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	<title>Arquivo de The Economist - BSB REVISTA</title>
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	<title>Arquivo de The Economist - BSB REVISTA</title>
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		<title>Lula perde moral e vira tio do pavê da diplomacia global; entenda o que diz The Economist</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Victório Dell Pyrro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Jun 2025 16:19:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[The Economist]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Segundo The Economist, presidente brasileiro perdeu influência no exterior, está impopular em casa e insiste em flertar com ditaduras enquanto ignora aliados estratégicos; gafe no [...]</p>
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<h6 class="wp-block-heading"><br>Segundo The Economist, presidente brasileiro perdeu influência no exterior, está impopular em casa e insiste em flertar com ditaduras enquanto ignora aliados estratégicos; gafe no G7 é só o trailer da comédia geopolítica que virou seu governo.</h6>



<p class="wp-block-paragraph">Por Victório Dell Pyrro </p>



<p class="wp-block-paragraph">Quem viu Lula em 2003, aclamado como o novo queridinho da esquerda global, jamais imaginaria que, em 2025, ele se tornaria o tiozão esquecido das cúpulas internacionais. É o que aponta a revista The Economist, que desenha um retrato nada glamouroso do presidente brasileiro: <strong>impopular dentro do país e irrelevante lá fora</strong>. Uma espécie de ex global influencer da política internacional, hoje reduzido a figura decorativa em mesas onde ninguém mais puxa papo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o The Economist, o posicionamento do Brasil sobre a guerra entre Israel e Irã isolou o país de todas as outras democracias ocidentais e teve uma “linguagem agressiva”. Em 22 de junho, o Itamaraty condenou os ataques dos Estados Unidos ao país persa e declarou que a ofensiva representou uma “violação de soberania”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E se você acha que a análise da revista britânica foi maldosa, é porque não viu o vídeo de Lula perdido no rolê durante a última reunião do G7. Ignorou o chamado para a foto oficial, surgiu atrasado como quem volta do banheiro no meio do teatro, e ainda interrompeu o discurso de outro líder, como quem grita &#8220;bingo!&#8221; no velório.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Amigos, amigos, democracias à parte</p>



<p class="wp-block-paragraph">A The Economist critica abertamente a estratégia internacional de Lula, que tem o faro diplomático de um GPS desatualizado. Enquanto o mundo tenta se equilibrar entre democracias e autoritarismos, o Brasil faz questão de desfilar ao lado de Irã, China e Rússia — como se tivesse batido a cabeça e achasse que a Guerra Fria ainda está rolando.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O resultado? O Brasil vira aquele país que ninguém convida pro grupo do WhatsApp da geopolítica. Os EUA, que mesmo sob Trump sempre mantiveram certa deferência institucional ao Brasil, agora olham com desconfiança para esse samba de uma nota só chamado “política externa lulista”. Lula, que antes falava em &#8220;multipolaridade&#8221;, agora parece estar montando um clube da afinidade com autocratas ditadores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um estadista… de papelão</p>



<p class="wp-block-paragraph">Lula tenta reviver a mística do “líder do sul global”, mas não percebeu que o mundo mudou, e que não adianta discursar como se estivesse em 2006, enquanto o planeta grita “próxima fase”. Os tempos em que ele era ovacionado no Fórum de Davos ficaram tão distantes quanto seu comprometimento com a pontualidade em eventos internacionais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sua política externa virou um manual de como perder aliados em 10 discursos. Já fomos referência em diplomacia profissional, hoje somos aquele convidado inconveniente que chega na festa com uma garrafa de vodka barata e tenta filosofar sobre geopolítica no meio da pista.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E não é só no exterior que Lula está derrapando. A The Economist aponta sua impopularidade crescente dentro do Brasil, algo que nem os discursos emocionados nem os jantares com picanha conseguem reverter. O governo tropeça em economia, patina na segurança pública e ainda aposta em uma retórica cansada, como se estivesse tentando aplicar golpe de nostalgia nos brasileiros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Lula erra feio ao aumentar impostos ao invés de fazer corte de gastos necessários e urgentes, demonstrando total desconformidade com o mundo atual.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O G7 e o Oscar da Vergonha Alheia</p>



