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	<title>Arquivo de temperatura - BSB REVISTA</title>
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	<title>Arquivo de temperatura - BSB REVISTA</title>
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		<title>Calor extremo atinge 1 bilhão de pessoas a mais que nos anos 1970</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Calango]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2026 19:42:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Aquecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Calor]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Levantamento divulgado nesta segunda-feira (22) na revista Nature Climate Change revela que parcela da população mundial exposta a calor extremo saltou de 16% para 22%. [...]</p>
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<h6 class="wp-block-heading">Levantamento divulgado nesta segunda-feira (22) na revista Nature Climate Change revela que parcela da população mundial exposta a calor extremo saltou de 16% para 22%. América do Sul, incluindo o Brasil, está entre as regiões onde a sensação de calor mais aumentou</h6>



<p class="wp-block-paragraph">Um novo estudo global divulgado <strong>nesta segunda-feira (22) na revista científica &#8220;Nature Climate Change&#8221;</strong> revela que o calor extremo hoje afeta <strong>1 bilhão de pessoas a mais</strong> do que nos anos 1970, marcando um aumento dramático na exposição da população mundial às altas temperaturas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O levantamento global calcula que cerca de <strong>1 bilhão de pessoas a mais enfrentam hoje ao menos um dia de calor extremo por ano em comparação com os anos 1970</strong>. A parcela da população mundial exposta a essa condição <strong>saltou de 16% para 22%</strong> em meio século.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A <strong>América do Sul, incluindo o Brasil</strong>, está entre as regiões onde a sensação de calor mais aumentou nas últimas décadas. O estudo analisou não apenas o calor durante o dia, mas também nas noites e nos episódios que combinam temperaturas elevadas sem pausa para o corpo se recuperar — um cenário particularmente perigoso para a saúde humana.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Calor noturno cresce mais rápido que o diurno</h3>



<p class="wp-block-paragraph">O estudo destaca um fenômeno crítico: <strong>as noites estão aquecendo mais rápido do que os dias</strong> em grande parte do mundo. Em dois terços dos territórios mundiais onde as noites estão aquecendo mais rápido do que os dias, a região do <strong>oeste da América do Sul</strong> aparece como uma das áreas mais impactadas, segundo os cientistas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Este efeito é particularmente preocupante porque <strong>o corpo humano precisa de noites mais frias para se recuperar</strong> do estresse térmico do dia. Quando as temperaturas noturnas permanecem elevadas, não há pausa para o organismo, aumentando o risco de doenças relacionadas ao calor, desde desidratação até falência renal e morte.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Mortes relacionadas ao calor aumentaram 23% desde os anos 1990</h3>



<p class="wp-block-paragraph">O impacto na saúde humana já é mensurável. Segundo publicação que conta com a contribuição da <strong>Organização Mundial da Saúde (OMS)</strong> e de mais de 120 especialistas, a incapacidade de conter os efeitos do aquecimento global levou a um <strong>aumento de 23% nas mortes relacionadas ao calor desde os anos 1990</strong>, chegando a <strong>546 mil óbitos anualmente</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O calor extremo e a poluição matam <strong>mais de 3 milhões de pessoas por ano</strong> no mundo, alertam os especialistas.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Brasil e América do Sul: temperaturas recordes</h3>



