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	<title>Arquivo de Mosquito - BSB REVISTA</title>
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	<title>Arquivo de Mosquito - BSB REVISTA</title>
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		<title>GDF inaugura biofábrica para produzir mosquitos que ajudam no combate a dengue e outras arboviroses</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Calango]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Sep 2025 21:53:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Celina Leão]]></category>
		<category><![CDATA[dengue]]></category>
		<category><![CDATA[Fabrica]]></category>
		<category><![CDATA[Gdf]]></category>
		<category><![CDATA[Mosquito]]></category>
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<h2 class="wp-block-heading">Unidade vai produzir mosquitos Aedes aegypti inoculados com a bactéria Wolbachia, inofensiva ao ser humano e capaz de impedir a multiplicação dos vírus; eles serão liberados em dez regiões administrativas, impactando mais de 700 mil pessoas</h2>



<p>O Governo do Distrito Federal (GDF) inaugurou, nesta terça-feira (9), a primeira biofábrica do mosquito wolbito da capital, que fará criação e liberação controlada de mosquitos&nbsp;<em>Aedes aegypti&nbsp;</em>inoculados com a bactéria Wolbachia, capaz de impedir o desenvolvimento dos vírus de dengue, zika, chikungunya e febre amarela. O Núcleo Regional de Produção Oswaldo Paulo Forattini – Método Wolbachia, no Guará, foi estruturado com investimento de R$ 400 mil e é mais uma iniciativa adotada por este GDF para reduzir as taxas de transmissão dessas doenças na população.</p>



<p>“Já temos 22 equipes nas ruas que iniciaram as liberações dos primeiros mosquitos nesta manhã. Há uma metodologia específica para a implementação, o que representa uma nova medida de prevenção. Ampliamos a capacidade operacional, com a contratação de mais pessoal e a adoção de novas tecnologias, e hoje inauguramos uma fábrica do Governo do Distrito Federal. A população do DF será a principal beneficiada. O nosso objetivo é um Distrito Federal livre da dengue”, defendeu a governadora em exercício Celina Leão.</p>



<p>As primeiras liberações do wolbito começaram, e a previsão é que, no início do período chuvoso, seja possível que os mosquitos com a Wolbachia comecem a reduzir a população de&nbsp;<em>Aedes aegypti&nbsp;</em>capazes de transmitir a dengue e outras doenças. Não há qualquer alteração genética ao longo de todo o processo. Além disso, a bactéria Wolbachia não é transmitida para seres humanos ou outros mamíferos, como gatos e cachorros.</p>



<p>O projeto prevê a distribuição dos mosquitos em dez regiões administrativas do DF – Planaltina, Brazlândia, Sobradinho II, São Sebastião, Fercal, Estrutural, Varjão, Arapoanga, Paranoá e Itapoã – além dos municípios goianos de Luziânia e Valparaíso. Essas cidades foram selecionadas por apresentarem historicamente maior vulnerabilidade para ocorrência de casos de dengue.</p>



<p>Segundo o secretário de Saúde, Juracy Lacerda, a nova unidade fortalece a capacidade do DF de enfrentar epidemias recorrentes. “O procedimento é totalmente seguro. Trata-se de um processo autossustentável, que também evita o uso de produtos químicos, como venenos, no combate à dengue. É importante ressaltar que esta tecnologia já é empregada em alguns países e em diversos estados e cidades do Brasil, com estudos que demonstram uma redução de até 70% na incidência de dengue. Estamos equipando nossas equipes, inclusive com ferramentas de monitoramento de focos do mosquito. Essa é mais uma estratégia em que estamos usando a tecnologia em benefício da população”, explicou.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1000" height="666" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/09/17574544455321236706942781158867.jpg" alt="" class="wp-image-33573" srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/09/17574544455321236706942781158867.jpg 1000w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/09/17574544455321236706942781158867-600x400.jpg 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/09/17574544455321236706942781158867-768x511.jpg 768w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><figcaption class="wp-element-caption">Ovos dos wolbitos vêm de Curitiba-PR e chegam ao Distrito Federal já encapsulados. &#8220;Mosquitos amigos&#8221; serão soltos em pontos estratégicos</figcaption></figure>



<p>O processo funciona de forma semelhante a uma linha de produção. Os ovos dos mosquitos chegam encapsulados e são colocados em potes com água e alimento, em ambiente controlado. Após atingirem a fase adulta, eles são transportados para soltura e, ao se reproduzirem, os wolbitos transmitem a bactéria Wolbachia para as próximas gerações, dificultando a circulação dos vírus entre humanos. A previsão é que sejam produzidos mais de 600 milhões de mosquitos com a bactéria somente em setembro.</p>



