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	<title>Arquivo de Terras raras - BSB REVISTA</title>
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	<title>Arquivo de Terras raras - BSB REVISTA</title>
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		<title>Jazida sobre vulcão inativo no Sul de MG pode colocar  Brasil na liderança da transição energética com &#8220;Terras Raras&#8221;</title>
		<link>https://bsbrevista.com.br/2025/06/21/jazida-sobre-vulcao-inativo-no-sul-de-mg-pode-colocar-brasil-na-lideranca-da-transicao-energetica-com-terras-raras/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 21 Jun 2025 12:33:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Energia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Área de 750 km² abrange quatro municípios. Potencial de exploração torna a Caldeira de Poços de Caldas competitiva em volume e custos com a mineração [...]</p>
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<h6 class="wp-block-heading">Área de 750 km² abrange quatro municípios. Potencial de exploração torna a Caldeira de Poços de Caldas competitiva em volume e custos com a mineração da China, líder no segmento desde 1990</h6>



<p>A possibilidade de exploração dos minérios conhecidos como &#8220;terras raras&#8221; na área de um vulcão extinto há 120 milhões de anos no Sul de Minas Gerais tem potencial para colocar o Brasil na posição de protagonista da transição energética. Este tipo de material ganhou importância estratégica em todo o mundo e virou, inclusive,&nbsp;alvo de disputas comerciais entre China e Estados Unidos.</p>



<p>&#8220;Terras raras&#8221; são um conjunto de 17 elementos químicos essenciais na fabricação de compostos usados em tecnologias de energia limpa.</p>



<p>Apesar do nome, eles são abundantes na natureza. O termo “raras” se refere à dificuldade de separá-los dos minerais onde estão presentes.</p>



<p>O Brasil tem a segunda maior reserva de &#8220;terras raras&#8221; do mundo, com 21 milhões de toneladas, o equivalente a 23% do total global, segundo o Ministério de Minas e Energia (MME). Projetos de extração desses minérios já estão em andamento em Goiás e Minas Gerais, mas há jazidas também no Amazonas, Rio de Janeiro, São Paulo e Roraima.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1000" height="750" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/06/17505090959181340541012544850664.jpg" alt="" class="wp-image-30620" srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/06/17505090959181340541012544850664.jpg 1000w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/06/17505090959181340541012544850664-600x450.jpg 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/06/17505090959181340541012544850664-768x576.jpg 768w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><figcaption class="wp-element-caption">Amostra de argila retirada de área formada sobre cratera de vulcão extinto no Sul de Minas rica em elementos conhecidos por terras raras — Foto: Viridis/Divulgação</figcaption></figure>



<p>O depósito de &#8220;terras raras&#8221; formado sobre a cratera do vulcão extinto no Sul de Minas Gerais se destaca pela sua extensão e quantidade. Ele também possui facilidades de extração não encontradas em outros locais do mundo, sendo considerada por algumas empresas de mineração &#8220;um unicórnio&#8221; &#8211; termo utilizado para ilustrar a sua raridade e a sua singularidade.</p>



<p>A origem desse potencial todo é a rocha formada na época ativa do vulcão, que é alcalina — um tipo mais frágil e mais sucetível às ações do tempo, que ao longo de milhões de anos, se transformou em argila rica em íons de &#8220;terras raras&#8221;.</p>



<p>A cratera de&nbsp;Poços de Caldas&nbsp;é a segunda maior ocorrência de rocha alcalina do mundo. Fica atrás apenas de uma jazida na Sibéria, mas que não tem as condições de clima e temperatura necessárias para a formação de argila iônica.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="1000" height="543" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/06/17505084175355063058415797265815.jpg" alt="" class="wp-image-30617" srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/06/17505084175355063058415797265815.jpg 1000w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/06/17505084175355063058415797265815-600x326.jpg 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/06/17505084175355063058415797265815-768x417.jpg 768w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><figcaption class="wp-element-caption">Área de extração em Poços de Caldas </figcaption></figure>



<p><strong>“O grande diferencial é a rocha alcalina. O mundo inteiro está procurando e ainda não encontrou nada semelhante ao que nós temos aqui. Hoje nós somos a melhor jazida do mundo e a maior”, afirmou o geólogo Álvaro Fochi, responsável pela descoberta do depósito.</strong></p>



<p>A região também se destaca pela qualidade do minério. Enquanto a média global de &#8220;terras raras&#8221; na argila é de 1 mil ppm a 1,5 mil ppm (partes por milhão) por tonelada de óxidos de &#8220;terras raras&#8221; totais (TREO), na caldeira de Poços de Caldas este índice é <strong>2,5 mil ppm/t</strong>, com um aproveitamento de 70% na sua separação do minério, contra 40% da média global.</p>



<p>A jazida da caldeira de Poços foi identificada em 2012 e comprovada por testes realizados em laboratórios do Rio de Janeiro e do Canadá, mas apenas em 2022 duas empresas australianas avançaram nos estudos e processo de licenciamento necessários para a extração dos minérios, que deve ter início entre 2026 e 2027.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Projeto Caldeira, em Caldas, da Meteoric Resources</strong>: a estimativa global de recursos minerais é de 740 milhões de toneladas e 2.572 ppm de TREO em uma área de de 193 km².</li>



