alexandre de Moraes&nbsp;determinou o afastamento dos dois das atuais funções e&nbsp;o uso de tornozeleira.</p>



<p>Erica de Andrade Almeida Araújo, mulher de Rivaldo, teve busca e apreensão decretada, bens bloqueados e a suspensão da atividade comercial de sua empresa, que,&nbsp;segundo a PF, lavava dinheiro para o marido.</p>



<p>Os investigadores acreditam que o motivo tem a ver com a expansão territorial da milícia no Rio, que era criticada por Marielle. Já Rivaldo é&nbsp;acusado de ter combinado com os criminosos não investigar o caso.</p>



<p>A inteligência da polícia indicou que eles já estavam em alerta nos últimos dias,&nbsp;após o Supremo Tribunal Federal (STF) homologar a delação premiada do ex-policial militar Ronnie Lessa, por isso, os investigadores decidiram fazer a operação no início deste domingo para surpreende-los.</p>



<p>O deputado federal Chiquinho Brazão terá sua detenção apreciada pelo plenário da Câmara dos Deputados, que poderá mantê-lo preso ou soltá-lo. A data da sessão ainda não foi anunciada.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1587199&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1587199&amp;o=node"></p>



<p>De acordo com a Constituição Federal, deputados e senadores são invioláveis, civil e penalmente, por opiniões, palavras e votos e não poderão ser presos, salvo em flagrante de crime inafiançável. Nestas situações, os autos são remetidos à Câmara ou ao Senado para que a maioria absoluta da Casa (no caso da Câmara, o voto de 257 deputados) decida, em voto aberto, sobre a prisão.</p>



<p>Ao aceitar o acordo de colaboração com a PF, Lessa&nbsp;apontou quem eram os mandantes e também indicou a motivação do crime.</p>



<p>O ex-PM deu detalhes de encontros com eles e indícios sobre as motivações. Os irmãos      Brazão, segundo o ex-PM,&nbsp;comandam um grupo poderoso no Rio&nbsp;com vários interesses em diversos setores do Estado.</p>



<p>Lessa está preso desde 2019,&nbsp;e confessou ser um dos executores do crime.</p>



<p></p>



<p></p>
<div id="bsbre-3197883804" class="bsbre-depois-do-conteudo-2" style="clear: both;"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado.jpg" alt=""  srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado.jpg 1048w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-600x600.jpg 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-1024x1024.jpg 1024w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-60x60.jpg 60w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-768x768.jpg 768w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-900x900.jpg 900w" sizes="(max-width: 1048px) 100vw, 1048px" width="1048" height="1048"   /></div><br style="clear: both; display: block; float: none;"/><div id="bsbre-3964745847" class="bsbre-depois-do-conteudo"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista.jpg" alt=""  srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista.jpg 937w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista-600x321.jpg 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista-768x411.jpg 768w" sizes="(max-width: 937px) 100vw, 937px" width="937" height="502"   /></div>]]></content:encoded>
					
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		<title>Que mandou matar Marielle chega ao STF, por envolvimento de autoridade com foro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Victório Dell Pyrro]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Mar 2024 11:17:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
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					<description><![CDATA[Ex-deputado parceiro de Sérgio Cabral e apoiador de Lula e Dilma com foro privilegiado no TCE pode ser o investigado que fez polícia enviar o caso ao Supremo Tribunal Federal ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Ex-deputado parceiro de Sérgio Cabral e apoiador de Lula e Dilma, com foro privilegiado no TCE, pode ser o investigado que fez polícia enviar o caso ao Supremo Tribunal Federal</strong> </p>



<p>Depois de seis anos de acusações da esquerda e de parte da imprensa contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), inclusive usado fartamente com informações falsas disseminadas na Internet, as &#8220;<em>Fakes News</em>&#8221; promovidas durante a campanha que elegeu o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e sem nenhuma punição do Supremo Tribunal Federal (STF), finalmente o &#8220;Quem matou Marielle? &#8221; chega à Suprema Corte. </p>



<p>Mas para contrariar a imprensa esquerdista torta e os disseminadores de mentiras na Internet &#8220;<em>Fake News</em>&#8220;, inimputáveis às vistas grossas de Alexandre de Moraes, que nada disso viu, o caso da proeminente vereadora assassinada terá ele, Alexandre de Moraes, vulgo Xandão, como relator.</p>