<p class="wp-block-paragraph">A América do Sul já vivenciou múltiplas ondas de calor extremo nas últimas décadas. Em setembro de 2023, <strong>Peru, Bolívia, Paraguai, Argentina e Brasil atingiram temperaturas recordes</strong>, com 40°C em 11 estados brasileiros. São Paulo registrou 36,5°C, a temperatura mais alta em setembro na cidade desde 1943.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em janeiro de 2022, o calor foi especialmente brutal no <strong>Centro e Norte da Argentina, Paraguai e Sul do Brasil</strong>, com marcas que atingiram <strong>45°C a 47°C</strong> — valores excepcionalmente elevados, mais comuns durante o verão do Oriente Médio. No Sul do Brasil, temperaturas ultrapassaram 41°C.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O <strong>Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet)</strong> já emitidos alertas de perigo em diversas ocasiões, com risco à saúde para centenas de municípios, especialmente no Rio Grande do Sul, onde as temperaturas ficaram 5°C acima da média por períodos de três a cinco dias.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Projeções para o futuro</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Se as emissões de gases poluentes não forem reduzidas, cientistas alertam para um cenário ainda mais crítico. Estudo da universidade holandesa de Wageningen projeta que <strong>cerca de 3,5 bilhões de pessoas poderão viver em zonas de calor extremo até 2070</strong>, ou <strong>um terço da população mundial</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Regiões quentes do planeta deverão aumentar até 19% em 50 anos, segundo os pesquisadores.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Bem-estar global pode diminuir 17% até 2030</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Pesquisadores descobriram que, como a crise climática está elevando ainda mais as temperaturas, <strong>o bem-estar global pode diminuir em mais 17% até o final desta década</strong>. Em média, a população global experimentou <strong>três vezes mais dias de calor extremo em 2020 do que em 2008</strong>, segundo dados da Gallup.</p>



<h3 class="wp-block-heading">O que precisa ser feito</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Embora os líderes mundiais estejam se concentrando em evitar a violação do limite de <strong>+1,5°C do Acordo de Paris</strong>, a nova análise mostra que o perigo do calor noturno já aumenta em <strong>83% das cidades globais analisadas</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A América do Sul, com sua combinação de estiagem prolongada, tempo seco e massas de ar excepcionalmente quente, continua sendo um lugar propício para a formação de fenômenos de calor extremo, exigindo <strong>planos de adaptação urbana, sistemas de alerta precoce e proteção especial para populações vulneráveis</strong>.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Onda de calor mortal deve chegar ao Brasil com máxima de 45ºC no Centro-Oeste</title>
		<link>https://bsbrevista.com.br/2023/09/18/onda-de-calor-mortal-deve-chegar-ao-brasil-com-maxima-de-45oc-no-centro-oeste/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Calango]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Sep 2023 09:39:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Alta]]></category>
		<category><![CDATA[Aquecimento global]]></category>
		<category><![CDATA[Calor]]></category>
		<category><![CDATA[Calorão]]></category>
		<category><![CDATA[Elevada]]></category>
		<category><![CDATA[temperatura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Bloqueio atmosférico vai impedir avanço de frentes frias na maior parte do país nos próximos dias</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h3 class="content-head__subtitle">Bloqueio atmosférico vai impedir avanço de frentes frias na maior parte do país nos próximos dias</h3>
<div id="chunk-17qk6">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="53" data-block-id="4">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Uma nova e<strong> intensa onda de calor</strong> está encerrando o inverno no país, e algumas regiões devem ter  mais uma vez, recordes de temperatura para a época, à medida que nos aproximamos da primavera</p>
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A nova estação começa oficialmente no próximo sábado (23), às 3h50 pelo horário de Brasília para a maior parte do país.</p>
</div>
</div>
<div class="wall protected-content">
<div id="chunk-4et17">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="21" data-block-id="5">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Um bloqueio atmosférico que se aproxima <strong>impedirá a chegada de frentes frias</strong> nos próximos dias, comuns para o início da primavera. A <strong><span class="highlight highlighted">maior parte do Brasil terá uma prolongada sequência de dias ensolarados e temperaturas acima do normal</span></strong><strong> </strong>para esse período do ano, como aconteceu em agosto.</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O calor será persistente e intenso, especialmente em áreas como o interior de Santa Catarina, o estado do Paraná, grande parte da Região Sudeste, o Centro-Oeste, o interior do Nordeste e em estados como Rondônia e Tocantins, além de áreas do centro-sul do Pará e centro-leste do Amazonas, também serão afetadas.</p>
