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	<title>Arquivo de Repasse - BSB REVISTA</title>
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	<title>Arquivo de Repasse - BSB REVISTA</title>
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	<item>
		<title>TCU suspende contrato entre governo Lula e ONG ligada ao PT para limpar terra yanomami por R$ 15 milhões</title>
		<link>https://bsbrevista.com.br/2025/06/19/tcu-suspende-contrato-entre-governo-lula-e-ong-ligada-ao-pt-para-limpar-terra-yanomami-por-r-15-milhoes/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Jun 2025 20:47:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Contrato]]></category>
		<category><![CDATA[Gilberto Carvalho]]></category>
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<h6 class="wp-block-heading">Contrato, firmado em dezembro de 2024 pelo Ministério do Trabalho e Emprego, está no centro de uma apuração do Tribunal de Contas da União (TCU)</h6>



<p>O governo federal repassou R$ 15,8 milhões a uma ONG de São Paulo ligada ao Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, historicamente associada ao Partido dos Trabalhadores (PT), para realizar a retirada de lixo em uma terra indígena Yanomami, em Roraima.</p>



<p>O contrato, firmado em dezembro de 2024 pelo Ministério do Trabalho e Emprego, está no centro de uma apuração do Tribunal de Contas da União (TCU), que proibiu o uso dos recursos por parte da ONG em sessão plenária nesta quarta-feira (18).</p>



<p>A medida cautelar, proferida pelo ministro Benjamin Zymler na quarta-feira, 17, atendeu a um pedido do senador Jorge Seif (PL-SC), que acionou o TCU para investigar o contrato celebrado com entre o ministério e a ONG Unisol (Central de Cooperativas e Empreendimentos Solidários do Brasil).</p>



<p>O ex-ministro de Dilma Rousseff&nbsp;Gilberto Carvalho&nbsp;foi nomeado em 2023, neste governo de Lula, para o cargo de&nbsp;secretário Nacional de Economia Popular e Solidária&nbsp;do Ministério do Trabalho e Emprego.</p>



<p>O ministro Walton Alencar Rodrigues, do TCU, afirmou que o contrato com a ong apresenta “claros” sinais de desvio de recursos.</p>



<p>“Os valores foram repassados com uma rapidez estonteante. Ressumbra desvio de dinheiro público, isso é absolutamente claro para mim”, declarou.</p>



<p>A organização contratada é a Central de Cooperativas e Empreendimentos Solidários do Brasil (Unisol), sediada em uma sala de cerca de 40 m² no subsolo da sede sindical, em São Bernardo do Campo (SP).</p>



<p>A contratação foi feita pela Secretaria Nacional de Economia Popular e Solidária (Senaes), comandada por Gilberto Carvalho, ex-ministro da Secretaria-Geral da Presidência durante o governo Dilma Rousseff (PT).</p>



<p>O contrato foi assinado em 28 de dezembro de 2024 e teve os recursos transferidos integralmente três dias depois, em 31 de dezembro — antes mesmo do início das atividades previstas, que só devem ocorrer no segundo semestre de 2025.</p>



<p>O pagamento em parcela única, sem cronograma de desembolso e antes da execução dos serviços, foi considerado atípico pela área técnica do TCU em comparação com outros contratos similares.</p>



<p>Segundo dados que constam no relatório do TCU, o valor destinado à Unisol foi o segundo maior empenhado para a ação orçamentária “gestão de políticas para povos indígenas” em 2024.</p>



<p>Além do valor expressivo e do adiantamento, o edital que fundamentou a escolha da Unisol não estabeleceu metas mensuráveis nem critérios transparentes de seleção, o que acendeu o alerta entre integrantes da área técnica.</p>



<p>Além disso, metade das entidades que concorreram no edital foram desclassificadas.</p>



<p>A Unisol Brasil &#8211; Central de Cooperativas e Empreendimentos Solidários é quem comanda a Central de Cooperativas e Empreendimentos Solidários no Brasil. Arildo Mota Lopes é o presidente da UNISOL Brasil, que também ocupa a Presidência da CICOPA América e Vice Presidência Mundial.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="543" height="564" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/06/17503653588363066062455980264097.jpg" alt="" class="wp-image-30562"/><figcaption class="wp-element-caption">Lula e Arildo Mota Lopes presidente da Ong</figcaption></figure>



<p>O TCU proibiu qualquer movimentação financeira por parte da Unisol utilizando esses recursos até nova deliberação. O órgão de controle também vai realizar oitivas com representantes do Ministério do Trabalho.</p>



