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	<title>Arquivo de Tributária - BSB REVISTA</title>
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	<title>Arquivo de Tributária - BSB REVISTA</title>
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		<title>Câmara aprova projeto de regulamentação da reforma tributária com armas isentas  de imposto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Calango]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Jul 2024 11:12:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[aprova]]></category>
		<category><![CDATA[Câmara dos Deputados]]></category>
		<category><![CDATA[Impostos]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma]]></category>
		<category><![CDATA[Tributária]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Câmara aprova projeto de regulamentação da reforma tributária com armas isentas  de imposto</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Câmara amplia cesta básica e inclui carnes nas isenções; carros e imóveis serão taxados</p>



<p>A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (10) o projeto de lei que regulamenta a reforma tributária. O texto ainda vai para aprovação no Senado Federal.</p>



<p> As regras da reforma tributária serão aplicadas de forma escalonada nos próximos anos, e todos seus efeitos serão sentidos ao longo do tempo.</p>



<p>A votação teve 336 votos a favor e 142 contrários. </p>



<p>Os deputados aprovaram a tributação zero da carne bovina e do frango, derrotando o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) cuja equipe econômica trabalhou intensamente para manter a cobrança.</p>



<p><br>Carnes, sal, peixes e queijos comuns serão isentos de tributação de impostos sobre consumo. O PL, maior partido da oposição, foi o autor da emenda aprovada. </p>



<p>A isenção das proteínas animais representa também uma derrota do presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), que se posicionou contrariamente a proposta nos últimos dias. A interlocutores, ele chegou a classificar a medida como &#8220;insanidade&#8221;. A equipe econômica do governo também não queria a isenção, por considerar o impacto na arrecadação.</p>



<p>O cálculo é que a isenção das carnes aumentará em cerca de 0,53 ponto percentual a alíquota do imposto único que incidirá sobre os demais produtos, para manter a arrecadação tributária como está hoje.</p>



<p>A Câmara não esclareceu que medida de compensação será feita para a inclusão das proteínas animais nos alimentos isentos. Isso porque a reforma tributária estabeleceu a alíquota geral de 26,5% como teto, com direito a uma trava que é acionada quando esse limite for atingido.</p>



<p>Caso a trava seja acionada, o governo precisa enviar um novo projeto ao Congresso com a revisão das alíquotas.</p>



<p>Outra derrota do governo foi a rejeição do do chamado imposto seletivo (ou imposto do pecado) para armas. Com a rejeição, armas não serão submetidas a esse imposto, que busca taxar itens nocivos à saúde ou ao meio ambiente. </p>



<p>Este primeiro projeto estabelece regras e guias para as cobranças dos três impostos sobre o consumo (IBS, CBS e Imposto Seletivo) criados pela reformulação do sistema tributário, aprovada e promulgada pelo Congresso em 2023.</p>



<p>Esses impostos substituirão cinco tributos que atualmente incidem sobre consumo: PIS, Cofins, IPI, ICMS, ISS.</p>



<p>As bases da reforma já foram aprovadas, no ano passado, mas ainda falta detalhar regras sobre a cobrança dos impostos. As mudanças não são imediatas – haverá um período de transição, e o novo sistema só entrará em vigor por completo em 2033.</p>



<p><br>A oposição ao governo diz que a reforma vai aumentar impostos, mas o governo diz que a carga de impostos não vai aumentar na reforma tributária porque a alíquota única para os impostos sobre consumo, será  de 26,5% e com isso, alguns produtos pagarão menos que hoje, e outros pagarão mais. </p>



<p>Segundo o governo Lula, não vai aumentar nem diminuir a carga tributária.</p>



<p>Cesta básica</p>



<p>Os alimentos da chamada cesta básica nacional, que terão alíquota zero dos novos tributos são: </p>



