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	<title>Arquivo de Vulcão - BSB REVISTA</title>
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	<title>Arquivo de Vulcão - BSB REVISTA</title>
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		<title>Juliana Marins morreu 2 ou 3 dias após 1ª queda: autópsia no RJ cita data da morte da perícia indonésia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Calango]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Jul 2025 12:24:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[Indonesia]]></category>
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<h6 class="wp-block-heading">Documento diz que brasileira morreu entre 1h15 de 23/6 e 1h15 do dia 24; queda foi na manhã do dia 21. Perícia fluminense fez nova autópsia e afirmou não ter sido possível cravar uma data </h6>



<p>A mochileira e publicitária Juliana Marins morreu entre dois e três dias após se acidentar na trilha do Monte Rinjani, segundo a polícia da Indonésia informou à Polícia Civil do Rio.</p>



<p>A pedido da família, legistas do Rio fizeram uma nova autópsia no corpo da brasileira. No laudo, os peritos nacionais afirmam que não foi possível estimar a data da morte no Brasil, devido às condições em que o corpo chegou. O documento, porém, detalha o que apontou o primeiro exame, feito na Indonésia.</p>



<p>Segundo o laudo da Indonésia, Juliana morreu entre 1h15 do dia 23 de junho e 1h15 do dia 24. O primeiro acidente foi na manhã do dia 21, e o corpo foi encontrado na noite do dia 24 após cair do primeiro local de queda.</p>



<p>Juliana, que tinha 26 anos, caiu em um penhasco íngreme no Monte Rinjani. Horas depois, imagens de drone feitas por turistas espanhóis mostraram que ela ainda estava viva, cerca de 200 metros abaixo do ponto da queda. Mesmo assim, o serviço oficial de resgate não conseguiu alcançá-la.</p>



<p>Juliana que era moradora de Niterói, na Região Metropolitana do Rio, chegou a ser vista , imóvel, por outro drone, a 400 metros da base, indicando uma segunda queda. E foi encontrada morta em um trecho mais abaixo do penhasco — a 600 metros da trilha — por voluntários que auxiliavam a Basarnas, a agência de busca e resgate da Indonésia.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1000" height="667" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/07/1752149371968135064623871315130.jpg" alt="" class="wp-image-31229" srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/07/1752149371968135064623871315130.jpg 1000w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/07/1752149371968135064623871315130-600x400.jpg 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/07/1752149371968135064623871315130-768x512.jpg 768w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><figcaption class="wp-element-caption">Juliana Marins — Foto: Acervo familiar</figcaption></figure>



<p>O laudo completo da polícia indonésia não foi divulgado. Até agora, o que se sabia sobre a autópsia local vinha de declarações do especialista forense Ida Bagus Alit, dadas em entrevista na sexta-feira, dia 27, sem detalhamento da data exata da morte.</p>



<p>A Polícia Civil do Rio confirmou que Juliana Marins morreu em decorrência de múltiplos traumas causados por uma queda de altura.</p>



<p>O laudo pericial do Instituto Médico-Legal (IML), elaborado com base no exame cadavérico, concluiu que a causa imediata foi hemorragia interna provocada por lesões poliviscerais e politraumatismo, compatíveis com impacto de alta energia cinética.</p>



<p>Não houve sobrevida prolongada após a queda fatal: peritos estimam que Juliana&nbsp;<strong>sobreviveu por no máximo 15 minutos&nbsp;</strong>após o impacto.</p>



<p>A perícia na Indonésia apontou que a publicitária morreu <strong>20 minutos após uma queda.</strong></p>



<h6 class="wp-block-heading"><strong>Família foi à Justiça por nova autópsia</strong></h6>



<p>O corpo de Juliana Marins passou por um exame no Instituto Médico Legal (IML) do Rio de Janeiro após decisão da Justiça Federal brasileira.</p>



<p>A família dela pediu que a investigação fosse feita no Brasil para esclarecer se a demora no resgate contribuiu para a morte da jovem.</p>



<p>A família ainda não se manifestou sobre o resultado da perícia. A Defensoria Pública da União marcou uma entrevista coletiva para sexta-feira, com a presença de parentes de Juliana e dos peritos responsáveis pelo exame, para detalhar o laudo e explicar quais medidas pretende adotar a partir de agora.</p>



