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	<title>Arquivo de Quente - BSB REVISTA</title>
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	<title>Arquivo de Quente - BSB REVISTA</title>
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		<title>Janeiro de 2024 foi o mais quente da história do planeta terra</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Feb 2024 08:10:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[2024]]></category>
		<category><![CDATA[Aquecimento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mundo continua a bater recordes de aquecimento global e deveria servir de alerta, diz agência internacional</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Mundo continua a bater recordes de aquecimento global e deveria servir de alerta, diz agência climática internacional</strong></p>



<p>. O Serviço de Mudanças Climáticas Copernicus (C3S), a agência europeia do clima informou nesta quarta-feira (7) que janeiro de 2024 foi o primeiro mês do ano, mais quente já registrado na história da Terra.</p>



<p> O mês passado também foi o oitavo mês seguido de recorde de calor para cada mês específico do ano, desde junho de 2023.</p>



<p>Aliás, junho do ano passado também foi o mês de junho mais quente já registrado. </p>



<p>Os pesquisadores alertam que pela primeira vez na história, o mundo teve um período de 12 meses (fevereiro de 2023 ajaneiro de 2024) com a temperatura média mais que 1,5° Celsius acima da do período pré-industrial, usado como marco do início do aquecimento global. </p>



<p>Tanto o Copernicus quanto a Organização Mundial de Meteorologia haviam alertado que 2024 deveria seguir a tendência de aquecimento e até superar 2023, o ano mais quente já registrado. </p>



<p><strong>Quais são os motivos?</strong></p>



<p>Por trás de tanto calor está uma combinação de El Niño com mudanças climáticas, disseram os cientistas.</p>



<p>A vice-diretora do Copernicus, Samantha Burguess, declarou que “2024 começa não apenas com outro recorde mensal, mas com a superação do limite de 1,5°C em relação ao período pré-industrial. </p>



<p>A rápida redução das emissões dos gases-estufa é a única forma de evitar que as temperaturas continuem a subir”. </p>



<p>Atemperatura média do planeta foi de 13,14°C — 0,70°C acima da média para janeiro no período de 1991-2020. Também é 0,12°C acima do janeiro mais quente até então, o de 2020. O mês foi 1,66°C mais quente que a média estimada para janeiro de 1850 a 1900, usado como referência para o período pré-industrial. </p>



<p>Menos de 14°C não parece muita coisa, mas a conta também considera os extremos de frio, pois o Hemisfério Norte está no inverno e o Norte da Europa teve em 2024 nevascas e temperaturas glaciais de até-40°C.</p>



<p> A temperatura média dos últimos 12 meses (fevereiro de 2023 a janeiro de 2024) também é recorde. Ela está 1,52°C acima do período pré-industrial e supera a elevação de 1,5°C fixada pelo Acordo de Paris como o limite para evitar mudanças catastróficas e prevista para não antes de 2030. </p>



<p>Um ano apenas acima de 1,5°C não caracteriza que o limite foi rompido, mas que o mundo está numa rota perigosa para desequilíbrios e extremos climáticos. </p>



<p>A temperatura média da Terra em 2023 foi 1,48°C acima do período pré-industrial. OCopernicus faz suas avaliações baseado em bilhões de medidas coletadas por satélites, estações meteorológicas, navios e aviões mundo afora.</p>



<p> Janeiro foi extremo na Europa, com frio polar no Norte, mas teve uma onda de calor fora de época no Sul do continente. Segundo o Copernicus, as temperaturas mais acima da média foram registradas no leste do Canadá, noroeste da África, Oriente Médio e Ásia Central. </p>



<p>Já o oeste do Canadá, a região central dos EUA e a Sibéria ficaram abaixo da média histórica. A América do Sul, em pleno verão, teve temperaturas elevadas, mas não destacadamente acima da média. </p>



<p>Um dos fatores que estão puxando a temperatura do planeta para cima são os oceanos muito quentes. O El Niño começou a se enfraquecer em janeiro, no Pacífico Equatorial, mas os demais oceanos continuam anomalamente quentes. </p>



<p>A previsão é de que as condições de El Niño se mantenham até abril ou maio, embora com menos intensidade do que no fim de 2023 e neste início de 2024. AAgência Americana de Atmosfera e Oceanos (Noaa, na sigla em inglês), que monitora oEl Niño, disse que ainda é cedo para afirmar que o fenômeno está numa escalada decrescente, pois nos últimos dias a temperatura do mar voltou a subir junto à costa do Equador, do Peru e da Colômbia. Porém, atendência é que ele enfraqueça gradualmente. </p>



<p>Um planeta aquecido é um mundo em desequilíbrio climático. Na América do Sul, o maior desequilíbrio de janeiro foram as chuvas acima da média no Sul do Brasil e na Argentina. </p>



