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	<title>Arquivo de mudança climática - BSB REVISTA</title>
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	<title>Arquivo de mudança climática - BSB REVISTA</title>
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		<title>Cientistas alertam para colapso marítimo que pode ameaçar vida na terra</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Jul 2023 13:30:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[aumento]]></category>
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		<category><![CDATA[mudança climática]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Principais áreas de chuva mudariam com menos chuva na Europa, América do Norte e Central, África do Norte e Central e Ásia, e mais na Amazônia, Austrália e África Austral. O gelo do mar se estenderia para o sul, do Ártico ao Atlântico Norte subpolar, e o gelo do mar Antártico se estenderia para o norte</p>
<p>O post <a href="https://bsbrevista.com.br/2023/07/27/cientistas-alertam-para-colapso-maritimo-que-pode-ameacar-vida-na-terra/">Cientistas alertam para colapso marítimo que pode ameaçar vida na terra</a> apareceu primeiro em <a href="https://bsbrevista.com.br">BSB REVISTA</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h3>Principais áreas de chuva mudariam com menos chuva na Europa, América do Norte e Central, África do Norte e Central e Ásia, e mais na Amazônia, Austrália e África Austral. O gelo do mar se estenderia para o sul, do Ártico ao Atlântico Norte subpolar, e o gelo do mar Antártico se estenderia para o norte</h3>
<p>A circulação meridional do Atlântico (AMOC) é um importante elemento de inflexão no sistema climático e um colapso futuro teria impactos severos no clima na região do Atlântico Norte. Nos últimos anos, o enfraquecimento da circulação foi relatado, mas as avaliações do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), com base nas simulações do modelo Climate Model Intercomparison Project (CMIP), sugerem que um colapso total é improvável no século XXI.</p>
<p>A inclinação para um estado indesejado no clima é, no entanto, uma preocupação crescente com o aumento das concentrações de gases de efeito estufa. As previsões baseadas em observações dependem da detecção de sinais de alerta precoce, principalmente um aumento na variância (perda de resiliência) e aumento da autocorrelação (desaceleração crítica), que foram relatados recentemente para o AMOC.</p>
<p>A pesquisa mostra significnte estatística baseada em dados atuais. &#8220;<em>Estimamos um colapso do AMOC por volta de meados do século no atual cenário de emissões futuras</em>&#8220;, diz o estudo.</p>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="49" data-block-id="4">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O trabalho dos cientistas dinamarqueses foi publicado na revista científica &#8220;Nature Communications&#8221; na terça-feira (25). Apesar das conclusões não serem as mesmas de outras projeções anteriores e soarem ainda mais pessimistas, o estudo vem sendo lido como um <span class="highlight highlighted">novo alerta sobre a necessidade urgente de frear as mudanças climáticas</span>.</p>
<figure style="width: 414px" class="wp-caption alignnone"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://images.english.elpais.com/resizer/m_8VD9axhm5DlxAcLCYuFo4CPFY=/414x0/cloudfront-eu-central-1.images.arcpublishing.com/prisa/4LDL6H3LZBBI3FLIP7TCSRUOXE.jpeg" alt="Pictured is the complex circulatory system of currents in the North Atlantic. The orange tones show warmer waters, and the greens and blues show colder waters. " width="414" height="233" /><figcaption class="wp-caption-text">Sistema circulatório de correntes no Atlântico Norte. Os tons de laranja indicam águas mais quentes e os verdes e azuis indicam águas mais frias</figcaption></figure>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="17" data-block-id="5">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A pesquisa foi conduzida pelo físico teórico Peter Ditlevsen e pela matemática e estatística Susanne Ditlevsen.</p>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="33" data-block-id="7">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Segundo o trabalho dos irmãos Ditlevsen, <span class="highlight highlighted">o grande sistema de correntes oceânicas </span><strong><span class="highlight highlighted">AMOC </span></strong><span class="highlight highlighted">está mais lento e menos resiliente</span>.</p>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="25" data-block-id="8">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Por isso, segundo eles, a AMOC <strong>vai entrar em colapso em algum momento entre os anos de 2025 e 2095</strong> por causa da mudança climática.</p>
<div id="chunk-3b6fl">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="40" data-block-id="10">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A AMOC é uma parte vital do movimento das águas oceânicas, fenômeno que tem um impacto importante na distribuição do calor pelo nosso planeta. Tecnicamente, esse conceito é chamado de circulação termohalina.</p>
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<div id="chunk-ecgvf">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="23" data-block-id="11">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Como cerca de 90% do calor global está armazenado nos oceanos, as mudanças nessas correntes <span class="highlight highlighted">influenciam o clima em diversas regiões do globo</span>.</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">E segundo os pesquisadores da Universidade de Copenhague, <strong>a chance de o colapso da AMOC ocorrer é de 95% até 2095</strong>. Por isso, de acordo com os cientistas, a <span class="highlight highlighted">única maneira de impedir a paralisação é reduzir as emissões de gases do efeito estufa</span>.</p>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="32" data-block-id="15">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Segundo Peter Ditlevsen, &#8220;<em>o colapso da AMOC pode ter consequências muito graves para o clima da Terra, por exemplo, alterando a forma como o calor e a precipitação são distribuídos globalmente</em>&#8220;.</p>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="34" data-block-id="16">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">De forma resumida, o que ele aponta como a principal consequência do colapso da AMOC é que parte da Europa sofreria com queda da temperatura enquanto haveria aumento nas regiões tropicais do Hemisfério Sul.</p>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="quote-plugin" data-block-id="17">
<div class="quote">
<div class="quote__caption">Embora um resfriamento da Europa possa parecer menos grave à medida que o globo como um todo se aquece e ondas de calor ocorrem com mais frequência, o colapso contribuirá para um aumento do aquecimento dos trópicos, onde as temperaturas em elevação já têm causado condições de vida desafiadoras.</div>
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<pre id="tw-target-text" class="tw-data-text tw-text-large tw-ta" dir="ltr" data-placeholder="Tradução"><span class="Y2IQFc" lang="pt">As principais áreas de chuva mudariam, levando a muito menos chuva na Europa, América do Norte e Central, África do Norte e Central e Ásia, e mais na Amazônia, Austrália e África Austral. O gelo do mar se estenderia para o sul, do Ártico ao Atlântico Norte subpolar, e o gelo do mar Antártico se estenderia para o norte”.</span></pre>
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<div id="bsbre-2715920323" class="bsbre-depois-do-conteudo-2 bsbre-entity-placement" style="clear: both;"><img decoding="async" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado.jpg" alt=""  srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado.jpg 1048w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-600x600.jpg 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-1024x1024.jpg 1024w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-60x60.jpg 60w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-768x768.jpg 768w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-900x900.jpg 900w" sizes="(max-width: 1048px) 100vw, 1048px" width="1048" height="1048"   /></div><br style="clear: both; display: block; float: none;"/><div id="bsbre-4203643920" class="bsbre-depois-do-conteudo bsbre-entity-placement"><img decoding="async" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista.jpg" alt=""  srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista.jpg 937w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista-600x321.jpg 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista-768x411.jpg 768w" sizes="(max-width: 937px) 100vw, 937px" width="937" height="502"   /></div><p>O post <a href="https://bsbrevista.com.br/2023/07/27/cientistas-alertam-para-colapso-maritimo-que-pode-ameacar-vida-na-terra/">Cientistas alertam para colapso marítimo que pode ameaçar vida na terra</a> apareceu primeiro em <a href="https://bsbrevista.com.br">BSB REVISTA</a>.</p>
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