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	<title>Arquivo de Missão - BSB REVISTA</title>
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	<title>Arquivo de Missão - BSB REVISTA</title>
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		<title>Artemis II: o primeiro voo tripulado ao redor da Lua, depois de 50 anos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Calango]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Apr 2026 13:31:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AVIAÇÃO]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Artemis II]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A missão Artemis II entrou para a história nesta quinta‑feira, 2 de abril de 2026, com a cápsula Orion saindo do chão às 19h24 (horário [...]</p>
<p>O post <a href="https://bsbrevista.com.br/2026/04/02/artemis-ii-o-primeiro-voo-tripulado-ao-redor-da-lua-depois-de-50-anos/">Artemis II: o primeiro voo tripulado ao redor da Lua, depois de 50 anos</a> apareceu primeiro em <a href="https://bsbrevista.com.br">BSB REVISTA</a>.</p>
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<h3 class="wp-block-heading"></h3>



<p>A missão <strong>Artemis II</strong> entrou para a história nesta quinta‑feira, 2 de abril de 2026, com a <strong>cápsula Orion</strong> saindo do chão às <strong>19h24 (horário de Brasília)</strong>, no <strong>Centro Espacial Kennedy, na Flórida</strong>, a bordo do foguete <strong>Space Launch System (SLS)</strong>. A decolagem marcou o <strong>primeiro voo tripulado ao redor da Lua nesta era moderna</strong>, com a Orion levando quatro astronautas – <strong>Reid Wiseman</strong>, <strong>Victor Glover</strong>, <strong>Christina Koch</strong> e <strong>Jeremy Hansen</strong> – para uma missão de testes de sistemas de vida, comunicação, navegação e propulsão, sem qualquer intenção de pousar em solo lunar. </p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="984" height="656" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/04/17751356702329015687118288881750.jpg" alt="" class="wp-image-36877" srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/04/17751356702329015687118288881750.jpg 984w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/04/17751356702329015687118288881750-600x400.jpg 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/04/17751356702329015687118288881750-768x512.jpg 768w" sizes="(max-width: 984px) 100vw, 984px" /><figcaption class="wp-element-caption">Norte-americanos Reid Wiseman, Victor Glover e Christina Koch, e o canadense Jeremy Hansen — posam antes de embarcar no veículo que os leva à plataforma 39B. — Foto: REUTERS/Joe Skipper</figcaption></figure>



<p>O ser humano <strong>não pisa na superfície da Lua há mais de 50 anos</strong>, desde a última missão tripulada do programa Apollo, em 1972. A <strong>primeira vez</strong> que isso aconteceu foi em <strong>julho de 1969</strong>, com a missão <strong>Apollo 11</strong>, quando <strong>Neil Armstrong</strong> se tornou o primeiro ser humano a pisar na Lua, seguido pouco depois por <strong>Buzz Aldrin</strong>.</p>



<p>A <strong>última vez</strong> que alguém caminhou na Lua foi em <strong>dezembro de 1972</strong>, com a <strong>Apollo 17</strong>, a mais ambiciosa de todas as missões de pouso, com <strong>Eugene Cernan</strong> como comandante, <strong>Harrison Schmitt</strong> como geólogo lunar e <strong>Ronald Evans</strong> no módulo de comando em órbita. Cernan foi o <strong>último ser humano a sair da superfície lunar</strong>, encerrando a era de visitas tripuladas ao satélite.</p>



<p>Desde então, <strong>ninguém mais pisou na Lua</strong>. A Artemis II, em órbita agora, é o <strong>primeiro voo tripulado rumo à Lua em mais de meio século</strong>, mas ainda sem intenção de pousar; a ideia concreta de <strong>voltar a pisar na superfície</strong> reside em missões posteriores, como a Artemis III ou IV, nas próximas décadas.</p>



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<h3 class="wp-block-heading"><strong>Como a Orion saiu da Terra e entrou em órbita</strong></h3>