<p>Segundo a previsão, espera-se que o pico de temperaturas de alta ocorra entre o final desta semana e o início da próxima. Paraná, Mato Grosso do Sul, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Mato Grosso, Distrito Federal, Pará, Tocantins, Bahia, Rondônia, Amazonas, Maranhão e Piauí terão marcas próximas ou acima de 40° C.</p>
<p>Espera-se que algumas partes da região Centro-Oeste sofram temperaturas entre 43° C e 45° C. A expectativa é que o calor bata o recorde de novembro de 2020, quando Nova Maringá, em Mato Grosso, registrou 44,8° C.</p>
<p dir="ltr">Períodos excepcionalmente quentes, conhecidos como ondas de calor, podem desencadear várias consequências para a saúde das pessoas. Quando a temperatura passa dos 40°C, os indivíduos podem se ver seriamente afetados.</p>
<h2 id="header_3089369_0" class="h2" dir="ltr"><strong>Qual é temperatura corporal normal?</strong></h2>
<p dir="ltr">Para o funcionamento normal, o organismo humano precisa de uma temperatura interna constante. A faixa de normalidade é estreita, entre 36,5° C e 37,2° C. Abaixo dessa faixa, ocorre a hipotermia e, acima dela, a hipertermia. A temperatura corporal é mantida no centro termorregulador no hipotálamo (abaixo da glândula pituitária, no cérebro) por meio de mecanismos neuro-humorais complexos que dissipam o calor quando a temperatura corporal aumenta e retêm o calor quando ela cai.</p>
<p dir="ltr">A hipertermia, de acordo com os Institutos Nacionais de Saúde dos Estados Unidos (NIH), ocorre quando a temperatura do corpo aumenta acima dos níveis normais e o sistema termorregulador do corpo não consegue funcionar adequadamente. Nesse momento, o corpo não consegue se resfriar.</p>
<p dir="ltr">Estresse e fadiga por calor, tontura repentina, câimbras e exaustão também por conta das altas temperaturas são todas formas de hipertermia. Se não forem tratadas, essas condições podem se tornar uma ameaça à vida humana.</p>
<p dir="ltr">o aumento excessivo da temperatura ambiente (a partir de 35°C) faz com que o mecanismo termorregulador se sinta sobrecarregado.</p>
<p dir="ltr">Entretanto, a partir de 41°C, esse mecanismo termorregulador pode parar de funcionar adequadamente. Acima desse nível, podem ocorrer efeitos físicos adversos.</p>
<p dir="ltr">A perda de regulação faz com que a temperatura aumente desproporcionalmente (ou seja, acontece a insolação) e, se não for tratada adequadamente, ela pode ter efeitos fatais.</p>
<p dir="ltr">Entretanto, os limites de tolerância variam de acordo com a etnia, o ambiente (por exemplo, pessoas que vivem perto dos trópicos ou em desertos tendem a ser mais tolerantes) e a genética. Além disso, o calor ambiental é bem menos tolerado por bebês e idosos, que sofrem consequências  mais graves.</p>
<p dir="ltr">A Organização Mundial da Saúde (OMS) observa ainda que muitas condições de saúde física e mental aumentam a vulnerabilidade em relação a temperaturas adversas.</p>
</div>
</div>
</div>
<div id="bsbre-3452095876" class="bsbre-depois-do-conteudo-2 bsbre-entity-placement"><img decoding="async" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado.jpg" alt=""  srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado.jpg 1048w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-600x600.jpg 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-1024x1024.jpg 1024w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-60x60.jpg 60w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-768x768.jpg 768w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-900x900.jpg 900w" sizes="(max-width: 1048px) 100vw, 1048px" width="1048" height="1048"   /></div><div id="bsbre-126400928" class="bsbre-depois-do-conteudo bsbre-entity-placement"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista.jpg" alt=""  srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista.jpg 937w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista-600x321.jpg 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista-768x411.jpg 768w" sizes="(max-width: 937px) 100vw, 937px" width="937" height="502"   /></div><p>O post <a href="https://bsbrevista.com.br/2023/09/18/onda-de-calor-mortal-deve-chegar-ao-brasil-com-maxima-de-45oc-no-centro-oeste/">Onda de calor mortal deve chegar ao Brasil com máxima de 45ºC no Centro-Oeste</a> apareceu primeiro em <a href="https://bsbrevista.com.br">BSB REVISTA</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Cientistas alertam para colapso marítimo que pode ameaçar vida na terra</title>
