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	<title>Arquivo de Vontra - BSB REVISTA</title>
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	<title>Arquivo de Vontra - BSB REVISTA</title>
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		<title>Brasil bate recorde de feminicídios em 2022, com uma mulher morta a cada 6 horas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Calango]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Mar 2023 12:24:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Número de vítimas cresceu 5% no último ano, mostra levantamento do Monitor da Violência da USP Segundo o Jornal O Globo, O Brasil teve um [...]</p>
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<figure class="wp-block-image aligncenter size-large is-resized"><img decoding="async" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2022/03/IMG-20220318-WA0004-1024x172.jpg" alt="Carro &amp; Cia" class="wp-image-250" width="368" height="62" srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2022/03/IMG-20220318-WA0004-1024x172.jpg 1024w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2022/03/IMG-20220318-WA0004-300x50.jpg 300w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2022/03/IMG-20220318-WA0004-768x129.jpg 768w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2022/03/IMG-20220318-WA0004.jpg 1280w" sizes="(max-width: 368px) 100vw, 368px" /><figcaption><strong>Carro &amp; Cia, o melhor em atendimento e satisfação</strong></figcaption></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Número de vítimas cresceu 5% no último ano, mostra levantamento do Monitor da Violência da USP</h2>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="1009" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/01/Screenshot_20230126-130550_Facebook2-1024x1009.jpg" alt="" class="wp-image-8040" srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/01/Screenshot_20230126-130550_Facebook2-1024x1009.jpg 1024w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/01/Screenshot_20230126-130550_Facebook2-600x591.jpg 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/01/Screenshot_20230126-130550_Facebook2-60x60.jpg 60w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/01/Screenshot_20230126-130550_Facebook2-768x757.jpg 768w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/01/Screenshot_20230126-130550_Facebook2.jpg 1080w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption"><a href="http://cerradoadventuretour.com.br/"><strong>PREPARE-SE: VEM AÍ O MELHOR EVENTO PARA INVESTIDORES DO SETOR DE ESPORTES E TURISMO DA REGIÃO CENTRO-OESTE</strong>. <strong>RESERVE SEU ESPAÇO E GARANTA SUA PARTICIPAÇÃO  </strong></a>k</figcaption></figure>



<p></p>



<p>Segundo o Jornal O Globo, </p>



<p>O Brasil teve um aumento de 5% nos casos de feminicídio em 2022 em comparação com 2021, aponta levantamento feito pelo g1 com base nos dados oficiais dos 26 estados e do Distrito Federal.&nbsp;São 1,4 mil mulheres mortas apenas pelo fato de serem mulheres &#8211; uma a cada 6 horas, em média.&nbsp;Este número é o maior registrado no país desde que a lei de feminicídio entrou em vigor, em 2015.</p>



<p>A alta acontece na contramão do número de assassinatos sem o recorte de gênero, que foi o menor da série histórica do Monitor da Violência e do Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP). Com 40,8 mil casos, o país teve 1% menos mortes em 2022 que em 2021.</p>



<p>Se forem consideradas apenas as mortes de mulheres, o que inclui também os casos que são classificados como feminicídios, o número cresceu 3% de um ano para o outro — para 3.930.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>o Brasil teve&nbsp;<strong>3,9 mil homicídios dolosos (intencionais) de mulheres em 2022</strong>&nbsp;(aumento de 2,6% em relação ao ano anterior)</li>



<li>foram&nbsp;<strong>1,4 mil feminicídios</strong>, o maior número já registrado desde que a lei entrou em vigor, em 2015</li>



<li><strong>12 estados registraram alta</strong>&nbsp;no número de homicídios de mulheres</li>



<li><strong>14 estados tiveram mais vítimas de feminicídio</strong>&nbsp;de um ano para o outro</li>



<li>Mato Grosso do Sul e Rondônia são os&nbsp;<strong>estados com o maior índice de homicídios de mulheres</strong></li>



<li>MS e RO também têm as&nbsp;<strong>maiores taxas de feminicídios do país</strong></li>
</ul>