<p class="wp-block-paragraph">A cereja do bolo dessa fase de gafes foi mesmo a cena tragicômica no G7: Lula ignorando solenemente o convite para a foto oficial. Foi tipo aquele tio que vai ao casamento só pela comida e desaparece na hora da cerimônia. Em seguida, o presidente interrompeu o discurso de outro chefe de Estado — um combo tão desastroso que nem o comediante do Oscar ousaria escrever.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E para quem achava que o papelão diplomático era um acidente isolado, vale lembrar que esse tipo de comportamento já virou padrão: discursos deslocados, alianças equivocadas e uma insistência em repetir mantras antigos para quem já virou a página faz tempo. É como se Lula tivesse entrado num DeLorean do filme De Volta Para o Futuro e voltado para os anos 2000 — mas o mundo, nem o Brasil não quiseram ir junto.<br>Suas políticas interna e externa são uma mistura de teimosia ideológica com desorientação estratégica, e sua gestão ecoa os mesmos vícios que ele prometeu combater.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se o Brasil quer voltar a ser levado a sério no mundo, talvez precise de mais pragmatismo e menos nostalgia. E se Lula quer evitar virar meme internacional novamente, o mínimo seria olhar o cronograma antes de sair andando no meio de cúpulas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Porque, sejamos francos: o Brasil merece mais do que um desavisado que pensa ser protagonista, mas que perdeu o roteiro e o bom senso.</p>
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		<title>Moraes tem poder excessivo que precisa ser reduzido, diz The Economist</title>
		<link>https://bsbrevista.com.br/2025/04/17/moraes-tem-poder-excessivo-que-precisa-ser-reduzido-diz-the-economist/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Apr 2025 14:52:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandre de Moraes]]></category>
		<category><![CDATA[Critica]]></category>
		<category><![CDATA[Excessivo]]></category>
		<category><![CDATA[Poder]]></category>
		<category><![CDATA[The Economist]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Revista britânica afirma que democracia brasileira tem problemas e que o poder judiciário &#8220;precisa ser reduzido&#8221; Alexandre de Moraes&#160;divide opiniões. Elon Musk chama o juiz [...]</p>
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<h6 class="wp-block-heading">Revista britânica afirma que democracia brasileira tem problemas e que o poder judiciário &#8220;precisa ser reduzido&#8221; </h6>



<p class="wp-block-paragraph"><small>Alexandre de Moraes</small>&nbsp;divide opiniões. Elon Musk chama o juiz da Suprema Corte brasileira de &#8220;Darth Vader&#8221; por causa de sua capa preta e testa alta e brilhante, e afirma que ele é um &#8220;ditador tirânico disfarçado de juiz&#8221;. Assim começa um artigo publicado na revista inglesa The Economist. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O&nbsp;Supremo Tribunal Federal (STF)&nbsp;deve exercer &#8220;moderação&#8221; se não quiser virar alvo de uma crise de confiança dos brasileiros, diz artigo publicado nesta quarta-feira (16) pela revista inglesa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O jornal britânico acredita os brasileiros sabem disso e que o problema encontra respaldo do presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre e do ex, Rodrigo Pacheco que engavetaram pedidos de afastamento do magistrado Alexandre de Moraes e outros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para &#8220;restaurar sua imagem de imparcialidade&#8221;, a corte deveria realizar&nbsp;o julgamento do&nbsp;ex-presidente&nbsp;Jair Bolsonaro (PL), acusado de liderar uma suposta trama golpista, no Plenário.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O caso está sendo julgado atualmente pela Primeira Turma, composta por cinco ministros: Cristiano Zanin (presidente), Alexandre de Moraes, Luiz Fux, Flávio Dino e Cármen Lúcia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Dos cinco, um é ex-advogado pessoal de Lula [Zanin] e outro é seu ex-ministro da Justiça [Dino]. O julgamento, portanto, corre o risco de reforçar a percepção de que o tribunal&nbsp;é guiado tanto pela política quanto pela lei.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com fortes críticas ao ministro&nbsp;Alexandre de Moraes, que está exercendo &#8220;poderes surpreendentemente amplos, que têm como alvo predominantemente atores de direita&#8221;, a revista afirma que &#8220;juízes individuais devem evitar emitir decisões monocráticas, especialmente em questões políticas sensíveis&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A balbúrdia juríca do STF extrapola os limites do solo brasileiro e tenta interferir até no exterior, como recentemente pediu ações contra Allan dos Santos, bloqueio bolsonarista e foi ignorado nos EUA.