<p>Gilberto Carvalho foi um importante assessor e conselheiro do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.&nbsp;Ele é conhecido por seu papel influente no governo Lula, sendo comparado a figuras como Golbery do Couto e Silva e Chalaça, que eram assessores de presidentes anteriores.&nbsp;Em 2003, Lula o admitiu na Ordem do Mérito Militar como Comendador Especial, demonstrando a confiança e o reconhecimento de seu trabalho.&nbsp;</p>



<p>Atualmente, Gilberto Carvalho não ocupa um cargo formal no governo Lula, que está em seu terceiro mandato (2023-presente).&nbsp;O governo atual tem como foco políticas como isenção de imposto de renda para quem recebe até 5 mil reais mensais, reforma tributária, igualdade salarial e busca por desmatamento zero na Amazônia, entre outras.&nbsp;</p>



<p>Embora não seja um membro do gabinete atual, Gilberto Carvalho continua sendo uma figura relevante no contexto político e próximo a Lula.&nbsp;</p>



<p>Nos primeiros mandatos de&nbsp;Lula&nbsp;como presidente da República, Gilberto Carvalho foi seu chefe de gabinete. Na gestão&nbsp;Dilma Rousseff, foi ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência, função na qual articulava com organizações da sociedade civil.</p>



<p>Procurados, o Ministério do Trabalho e a Unisol ainda não se manifestaram sobre o caso.</p>



<p></p>
<div id="bsbre-722803135" class="bsbre-depois-do-conteudo-2 bsbre-entity-placement" style="clear: both;"><img decoding="async" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado.jpg" alt=""  srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado.jpg 1048w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-600x600.jpg 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-1024x1024.jpg 1024w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-60x60.jpg 60w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-768x768.jpg 768w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-900x900.jpg 900w" sizes="(max-width: 1048px) 100vw, 1048px" width="1048" height="1048"   /></div><br style="clear: both; display: block; float: none;"/><div id="bsbre-1745517944" class="bsbre-depois-do-conteudo bsbre-entity-placement"><img decoding="async" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista.jpg" alt=""  srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista.jpg 937w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista-600x321.jpg 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista-768x411.jpg 768w" sizes="(max-width: 937px) 100vw, 937px" width="937" height="502"   /></div><p>O post <a href="https://bsbrevista.com.br/2025/06/19/tcu-suspende-contrato-entre-governo-lula-e-ong-ligada-ao-pt-para-limpar-terra-yanomami-por-r-15-milhoes/">TCU suspende contrato entre governo Lula e ONG ligada ao PT para limpar terra yanomami por R$ 15 milhões</a> apareceu primeiro em <a href="https://bsbrevista.com.br">BSB REVISTA</a>.</p>
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		<title>Senadores e deputados do DF enviam R$ 26 milhões para ONG de Alagoas, suspeita de desvio de dinheiro público</title>
		<link>https://bsbrevista.com.br/2025/01/28/senadores-e-deputados-do-df-enviam-r-26-milhoes-para-ong-de-alagoas-suspeita-de-desvio-de-dinheiro-publico/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Calango]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Jan 2025 11:54:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Bancada]]></category>
		<category><![CDATA[Deputados]]></category>
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<h6 class="wp-block-heading">Investigado pela Polícia Federal é dono de ONG em Alagoas que receberá </h6>



<p><strong>Com informações do site Metrópoles</strong> </p>



<p>Apenas quatro meses após ser alvo da Polícia Federal no Tocantins, Ramalho Souza Alves, dono da ONG Econacional, sediada em Maceió (AL) receberá R$ 26 milhões dos senadores e deputados do Distrito Federal, </p>



<p>Ramalho está na mira da Polícia Federal. Em agosto do ano passado, o empresário de 59 anos foi um dos alvos da Operação Fames 19, que investiga o desvio de recursos públicos na compra de 1,6 milhão de cestas básicas durante a pandemia de Covid-19.</p>



<p>Ramalho conseguiu, em dezembro, ganhar um contrato de R$ 26 milhões via bancada de deputados e senadores do Distrito Federal.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/01/17380633283868993747632956144570-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-26295" srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/01/17380633283868993747632956144570-1024x683.jpg 1024w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/01/17380633283868993747632956144570-600x400.jpg 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/01/17380633283868993747632956144570-768x512.jpg 768w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/01/17380633283868993747632956144570.jpg 1200w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Ramalho Souza Alves, dono da ONG Econacional, sediada em Maceió (AL)</figcaption></figure>