<p>O levantamento faz parte do Monitor da Violência, do Núcleo de Estudos da violência da USP (NEV-USP) e o FBSP. Nesta quarta (8), é celebrado o Dia Internacional da Mulher.</p>



<p>&#8220;Ao contrário dos homicídios em geral, cujas motivações são as mais variadas, os feminicídios têm sempre o mesmo cerne: a desigualdade de gênero&#8221;, afirmam as pesquisadoras Debora Piccirillo e Giane Silvestre, pesquisadoras do NEV-USP.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>&#8220;Esta desigualdade, que está presente nas relações sociais, é baseada na crença de que as mulheres são subalternas aos homens e que suas vontades são menos relevantes. A violência de gênero reflete a radicalização desta crença que, muitas vezes, transforma as mulheres em objetos e &#8216;propriedade&#8217; de seus parceiros.&#8221;</p>
</blockquote>



<h2 class="wp-block-heading">Alta de feminicídio: mais registros ou mais violência?</h2>



<p>Desde 2015, quando a lei passou a valer, os números de feminicídios têm crescido a cada ano no Brasil.</p>



<p>O número de feminicídios de 2022 é o mais alto da série histórica do Monitor da Violência e do Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Vale notar, porém, que diversos estados ainda não possuíam dados de feminicídios em 2015, 2016 e 2017. Os dados apenas são referentes a todos os estados a partir de 2018.</p>



<p>O aumento de casos pode ser um indicativo de que as polícias estão cada vez mais se adequando à legislação e registrando corretamente o crime. Alguns especialistas apontam, porém, que o crime está, de fato, crescendo no Brasil.</p>



<p>Uma das explicações para a alta do feminicídio, em um período de queda dos homicídios, é a redução expressiva do investimento em políticas de enfrentamento à violência doméstica e familiar, afirmam Piccirillo e Silvestre, do NEV-USP. Durante o governo Bolsonaro, ressaltam elas, houve um corte expressivo da verba para essa área, dinheiro destinado, principalmente, às unidades da Casa da Mulher Brasileira e de Centros de Atendimento às Mulheres.</p>



<p>Segundo as pesquisadoras,&nbsp;outros fatores são: a baixa fiscalização, o que permite que mesmo mulheres com medidas protetivas se tornem vítimas de feminicídio; o&nbsp;aumento do número de armas em circulação, com o relaxamento das leis; e a ascensão de movimentos conservadores que defendem a manutenção da&nbsp;desigualdade de gênero nas relações sociais.</p>



<p>Samira Bueno e Isabela Sobral, do FBSP, ressaltam que a implementação das leis de proteção à mulher existentes, como a Lei Maria da Penha, poderia ter evitado muitos casos de feminicídio.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>&#8220;Não se trata, portanto, de crimes passionais, que ocorrem do dia para a noite, mas, pelo contrário, são fruto de uma escalada de diferentes formas de violência que geralmente iniciam com ofensas e humilhações, ciúmes excessivos, violência patrimonial, e evoluem para a violência física.&#8221;</p>
</blockquote>



<p>As pesquisadoras lembram que maioria absoluta das mulheres vítimas de violência no ano passado não buscou nenhum equipamento estatal, segundo a pesquisa Visível e Invisível: a vitimização de mulheres no Brasil, divulgada na última semana.</p>



<p>Samira e Isabela destacam que a qualidade da informação sobre os registros de feminicídio melhorou, mas ainda há espaço para aprimoramento. &#8220;Temos observado que em vários estados o percentual de feminicídios em relação ao total de assassinatos têm crescido, o que denota uma melhoria no trabalho de investigação da Polícia Civil.&#8221;</p>



<h2 class="wp-block-heading">Brasil de contrastes</h2>



<p>Metade dos estados brasileiros teve alta nos casos de feminicídios em 2022. Em alguns casos, o aumento foi de mais de 40% – como em Mato Grosso do Sul (40%), Rondônia (75%) e Amapá (100%).</p>



<p>MS e RO, inclusive, também são destaques negativos em outros dois indicadores: as taxas de ocorrências de mortes de mulheres (veja as taxas de todos os estados no final desta reportagem). Esse indicador é importante porque ele mede a incidência do crime em relação à população de cada estado – e não apenas o número absoluto de mortes.</p>



