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	<title>Arquivo de pesquisador - BSB REVISTA</title>
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	<title>Arquivo de pesquisador - BSB REVISTA</title>
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	<item>
		<title>Nasa pagou US$ 1 bi para cientista barrar queda de asteroide na Terra</title>
		<link>https://bsbrevista.com.br/2024/03/16/nasa-pagou-us-1-bi-para-cientista-barrar-queda-de-asteroide-na-terra/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Calango]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 16 Mar 2024 23:12:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dante Lauretta contou em livro, como comandou missão OSIRIS-REx da Nasa, que trouxe amostras coletadas do asteroide Bennu</p>
<p>O post <a href="https://bsbrevista.com.br/2024/03/16/nasa-pagou-us-1-bi-para-cientista-barrar-queda-de-asteroide-na-terra/">Nasa pagou US$ 1 bi para cientista barrar queda de asteroide na Terra</a> apareceu primeiro em <a href="https://bsbrevista.com.br">BSB REVISTA</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Dante Lauretta contou em livro, como comandou missão OSIRIS-REx da Nasa, que trouxe amostras coletadas do asteroide Bennu</strong></p>



<p>O professor de ciências planetárias e cosmoquímica no Laboratório Lunar e Planetário na Universidade do Arizona, nos Estados Unidos, Dante Lauretta contou ter recebido US$ 1 bi da <a href="https://www.nasa.gov/">Agência Espacial Americana (Nasa)</a> para evitar que o asteroide Bennu, descoberto em 1999, caia na Terra.</p>



<p>Na missão OSIRIS-REx, que visa estudar o Bennu, o professor coletou amostras deste asteroide. Esses pedaços foram trazidos à Terra no ano passado. Os estudos indicam que o asteroide pode cair na Terra por volta do ano de 2182, caso nada seja feito.  </p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="675" height="450" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2024/03/image-28.png" alt="" class="wp-image-16935" srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2024/03/image-28.png 675w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2024/03/image-28-600x400.png 600w" sizes="(max-width: 675px) 100vw, 675px" /><figcaption class="wp-element-caption">Dante Lauretta contou ter recebido US$ 1 bi da Nasa</figcaption></figure>



<p>Dante Lauretha contou, no livro que a agência espacial americana o pagou US$ 1 bilhão (R$ 4,96 bilhões, na cotação atual) para descobrir tudo o que fosse possível sobre Bennu. </p>



<p>Com base na experiência de coibir o choque do asteroide Bennu com a Terra e ainda recolher amostras deste corpo espacial o cientista escreveu um livro, lançado neste ano, com o título <em>The Asteroid Hunter: &#8220;A Scientist’s Journey to the Dawn of our Solar System by Dante Lauretta</em> (O Caçador de Asteroides: A Jornada de um Cientista ao Sistema Solar, em tradução livre). Nesta obra, Lauretta aborda detalhes da missão. </p>



<p>&#8220;Minha pequena equipe se reuniu no centro de controle no Colorado, cada um de nós vestindo os uniformes azuis da Nasa, prontos para testemunhar o sucesso ou o fracasso da OSIRIS-REx, a primeira missão do país a recolher uma amostra de um asteroide&#8221;, contou o pesquisador.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="703" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2024/03/image-24-1024x703.png" alt="" class="wp-image-16931" srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2024/03/image-24-1024x703.png 1024w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2024/03/image-24-600x412.png 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2024/03/image-24-768x528.png 768w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2024/03/image-24.png 1287w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Tamanho do asteroide Bennu em comparação com edificações no mundo</figcaption></figure>



<p>A <a href="https://www.tecmundo.com.br/nasa" target="_blank" rel="noreferrer noopener">NASA</a> divulgou em 2022 uma imagem em altíssima resolução do asteroide Bennu, registrada pela sonda OSIRIS-Rex, que mostra o corpo celeste em detalhes nunca antes vistos. A foto ajudará a guiar a nave em sua missão até a superfície dele, com o objetivo de coletar amostras para análise na Terra.</p>



<p>Com 5 cm por pixel, esta super foto tem a resolução mais alta na qual um corpo planetário já foi mapeado. Ela foi feita a partir de 2.155 imagens registradas pela sonda espacial, entre os dias 7 de março e 19 de abril de 2019, a cerca de 3 a 5 quilômetros de distância da superfície do Bennu.</p>



<p>O mapa criado com as fotografias ajudou a equipe da missão a escolher os possíveis locais de pouso da OSIRIS-Rex. Inicialmente, os pesquisadores definiram quatro regiões, até chegar à área escolhida: uma cratera de 140 metros de largura, batizada de Nightingale (rouxinol, em português).</p>



