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	<title>Arquivo de Suplente - BSB REVISTA</title>
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	<title>Arquivo de Suplente - BSB REVISTA</title>
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		<title>Suplente de Alcolumbre foi flagrado pela PF sacando R$ 350 mil durante  investigação sobre desvios no DNIT</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Mar 2026 15:39:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[alcolumbre]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O empresário Breno Chaves Pinto, segundo suplente do senador Davi Alcolumbre, foi fotografado pela Polícia Federal carregando R$ 350 mil em espécie durante monitoramento realizado [...]</p>
<p>O post <a href="https://bsbrevista.com.br/2026/03/12/suplente-de-alcolumbre-foi-flagrado-pela-pf-sacando-r-350-mil-durante-investigacao-sobre-desvios-no-dnit/">Suplente de Alcolumbre foi flagrado pela PF sacando R$ 350 mil durante  investigação sobre desvios no DNIT</a> apareceu primeiro em <a href="https://bsbrevista.com.br">BSB REVISTA</a>.</p>
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<p></p>



<p>O empresário <strong>Breno Chaves Pinto</strong>, segundo suplente do senador <strong>Davi Alcolumbre</strong>, foi fotografado pela <strong>Polícia Federal</strong> carregando <strong>R$ 350 mil em espécie</strong> durante monitoramento realizado no âmbito de uma investigação sobre supostos desvios em contratos do <strong>Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes</strong> no Amapá. O episódio consta em relatório sigiloso produzido durante a <strong>Operação Route 156</strong>, que apura um esquema de fraudes em licitações e contratos públicos ligados à rodovia BR-156.</p>



<p>De acordo com os investigadores, o flagrante ocorreu no dia <strong>7 de novembro de 2024</strong>, em uma agência bancária localizada no município de <strong>Santana</strong>, na região metropolitana de <strong>Macapá</strong>. Agentes da Polícia Federal que realizavam vigilância registraram a saída do empresário do banco por volta das 13h40, aproximadamente meia hora após sua entrada na agência, carregando uma <strong>mochila azul com R$ 350 mil em dinheiro vivo</strong>.</p>



<p>O monitoramento ocorreu durante diligências da <strong>Operação Route 156</strong>, deflagrada oficialmente em <strong>22 de julho de 2025</strong>, que investiga uma suposta <strong>organização criminosa voltada à manipulação de licitações e desvio de recursos federais destinados a obras rodoviárias</strong>. O foco central das apurações são contratos relacionados à <strong>BR-156</strong>, estrada estratégica que liga o município de <strong>Oiapoque</strong>, na fronteira com a Guiana Francesa, ao município de <strong>Laranjal do Jari</strong>, no sul do estado.</p>



<p>Segundo a Polícia Federal, o grupo investigado teria atuado em fraudes envolvendo contratos do DNIT no Amapá, com <strong>desvios estimados em cerca de R$ 60 milhões</strong>. Os investigadores apontam que Breno Chaves Pinto seria uma figura central do chamado <strong>“núcleo empresarial”</strong> do esquema, por meio de empresas ligadas a obras de infraestrutura.</p>



<p>Entre as companhias citadas nas investigações estão as construtoras <strong>LB Construções</strong> e <strong>Rio Pedreira</strong>, controladas pelo empresário e vencedoras de licitações relacionadas a obras de manutenção e pavimentação rodoviária. De acordo com o relatório policial, essas empresas teriam vencido <strong>quatro pregões eletrônicos vinculados a contratos públicos</strong>, levantando suspeitas de direcionamento de licitações.</p>



<p>O saque de R$ 350 mil em dinheiro vivo também chamou a atenção da <strong>Conselho de Controle de Atividades Financeiras</strong>, que identificou movimentações consideradas atípicas nas contas relacionadas ao empresário. Relatórios de inteligência financeira apontaram <strong>saques sucessivos que ultrapassaram R$ 3 milhões em espécie</strong> ao longo do período investigado, geralmente realizados pouco tempo após pagamentos provenientes de contratos públicos. Para os investigadores, o padrão pode indicar <strong>tentativas de ocultação e lavagem de capitais</strong>.</p>



<p>Outro ponto destacado no relatório da Polícia Federal envolve o veículo utilizado pelo empresário no dia do saque. Segundo os agentes, Breno Chaves Pinto deixou a agência bancária em uma <strong>SUV branca registrada em nome da empresa Lojas 2A Ltda</strong>, pertencente a <strong>Alberto Brasil Alcolumbre</strong> e <strong>André Brasil Alcolumbre</strong>, primos do senador Davi Alcolumbre. Posteriormente, o veículo teria sido transferido para o empresário em <strong>julho de 2025</strong>, meses após o episódio monitorado.</p>