<p>O leste da Austrália e o sudeste da África também estiveram mais chuvosos. A Europa registrou tanto tempestades severas quanto secas. E foram justamente as secas mais intensas que chamaram mais atenção dos cientistas. </p>



<p>Na América do Sul, as piores secas foram registradas no Chile e criaram condições propícias a incêndios florestais, como o que atinge a região de Valparaíso, o pior da História recente do país. </p>



<p>A seca, que se arrasta pelo início de fevereiro, também afetou em janeiro o Chifre da África, a Península Arábica, parte do Canadá, do México e dos EUA, além de Ásia Central e oeste da Austrália. As a nomalias de janeiro também se fizeram sentir na Antártica. </p>



<p>A cobertura de gelo sobre o mar ficou 18% abaixo da média para janeiro. Porém, recuperou-se em relação ao mesmo período em 2023, 31% menor. O Ártico, em pleno inverno, está na média histórica.</p>



<p></p>
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		<title>2023 foi o ano mais quente nos últimos 100 mil anos, segundo observatório do clima</title>
		<link>https://bsbrevista.com.br/2024/01/09/2023-foi-o-ano-mais-quente-nos-ultimos-100-mil-anos-segundo-observatorio-do-clima/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Jan 2024 14:50:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[100 mil anos]]></category>
		<category><![CDATA[Aquecimento global]]></category>
		<category><![CDATA[Quente]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Serviço de Mudanças Climáticas Copernicus da União Europeia afirma que calor é resultado do aumento dos gases do efeito estufa combinado com El Niño </p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Serviço de Mudanças Climáticas Copernicus da União Europeia afirma que calor é resultado do aumento dos gases do efeito estufa combinado com El Niño</strong> </p>



<p>Segundo um relatório do observatório europeu Copernicus divulgado nesta terça-feira (9), o ano de 2023 foi o mais quente já registrado. O estudo analisou os últimos 100 mil anos.</p>



<p>Pela primeira vez, todos os dias dentro de um ano ficaram 1°C acima do nível pré-industrial de 1850 a 1900 &#8211; sendo que, em metade de 2023, os termômetros chegaram a ultrapassar 1,5°C e, em dois dias de novembro, ficaram 2°C mais quentes. Foram as<strong> temperaturas mais altas nos últimos 100 mil anos</strong>.</p>



<p>Os cientistas já vinham alertando que isso aconteceria.</p>



<p>&#8220;<em>2023 foi um ano excepcional com recordes climáticos caindo como dominós. Não apenas 2023 foi o ano mais quente registrado, como é o primeiro ano com dias 1°C mais quentes do que a era pré-industrial. As temperaturas em 2023 provavelmente foram as mais altas ao menos nos últimos 100 mil anos,</em>&#8221; disse Samantha Burgess, vice-diretora do Serviço de Mudanças Climáticas Copernicus da União Europeia</p>



<p>A explicação para a comparação com os 100 mil anos está na paleoclimatologia. São usados métodos que permitem estimar a temperatura de determinada época com a simulação do comportamento da atmosfera para climas passados.</p>



<p>O documento do Copernicus revela um aquecimento violento, com diversos recordes diários e mensais quebrados.</p>



<p>A temperatura da Terra em 2023 <strong>ficou 1,48ºC acima do nível pré-industrial de 1850 a 1900</strong>.</p>



<p>Isso é muito perto do <strong>1,5ºC estabelecido por cientistas como “limite seguro” para evitar as consequências mais graves das mudanças climáticas.</strong></p>



<p>Esse limiar de aumento da taxa média de temperatura global foi estipulado no Acordo de Paris para até o final deste século e a previsão é que não fosse atingido antes de 2030.</p>



<p>A taxa tem como referência os níveis pré-industriais, antes de as emissões de poluentes passarem a afetar significativamente o clima global.</p>



<p>Segundo o relatório do Copernicus, as concentrações de gases de efeito estufa, como dióxido de carbono e metano, têm aumentado nos últimos anos e alcançaram níveis alarmantes em 2023.</p>



<p>Os indicadores marinhos são um dado fundamental porque o mar serve como regulador da temperatura planetária, absorvendo excessos de calor e de CO2.</p>



<p>O fenômeno El Niño acentuou os registros inquietantes, e ajudou a perturbar o clima em todos os cantos do planeta, desde grandes incêndios no Canadá até secas extremas em África, no Oriente Médio, ou altas temperaturas em pleno inverno na Austrália ou no Cone Sul.</p>
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		<title>Nova onda de calor vai atingir 15 estados e o DF a partir desta quinta</title>
		<link>https://bsbrevista.com.br/2023/12/14/nova-onda-de-calor-vai-atingir-15-estados-e-o-df-a-partir-desta-quinta/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Dec 2023 11:29:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Alta]]></category>
		<category><![CDATA[Calor]]></category>
		<category><![CDATA[global]]></category>
		<category><![CDATA[Quente]]></category>
		<category><![CDATA[Verão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Instituto Nacional de Meteorologia emitiu um alerta de perigo</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Instituto Nacional de Meteorologia emitiu um alerta de perigo</strong></p>