<p></p>



<p>Arroz; Açúcar; Aveia; Carne vermelha; Café; Cocos; Farinha de mandioca; Farinha, grumos e sêmolas, de milho, e grãos esmagados ou em flocos, de milho; Farinha de trigo; Feijões; Frutas frescas ou refrigeradas e frutas congeladas sem adição de açúcar; Leite fluido pasteurizado ou industrializado, na forma de ultrapasteurizado; leite em pó, integral, semidesnatado ou desnatado; e fórmulas infantis definidas por previsão legal específica; Manteiga; Margarina; Massas alimentícias; Óleo de soja; Raízes e tubérculos;  Pão do tipo comum (contendo apenas farinha de cereais, fermento biológico, água e sal); Ovos e Produtos hortícolas, com exceção de cogumelos e trufas.</p>



<p><br>Há ainda uma lista de produtos que terão desconto de 60% sobre a alíquota dos futuros impostos.</p>



<p>São eles:</p>



<p>Carnes bovina, suína, ovina, caprina e de aves e produtos de origem animal (exceto foies gras) e miudezas comestíveis de ovinos e caprinos<br>Peixes e carnes de peixes (exceto salmonídeos, atuns; bacalhaus, hadoque, saithe e ovas e outros subprodutos)<br>Crustáceos (exceto lagostas e lagostim)<br>Leite fermentado, bebidas e compostos lácteos;<br>Plantas e produtos de floricultura relativos à horticultura e cultivados para fins alimentares, ornamentais ou medicinais ;<br>Queijos tipo mozarela, minas, prato, queijo de coalho, ricota, requeijão, queijo provolone, queijo parmesão, queijo fresco não maturado e queijo do reino;<br>Mel natural<br>Mate<br>Farinha, grumos e sêmolas, de cerais; grãos esmagados ou em flocos, de cereais<br>Tapioca e seus sucedâneos<br>Massas alimentícias<br>Sal de mesa iodado<br>Sucos naturais de fruta ou de produtos hortícolas sem adição de açúcar ou de outros edulcorantes e sem conservantes<br>Polpas de frutas sem adição de açúcar ou de outros edulcorantes e sem conservantes<br>Óleos de milho, aveia, farinhas</p>



<p>O projeto prevê que as duas listas poderão ser revisadas a cada cinco anos, pelo governo federal.</p>



<p>‘Cashback&#8217;<br>O texto propõe mudanças em relação ao mecanismo de devolução de imposto para população inscrita no Cadastro Único (CadUnico) do governo federal – o chamado “cashback”. Pela proposta, o “cashback” será destinado às famílias com renda per capita de até meio salário-mínimo e inscritas no CadÚnico.</p>



<p>O texto aumenta o percentual de devolução da CBS — o imposto sobre consumo de competência federal — para energia elétrica, água, esgoto e gás natural.</p>



<p>Originalmente, seriam devolvidos 50% dos tributos pagos. Pela nova versão, será devolvido 100% da CBS. Foi mantido, no entanto, o percentual de devolução do IBS, compartilhado entre estados e municípios.</p>



<p>O &#8220;cashback&#8221; será de 20%. Haverá devolução de: 100% para do imposto pago no caso da CBS (IVA federal) e de 20% para o IBS (IVA estadual e municipal), no caso do gás de cozinha 100% para a CBS e 20% para o IBS, no caso de energia elétrica, água e esgoto; 20% para a CBS e para o IBS, nos demais casos.</p>



<p>Para o cálculo do &#8220;cashback&#8221;, serão consideradas as compras feitas por todos os membros da família inscrita no CadÚnico.</p>



<p>A devolução de tributos pagos em faturas energia e água, por exemplo, será feita diretamente na conta. Uma outra regulamentação definirá como será feito o &#8220;cashback&#8221; para as outras áreas.</p>



<p>Imposto seletivo</p>



<p>A proposta estabelece quais os produtos sofrerão com a tributação do chamado “imposto do pecado”.</p>



<p>O Imposto Seletivo — que recebeu o apelido de “imposto do pecado” — foi criado pela emenda constitucional que reformulou a tributação sobre consumo.</p>



<p>O tributo é aplicado sobre produtos considerados prejudiciais à saúde ou ao meio ambiente. Na prática, essa categoria terá uma alíquota maior do que a padrão — estimada em cerca de 26%.</p>



