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	<title>Arquivo de Violência sexual - BSB REVISTA</title>
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		<title>A cada 46 minutos ocorreu um estupro no Brasil que vitimou 144 mil meninas e mulheres em 2022</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Jun 2024 11:51:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A cada 46 minutos ocorreu um estupro no Brasil que vitimou 144 mil meninas e mulheres em 2022</p>
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<h6 class="wp-block-heading">Atlas da Violência, com base em registros do SUS de 2022 traz números velhos e defasados </h6>



<p>Segundo o Atlas da Violência, publicado nesta segunda-feira (18) pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública, um estupro aconteceu a cada 46 minutos no país, em 2022. </p>



<p> Mais de 144 mil mulheres, adolescentes e crianças foram vítimas de algum tipo de violência. As meninas de até 14 anos são as mais vulneráveis e sofrem, proporcionalmente, mais ataques sexuais do que as mulheres adultas.</p>



<p>Com base nos registros do Sistema Único de Saúde (SUS) daquele ano, o Atlas mostra que a violência sexual foi a principal agressão contra meninas de 10 a 14 anos de idade — correspondeu a 49,6% dos atendimentos registrados no SUS. </p>



<p>Entre as meninas de até nove anos, a forma mais frequente de violência foi a negligência ou abandono (37,9% dos casos), seguida pela predação sexual (30,4%).</p>



<p>O estudo detalha que, a partir dos 15 anos e ao longo da vida adulta, a violência física se torna a mais comum contra a mulher. Entre aquelas comunidades entre 15 e 19 anos, a agressão corporal esteve presente em 35,1% dos casos.</p>



<p>Esse percentual aumenta para 49% entre as mulheres entre 20 a 24 anos, e permanecendo acima dos 40% até os 59 anos. No caso das idosas, a negligência volta a violência mais praticada — afeta 37,5% das mulheres entre 75 e 79 anos e 50,4% das que têm mais de 80 anos.</p>



<p>Em casos de violência doméstica e familiar, os homens são os principais agressores — responsáveis por 86,6% dos ataques. Mas homens e mulheres se igualam quando se trata de violência contra crianças de zero a nove anos. Os números indicaram que crianças e adolescentes estão extremamente vulneráveis a abusos dentro dos próprios lares.</p>



<p>Entre as mulheres de 30 a 35 anos, os homens foram responsáveis por 95,8% das agressões — aproximadamente 80% dos episódios foram dentro das residências das vítimas. A rua foi o segundo local mais frequente, com 6,1% dos casos.</p>



<p>Segundo o Atlas da Violência, se tivéssemos que descrever o que é ser uma mulher no Brasil, poderíamos dizer que na primeira infância a negligência é a forma mais frequente de violência, cujos principais autores são pais e mães, na mesma proporção. A partir dos 10, e até os 14 anos, essas meninas são vitimadas principalmente por formas de violência sexual, com homens que ocupam as funções de pai e padrasto como principais algozes. Dos 15 aos 69 anos, a violência física provocada por pais, padrastos, namorados ou maridos é a forma prevalente entre as mulheres.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="601" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2024/06/1010728316-1024x601.jpg" alt="" class="wp-image-19474" srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2024/06/1010728316-1024x601.jpg 1024w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2024/06/1010728316-600x352.jpg 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2024/06/1010728316-768x451.jpg 768w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2024/06/1010728316.jpg 1080w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Grafico com dados do Atlas da Violência Doméstica contra mulheres </figcaption></figure>



<p>Segundo a psicóloga Lilian Pelli Ribeiro, que atende em Brasília, alguns sinais de violência sexual contra crianças podem ser notados por parentes e cuidadores, como professores. </p>



<p>&#8220;<em>É importante que as pessoas que de alguma forma estejam envolvidas com o desenvolvimento das crianças fiquem atentas à sinais que podem surgir. &#8220;Uma alteração de humor, agressividade ou introspecção, vergonha excessiva medo ou pânico podem ser sinais de que alguma coisa pode estar acontecendo&#8221;</em>, diz a psicóloga.</p>



<p>Segundo a psicóloga, uma rebeldia sem razões aparentes ou ataques de raiva, assim como comportamentos infantis, que já abandonou anteriormente ou até mesmo voltar a chupar os dedos, devem ser vistos com atenção, por exemplo.</p>



<p>Sintomas psicossomáticos também podem ser indicadores de violência sexual. </p>



<p>Enfermidades sem aparente causa clínica, como dores de cabeça, erupções na pele e alterações gastrointestinais devem ser analisados.</p>



<p>Outra importante sinalização de que algo está errado são os comportamentos sexuais.</p>



<p><em>&#8220;A criança pode apresentar interesse repentino por questões sexuais ou brincadeiras de cunho sexual, com palavras ou desenhos que se refiram às partes íntimas e esse interesse deve ser investigado&#8221;</em>, alerta a psicóloga, Lilian Pelli. </p>



<p></p>



<p></p>
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