<p>Os ovos dos chamados “mosquitos amigos” (wolbitos) vêm de Curitiba (PR) e chegam ao DF já encapsulados. Na biofábrica da SES-DF, eles são colocados em potes com água e alimento. Um pedaço de tule, firmemente preso à boca do pote, permite ventilação e segurança dos mosquitos.</p>



<p>Os potes ficam em um ambiente com temperatura controlada, por volta de 30ºC, para melhor evolução e reprodução. Em um período de sete a 14 dias, os mosquitos saem de larvas e pupas até se tornarem adultos. Os recipientes com os wolbitos são transportados em caixas para as regiões administrativas e soltos no meio ambiente.</p>



<p>Após a soltura em pontos estratégicos definidos pela Secretaria de Saúde, os wolbitos se reproduzem com os mosquitos selvagens, transmitindo a bactéria para as próximas gerações. Há ainda outro efeito importante: quando um macho infectado com a Wolbachia cruza com uma fêmea selvagem, não nascem filhotes, contribuindo para substituir a população de insetos transmissores.</p>
<div id="bsbre-4219877621" class="bsbre-depois-do-conteudo-2 bsbre-entity-placement" style="clear: both;"><img decoding="async" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado.jpg" alt=""  srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado.jpg 1048w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-600x600.jpg 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-1024x1024.jpg 1024w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-60x60.jpg 60w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-768x768.jpg 768w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-900x900.jpg 900w" sizes="(max-width: 1048px) 100vw, 1048px" width="1048" height="1048"   /></div><br style="clear: both; display: block; float: none;"/><div id="bsbre-1595423440" class="bsbre-depois-do-conteudo bsbre-entity-placement"><img decoding="async" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista.jpg" alt=""  srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista.jpg 937w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista-600x321.jpg 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista-768x411.jpg 768w" sizes="(max-width: 937px) 100vw, 937px" width="937" height="502"   /></div><p>O post <a href="https://bsbrevista.com.br/2025/09/09/gdf-inaugura-biofabrica-para-produzir-mosquitos-que-ajudam-no-combate-a-dengue-e-outras-arboviroses/">GDF inaugura biofábrica para produzir mosquitos que ajudam no combate a dengue e outras arboviroses</a> apareceu primeiro em <a href="https://bsbrevista.com.br">BSB REVISTA</a>.</p>
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		<title>Bahia tem primeiras mortes por febre oropouche no mundo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jul 2024 23:23:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Bahia]]></category>
		<category><![CDATA[Febre]]></category>
		<category><![CDATA[morte]]></category>
		<category><![CDATA[Mosquito]]></category>
		<category><![CDATA[Oropouche]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Bahia tem primeiras mortes por febre oropouche no mundo</p>
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<h6 class="wp-block-heading">Os casos são de mulheres do interior do estado, com menos de 30 anos, sem comorbidades </h6>



<p><strong>Mulheres, com diferentes idades e cidades de origem, faleceram em decorrência da doença transmitida por mosquito.</strong></p>



<p>A Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab) confirmou, duas mortes por febre oropouche em 2024. As vítimas, ambas mulheres, não tinham comorbidades e faleceram em diferentes cidades baianas.</p>



<p>A primeira morte ocorreu com uma mulher de 29 anos que não resistiu às complicações da doença. Já a segunda vítima, uma jovem de 24 anos, moradora de Camamu (BA), faleceu em Itabuna (BA), no dia 10 de maio.</p>



<p><strong>O que é a febre oropouche?</strong></p>



<p>A febre oropouche é uma doença infecciosa causada pelo vírus Orthobunyavirus oropoucheense (Orov), transmitido pela picada do mosquito. Os principais sintomas incluem febre alta, dor de cabeça, dores musculares, mal-estar geral e erupção cutânea. Em casos mais graves, a doença pode levar a complicações como encefalite, miocardite e hemorragias.</p>



<p><strong>Medidas preventivas</strong></p>



<p>Diante dos casos confirmados, a Sesab reforça a importância de medidas preventivas para evitar a proliferação do mosquito transmissor. Entre as principais recomendações estão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Eliminar criadouros do mosquito, como pneus com água parada, vasos de plantas sem reposição de água e outros recipientes que possam acumular água;</li>



<li>Utilizar repelentes com eficácia comprovada contra mosquitos;</li>



<li>Instalar telas em portas e janelas;</li>



<li>Dormir sob mosquiteiro;</li>



<li>Manter os ambientes limpos e arejados.</li>
</ul>



<p><strong>Investigação em curso</strong></p>



<p>A Sesab informou que está intensificando as ações de vigilância epidemiológica e investigação dos casos, com o objetivo de mapear a ocorrência da doença no estado e orientar a população sobre as medidas de prevenção.</p>