<p>O objetivo é desestimular, por meio da cobrança extra, o consumo desses tipos de produto. Veja a lista:</p>



<p></p>



<p>Apostas; cigarros; bebidas alcoólicas; bebidas açucaradas; carros; embarcações e aeronaves; extração de minério de ferro, de petróleo e de gás natural<br><br>No caso das apostas, a cobrança valerá para as realizadas nas modalidades físicas e online, como as &#8220;bets&#8221; e os chamados fantasy games.</p>



<p>Haverá  um regime de transição, com escalonamento de alíquotas até 2033, para o “imposto do pecado” sobre bebidas alcoólicas.</p>



<p>Haverá redução de 60% de impostos que serão cobrados para todos os medicamentos registrados na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) ou fabricados por manipulação.</p>



<p>O parecer prevê apenas duas categorias de remédios para orientar a tributação:</p>



<p>uma lista com 383 remédios isentos (imposto zero), mantida em relação à versão anterior;<br>imposto reduzido (correspondente a 40% da alíquota geral) para todos os outros medicamentos registrados na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) ou produzidos por farmácias de manipulação.</p>



<p>O parecer do deputado Reginaldo Lopes (PT-MG), na prática, aplica a todos os medicamentos não isentos esse corte de 60% do IBS e do CBS – impostos que vão agregar e substituir os pagos atualmente.</p>



<p>Foi mantida a isenção total a produtos para saúde menstrual, como absorventes.</p>



<p>Produtos de higiene pessoal e limpeza terão alíquota reduzida de 40%, como papel higiênico e escova de dentes.</p>



<p>Regras para imóveis</p>



<p>No texto aprovado, operações com imóveis também estarão sujeitas à alíquota de 26,5%, mas com os seguintes descontos:</p>



<p>Operações com bens imóveis terão redução de 40% do IBS e CBS.<br>Se forem operações de locação, cessão onerosa e arrendamento de bens imóveis ficam reduzidas em 60%.<br><br>A proposta de regulamentação da reforma tributária estabelece uma redução de 60% da alíquota geral dos novos tributos sobre consumo para medicamentos, vacinas e soros de uso veterinário.</p>



<p>Na prática, esses itens pagarão somente 40% da alíquota da CBS e do IBS.</p>



<p>Os planos de saúde para pets também foram beneficiados com uma alíquota reduzida.</p>



<p>Pela proposta, os tributos aplicados a esse serviço serão reduzidos em 30% — ou seja, será cobrada uma alíquota correspondente a 70% do valor padrão.</p>



<p>A mudança é uma vitória da chamada &#8220;bancada animal&#8221;, composta por deputados cuja principal bandeira é a defesa da causa animal, que conseguiu incluir no relatório o desconto para itens relacionados aos animais domésticos.</p>



<p>Mais abaixo, você pode comentar o que o projeto aprovado diz.</p>
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		<title>Câmara aprova urgência para mudar forma de cobrança de impostos  da reforma tributária</title>
		<link>https://bsbrevista.com.br/2024/07/09/camara-aprova-urgencia-para-mudar-forma-de-cobranca-de-impostos-da-reforma-tributaria/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jul 2024 01:59:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[aprova]]></category>
		<category><![CDATA[Câmara dos Deputados]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma]]></category>
		<category><![CDATA[Tributária]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Proposta detalha mudanças na forma de cobrar e aumenta os impostos para o contribuinte</p>



<p>A <strong>reforma tributária</strong> que altera o modelo tributário nacional, substituindo os cinco tributos atuais sobre o consumo por um Imposto sobre Valor Agregado (IVA) dual substitui os impostos federais (PIS, Cofins e IPI) serão pela CBS, enquanto o ICMS (estadual) e ISS (municipal) serão substituídos pelo IBS</p>



<p>Com a aprovação, por 322 votos favoráveis e 137 contra, a proposta não precisa passar pelas comissões temáticas da Casa e pode ser votada diretamente no plenário.</p>