<p>Alexandre de Moraes foi apelidado de Xandão por <a href="https://bsbrevista.com.br/2022/10/23/roberto-jefferson-resiste-a-ordem-de-prisao-de-alexandre-de-moraes-do-stf-e-atira-contra-policiais-federais/">Roberto Jefferson que o criticava antes de ir parar na cadeia por determinação de Moraes</a>.</p>



<p>Ronnie Lessa, o ex-PM que  matou e confessou ter matado Marielle Franco e Anderson Gomes, <a href="https://bsbrevista.com.br/2024/01/23/lessa-delata-domingos-brazao-como-um-dos-mandantes-do-assassinato-de-marielle-franco/">delatou há pouco mais de 60 dias, Domingos Brazão</a>, um petista de carteirinha, que fez campanhas ao lado de Lula e Dilma como um dos mandantes do atentado que matou a vereadora e seu motorista. </p>



<p>Preso desde março de 2019, Lessa fez acordo de delação com a Polícia Federal. O acordo ainda precisa ser homologado pelo Superior Tribunal de Justiça, o STJ, pois Brazão tem foro privilegiado por ser conselheiro do Tribunal de Contas do Rio de Janeiro.</p>



<p>Aliás, a eleição de Domingos Brazão como novo conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE) é ilegal. Mas no Rio de Janeiro parece que até governador condenado a trocentos anos está solto por ordem do STF de Xandão, tudo pode se vocêé poderoso e tem as costas quentes. </p>



<p>O deputado então deputado tomou posse no cargo cerca de quatro horas após eleito. Para a Associação Nacional dos Auditores dos Tribunais de Contas do Brasil (Audicon), a vaga no TCE deveria ser preenchida por um conselheiro selecionado em concurso e, por isso, a entidade acionou a Justiça que nada fez.</p>



<p>Na época, a <a href="https://www.audicon.org.br/site/">Audicon</a> afirmou, em nota, que um dos sete conselheiros deve ser eleito, como prevê a constituição. Mas a regra nunca foi respeitada no TCE do Rio. </p>



<p>A candidatura de Brazão, teve como padrinho o presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), deputado Jorge Picciani. Brazão que é, segundo o assassino e réu confesso, o mandante do assassinato de Marielle recebeu apoio de 61 dos 66 deputados cariocaxxxx na eleição.</p>



<p>Já Picciani sempre foi um grande aliado do ex-governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, aquele condenado à centenas de anos de prisão por roubar o dinheiro que falta para salvar vidas nos hospitais, mas que também está solto pela &#8220;<em>santa</em> <em>mãe dos corruptos</em>&#8221; e chegou a ser investigado pela Lava Jato, por corrupção. Em 2019, Picciani foi condenado pelo Tribunal Regional Federal da 2ª região e preso. Mas adivinhe ficou preso ou foi solto?</p>