<p>Às <strong>19h24 (Brasília)</strong>, o SLS, com seus quatro segmentos de propelente sólido e dois estágios de combustível líquido, gerou cerca de 8,8 milhões de newtons de empuxo, empurrando a Orion para fora da atmosfera em poucos minutos. O primeiro estágio se desacoplou em torno de <strong>19h32 (Brasília)</strong>, e o segundo estágio continuou a levar a cápsula, com a Orion entrando em <strong>órbita terrestre baixa (LEO)</strong>, entre 180 e 200 km de altitude, com velocidade próxima de 28 mil km/h, por volta das <strong>19h48 (Brasília)</strong>. Veja o lançamento:</p>



<figure class="wp-block-video"><video height="478" style="aspect-ratio: 678 / 478;" width="678" controls src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/04/clideo_editor_862f850b50dc4df7bda14c3b38be49df.mp4"></video></figure>



<p>A partir desse momento, a Orion <strong>permaneceu e ainda permanece em órbita terrestre</strong>, completando <strong>duas ou três voltas completas</strong> ao redor da Terra, enquanto a tripulação verifica sistemas de vida, comunicação, navegação e propulsão de manobra. A <strong>manobra de injeção translunar (TLI)</strong> ainda <strong>não foi realizada</strong>: está programada para o <strong>início da manhã de 3 de abril de 2026 (Brasília)</strong>, com a Orion posicionada em orientação correta e os propulsores principais acionados, projetando a cápsula em uma trajetória de 3 a 4 dias até a Lua. A partir de então, a Orion passará a ser guiada por uma combinação de gravidade terrestre e lunar, com a cabine mantendo a tripulação em ambiente controlado, com monitoramento contínuo de radiação, temperatura e estabilidade térmica.</p>



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<h3 class="wp-block-heading"><strong>O que está sendo feito hoje: 2 de abril de 2026</strong></h3>



<p>A partir de <strong>2 de abril de 2026</strong>, a Orion está em <strong>fase de órbita terrestre baixa</strong>, com a tripulação realizando testes de sistemas de suporte vital, comunicação de longa distância, propulsão de manobra e orientação, com a <strong>NASA e a Força Aérea norte‑americana</strong> mantendo protocolos de resgate de emergência em prontidão, com navios, aeronaves e equipes de paraquedistas de prontidão, caso fosse necessária recuperação imediata em solo ou mar.</p>



<p>A <strong>manobra de injeção translunar (TLI)</strong> ainda <strong>não ocorreu</strong>: está prevista para o <strong>início da manhã de 3 de abril de 2026, em Brasília</strong>, com a Orion posicionada em orientação correta e os propulsores principais acionados, projetando a cápsula em uma trajetória de 3 a 4 dias até a Lua. A partir de então, a Orion passará a ser guiada por uma combinação de gravidade terrestre e lunar, com a cabine mantendo a tripulação em ambiente controlado, com monitoramento contínuo de radiação, temperatura e estabilidade térmica.</p>



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<h3 class="wp-block-heading"><strong>O que deve acontecer quando a Orion passar em torno da Lua</strong></h3>



<p>A <strong>previsão</strong> é que a Orion chegue à <strong>proximidade da Lua em torno de 7 de abril de 2026</strong>, com a cápsula entrando em <strong>órbita distante da Lua</strong>, passando a cerca de 10 mil quilômetros da superfície, sem pousar. A passagem em torno do satélite, <strong>prevista para 7 a 9 de abril</strong>, marcará a fase mais crítica do teste de navegação: a tripulação ajustará a orientação da Orion, testará a comunicação com a Terra e, em tese, com a futura <strong>Lunar Gateway</strong>, e registrará observações de superfície e experimentos de física, com especial atenção ao <strong>pólo Sul</strong>, área‑alvo para futuros pousos. A cápsula não vai ficar um mês na Lua: a permanência na órbita lunar será de alguns dias, apenas para testes de navegação e comunicação, antes da volta à Terra.</p>



<p>Ao longo desse trecho, a tripulação pretende:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Verificar a capacidade de operar a cápsula em longa distância da Terra</strong>, com atrasos de 1,3 segundo na comunicação, simulando o cenário de futuras missões de longo prazo.</li>



<li><strong>Ajustar a orientação da Orion</strong> para a fase de retorno, garantindo que o escudo térmico fique em posição correta para a reentrada atmosférica.</li>



<li><strong>Realizar observações de superfície lunar</strong>, com foco em topografia, padrões de sombra, temperaturas extremas e potenciais locais de interesse para Artemis III e Artemis IV, sem qualquer intenção de pousar nesta missão.</li>