<p>A discussão do projeto começará nesta quarta-feira (10) e a perspectiva é que <strong>a</strong> votação pode acontecer na quinta (11).</p>



<p>O presidente  da Câmara, <a class="" href="https://g1.globo.com/politica/politico/arthur-lira/">Arthur Lira</a> (PP-AL) quer aprovar a proposta antes do recesso parlamentar, que começa no dia 18 de julho. </p>



<p>Lira defendeu a votação de urgência. &#8220;<em>Eu quero ser justo com o grupo formado por sete parlamentares por sete dos maiores partidos</em>&#8220;, disse. &#8220;<em>Foram mais de 220 horas de audiências, foram 300 entidades ouvidas. Acusar essa casa, dizendo que faltou debate e oportunidade, não é correto</em>&#8220;.</p>



<p>A proposta <strong>implementa o IBS (Imposto sobre Bens e Serviços), e oo CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços) e do Imposto Seletivo (IS).</strong></p>



<p>Os dois novos impostos formam o IVA (Imposto sobre Valor Agregado) e substituirão cinco tributos que atualmente incidem sobre consumo:<strong> PIS, Cofins, IPI, ICMS, ISS</strong>.</p>



<p></p>
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		<title>Saiba como votaram senadores para criar maior imposto do mundo</title>
		<link>https://bsbrevista.com.br/2023/11/09/saiba-como-votaram-senadores-para-criar-maior-imposto-do-mundo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Calango]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Nov 2023 10:53:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[imposto]]></category>
		<category><![CDATA[IVA]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Se a reforma for aprovada na Câmara, o Brasil terá o maior imposto de valor agregado do mundo, que pode chegar a 27,5% </p>
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<h3>Se a reforma for aprovada na Câmara, o Brasil terá o maior imposto de valor agregado do mundo, que pode chegar a 27,5%</h3>
<p>O Senado Federal aprovou nesta quarta-feira (08) a Reforma Tributária proposta pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Foram 53 votos favoráveis à proposta e 24 contrários. Os dois turnos necessários à aprovação do texto ocorreram nesta noite de quarta.</p>
<p>A Proposta do Governo de Emenda à Constituição (PEC) seguirá novamente para apreciação na Câmara, último passo antes da promulgação em caso de aprovação.</p>
<p>Como se trata de uma PEC, eram necessários 49 votos (três quintos) dos 81 senadores para aprovação do texto.</p>
<p>O governo petista defende o projeto. O ex-presidente Jair Bolsonaro tem se manifestado contra a reforma. Dessa forma, os senadores bolsonaristas votaram contra o projeto.</p>