<p>Apesar de ser investigado, Ramalho vai receber o dinheiro para os projetos “Emprega mulher” e “Empreendedora digital”, que prometem inserir mulheres no mercado de trabalho e estimular o empreendedorismo. </p>



<p>A ONG sediada em Alagoas não tem funcionários ou estrutura no Distrito Federal.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="800" height="585" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/01/17380645619665605877901400658236.jpg" alt="" class="wp-image-26298" srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/01/17380645619665605877901400658236.jpg 800w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/01/17380645619665605877901400658236-600x439.jpg 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/01/17380645619665605877901400658236-768x562.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption class="wp-element-caption">Bia Kicis, Alberto Fraga, Fred Linhares, Júlio César, Gilvan Máximo, Rafael Prudente, Reginaldo Veras e Érika Kokay são os deputados federais do DF</figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="675" height="450" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/01/17380650287803240019735903334598.jpg" alt="" class="wp-image-26299" srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/01/17380650287803240019735903334598.jpg 675w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/01/17380650287803240019735903334598-600x400.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 675px) 100vw, 675px" /><figcaption class="wp-element-caption">Izalci Lucas, Leila Barros e Damares Alves são os senadores do DF</figcaption></figure>



<p><strong>Desvio de verbas públicas</strong> </p>



<p>A PF aponta que R$ 5 milhões foram pagos pelo Governo do Tocantins a empresários, mas que boa parte das cestas básicas não foi entregue à população entre 2020 e 2021, quando a fome aumentou. No período, a administração estadual decretou emergência e, por isso, pôde escolher as empresas fornecedoras sem licitação.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/01/17380634585195981254603866037362-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-26296" srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/01/17380634585195981254603866037362-1024x683.jpg 1024w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/01/17380634585195981254603866037362-600x400.jpg 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/01/17380634585195981254603866037362-768x512.jpg 768w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/01/17380634585195981254603866037362.jpg 1200w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Operação Fames-19 investiga irregularidades na distribuição de cestas básicas.</figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="768" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/01/17380635036408537654880441998416-1024x768.jpg" alt="" class="wp-image-26297" srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/01/17380635036408537654880441998416-1024x768.jpg 1024w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/01/17380635036408537654880441998416-600x450.jpg 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/01/17380635036408537654880441998416-768x576.jpg 768w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/01/17380635036408537654880441998416.jpg 1200w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">ONG funciona em prédio de dois andares alugado no Centro de Maceió</figcaption></figure>



<p>O nome da operação, Fames, vem do latim: fome. A Polícia Federal cumpriu o total de 42 mandados de busca e apreensão, com autorização do Superior Tribunal de Justiça (STJ). Ramalho Souza Alves, que se define como administrador de empresas, é um dos investigados pela PF.</p>



<p>O dinheiro destinado à ONG Econacional, presidida por Ramalho, é oriundo da emenda de bancada do DF. Esse tipo de repasse, decidido em conjunto por deputados e senadores de um mesmo estado, busca financiar projetos para a região. Nos últimos anos, porém, o valor passou a ser dividido informalmente por cada parlamentar e ganhou o apelido de “novo orçamento secreto”, uma vez que, dado o caráter coletivo, dificulta a identificação individual do responsável pela emenda.</p>



<p>Segundo o site Metrópoles, que fez a denúncia, o repasse para a ONG tem a digital do deputado federal Alberto Fraga (PL-DF). Procurado pelo site, ele afirmou por mensagem que desconhecia o histórico do presidente da Econacional e disse que, “se as irregularidades forem comprovadas”, vai cancelar o repasse. “Se a ONG não for idônea, retiro a emenda.”</p>



<p><strong>CGU e TCE apontam irregularidades</strong></p>



<p>A Polícia Federal não é a única instituição do poder público a cobrar explicações de Ramalho Souza Alves. As atividades do empresário também são citadas pela Controladoria-Geral da União (CGU) e pelo Tribunal de Contas do Tocantins (TCE-TO) por causa da sua gestão à frente da Cooperativa de Trabalho em Serviços Gerais e Administrativo (Contrate), na qual exerce o cargo de diretor. Há indícios de irregularidades num contrato de R$ 4,6 milhões firmado em 2021 entre a Prefeitura de Aliança do Tocantins e a cooperativa.</p>