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No artigo da The Economist, a revista semanal lembra que a democracia brasileira foi alvo de &#8220;um duro golpe&#8221; nos últimos vinte anos e &#8220;grande parte da culpa recai sobre seus políticos corruptos&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Todos os presidentes desde 2003 foram acusados ​​de violar a lei&#8221;, diz o artigo, mencionando o impeachment de&nbsp;Dilma Rousseff (PT), em 2015, motivado, segundo a revista, &#8220;por fraudar as contas públicas&#8221;. Na mesma esteira, o texto afirma que o presidente&nbsp;Luiz Inácio Lula da Silva (PT)&nbsp;já foi preso por corrupção (os processos foram posteriormente anulados), e que Bolsonaro em breve será julgado por envolvimento em uma suposta trama golpista que o manteria no poder.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;<strong>Mas a democracia brasileira tem outro problema: juízes com poder excessivo. E nenhuma figura personifica isso melhor do que Alexandre de Moraes, que ocupa o cargo no Supremo Tribunal Federal. Seu histórico mostra que o Poder Judiciário precisa ser reduzido.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Estão no centro dessa discussão sobre o poder do ministro as recentes decisões proferidas por Moraes&nbsp;em relação à plataforma X, de Elon Musk.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O ministro também determinou a remoção de centenas de contas pró-Bolsonaro da plataforma, em decisões monocráticas, ou seja, que não tiveram a participação dos demais ministros da corte.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;O sr. Moraes responde às críticas com autoridade. Pressionado no ano passado sobre se o tribunal deveria adotar um código de ética, como a Suprema Corte dos Estados Unidos fez em 2023, o sr. Moraes afirmou que &#8216;não há a menor necessidade.'&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A revista então defende que, após a conclusão do julgamento de Bolsonaro, o Congresso retome &#8220;a tarefa de policiar a liberdade de expressão  online do Sr. Moraes&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na terça-feira, o ministro, em outra decisão monocrática, suspendeu o processo de extradição de um cidadão búlgaro que teria cometido crimes na Espanha em 2022.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em sua decisão, Moraes diz que a Espanha descumpriu o &#8220;requisito de reciprocidade&#8221; no tratado de extradição que mantém com o Brasil ao negar a extradição do blogueiro bolsonarista Oswaldo Eustáquio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Moraes também pediu explicações ao embaixador da Espanha no Brasil e converteu a prisão preventiva de Vasilev em prisão domiciliar no Brasil, com uso de tornozeleira eletrônica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A revista atribui os poderes e prestígio conquistados pelo Supremo à perda de legitimidade do Executivo e aos &#8220;impasses e escândalos&#8221; nos quais o Congresso &#8220;se viu atolado&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O &#8220;comportamento perigoso e antidemocrático de Bolsonaro, tanto no cargo quanto após sua destituição pelos eleitores, deu ao tribunal mais justificativa para usar sua influência em defesa do Estado de Direito&#8221;. No texto, é mencionado que o ex-presidente é acusado de ter planejado a morte de Moraes, Lula e o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) antes de assumirem o cargo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Essas são acusações graves, e o tribunal deve ponderar as evidências e condenar, se for o caso. O problema é que há crescentes questionamentos sobre o próprio comportamento do tribunal, a qualidade da justiça que ele oferece e a adequação de suas punições.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A favor da corte também está, segundo a revista, o julgamento do mensalão, em 2012, quando o tribunal se tornou &#8220;mais disposto a fazer valer seus poderes&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ficou conhecido como&nbsp;mensalão&nbsp;o esquema de corrupção envolvendo o pagamento de propina dos primeiros governos Lula a parlamentares de diversos partidos em troca da aprovação dos projetos do governo. Seu julgamento, realizado pelo Plenário do Supremo, isto é, pelos onze ministros, foi televisionado, colocando a corte sob os holofotes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A&nbsp;Operação Lava Jato, que veio logo em seguida ao mensalão, durando uma década de investigações e prisões de suspeitos de corrupção envolvendo a Petrobras e os governos petistas, também é mencionada no texto, como mais um caso de contradição da corte.