<p>Claro, a &#8220;<em>Santa  mãe dos corruptos</em>&#8221; soltou depois de apenas 4 meses preso, quando deveria ficar 21 anos pela condenação. Picciani morreu sem pagar seus crimes e deve agradecer da cova ao STF. Agora é a vez de seu comparsa ser agraciado no STF pelo &#8220;<strong>Quem mandou matar Marielle?&#8221;</strong></p>
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		<title>Quem mandou matar Marielle foi político famoso, diz site</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Calango]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Aug 2023 09:07:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Político Domingos Brazão é investigado como um dos principais suspeitos de mandar matar Marielle Franco em março de 2018]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3>Político Domingos Brazão é investigado como um dos principais suspeitos de mandar matar Marielle Franco em março de 2018</h3>
<p>Segundo o site The Intercept, Marielle Franco virou um símbolo internacional após seu assassinato no dia 14 de março de 2018. Com os olhos do mundo no Rio de Janeiro, todos estão perguntando: #QuemMandouMatarMarielle? E por quê?</p>
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<p class="content-description w-100 text-gray-700 m-0">
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<h3 class="content-title-h2 text-gray-900 m-0">O caso Marielle</h3>
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<p class="content-text text-gray-700 m-0">Marielle Franco virou um símbolo internacional após seu assassinato no dia 14 de março de 2018. Com os olhos do mundo no Rio de Janeiro, todos estão perguntando:</p>
<p class="content-text text-gray-700 m-0">#QuemMandouMatarMarielle? E por quê?</p>
<p class="content-text text-gray-700 m-0">A esquerda brasileira quer uma resposta que pode não ser a que as investigações estão mostrando. Petistas, principalmente, gostariam de ver o ex-presidente da República, Jair Bolsonaro acusado de ser mandante do crime, mas as investigações seguem outro caminho, mesmo comandadas por Flávio Dino, ministro da Justiça do atual presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva.</p>
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<p>Na véspera da operação que levou para cadeia os ex-policiais militares acusados de matar <strong>Marielle Franco</strong> e Anderson Gomes, outros suspeitos de envolvimento no crime temiam a prisão de um político investigado como um dos possíveis mandantes do atentado: Domingos Inácio Brazão.</p>
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<article class="g-col-12 g-col-md-10 pt-6 m-negative m-md-0">
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<p>No dia 11 de março de 2019, às 23h, Jomar Duarte Bittencourt Júnior, conhecido como Jomarzinho e filho de um delegado da Polícia Federal, enviou uma mensagem por WhatsApp a um policial militar. O atentado que matou Marielle e Anderson completaria um ano dali a três dias.</p>
<p>Quem recebeu a mensagem foi um sargento da PM, Maurício da Conceição dos Santos Júnior. Jomarzinho informava que no dia seguinte pessoas seriam presas no âmbito da investigação do atentado contra a ex-vereadora.</p>
<p>“Pelo que me falaram vão até prender Brazão e Rivaldo Barbosa”, escreveu Jomarzinho.</p>
<p>“Putz”, respondeu o sargento.</p>
<p>O diálogo mostra que operação policial foi vazada, e é ainda mais importante porque revela o temor com a possível detenção de Domingos Brazão, um político com passagem pelo MDB no Rio, e cujo nome sempre esteve no rol de suspeitos de ser um dos mandantes do atentado contra Marielle. Além disso, a conversa reforça a hipótese de que o atentado teve motivação política, como destacado pelo ministro Flavio Dino, ao determinar a abertura de um inquérito sobre o caso no começo deste ano.</p>
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<p><figure id="attachment_424719" aria-describedby="caption-attachment-424719" style="width: 524px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="entered lazyloaded wp-image-424719" src="https://uploads.intercept.com.br/2023/07/caso-marielle-conversa-suspeitos-assassinato.jpg" alt="Tela de WhatsApp com troca de mensagens de Jomar Júnior. Suspeitos com medo de que Domingos Brazão fosse presos." width="524" height="932" data-lazy-srcset="https://www.intercept.com.br/wp-content/plugins/seox-image-magick/imagick_convert.php?width=169&amp;height=300&amp;format=webp&amp;quality=91&amp;imagick=uploads.intercept.com.br/2023/07/caso-marielle-conversa-suspeitos-assassinato-169x300.jpg 169w, https://www.intercept.com.br/wp-content/plugins/seox-image-magick/imagick_convert.php?width=524&amp;height=932&amp;format=webp&amp;quality=91&amp;imagick=uploads.intercept.com.br/2023/07/caso-marielle-conversa-suspeitos-assassinato.jpg 524w" data-lazy-sizes="(max-width: 524px) 100vw, 524px" data-lazy-src="https://uploads.intercept.com.br/2023/07/caso-marielle-conversa-suspeitos-assassinato.jpg" data-ll-status="loaded" /><figcaption id="caption-attachment-424719" class="wp-caption-text">Troca de mensagens entre suspeitos revela medo de que Domingos Brazão fosse preso em operação da Polícia Civil, em 2019.</figcaption></figure><figcaption class="wp-element-caption"></figcaption></figure>