<p>O Republicanos, que recentemente aderiu ao governo Lula e indicou Silvio Costa Filho para o Ministério de Portos e Aeroportos, votou unanimemente contra a proposta. Os três senadores do partido são próximos do bolsonarismo, como o ex-vice-presidente Hamilton Mourão, e a ex-ministra Damares Alves.</p>
<p>Por outro lado, dois partidos da base foram essenciais para a aprovação: os 11 senadores do MDB votaram a favor da reforma. No União Brasil, apenas um dos sete senadores da legenda votou contra: Sergio Moro.</p>
<p>O projeto do governo contou ainda com o apoio de alguns senadores que não fazem parte da base aliada, como Ciro Nogueira (PP/PI).</p>
<p>O economista Bernard Appy, atualmente secretário especial do Ministério da Fazenda, é o criador do projeto da reforma. O projeto prevê a eliminação de cinco impostos, o PIS, Cofins, ISS, ICMS e IPI e sua transformação em dois: a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), federal, e pelo Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), de estados e municípios.</p>
<p>Com a reforma, o Brasil terá o maior imposto de valor agregado do mundo.</p>
<p>Na avaliação dos senadores Esperidião Amin (PP-SC), Carlos Portinho (PL-RJ), Izalci Lucas (PSDB-DF) e Rogerio Marinho (PL-RN), líder da oposição na Casa, o mecanismo não será efetivo. Eles apoiaram uma alíquota limite de 20% para a soma da CBS e do IBS, que só poderia ser aumentada por meio de referendo popular. A emenda, apresentada por Marinho, foi uma das rejeitadas pelos parlamentares.</p>
<p>— De acordo com as palavras do ministro [da Fazenda] Fernando Haddad, o imposto [pode passar a ser] de 27,5%. Sabe qual é o maior IVA do mundo até agora? O da Hungria, que é 27%. Vamos oferecer ao Brasil o maior imposto sobre valor agregado do mundo — argumentou Marinho.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h5 class="wp-block-heading"><strong>VEJA COMO VOTOU CADA SENADOR</strong></h5>
<figure class="wp-block-table">
<table>
<tbody>
<tr>
<td>NOME</td>
<td>PARTIDO</td>
<td>UF</td>
<td>COMO VOTOU</td>
</tr>
<tr>
<td>Alan Rick</td>
<td>UNIÃO</td>
<td>AC</td>
<td>Sim</td>
</tr>
<tr>
<td>Marcio Bittar</td>
<td>UNIÃO</td>
<td>AC</td>
<td>Sim</td>
</tr>
<tr>
<td>Sérgio Petecão</td>
<td>PSD</td>
<td>AC</td>
<td>Sim</td>
</tr>
<tr>
<td>Fernando Farias</td>
<td>MDB</td>
<td>AL</td>
<td>Sim</td>
</tr>
<tr>
<td>Renan Calheiros</td>
<td>MDB</td>
<td>AL</td>
<td>Sim</td>
</tr>
<tr>
<td>Rodrigo Cunha</td>
<td>PODEMOS</td>
<td>AL</td>
<td>Sim</td>
</tr>
<tr>
<td>Eduardo Braga</td>
<td>MDB</td>
<td>AM</td>
<td>Sim</td>
</tr>
<tr>
<td>Omar Aziz</td>
<td>PSD</td>
<td>AM</td>
<td>Sim</td>
</tr>
<tr>
<td>Plínio Valério</td>
<td>PSDB</td>
<td>AM</td>
<td>Sim</td>
</tr>
<tr>
<td>Davi Alcolumbre</td>
<td>UNIÃO</td>
<td>AP</td>
<td>Sim</td>
</tr>
<tr>
<td>Lucas Barreto</td>