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;O tribunal manteve as penas de prisão para dezenas de políticos e empresários considerados culpados de corrupção, mas depois mudou de ideia e anulou as condenações de Lula em 2021 por questões processuais. Em 2023, o presidente do tribunal se gabou de ter &#8220;derrotado Bolsonaro&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O episódio mencionado pela revista envolve o ministro Luís Roberto Barroso. Antes de assumir a presidência do STF, em 2023, Barroso fez um discurso no congresso da União Nacional dos Estudantes (UNE), em Brasília. Na sua fala, o ministro afirmou que havia lutado &#8220;contra a ditadura e contra o bolsonarismo&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Nós derrotamos a censura, nós derrotamos a tortura, <strong>nós derrotamos o bolsonarismo</strong> para permitir a democracia e a manifestação livre de todas as pessoas&#8221;, afirmou o ministro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na esteira das críticas aos ministros do Supremo, a revista The Economist lembrou que &#8220;um único juiz, José Antonio Dias Toffoli, anulou quase todas as provas descobertas durante a Lava Jato e abriu uma investigação duvidosa sobre a Transparência Internacional, um grupo anticorrupção sediado em Berlim&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E mencionou também o ministro Gilmar Mendes, que &#8220;organiza uma reunião chamativa com a presença do tipo de pessoas influentes que costumam ter negócios em pauta&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A reunião mencionada é o Fórum Jurídico que acontece em Lisboa anualmente, organizado pelo Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa (IDP), de propriedade de Gilmar Mendes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O evento privado&nbsp;faz até a corte mudar a agenda de julgamentos, recebe convidados da alta esfera política-empresarial e é pouco transparente em relação aos seus custos. Foi na edição do ano passado, inclusive, que Moraes afirmou que não havia necessidade da criação de um código de ética para o Supremo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A revista pondera, no entanto, que o STF está agindo na legalidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Seus poderes advêm da Constituição brasileira, uma das mais longas do mundo, e permite que partidos políticos, sindicatos e muitas outras organizações apresentem casos diretamente ao Supremo Tribunal Federal, em vez de deixá-los passar por tribunais inferiores.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na prática, isso significa, segundo a revista, que o Supremo &#8220;cria leis sobre questões que seriam decididas por autoridades eleitas em muitos outros países. Um único juiz pode proferir decisões unilateralmente com graves repercussões, conhecidas como &#8220;decisões monocráticas&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O poder da corte suprema brasileira vem de intervenções que ocorrem, por sua vez, &#8220;porque as outras instituições brasileiras fazem seu trabalho mal. O Congresso há muito tempo aguarda um projeto de lei que estabeleceria regras claras para a liberdade de expressão online. Em vez disso, surrealmente, está gastando seu tempo ponderando uma legislação que perdoaria aqueles que atacaram prédios do governo após a derrota eleitoral de Bolsonaro.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Conhecido como &#8220;PL das Fake News&#8221;, o projeto de lei que visa regular as plataformas digitais no Brasil tramita na Câmara dos Deputados desde 2020 e nunca foi à votação no plenário.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já a lei da anistia, projeto que pode conferir liberdade aos envolvidos na suposta trama golpista, incluindo Bolsonaro, teve seu pedido de urgência&nbsp;protocolado nesta semana.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se aprovado, o requerimento de urgência deverá acelerar a tramitação do projeto, fazendo com que ele seja posto em votação sem ter que passar por todas as comissões normalmente previstas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por fim, a revista adverte que há uma &#8220;ameaça tripla&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Um perigo é que a qualidade da tomada de decisões no Supremo Tribunal Federal se deteriore à medida que sua competência se expande implacavelmente. Em segundo lugar, quanto mais o STF busca administrar a política, mais perde apoio público: apenas 12% das pessoas dizem que ele está fazendo um trabalho &#8220;bom&#8221; ou &#8220;ótimo&#8221;, em comparação com 31% em 2022. Em terceiro lugar, esse poder irrestrito aumenta a ameaça de o STF se tornar um instrumento de impulsos iliberais que infringem a liberdade, em vez de apoiá-la.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A pesquisa mencionada pela The Economist foi realizada pelo PoderData em dezembro do ano passado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Os brasileiros perderam a fé em dois dos seus três poderes. É essencial evitar uma crise de confiança generalizada no terceiro&#8221;, conclui o The Economist.</p>
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