<p>A investigação também menciona que o empresário possuía <strong>forte influência em decisões administrativas relacionadas ao DNIT no Amapá</strong>, o que teria facilitado sua atuação junto a empresas contratadas para obras federais no estado. Os investigadores apontam indícios de <strong>tráfico de influência</strong>, embora ressaltem que o senador Davi Alcolumbre <strong>não figura como investigado</strong> no inquérito.</p>



<p>Procurado, Alcolumbre afirmou que <strong>não possui relação com as atividades empresariais de seu suplente</strong> e que eventuais atos praticados por Breno Chaves Pinto dizem respeito exclusivamente à esfera privada do empresário.</p>



<p>A defesa de Breno Chaves Pinto sustenta que <strong>não houve irregularidade nos saques em espécie</strong>. Segundo advogados do empresário, os valores teriam sido utilizados para <strong>pagamento de fornecedores, despesas operacionais e funcionários</strong>, prática que, de acordo com eles, ainda ocorre em setores da construção civil em regiões com menor bancarização.</p>



<p>Já o <strong>DNIT</strong> informou, em nota, que colabora com as investigações e reiterou compromisso com a <strong>transparência e o combate a irregularidades em contratos públicos</strong>.</p>



<p>A <strong>Operação Route 156</strong> cumpriu <strong>11 mandados de busca e apreensão</strong> no Amapá durante sua fase ostensiva. A Polícia Federal também realizou quebras de sigilo bancário e fiscal de investigados e empresas suspeitas de participação no esquema. O inquérito segue em andamento e poderá resultar em denúncias por <strong>corrupção, fraude em licitações, organização criminosa e lavagem de dinheiro</strong>.</p>
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		<title>Suplente de Alcolumbre, presidente do Senado, é alvo da PF por desvios no Dnit do Amapá</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Calango]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Jul 2025 13:37:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[alcolumbre]]></category>
		<category><![CDATA[Breno]]></category>
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<h6 class="wp-block-heading">PF e CGU investigam desvios em obra de rodovia, no Amapá, e suplente do senador é alvo de busca e apreensão</h6>



<p>O empresário&nbsp;Breno Chaves Pinto, 2º suplente do presidente do Senado,&nbsp;Davi Alcolumbre (União-AP), é alvo de busca e apreensão nesta terça-feira (22) em operação da Polícia Federal (<a href="https://www.gov.br/pf/pt-br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">PF</a>) que mira desvios no Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes no Amapá (Dnit/AP).</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="639" height="479" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/07/17531912683047403929402766500689.jpg" alt="" class="wp-image-31630" srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/07/17531912683047403929402766500689.jpg 639w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/07/17531912683047403929402766500689-600x450.jpg 600w" sizes="(max-width: 639px) 100vw, 639px" /><figcaption class="wp-element-caption">Davi Alcolumbre é presidente do Senado </figcaption></figure>



<p>A ação, batizada de Route 156, é em parceria com a Controladoria-Geral da União e cumpre 11 mandados de busca para avançar na apuração sobre esquema criminoso de direcionamento de licitações e desvio de recursos públicos federais em contratos de manutenção e recuperação da rodovia BR-156, no Amapá.</p>



<p>Segundo a PF, a investigação indica a “existência de uma organização criminosa estruturada no âmbito da Superintendência Regional do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes no Amapá (DNIT/AP), que teria fraudado o caráter competitivo de pelo menos quatro pregões eletrônicos”.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="678" height="452" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/07/175319138128817438897564086953.jpg" alt="" class="wp-image-31631" srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/07/175319138128817438897564086953.jpg 678w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/07/175319138128817438897564086953-600x400.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 678px) 100vw, 678px" /></figure>



<p>O valor total das licitações sob suspeita é de R$ 60 milhões.</p>



<p>O suplente de Alcolumbre é ligado à empresa LB Construções, um das vencedoras da licitação da BR-156. Ele ainda tem contratos, por meio de outras empresas, com a Codevasf.</p>



<p>A apuração da PF indica que o grupo integrado pelo suplente simulava a concorrência em licitações com propostas fictícias e cláusulas restritivas nos editais.</p>
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