<li><strong>Projeto Colossus, em Poços de Caldas, da Viridis</strong>: a estimativa global de recursos minerais é de 201 milhões toneladas e 2.590 ppm de TREO em uma área de 228,62 km² .</li>
</ul>



<p>As estimativas acima, de acordo com essas empresas, correspondem apenas aos projetos iniciais de exploração. Os estudos foram feitos somente em 15% de toda a extensão da cratera e identificaram 2 bilhões de toneladas de argila com íons de &#8220;terras raras&#8221;, o que garante 20 anos de mineração. Considerando as áreas ainda não estudadas, estima-se que essa quantidade pode chegar a 10 bilhões de toneladas.</p>



<p>Estas condições colocam a caldeira de Poços de Caldas como a única jazida capaz de competir em volume e custos com a mineração realizada na China. Segundo as mineradoras, o preço de produção deve ser de cerca de US$ 6 por quilo — o mais baixo do mundo.</p>



<p>&#8220;A China domina grande parte da oferta global de &#8216;terras raras&#8217;, sendo que crises políticas e comerciais têm impactado diversas empresas ao redor do mundo. Nosso projeto se destaca pela capacidade de produzir até 7% da demanda global de Carbonato Misto de &#8216;terras raras&#8217; a um valor altamente competitivo&#8221;, diz o gerente regional da Viridis, Klaus Petersen.</p>



<p>A Prefeitura de Caldas confirmou que emitiu a licença de uso e ocupação do solo, que faz parte do processo de licenciamento estadual.</p>



<p>“Essa certidão atesta que o empreendimento está em acordo com as leis e regulamentos municipais. Além disso, a prefeitura está estabelecendo juntamente com a Câmara de Vereadores um termo de compromisso para resguardar os interesses do município, da comunidade e, principalmente do meio ambiente”, afirmou a secretária municipal de Meio Ambiente, Ianka Oliveira.</p>



<p>Nos municípios de Andradas e Águas da Prata ainda não há projetos para extração de &#8220;terras raras&#8221;.</p>



<p>Em Poços de Caldas, a arrecadação anual pode chegar a R$ 23 milhões, dos quais R$ 15 milhões devem ser repassados ao Município. O valor corresponde a 15 anos de arrecadação com a mineração tradicional do município focada em bauxita e argila refratária.</p>



<p>O primeiro projeto começou a ser montado há 15 anos em Goiás, com capital americano e britânico e, por um bom tempo, foi o único. Mas nos últimos dois anos mais de duas dezenas de empresas solicitaram autorização para explorar jazidas.</p>



<p>Além da exploração, o Brasil enfrenta o desafio da comercialização. Existe um esforço para manter os elementos de &#8220;terras raras&#8221; no país e ajudar a criar uma cadeia produtiva nacional, algo inédito fora da China, para a transição energética e desenvolver uma indústria de transformação integrada.</p>



<p>O país asiático lidera a exploração de &#8220;terras raras&#8221; desde os anos 1990, quando tirou a hegemonia dos Estados Unidos, e, atualmente, detém quase 75% da mineração de &#8220;terras raras&#8221;, 85% do processo de refino e 95% da produção de ímãs no mundo.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="1000" height="666" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/06/17505088882583758611331721671787.jpg" alt="" class="wp-image-30618" srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/06/17505088882583758611331721671787.jpg 1000w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/06/17505088882583758611331721671787-600x400.jpg 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/06/17505088882583758611331721671787-768x511.jpg 768w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><figcaption class="wp-element-caption">O neodímio é empregado para fabricar os poderosos ímãs usados em alto-falantes e discos rígidos de computadores</figcaption></figure>



<p>Em outra frente para este tipo de exploração mineral, o governo pretende criar uma cadeia completa de produção de ímãs de Neodímio, Ferro e Boro (NdFeB). O plano inclui desde a extração e beneficiamento mineral até a fabricação e reciclagem, com aplicações estratégicas nos setores automotivo, de energia renovável e eletrônico.</p>



<p>Para isso, foi inaugurado em maio um laboratório em Lagoa Santa (MG), o CIT SENAI ITR, com capacidade para produzir até 100 toneladas de ímãs por ano para projetos de pesquisa e inovação em parceria com empresas. No início da operação, a matéria-prima virá da China, mas o objetivo é que passe a utilizar o minério brasileiro.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="667" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/06/17505090388923005856360721921340.jpg" alt="" class="wp-image-30619" srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/06/17505090388923005856360721921340.jpg 1000w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/06/17505090388923005856360721921340-600x400.jpg 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/06/17505090388923005856360721921340-768x512.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><figcaption class="wp-element-caption">Laboratório de ímãs de terras raras é inaugurado pela Fiemg em Lagoa Santa, MG — Foto: Fiemg/Divulgação</figcaption></figure>



<p><strong>“A proposta é que o CIT SENAI ITR se torne a maior planta de pesquisa aplicada na produção de ímãs permanentes na América do Sul e que o projeto MagBras seja o pontapé inicial para a produção de ímãs de terras raras no Brasil, com todo o ciclo de produção nacional, desde o processo de concentração e separação de terras raras até a produção final do ímã permanente, que é o produto de maior valor agregado”, diz, em nota, a Fiemg.</strong></p>
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