<td>PSD</td>
<td>AP</td>
<td>Sim</td>
</tr>
<tr>
<td>Randolfe Rodrigues</td>
<td>REDE</td>
<td>AP</td>
<td>Sim</td>
</tr>
<tr>
<td>Angelo Coronel</td>
<td>PSD</td>
<td>BA</td>
<td>Sim</td>
</tr>
<tr>
<td>Jaques Wagner</td>
<td>PT</td>
<td>BA</td>
<td>Sim</td>
</tr>
<tr>
<td>Otto Alencar</td>
<td>PSD</td>
<td>BA</td>
<td>Sim</td>
</tr>
<tr>
<td>Augusta Brito</td>
<td>PT</td>
<td>CE</td>
<td>Sim</td>
</tr>
<tr>
<td>Cid Gomes</td>
<td>PDT</td>
<td>CE</td>
<td>Ausente</td>
</tr>
<tr>
<td>Eduardo Girão</td>
<td>NOVO</td>
<td>CE</td>
<td>Não</td>
</tr>
<tr>
<td>Damares Alves</td>
<td>REPUBLICANOS</td>
<td>DF</td>
<td>Não</td>
</tr>
<tr>
<td>Izalci Lucas</td>
<td>PSDB</td>
<td>DF</td>
<td>Não</td>
</tr>
<tr>
<td>Leila Barros</td>
<td>PDT</td>
<td>DF</td>
<td>Sim</td>
</tr>
<tr>
<td>Fabiano Contarato</td>
<td>PT</td>
<td>ES</td>
<td>Sim</td>
</tr>
<tr>
<td>Magno Malta</td>
<td>PL</td>
<td>ES</td>
<td>Não</td>
</tr>
<tr>
<td>Marcos do Val</td>
<td>PODEMOS</td>
<td>ES</td>
<td>Não</td>
</tr>
<tr>
<td>Jorge Kajuru</td>
<td>PSB</td>
<td>GO</td>
<td>Sim</td>
</tr>
<tr>
<td>Vanderlan Cardoso</td>
<td>PSD</td>
<td>GO</td>
<td>Sim</td>
</tr>
<tr>
<td>Wilder Morais</td>
<td>PL</td>
<td>GO</td>
<td>Não</td>
</tr>
<tr>
<td>Ana Paula Lobato</td>
<td>PSB</td>
<td>MA</td>
<td>Sim</td>
</tr>
<tr>
<td>Eliziane Gama</td>
<td>PSD</td>
<td>MA</td>
<td>Sim</td>
</tr>
<tr>
<td>Weverton</td>
<td>PDT</td>
<td>MA</td>
<td>Sim</td>
</tr>
<tr>
<td>Carlos Viana</td>
<td>PODEMOS</td>
<td>MG</td>
<td>Sim</td>
</tr>
<tr>
<td>Cleitinho</td>
<td>REPUBLICANOS</td>
<td>MG</td>
<td>Não</td>
</tr>
<tr>
<td>Rodrigo Pacheco</td>
<td>PSD</td>
<td>MG</td>
<td>Presidente</td>
</tr>
<tr>
<td>Nelsinho Trad</td>
<td>PSD</td>
<td>MS</td>
<td>Sim</td>
</tr>
<tr>
<td>Soraya Thronicke</td>
<td>PODEMOS</td>
<td>MS</td>
<td>Não</td>
</tr>
<tr>
<td>Tereza Cristina</td>
<td>PP</td>
<td>MS</td>
<td>Não</td>
</tr>
<tr>
<td>Jayme Campos</td>
<td>UNIÃO</td>
<td>MT</td>
<td>Sim</td>
</tr>
<tr>
<td>Margareth Buzetti</td>
<td>PSD</td>
<td>MT</td>
<td>Sim</td>
</tr>
<tr>
<td>Wellington Fagundes</td>
<td>PL</td>
<td>MT</td>
<td>Não</td>
</tr>
<tr>
<td>Beto Faro</td>
<td>PT</td>
<td>PA</td>
<td>Sim</td>
</tr>
<tr>
<td>Jader Barbalho</td>
<td>MDB</td>
<td>PA</td>
<td>Sim</td>
</tr>
<tr>
<td>Zequinha Marinho</td>
<td>PODEMOS</td>
<td>PA</td>
<td>Sim</td>
</tr>
<tr>
<td>Daniella Ribeiro</td>
<td>PSD</td>
<td>PB</td>
<td>Sim</td>
</tr>
<tr>
<td>Efraim Filho</td>
<td>UNIÃO</td>
<td>PB</td>
<td>Sim</td>
</tr>
<tr>
<td>Veneziano Vital do Rêgo</td>
<td>MDB</td>
<td>PB</td>
<td>Sim</td>
</tr>
<tr>
<td>Fernando Dueire</td>
<td>MDB</td>
<td>PE</td>
<td>Sim</td>
</tr>
<tr>
<td>Humberto Costa</td>
<td>PT</td>
<td>PE</td>
<td>Sim</td>
</tr>
<tr>