<p>A primeira menção refere-se a Domingos Brazão, líder de uma família de políticos com atuação na Zona Oeste do Rio de Janeiro e suspeito de ser aliado de milicianos na região. À época, ele estava afastado do cargo de conselheiro do Tribunal de Contas do Rio, acusado pela Operação Lava Jato de receber propinas de empresários do setor de transporte.</p>
<p>As investigações cogitam a hipótese de que Brazão mandou matar Marielle para se vingar de Marcelo Freixo, ex-deputado estadual e atual presidente da Embratur na gestão Lula. Freixo ajudou procuradores da República em operações da Lava Jato do Rio que resultaram nas prisões de políticos do MDB, a exemplo do próprio Brazão, e dos então deputados estaduais Jorge Picciani (já falecido), Paulo Melo e Edson Albertassi.</p>
<figure class="wp-block-embed is-type-rich is-provider-twitter wp-block-embed-twitter"><figcaption class="wp-element-caption">Post no Twitter do Ministro da Justiça, Flávio Dino sobre a abertura de investigação da Polícia Federal no caso Marielle Franco.</figcaption></figure>
<p>“Cogita-se a possibilidade de Brazão ter agido por vingança, considerando a intervenção do então deputado Marcelo Freixo nas ações movidas pelo Ministério Público Federal, que culminaram com seu afastamento do cargo de Conselheiro do Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro”, afirmou a ministra Laurita Vaz, do Superior Tribunal de Justiça, quando foi debatida a federalização do caso, em maio de 2020.</p>
<p>“Informações de inteligência aportaram no sentido de que se acreditou que a vereadora Marielle Franco estivesse engajada neste movimento contrário ao MDB, dada sua estreita proximidade com Marcelo Freixo”, também está escrito no relatório da ministra.</p>
<p>Já Rivaldo Barbosa é delegado e ex-chefe da Polícia Civil do Rio. Tempos depois, a PF associou a ele a um suposto recebimento de propina para impedir avanços na investigação do caso. Barbosa nega.</p>
<p>A operação, de fato, aconteceu como Jomarzinho previa, mas os presos foram outros: os ex-PMs Ronnie Lessa e Élcio Vieira de Queiroz. Élcio firmou, recentemente, acordo de delação premiada e confirmou que foi o motorista do carro usado no atentado de 14 de março de 2018 e que Lessa foi o autor dos disparos. Ronnie Lessa também foi filiado ao MDB durante alguns anos.</p>
<p>Quando foi preso saindo do condomínio Vivendas da Barra, Lessa admitiu aos policiais civis que estava em fuga. Ele tinha recebido a informação de Maxwell Simões Corrêa, o Suel, ex-bombeiro e seu sócio em negócios milicianos. Por sua vez, Suel soube por Maurício, que o avisou logo depois de conversar com Jomarzinho.</p>
<p>A cadeia de vazamento da operação foi a seguinte: Jomarzinho contou a Maurício. Este contou a Suel que, por sua vez, contou a Lessa.</p>
<p>E um detalhe chama a atenção. Lessa decide fugir, mas o nome dele não é especulado entre os que seriam presos de acordo com Jomarzinho, que cita Brazão e Rivaldo Barbosa. Mas mesmo assim, Lessa optou por escapar da operação.</p>
<p>Essas informações constam na investigação da Polícia Federal que resultou na prisão de Suel na última segunda-feira, 24 de julho. Ele é suspeito de ter participado do planejamento do atentado contra Marielle e foi delatado por Élcio. Jomarzinho e Maurício foram alvos de mandados de busca e apreensão.</p>