<p>O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu um alerta de perigo com a chegada de uma nova onda de calor ao Brasil nesta quinta-feira (14).</p>



<p> A partir de hoje, uma nova onda de calor está prevista para atingir extensas áreas do país.</p>



<p>O calor não será tão intenso quanto o registrado em novembro, que resultou em recordes de temperatura, mas ainda assim, apresenta riscos para a saúdede humana e de animais.</p>



<p>O alerta de &#8220;perigo&#8221;, tem início às 12h00 desta quinta e é válido até às 19h do próximo domingo (17).</p>



<p>Segundo o instituto, serão afetadas&nbsp;<strong>áreas</strong>&nbsp;do:</p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Tocantins,</li>



<li>Rondônia,</li>



<li>Maranhão,</li>



<li>Piauí,</li>



<li>Bahia,</li>



<li>Espírito Santo,</li>



<li>Rio de Janeiro,</li>



<li>São Paulo,</li>



<li>Minas Gerais,</li>



<li>Paraná,</li>



<li>Santa Catarina,</li>



<li>Rio Grande do Sul,</li>



<li>Mato Grosso</li>
</ol>



<p>E os&nbsp;<strong>estados inteiros</strong>&nbsp;de:</p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Mato Grosso do Sul</li>



<li>E Goiás,</li>



<li>além do Distrito Federal.</li>
</ol>



<p>Para os próximos dias, no centro das atenções, temos locais onde as temperaturas devem atingir entre&nbsp;<strong>40°C e 42°C,</strong>&nbsp;incluindo o Mato Grosso do Sul, o sul e leste do Mato Grosso (com destaque para a capital Cuiabá), o sul de Goiás, o noroeste de Minas Gerais e a região oeste da Bahia, especialmente no Vale do São Francisco.</p>



<p>Na faixa de&nbsp;<strong>38°C a 40°C,&nbsp;</strong>podemos esperar calor intenso no interior do Piauí, no Maranhão, no leste do Tocantins, no sul e leste de Santa Catarina e no interior de São Paulo. Já em regiões onde as temperaturas devem oscilar entre<strong>&nbsp;37°C e 39°C</strong>, destacam-se o norte e oeste do Paraná, o estado do Rio de Janeiro e o Espírito Santo.</p>



<p>A onda de calor não vai ser tão intensa e generalizada quanto a última. Com a proximidade do verão, temos mais umidade, que barra as temperaturas, impedindo que subam mais. Se a gente sobreviveu à última, vamos sobreviver a essa que vai ser menos intensa.</p>



<p>Em Cuiabá, por exemplo, a máxima anterior tinha sido em outubro, quando a cidade chegou a 44,2°C. No interior de São Paulo, algumas cidades registraram máximas acima dos 41°C. Nos dois locais, as máximas devem ser menores.</p>



<p>2023 já está sendo considerado o ano mais quente em 125 mil anos, diz observatório europeu.</p>



<p>A onda de calor acontece uma semana antes da chegada do verão. E, ao contrário do que se imaginaria,<strong>&nbsp;é exatamente por isso que ela será menos quente do que a que vimos em novembro.</strong></p>



<p>Em novembro, estávamos no meio da primavera. Uma das características é que se trata de uma estação seca, com pouca chuva e nuvens. Sem nuvens para impedir a passagem do calor e umidade para dissipar as máximas, as temperaturas ficaram muito altas em um fenômeno de onda de calor.</p>



<p>Agora, nos aproximamos do verão. Com isso, <strong>temos mais umidade e mais nuvens</strong>, o que faz com que o calor não seja tão intenso como o que vimos antes.</p>



<p>Geralmente, os picos de temperaturas mais altas do ano ocorrem nas estações secas. Agora, começa a estação chuvosa. Então, é menos provável que ocorram temperaturas tão altas.</p>



<p><strong>Os especialistas explicam que uma coisa não tem relação com a outra, mas que o verão vai ser mais quente que o normal.</strong></p>



<p>A onda de calor acontece quando temos uma alta de até 5°C na temperatura média do período por vários dias.&nbsp;Só que esse é um fenômeno isolado, que não interfere na temperatura da estação.</p>



<p>O que vamos ter esse ano é uma influência do El Niño forte sobre o verão. Isso não acontece há três anos, quando passamos a estação com La Niña, que suaviza as temperaturas extremas.</p>
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