<p><strong>[Seu nome]</strong><strong>[Seu cargo/função]</strong><strong>[Nome do veículo de comunicação]</strong></p>



<p><strong>Observações:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Personalize a matéria:</strong> Adapte a matéria com informações mais específicas sobre os casos, como data dos óbitos, cidades de residência das vítimas e outras informações relevantes.</li>



<li><strong>Consulte fontes oficiais:</strong> Verifique as informações divulgadas pela Secretaria da Saúde da Bahia e por outros órgãos competentes para garantir a precisão da matéria.</li>



<li><strong>Inclua informações adicionais:</strong> Você pode complementar a matéria com informações sobre a história da febre oropouche no Brasil, outros estados com casos da doença, tratamentos disponíveis e perspectivas futuras.</li>



<li><strong>Use linguagem clara e objetiva:</strong> A matéria deve ser escrita de forma clara e objetiva, evitando termos técnicos e jargões.</li>
</ul>



<p>O Ministério da Saúde confirmou, nesta quinta-feira (25), as duas mortes por febre do oropouche na Bahia. Até então, &#8220;<em>não havia relato na literatura científica mundial sobre a ocorrência de óbitos pela doença</em>&#8220;, segundo o ministério.</p>



<p>A doença é transmitida principalmente pelo mosquito conhecido como &#8220;maruim&#8221; ou &#8220;mosquito-pólvora&#8221;, tem sintomas parecidos com o da dengue, mas no geral os casos são de baixa gravidade.</p>



<p></p>
<div id="bsbre-3208526053" class="bsbre-depois-do-conteudo-2 bsbre-entity-placement" style="clear: both;"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado.jpg" alt=""  srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado.jpg 1048w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-600x600.jpg 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-1024x1024.jpg 1024w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-60x60.jpg 60w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-768x768.jpg 768w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-900x900.jpg 900w" sizes="(max-width: 1048px) 100vw, 1048px" width="1048" height="1048"   /></div><br style="clear: both; display: block; float: none;"/><div id="bsbre-3015561430" class="bsbre-depois-do-conteudo bsbre-entity-placement"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista.jpg" alt=""  srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista.jpg 937w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista-600x321.jpg 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista-768x411.jpg 768w" sizes="(max-width: 937px) 100vw, 937px" width="937" height="502"   /></div><p>O post <a href="https://bsbrevista.com.br/2024/07/25/bahia-tem-primeiras-mortes-por-febre-oropouche-no-mundo/">Bahia tem primeiras mortes por febre oropouche no mundo</a> apareceu primeiro em <a href="https://bsbrevista.com.br">BSB REVISTA</a>.</p>
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		<title>Típula: &#8220;mosquito&#8221; gigante ajuda a combater a dengue e não deve ser morto</title>
		<link>https://bsbrevista.com.br/2024/01/25/tipula-mosquito-gigante-ajuda-a-combater-a-dengue-e-nao-deve-ser-morto/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jan 2024 11:39:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[dengue]]></category>
		<category><![CDATA[Mosquito]]></category>
		<category><![CDATA[Xicungunha]]></category>
		<category><![CDATA[Zika]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Inseto que parece assustador se alimenta de larvas do Aedes aegypti, o transmissor de dengue,  xicungunha e zika </p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Inseto que parece assustador se alimenta de larvas do Aedes aegypti, o transmissor de dengue,  xicungunha e zika </strong></p>



<p>Assustador, mas inofensivo para os seres humanos e animais domésticos, o &#8220;mosquito gigante&#8221; ou &#8220;grua&#8221; ou &#8220;carapanã gigante&#8221;     é por diversas vezes confudido com o verdadeiro vilão, o Aedes aegypti.  </p>



<p>O nome científico do &#8220;mosquito&#8221; gigante é &#8220;<em>Tipulidae</em>&#8220;. Eles servem de alimento a múltiplas espécies de pássaros e de insetos. Muitos peixes e algumas aves aquáticas alimentam-se das larvas deles, que desempenham importante papel no ecossistema na América do Sul.</p>



<p>Um texto acompanhando uma foto viralizou na Internet com a explosão de casos de dengue em todo Brasil. Na imagem, uma Típula está ao lado de uma moeda de um real para demonstrar seu tamanho.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="727" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2024/01/Screenshot_20240125_065139_WhatsAppBusiness2-1024x727.jpg" alt="" class="wp-image-15704" srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2024/01/Screenshot_20240125_065139_WhatsAppBusiness2-1024x727.jpg 1024w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2024/01/Screenshot_20240125_065139_WhatsAppBusiness2-600x426.jpg 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2024/01/Screenshot_20240125_065139_WhatsAppBusiness2-768x545.jpg 768w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2024/01/Screenshot_20240125_065139_WhatsAppBusiness2.jpg 1080w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>&#8220;<em><strong>Olá, sou uma Típula.</strong></em></p>