<p>De acordo com a agência espacial americana, a nave pousou no Bennu no segundo semestre de 2019, ficando por lá até 2021. A sonda voltou  à Terra em setembro 2023, trazendo materiais para estudo.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Porque Bennu é chamado de &#8220;asteroide do fim do mundo&#8221;?</h2>



<p>Descoberto em 11 de setembro de 1999, o 101955 Bennu é um asteroide com pouco mais de 490 metros de diâmetro, que cruza a órbita terrestre a cada seis anos. Conforme cálculos dos astrônomos, ele tem 1 chance em 2.500 de colidir com a Terra no ano 2135.</p>



<p>Mesmo se tratando de uma possibilidade remota, ele vem sendo monitorado pela NASA desde então, que enviou a sonda OSIRIS-REx até ele, em 2016. </p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="704" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2024/03/image-27-1024x704.png" alt="" class="wp-image-16934" srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2024/03/image-27-1024x704.png 1024w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2024/03/image-27-600x413.png 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2024/03/image-27-768x528.png 768w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2024/03/image-27.png 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foguete Atlas V, levando a sonda nave OSIRIS-RExvfoi lançado de Cabo Canaveral, nos Estados Unidos, na primeira missão da Nasa para colher amostras do asteroide Bennu </figcaption></figure>



<p>A missão já revelou, entre outras coisas, que ele é feito de material solto, agrupado pela gravidade, apresentando uma superfície coberta de pedras e rochas do tamanho de carros e casas.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="574" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2024/03/image-26-1024x574.png" alt="" class="wp-image-16933" srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2024/03/image-26-1024x574.png 1024w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2024/03/image-26-600x337.png 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2024/03/image-26-768x431.png 768w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2024/03/image-26.png 1200w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Nave OSIRIS-REx que pousou no asteroide Bennu</figcaption></figure>



<p>A espaçonave <a class="" href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Espaco/noticia/2020/10/nasa-publica-imagens-da-missao-historica-da-osiris-rex-ao-asteroide-bennu.html">OSIRIS-REx</a>, da Nasa, coletou 121,6 gramas de material do asteroide <a class="" href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Espaco/noticia/2021/08/nasa-estima-risco-de-asteroide-bennu-colidir-com-terra-no-proximo-seculo.html">Bennu</a> — a maior amostra de <a class="" href="https://revistagalileu.globo.com/ciencia/espaco/noticia/2024/02/moleculas-de-agua-sao-encontradas-na-superficie-de-asteroides-pela-1a-vez.ghtml">asteroide </a>já coletada no espaço e mais que o dobro da quantidade estabelecida como o objetivo da missão.</p>



<p>A marca recorde foi divulgada pela agência espacial norte-americana <a class="" href="https://blogs.nasa.gov/osiris-rex/2024/02/15/nasa-announces-osiris-rex-bulk-sample-mass/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">no último dia 15 de fevereiro</a>. A pesada amostra de Bennu foi trazida à Terra no dia <a class="" href="https://revistagalileu.globo.com/ciencia/espaco/noticia/2023/09/5-fatos-sobre-a-chegada-a-terra-da-1a-amostra-de-asteroide-coletada-pela-nasa.ghtml">24 de setembro de 2023</a>, mas os pesquisadores do Centro Espacial Lyndon B. Johnson, nos Estados Unidos, só conseguiram extraí-la completamente em janeiro deste ano de 2024.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="888" height="666" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2024/03/image-25.png" alt="" class="wp-image-16932" srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2024/03/image-25.png 888w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2024/03/image-25-600x450.png 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2024/03/image-25-768x576.png 768w" sizes="auto, (max-width: 888px) 100vw, 888px" /><figcaption class="wp-element-caption">Amostras contendo o material coletado no asteroide Bennu</figcaption></figure>



<p>A nave OSIRIS-REx contou com o Mecanismo de Aquisição de Amostras Touch-and-Go (TAGSAM), um braço robótico utilizado para perfurar a superfície do <a class="" href="https://revistagalileu.globo.com/ciencia/noticia/2023/11/com-ou-sem-asteroide-dinossauros-estavam-fadados-a-extincao-diz-estudo.ghtml">asteroide</a> e coletar amostras. Antes mesmo que pudessem abrir a &#8220;cabeça&#8221; deste membro robotizado, os cientistas já tinham calculado mais que a quantidade mínima de 60 g de material necessário para cumprir as metas estabelecidas para a missão.</p>



<p>A missão Osiris-Rex foi a segunda a trazer do espaço amostras de asteroides. A primeira a fazer o retorno foi a sonda japonesa Hayabusa, que chegou até o asteroide Itokawa em 2005 e voltou à Terra em 2010. </p>
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