<p>De acordo com a CGU, a Contrate se passava por cooperativa, mas se comportava de fato como uma empresa. O TCE, por sua vez, apontou “ausência de justificativa” referente ao gasto de R$ 4,6 milhões relativo à contratação, e de R$ 867.893,04 concernente à taxa administrativa de 23%, constantes da Ata da Seção de Julgamento”. O TCE-TO citou Ramalho nominalmente para prestar esclarecimentos.</p>



<p>Esse contrato visava à prestação de serviços com contratação de 156 pessoas por 12 meses, para postos de trabalho que iam de enfermeiras e nutricionistas a garis e motoristas. Segundo a CGU, porém, houve subordinação dos trabalhadores à prefeitura. A Controladoria destacou que, numa “legítima terceirização de serviços, a empresa contratada se responsabiliza em entregar serviços determinados e específicos, e não apenas o fornecimento de mão de obra”.</p>



<p>De acordo com o relatório, outro aspecto que configura a intermediação de mão de obra na contratação é a “ausência de especialização da contratada”. Como destacou o órgão, numa terceirização a empresa precisa ser especializada na entrega do serviço, devendo logicamente ser melhor na sua execução que a própria contratante. A intermediação de mão de obra subordinada à contratante é vedada pela Lei das Cooperativas.</p>



<p>“Porém, observa-se que a cooperativa foi contratada para fornecer os mais variados tipos de profissionais: enfermeiro, coveiro, motorista, auxiliar de serviços gerais, psicólogo, assistente social, vigia, recepcionista, odontólogo, mecânico, veterinário, nutricionista, entre outros, demonstrando não ser especializada em nenhuma área específica. Constatou-se também a existência de indícios de que a Cooperativa Contrate atua como empresa e não como uma autêntica cooperativa de trabalho”, destacou o parecer da CGU.</p>



<p>No cooperativismo, os cooperados agem como sócios e participam da administração da entidade. Os associados decidem os rumos da organização em assembleias. A CGU chegou a se reunir com representantes da Contrate e cobrou as atas das reuniões, sem a devida resposta. Na semana em que os fiscais estiveram em Aliança do Tocantins, a cooperativa chegou a convocar um encontro.</p>



<p>“A assembleia supramencionada aconteceria na sede da Contrate, localizada no município de Ubaíra-BA, a uma distância de 1.362 km de Aliança do Tocantins. Dessa forma, seria inviável a participação dos cooperados desse município nas decisões da cooperativa”, escreveram os técnicos da Controladoria.</p>



<p>Ubaíra é o município onde Ramalho cresceu e construiu relações políticas. Ele consta como autor das seguintes doações eleitorais:</p>



<p>2020: R$ 300 para o candidato a vereador em Ubaíra Adailton Oliveira, o “Pedra Beba”; R$ 200 para o candidato a vereador por Salvador Alexandre Almeida.</p>



<p><br>2012: R$ 3 mil (R$ 7.2 mil em valores atuais) para o comitê de campanha a prefeito de Ubaíra.<br>2008: R$ 500 (R$ 1,5 mil em valores atuais) para a campanha a vereador de Manoel Ferreira, também em Ubaíra.</p>



<p><strong>Novo orçamento secreto</strong></p>



<p>As <a href="https://bsbrevista.com.br/2025/02/10/pf-liga-vice-presidente-do-senado-a-desvios-em-emendas-e-pede-investigacao/">emendas de bancada</a> (RP-7) fazem parte do “novo orçamento secreto”. Esse tipo de repasse, decidido em conjunto pelos deputados e senadores de um mesmo estado, tem como objetivo promover o financiamento de projetos estruturantes para sua unidade federativa. Nos últimos anos, porém, o valor passou a ser dividido informalmente para cada parlamentar, resultando na pulverização de investimentos.</p>



<p>Dessa forma, toda a bancada responde pelas emendas, sem informação pública sobre qual deputado ou qual senador é, de fato, o padrinho de cada projeto. A lógica segue a máxima de que “se todos são responsáveis, ninguém é responsável”. O mesmo ocorre com as emendas de comissões temáticas do Congresso, onde a Comissão de Saúde, por exemplo, faz vários repasses para essa área, sem indicativo de qual congressista pediu cada pagamento.</p>



<p>As emendas de comissão e de bancada substituíram as emendas de relator, o “orçamento secreto original”, tornado inconstitucional por decisão do Supremo Tribunal Federal. O “novo orçamento secreto” passou a ser alvo do ministro Flávio Dino, que chegou a interromper esse tipo de repasse até que o Congresso e o governo federal adotassem as regras de transparêncpia estabelecidas. Em janeiro, o magistrado interrompeu os repasses para ONGs que não são transparentes.</p>



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