<p><strong>Taxa de assassinatos de mulheres por estado</strong></p>



<p>Veja a taxa de homicídios de mulheres por 100 mil em cada estado, em ordem decrescente:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Mato Grosso do Sul: 8,3</li>



<li>Rondônia: 7,6</li>



<li>Roraima: 6,8</li>



<li>Mato Grosso: 5,8</li>



<li>Ceará: 5,5</li>



<li>Bahia: 5,3</li>



<li>Acre: 5</li>



<li>Pará: 4,7</li>



<li>Rio Grande do Sul: 4,7</li>



<li>Piauí: 4,6</li>



<li>Tocantins: 4,6</li>



<li>Amazonas: 4,4</li>



<li>Piauí: 4,6</li>



<li>Tocantins: 4,6</li>



<li>Amazonas: 4,4</li>



<li>Espírito Santo: 4,4</li>



<li>Paraná: 4,4</li>



<li>Pernambuco: 4,4</li>



<li>Alagoas: 4,1</li>



<li>Paraíba: 4,1</li>



<li>Goiás: 3,7</li>



<li>Maranhão: 3,6</li>



<li>Rio Grande do Norte: 3,3</li>



<li>Sergipe: 3,3</li>



<li>Amapá: 3,1</li>



<li>Rio de Janeiro: 3,1</li>



<li>Minas Gerais: 2,8</li>



<li>Santa Catarina: 2,8</li>



<li>Distrito Federal: 2,2</li>



<li>São Paulo: 1,8</li>
</ul>



<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><a href="https://instagram.com/casateles.angra?igshid=YmMyMTA2M2Y="><img decoding="async" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2022/08/Screenshot_20220807-074140_Instagram2-995x1024.jpg" alt="" class="wp-image-3588" width="368" height="378" srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2022/08/Screenshot_20220807-074140_Instagram2-995x1024.jpg 995w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2022/08/Screenshot_20220807-074140_Instagram2-583x600.jpg 583w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2022/08/Screenshot_20220807-074140_Instagram2-768x790.jpg 768w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2022/08/Screenshot_20220807-074140_Instagram2.jpg 1080w" sizes="(max-width: 368px) 100vw, 368px" /></a><figcaption class="wp-element-caption"><strong><a href="https://instagram.com/casateles.angra?igshid=YmMyMTA2M2Y=" data-type="URL" data-id="https://instagram.com/casateles.angra?igshid=YmMyMTA2M2Y=">ANGRA DOS REIS EM GRANDE ESTILO. VOCÊ MERECE. </a></strong></figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2022/07/Screenshot_20220720-164707_Instagram2-826x1024.jpg" alt="" class="wp-image-3023" width="367" height="454" srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2022/07/Screenshot_20220720-164707_Instagram2-826x1024.jpg 826w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2022/07/Screenshot_20220720-164707_Instagram2-484x600.jpg 484w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2022/07/Screenshot_20220720-164707_Instagram2-768x953.jpg 768w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2022/07/Screenshot_20220720-164707_Instagram2.jpg 1057w" sizes="auto, (max-width: 367px) 100vw, 367px" /><figcaption><strong><a href="https://www.instagram.com/p/CaSZov4l50e/?igshid=YmMyMTA2M2Y=">DUETTO IDEAL &#8211; A MODA FEITA PARA VOCÊ</a></strong></figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2022/07/Screenshot_20220730-111322_Facebook2-2-908x1024.jpg" alt="" class="wp-image-3350" width="367" height="414" srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2022/07/Screenshot_20220730-111322_Facebook2-2-908x1024.jpg 908w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2022/07/Screenshot_20220730-111322_Facebook2-2-532x600.jpg 532w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2022/07/Screenshot_20220730-111322_Facebook2-2-768x866.jpg 768w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2022/07/Screenshot_20220730-111322_Facebook2-2.jpg 1080w" sizes="auto, (max-width: 367px) 100vw, 367px" /><figcaption> <strong>SAÚDE INTEGRAL E HUMANIZADA</strong></figcaption></figure>
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