		<link>https://bsbrevista.com.br/2023/07/27/cientistas-alertam-para-colapso-maritimo-que-pode-ameacar-vida-na-terra/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Jul 2023 13:30:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[aumento]]></category>
		<category><![CDATA[global]]></category>
		<category><![CDATA[mudança climática]]></category>
		<category><![CDATA[temperatura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Principais áreas de chuva mudariam com menos chuva na Europa, América do Norte e Central, África do Norte e Central e Ásia, e mais na Amazônia, Austrália e África Austral. O gelo do mar se estenderia para o sul, do Ártico ao Atlântico Norte subpolar, e o gelo do mar Antártico se estenderia para o norte</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3>Principais áreas de chuva mudariam com menos chuva na Europa, América do Norte e Central, África do Norte e Central e Ásia, e mais na Amazônia, Austrália e África Austral. O gelo do mar se estenderia para o sul, do Ártico ao Atlântico Norte subpolar, e o gelo do mar Antártico se estenderia para o norte</h3>
<p>A circulação meridional do Atlântico (AMOC) é um importante elemento de inflexão no sistema climático e um colapso futuro teria impactos severos no clima na região do Atlântico Norte. Nos últimos anos, o enfraquecimento da circulação foi relatado, mas as avaliações do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), com base nas simulações do modelo Climate Model Intercomparison Project (CMIP), sugerem que um colapso total é improvável no século XXI.</p>
<p>A inclinação para um estado indesejado no clima é, no entanto, uma preocupação crescente com o aumento das concentrações de gases de efeito estufa. As previsões baseadas em observações dependem da detecção de sinais de alerta precoce, principalmente um aumento na variância (perda de resiliência) e aumento da autocorrelação (desaceleração crítica), que foram relatados recentemente para o AMOC.</p>
<p>A pesquisa mostra significnte estatística baseada em dados atuais. &#8220;<em>Estimamos um colapso do AMOC por volta de meados do século no atual cenário de emissões futuras</em>&#8220;, diz o estudo.</p>
<div id="chunk-5p5nn">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="49" data-block-id="4">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O trabalho dos cientistas dinamarqueses foi publicado na revista científica &#8220;Nature Communications&#8221; na terça-feira (25). Apesar das conclusões não serem as mesmas de outras projeções anteriores e soarem ainda mais pessimistas, o estudo vem sendo lido como um <span class="highlight highlighted">novo alerta sobre a necessidade urgente de frear as mudanças climáticas</span>.</p>
<p><figure style="width: 414px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://images.english.elpais.com/resizer/m_8VD9axhm5DlxAcLCYuFo4CPFY=/414x0/cloudfront-eu-central-1.images.arcpublishing.com/prisa/4LDL6H3LZBBI3FLIP7TCSRUOXE.jpeg" alt="Pictured is the complex circulatory system of currents in the North Atlantic. The orange tones show warmer waters, and the greens and blues show colder waters. " width="414" height="233" /><figcaption class="wp-caption-text">Sistema circulatório de correntes no Atlântico Norte. Os tons de laranja indicam águas mais quentes e os verdes e azuis indicam águas mais frias</figcaption></figure></p>
</div>
</div>
<div id="chunk-1tao3">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="17" data-block-id="5">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A pesquisa foi conduzida pelo físico teórico Peter Ditlevsen e pela matemática e estatística Susanne Ditlevsen.</p>
<div id="chunk-nl45">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="33" data-block-id="7">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Segundo o trabalho dos irmãos Ditlevsen, <span class="highlight highlighted">o grande sistema de correntes oceânicas </span><strong><span class="highlight highlighted">AMOC </span></strong><span class="highlight highlighted">está mais lento e menos resiliente</span>.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-dn999">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="25" data-block-id="8">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Por isso, segundo eles, a AMOC <strong>vai entrar em colapso em algum momento entre os anos de 2025 e 2095</strong> por causa da mudança climática.</p>