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<p><figure id="attachment_424714" aria-describedby="caption-attachment-424714" style="width: 968px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="entered lazyloaded wp-image-424714" src="https://uploads.intercept.com.br/2023/07/caso-marielle-domingos-brazao.jpg" alt="Domingos Brazão investigado como suspeito de ser um dos possíveis mandantes da morte de Marielle dá entrevista à TV Globo." width="968" height="545" data-lazy-srcset="https://www.intercept.com.br/wp-content/plugins/seox-image-magick/imagick_convert.php?width=300&amp;height=169&amp;format=webp&amp;quality=91&amp;imagick=uploads.intercept.com.br/2023/07/caso-marielle-domingos-brazao-300x169.jpg 300w, https://www.intercept.com.br/wp-content/plugins/seox-image-magick/imagick_convert.php?width=768&amp;height=432&amp;format=webp&amp;quality=91&amp;imagick=uploads.intercept.com.br/2023/07/caso-marielle-domingos-brazao-768x432.jpg 768w, https://www.intercept.com.br/wp-content/plugins/seox-image-magick/imagick_convert.php?width=968&amp;height=545&amp;format=webp&amp;quality=91&amp;imagick=uploads.intercept.com.br/2023/07/caso-marielle-domingos-brazao.jpg 968w" data-lazy-sizes="(max-width: 968px) 100vw, 968px" data-lazy-src="https://uploads.intercept.com.br/2023/07/caso-marielle-domingos-brazao.jpg" data-ll-status="loaded" /><figcaption id="caption-attachment-424714" class="wp-caption-text">O político Domingos Brazão é investigado como suspeito de ser um dos possíveis mandantes do atentado que matou Marielle Franco e Anderson Gomes.</figcaption></figure><figcaption class="wp-element-caption"></figcaption></figure>
<hr />
<p>A violência marca a trajetória pública de Domingos Brazão. Em março de 1987, Domingos Brazão matou a tiros um homem e feriu outro por causa de uma desavença entre vizinhos. O inquérito policial mostrou que ele perseguiu os dois homens e efetuou os disparos pelas costas. Ele alegou legítima defesa. O caso nunca foi submetido a júri popular e tramitou durante 15 anos até a denúncia ser rejeitada pela corte especial do Tribunal de Justiça, quando Brazão era deputado estadual.</p>
<p>“A autoridade policial destacou, à época, a índole violenta e perigosa do réu, que constantemente portava arma e se unira a ‘grileiros’ que disputavam a posse das terras na região”, afirmou em 2002, José Muiños Pinheiro Filho, então procurador-geral de Justiça, chefe do Ministério Público do Rio de Janeiro, e posteriormente desembargador.</p>
<p>Anos depois, Brazão teria seu nome citado na CPI das Milícias, que foi presidida pelo então deputado estadual pelo Psol Marcelo Freixo. Marielle Franco trabalhou no caso como assessora parlamentar dentro do gabinete de Freixo.</p>
<blockquote class="stylized pull-right" data-shortcode-type="pullquote" data-pull="right"><p>‘Cogita-se a possibilidade de Brazão ter agido por vingança, considerando a intervenção do então deputado Marcelo Freixo nas ações.’</p></blockquote>
<p>Desde o começo das investigações sobre as mortes de Marielle e Anderson, Domingos Brazão figurou entre os suspeitos de ser um dos mandantes do crime. Ele prestou depoimento meses após o atentado e negou qualquer participação.</p>
<p>Em um inquérito anterior da PF, que apurava um esquema para atrapalhar as investigações do duplo homicídio, ele foi citado em 2019 “<em>como um dos possíveis mandantes&#8221;.</em></p>
<p>No mesmo ano, a então procuradora-geral da República Raquel Dodge chegou a afirmar na denúncia que fez contra Brazão por obstrução de justiça que ele “arquitetou o homicídio” de Marielle. Brazão negou, novamente, qualquer envolvimento.</p>
<h3 id="h-freixo-foi-a-justica-contra-brazao" class="wp-block-heading">Freixo foi à Justiça contra Brazão</h3>
<p>Os caminhos de Freixo se cruzaram novamente sete anos depois do relatório final da CPI das Milícias. Em 2015, Domingos Brazão havia sido escolhido pela Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro para ocupar uma vaga do Tribunal de Contas do Estado, o TCE. A indicação foi apadrinhada pelo então presidente da casa legislativa, Jorge Picciani, então seu correligionário no MDB. Para assumir o cargo no TCE, Brazão se desfiliou do partido.</p>
<blockquote class="stylized pull-left" data-shortcode-type="pullquote" data-pull="left"><p>A conversa reforça a hipótese de que o atentado teve motivação política, como destacado pelo ministro Flavio Dino, ao determinar a abertura de um inquérito sobre o caso no começo deste ano.</p></blockquote>
<p>O único partido a se opor foi o Psol, do qual Freixo era o principal representante da bancada. Ele ingressou na Justiça do Rio para barrar a ida de Brazão ao TCE. Não conseguiu.</p>
<p><strong>Freixo também teve papel</strong> fundamental na Operação Cadeia Velha, deflagrada em novembro de 2017, cinco meses antes da morte de Marielle. Nomes fortes do MDB no estado foram presos, a exemplo dos deputados estaduais Jorge Picciani, Paulo Mello e Edson Albertassi. Este último, pouco antes de ser preso, havia sido indicado para uma vaga no TCE, tal qual como Brazão. Daquela vez, sim, Freixo obteve uma liminar na Justiça impedindo a posse de Albertassi no Tribunal de Contas do Rio.</p>
</div>
</article>
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