<td>Teresa Leitão</td>
<td>PT</td>
<td>PE</td>
<td>Sim</td>
</tr>
<tr>
<td>Ciro Nogueira</td>
<td>PP</td>
<td>PI</td>
<td>Sim</td>
</tr>
<tr>
<td>Jussara Lima</td>
<td>PSD</td>
<td>PI</td>
<td>Sim</td>
</tr>
<tr>
<td>Marcelo Castro</td>
<td>MDB</td>
<td>PI</td>
<td>Sim</td>
</tr>
<tr>
<td>Flávio Arns</td>
<td>PSB</td>
<td>PR</td>
<td>Sim</td>
</tr>
<tr>
<td>Oriovisto Guimarães</td>
<td>PODEMOS</td>
<td>PR</td>
<td>Não</td>
</tr>
<tr>
<td>Sergio Moro</td>
<td>UNIÃO</td>
<td>PR</td>
<td>Não</td>
</tr>
<tr>
<td>Carlos Portinho</td>
<td>PL</td>
<td>RJ</td>
<td>Não</td>
</tr>
<tr>
<td>Flávio Bolsonaro</td>
<td>PL</td>
<td>RJ</td>
<td>Não</td>
</tr>
<tr>
<td>Romário</td>
<td>PL</td>
<td>RJ</td>
<td>Não</td>
</tr>
<tr>
<td>Rogerio Marinho</td>
<td>PL</td>
<td>RN</td>
<td>Não</td>
</tr>
<tr>
<td>Styvenson Valentim</td>
<td>PODEMOS</td>
<td>RN</td>
<td>Sim</td>
</tr>
<tr>
<td>Zenaide Maia</td>
<td>PSD</td>
<td>RN</td>
<td>Sim</td>
</tr>
<tr>
<td>Confúcio Moura</td>
<td>MDB</td>
<td>RO</td>
<td>Sim</td>
</tr>
<tr>
<td>Jaime Bagattoli</td>
<td>PL</td>
<td>RO</td>
<td>Não</td>
</tr>
<tr>
<td>Marcos Rogério</td>
<td>PL</td>
<td>RO</td>
<td>Ausente</td>
</tr>
<tr>
<td>Chico Rodrigues</td>
<td>PSB</td>
<td>RR</td>
<td>Sim</td>
</tr>
<tr>
<td>Dr. Hiran</td>
<td>PP</td>
<td>RR</td>
<td>Não</td>
</tr>
<tr>
<td>Mecias de Jesus</td>
<td>REPUBLICANOS</td>
<td>RR</td>
<td>Não</td>
</tr>
<tr>
<td>Hamilton Mourão</td>
<td>REPUBLICANOS</td>
<td>RS</td>
<td>Não</td>
</tr>
<tr>
<td>Luis Carlos Heinze</td>
<td>PP</td>
<td>RS</td>
<td>Não</td>
</tr>
<tr>
<td>Paulo Paim</td>
<td>PT</td>
<td>RS</td>
<td>Sim</td>
</tr>
<tr>
<td>Esperidião Amin</td>
<td>PP</td>
<td>SC</td>
<td>Não</td>
</tr>
<tr>
<td>Ivete da Silveira</td>
<td>MDB</td>
<td>SC</td>
<td>Sim</td>
</tr>
<tr>
<td>Jorge Seif</td>
<td>PL</td>
<td>SC</td>
<td>Não</td>
</tr>
<tr>
<td>Alessandro Vieira</td>
<td>MDB</td>
<td>SE</td>
<td>Sim</td>
</tr>
<tr>
<td>Laércio Oliveira</td>
<td>PP</td>
<td>SE</td>
<td>Sim</td>
</tr>
<tr>
<td>Rogério Carvalho</td>
<td>PT</td>
<td>SE</td>
<td>Sim</td>
</tr>
<tr>
<td>Astronauta Marcos Pontes</td>
<td>PL</td>
<td>SP</td>
<td>Não</td>
</tr>
<tr>
<td>Giordano</td>
<td>MDB</td>
<td>SP</td>
<td>Sim</td>
</tr>
<tr>
<td>Mara Gabrilli</td>
<td>PSD</td>
<td>SP</td>
<td>Sim</td>
</tr>
<tr>
<td>Eduardo Gomes</td>
<td>PL</td>
<td>TO</td>
<td>Sim</td>
</tr>
<tr>
<td>Irajá</td>
<td>PSD</td>
<td>TO</td>
<td>Ausente</td>
</tr>
<tr>
<td>Professora Dorinha Seabra</td>
<td>UNIÃO</td>
<td>TO</td>
<td>Sim</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</figure>
<h5 class="wp-block-heading"></h5>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</section>
</div>
<p>&nbsp;</p>
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