<div id="chunk-3b6fl">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="40" data-block-id="10">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A AMOC é uma parte vital do movimento das águas oceânicas, fenômeno que tem um impacto importante na distribuição do calor pelo nosso planeta. Tecnicamente, esse conceito é chamado de circulação termohalina.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-ecgvf">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="23" data-block-id="11">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Como cerca de 90% do calor global está armazenado nos oceanos, as mudanças nessas correntes <span class="highlight highlighted">influenciam o clima em diversas regiões do globo</span>.</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">E segundo os pesquisadores da Universidade de Copenhague, <strong>a chance de o colapso da AMOC ocorrer é de 95% até 2095</strong>. Por isso, de acordo com os cientistas, a <span class="highlight highlighted">única maneira de impedir a paralisação é reduzir as emissões de gases do efeito estufa</span>.</p>
<div id="chunk-3m77b">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="32" data-block-id="15">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Segundo Peter Ditlevsen, &#8220;<em>o colapso da AMOC pode ter consequências muito graves para o clima da Terra, por exemplo, alterando a forma como o calor e a precipitação são distribuídos globalmente</em>&#8220;.</p>
</div>
</div>
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<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">De forma resumida, o que ele aponta como a principal consequência do colapso da AMOC é que parte da Europa sofreria com queda da temperatura enquanto haveria aumento nas regiões tropicais do Hemisfério Sul.</p>
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<div class="quote__caption">Embora um resfriamento da Europa possa parecer menos grave à medida que o globo como um todo se aquece e ondas de calor ocorrem com mais frequência, o colapso contribuirá para um aumento do aquecimento dos trópicos, onde as temperaturas em elevação já têm causado condições de vida desafiadoras.</div>
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<pre id="tw-target-text" class="tw-data-text tw-text-large tw-ta" dir="ltr" data-placeholder="Tradução"><span class="Y2IQFc" lang="pt">As principais áreas de chuva mudariam, levando a muito menos chuva na Europa, América do Norte e Central, África do Norte e Central e Ásia, e mais na Amazônia, Austrália e África Austral. O gelo do mar se estenderia para o sul, do Ártico ao Atlântico Norte subpolar, e o gelo do mar Antártico se estenderia para o norte”.</span></pre>
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<div id="bsbre-3452095876" class="bsbre-depois-do-conteudo-2 bsbre-entity-placement"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado.jpg" alt=""  srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado.jpg 1048w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-600x600.jpg 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-1024x1024.jpg 1024w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-60x60.jpg 60w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-768x768.jpg 768w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-900x900.jpg 900w" sizes="(max-width: 1048px) 100vw, 1048px" width="1048" height="1048"   /></div><div id="bsbre-126400928" class="bsbre-depois-do-conteudo bsbre-entity-placement"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista.jpg" alt=""  srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista.jpg 937w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista-600x321.jpg 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista-768x411.jpg 768w" sizes="(max-width: 937px) 100vw, 937px" width="937" height="502"   /></div><p>O post <a href="https://bsbrevista.com.br/2023/07/27/cientistas-alertam-para-colapso-maritimo-que-pode-ameacar-vida-na-terra/">Cientistas alertam para colapso marítimo que pode ameaçar vida na terra</a> apareceu primeiro em <a href="https://bsbrevista.com.br">BSB REVISTA</a>.</p>
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