<li><strong>Testar sistemas de suporte vital, comunicação e energia</strong> em condições de maior exposição à radiação cósmica, com a equipe monitorando sinais vitais, sono e desempenho cognitivo durante a passagem em torno do satélite.</li>
</ul>



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<h3 class="wp-block-heading"><strong>O que deve ocorrer no retorno da Orion e no resgate</strong></h3>



<p>A <strong>previsão</strong> é que a Orion entre na <strong>atmosfera terrestre em  10 de abril de 2026</strong>, com a reentrada projetada para a <strong>tarde em Brasília</strong>, entre <strong>16h30 e 17h30</strong>, em um ponto acima do Oceano Pacífico. A cápsula, viajando a cerca de 40 mil km/h, enfrentará uma faixa de calor intensa, protegida pelo <strong>escudo térmico</strong> projetado para suportar temperaturas de até 2.760 graus Celsius.</p>



<p>Quando a velocidade cai a um nível seguro, a Orion abrirá seus <strong>três paraquedas principais</strong>, desacelerando a nave até um <strong>splashdown suave nas águas do Pacífico, próximo à costa da Califórnia</strong>, em torno de <strong>18h (Brasília)</strong>. A partir desse momento, a operação de resgate entra em ação: a <strong>Marinha dos EUA posiciona um navio de apoio anfíbio do tipo <em>San Antonio</em>‑class</strong> na região, com marinheiros se dirigindo à Orion flutuante, fixando a cápsula, içando‑a pela rampa traseira do navio e trazendo a tripulação para bordo, onde recebem primeiros cuidados médicos, hidratação e triagem de saúde, com especial atenção à readaptação à gravidade após vários dias em microgravidade.</p>



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<h3 class="wp-block-heading"><strong>Artemis III e Artemis IV: o que virá depois</strong></h3>



<p>A missão seguinte, <strong>Artemis III</strong>, está prevista para <strong>13 de setembro de 2027</strong>, e, em vez de ir à superfície lunar, será um <strong>teste em órbita terrestre baixa</strong>, dedicado a integrar a Orion com os <strong>landers lunares comerciais</strong> (como o Starship HLS da SpaceX e o Blue Moon da Blue Origin) e a testar os <strong>trajes de uso extraveicular AxEMU</strong>. A Orion será lançada em SLS, com a mesma janela de <strong>manhã para início da tarde em Brasília</strong>, entrando em órbita em torno de <strong>13h30 (Brasília)</strong>, com a missão durando cerca de 10 dias, com foco em acoplamento, testes de transferência de tripulação e verificação de sistemas de vida.</p>



<p>A <strong>Artemis IV</strong>, marcada para <strong>5 de maio de 2028</strong>, será a missão que <strong>levará humanos de volta à superfície da Lua</strong>, com a Orion levando quatro astronautas até a <strong>órbita da Lua</strong> e, de lá, dois deles descendo ao <strong>pólo Sul</strong> em um lander pré‑posicionado. A Orion entrará em órbita lunar em meados de maio de 2028, com a descida de equipa em superfície programada para a <strong>2ª quinzena de maio</strong>, com permanência de 6 a 7 dias, com 2 ou 3 passeios extraveiculares, coleta de amostras, experimentos científicos e testes de infraestrutura de base. A missão não pretende deixar a tripulação na Lua por um mês: a permanência será de alguns dias, com foco em testes de superfície, e a cápsula Orion permanecerá em órbita, sem jamais tocar o solo lunar.</p>



<p>O retorno da Orion, com a cápsula deixando a órbita lunar, é <strong>previsto</strong> para o início de <strong>junho de 2028</strong>, com a reentrada e aterrissagem na água programada para o <strong>meio‑dia de 10 de junho de 2028</strong>, em Brasília, com a reentrada <strong>projetada</strong> para a <strong>tarde de 10 de junho (Brasília)</strong>, com a Marinha novamente conduzindo a recuperação e a tripulação passando por protocolos de readaptação à gravidade, fechando a grande engenharia humana que liga a exploração lunar, a engenharia de foguetes e a operação de resgate aeronaval em um único ciclo de 2 a 10 de abril de 2026, com futuras missões ampliando essa trajetória até 2028.</p>



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