<p><em><strong>Você me mata sem que eu represente perigo para ninguém, pelo contrário, sou uma ajuda</strong>.</em></p>



<p><em><strong>Eu não sugo sangue, me alimento do néctar e seivas das flores, auxiliando na polinização delas.</strong></em></p>



<p><em><strong>Sou predador do Aedes aegypti, o mosquito-da-dengue.( Na fase larval da Típula, suas larvas se alimentam com as larvas de outros insetos, entre eles o Aedes).</strong></em></p>



<p><em><strong>Agora que me conhece, por favor, não me mate.</strong></em></p>



<p><em><strong>Se por acaso eu entrar em sua casa, e você não gostar, só me acompanhe para fora.</strong></em></p>



<p><em><strong>Não destrua o que não consegue entender.</strong></em></p>



<p><em><strong>Sou essencial para o meio ambiente, cuide de mim</strong></em>&#8220;, diz o texto.</p>



<p>Segundo bibliografia encontrada por pesquisa do BSB Revista, o texto é correto. O &#8220;mosquitão&#8221; é realmente inofensivo, e pode ajudar no combate ao Aedes Aegypti.</p>



<p>A aparência é estranha, as Típulas possuem pernas muito longas e finas, podendo medir de 2 a 60 mm de comprimento (sem considerar as pernas), mas algumas espécies tropicais podem ser ainda maiores, com até 100 mm de comprimento corporal.</p>



<p>Dada a sua semelhança morfológica com os mosquitos sugadores de sangue (da família Culicidae) as espécies incluídas nesta família são frequentemente referidas como &#8220;<em>mosquitos gigantes</em>&#8221; e temidas como eventuais hematófagos (que se alimentam de sangue) como o Aedes. </p>



<p>Contudo, a aparente semelhança morfológica nada significa em relação aos hábitos alimentares dessas espécies, pois além de não picarem para sugar sangue, algumas espécies são predadoras dos mosquitos verdadeiros.</p>



<p>As típulas são insetos de aparência assustadora, grandes, finos, de pernas muito finas e longas. Costumam manter as asas abertas quando estão em repouso.</p>



<p>,O &#8220;bico&#8221; é alongado, mas apesar de pontiagudo não serve para picar, mas para capturar larvas, néctar e outros alimentos. </p>



<p>Em contraste com a maioria dos mosquitose murissócas, os membros da família Tipulidae não são bons voadores e são fáceis de apanhar em voo. </p>



<p>Algumas das espécies menores podem ser confundidas com murissócas, mosquitos e pernilongos.</p>



<p>Já os verdadeiros vilões, segundo a<a href="https://portal.fiocruz.br/noticia/dengue-chikungunya-e-zika-conheca-diferencas"> Fundação Fiocruz, os mosquitos Aedes aegypti, transmitem doenças como a dengue, chikungunya e zika</a>.</p>



<p>Além de serem transmitidas pelo mesmo mosquito, essas doenças apresentam alguns sintomas semelhantes. A dengue, por exemplo, é a doença mais grave quando comparada à chikungunya e à zika, pois causa febre, dores no corpo, dores de cabeça e nos olhos, falta de ar, manchas na pele e indisposição. Em casos mais graves, pode provocar hemorragias, que podem ocasionar óbito.</p>



<p>Já a chikungunya também causa febre e dores no corpo, mas as dores se concentram principalmente nas articulações, diferentemente da dengue, que causa dores predominantemente musculares. Alguns sintomas da chikungunya duram em torno de duas semanas, contudo, as dores articulares podem permanecer por vários meses. Casos de morte são muito raros, mas a doença, em virtude da persistência da dor, afeta bastante a qualidade de vida do paciente.</p>



<p>Por fim, a zika é a doença que causa os sintomas mais leves. Pacientes com essa enfermidade apresentam febre mais baixa que as citadas anteriormente, olhos avermelhados e coceira característica. Em virtude desses sintomas, muitas vezes a doença é confundida com alergia. Normalmente a zika não causa morte e os sintomas não duram mais que sete dias. No entanto, é importante lembrar, que a doença causa sérios problemas em gestantes e seus bebês, tais como a microcefalia. Além disso, a zika de relaciona com uma síndrome neurológica que causa paralisia, chamada de Síndrome de Guillain-Barré.</p>



<p>O tratamento dessas doenças é praticamente o mesmo e deve ser feito por profissionais de saúde. </p>



<p>Pela gravidade das doenças transmitidas pelo Aedes aegypti e por a Típula ser o &#8220;mosquito&#8221; gigante  que combate o Aedes aegypti, a Típula não deve ser morta, mas apenas conduzida para fora de casa.</p>



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