<p>Na semana passada, a Defensoria afirmou que pode levar o caso a tribunais internacionais, caso fique comprovada negligência por parte das autoridades da Indonésia.</p>



<p>O caso segue sendo investigado pela polícia indonésia, que ainda não divulgou os resultados dos exames complementares realizados no corpo de Juliana logo após o resgate.</p>
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		<title>Autópsia diz que Juliana Marins morreu por trauma em vulcão na Indonésia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Jun 2025 10:45:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[Indonésia]]></category>
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		<category><![CDATA[Vulcão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Danos a órgãos internos e hemorragia, teriam sido causas da morte da mochileira brasileira Marins, segundo autópsia realizada em Bali Um trauma contundente, resultando em [...]</p>
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<h6 class="wp-block-heading">Danos a órgãos internos e hemorragia, teriam sido causas da morte da mochileira brasileira Marins, segundo autópsia realizada em Bali</h6>



<p>Um trauma contundente, resultando em danos a órgãos internos e hemorragia, foi a <a href="https://bsbrevista.com.br/2025/06/24/brasileira-que-caiu-em-trilha-de-vulcao-e-encontrada-morta-na-indonesia/">causa da morte de Juliana Marins</a>, a alpinista brasileira que escorregou e caiu enquanto escalava o Monte Rinjani, o segundo vulcão mais alto da Indonésia, segundo autópsia divulgada nesta sexta-feira (27) por autoridades na Indonésia.</p>



<p>&#8220;Encontramos arranhões e escoriações, bem como fraturas no tórax, ombro, coluna e coxa. Essas fraturas ósseas causaram danos a órgãos internos e sangramento&#8221;, disse o especialista forense Ida Bagus Alit à imprensa na sexta-feira.</p>



<p>&#8220;A vítima sofreu ferimentos devido à violência e fraturas em diversas partes do corpo. A principal causa de morte foram ferimentos na caixa torácica e nas costas&#8221;, disse o médico.</p>



<p>O corpo da jovem chegou ao Hospital Bali Mandara, em Bali, por volta das 11h35 (horário de Brasília) da quinta-feira (26/06) para autópsia. Foi levado do Hospital Bhayangkara, na província onde o vulcão está localizado, de ambulância, já que não há peritos na província.</p>



<p>A&nbsp;autópsia foi realizada na noite de quinta-feira. Alit também afirmou que não havia evidências que sugerissem que a morte tivesse ocorrido muito tempo após os ferimentos.</p>



<p>&#8220;Por exemplo, havia um ferimento na cabeça, mas nenhum sinal de hérnia cerebral. A hérnia cerebral geralmente ocorre de várias horas a vários dias após o trauma. Da mesma forma, no tórax e no abdômen, houve sangramento significativo, mas nenhum órgão apresentou sinais de retração que indicassem sangramento lento. Isso sugere que a morte ocorreu logo após os ferimentos&#8221;, explicou.</p>



<p>A partir dos resultados da autópsia, ele estima que a morte de Juliana ocorreu em torno de 20 minutos após ela sofrer os ferimentos.</p>



<p>Mas observou que é difícil determinar a hora exata da morte devido a vários fatores, incluindo a transferência do corpo da Ilha de Lombok, onde se localiza o Monte Rinjani, para Bali dentro de um freezer — uma viagem que levou várias horas.</p>



<p>&#8220;No entanto, com base em sinais observáveis, estima-se que a morte tenha ocorrido logo após os ferimentos&#8221;, disse ele.</p>



<p>Ele acrescentou que não havia sinais de hipotermia, pois não havia ferimentos tipicamente associados à condição, como lesões nas pontas dos dedos.</p>



<p>Juliana Marins caiu no sábado (21/06) e seu corpo foi recuperado na quarta-feira (25/06), após os esforços de busca e resgate terem sido prejudicados pelo mau tempo e pelo terreno acidentado.</p>



<p>Embora vários excursionistas tenham morrido no Monte Rinjani nos últimos anos, a morte de Juliana recebeu a maior atenção, tanto no Brasil quanto na Indonésia.</p>



<p>Usuários de redes sociais brasileiros criticaram a operação de busca e resgate por serem muito lentas, enquanto a família de Juliana declarou nas redes que sua morte foi resultado de negligência e que planejam entrar com uma ação judicial.</p>



<p>Internautas brasileiros encheram as contas do Instagram da Agência Nacional de Busca e Resgate da Indonésia (Basarnas) e do presidente do país, Prabowo Subianto, de comentários criticando o&nbsp;resgate fracassado de Juliana Marins&nbsp;— a brasileira que morreu após cair enquanto percorria uma trilha em um vulcão no fim de semana.</p>



<p>Autoridades no Brasil se comprometeram a arcar com os custos do traslado do corpo de Juliana. &#8220;Hoje mais cedo conversei com Mariana, irmã de Juliana Marins, e assumimos o compromisso da Prefeitura com o traslado de Juliana da Indonésia para a nossa cidade, onde será velada e sepultada&#8221;, escreveu o prefeito de Niterói, Rodrigo Neves (PDT), em suas redes sociais, na noite de quarta-feira.</p>
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		<title>Morre brasileira que caiu em  vulcão na Indonésia</title>
		<link>https://bsbrevista.com.br/2025/06/24/brasileira-que-caiu-em-trilha-de-vulcao-e-encontrada-morta-na-indonesia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Jun 2025 15:00:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[Indonésia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Depois de 4º dia de buscas, equipe de resgate encontrou corpo no parque nacional A brasileira de 26 anos, Juliana Marins, que caiu em um [...]</p>
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<h6 class="wp-block-heading">Depois de 4º dia de buscas,  equipe de resgate encontrou corpo no parque nacional </h6>



<p>A brasileira de 26 anos, Juliana Marins, que  caiu em um penhasco na trilha do Monte Rinjani, na Indonésia no sábado (21), foi encontrada morta no fim da manhã desta terça-feira (24), depois de quatro dia de buscas.</p>



<p>“Hoje, a equipe de resgate conseguiu chegar até o local onde Juliana Marins estava. Com imensa tristeza, informamos que ela não resistiu. Seguimos muito gratos por todas as orações, mensagens de carinho e apoio que temos recebido.”</p>



<p>Mais cedo, os socorristas chegaram a montar um acampamento avançado perto de onde ela estava no parque nacional. O g1 mostrou que o time de socorristas teve de descer o equivalente a um Corcovado pela encosta íngreme para chegar até a jovem.</p>



<p>Nesta segunda (23), um drone operado por resgatistas chegou até a jovem, que estava imóvel e a 500 metros penhasco abaixo.</p>



<p>Na retomada dos trabalhos, nesta terça, Juliana estava ainda mais abaixo, a cerca de 1000 metros da trilha.</p>



<p>Natural de Niterói (RJ), Juliana era formada em Publicidade e Propaganda pela UFRJ e atuava como dançarina de pole dance. Desde fevereiro, ela fazia um mochilão pela Ásia e já havia visitado Filipinas, Vietnã e Tailândia antes de chegar à Indonésia.</p>



<p>Na Ilha de Lombok, vizinha a Bali, fica o Monte Rinjani, vulcão ainda ativo que se eleva a 3.721 metros de altitude. Ao redor dele fica um lago. A paisagem atrai muitos turistas de aventura todos os anos, mas exige preparo — é necessário pernoitar no caminho — e fôlego, pois o ar em grande parte do percurso é rarefeito.</p>



<p>O acidente ocorreu na madrugada de sábado (21) na Indonésia, meio da tarde de sexta (20) no Brasil. Juliana e mais 6 turistas pegaram a trilha, auxiliados por 2 guias, segundo as autoridades do parque.</p>



<p>A família de Juliana afirma que ela foi abandonada pelo guia por mais de 1 hora antes de sofrer o acidente. “A gente descobriu isso em contato com pessoas que trabalham no parque. Juliana estava nesse grupo, porém ficou muito cansada e pediu para parar um pouco. Eles seguiram em frente, e o guia não ficou com ela”, disse a irmã, Mariana</p>
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		<title>Brasileira em vulcão está caída mais distante do que se estimava; veja vídeo</title>
		<link>https://bsbrevista.com.br/2025/06/24/brasileira-em-vulcao-esta-caida-mais-distante-do-que-se-estimava-veja-video/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Jun 2025 12:59:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[Indonésia]]></category>
		<category><![CDATA[Vulcão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Juliana Marins escorregou de um penhasco enquanto fazia uma trilha próxima a um vulcão, na Indonésia há 4 dias A operação de busca e resgate [...]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h6 class="wp-block-heading">Juliana Marins escorregou de um penhasco enquanto fazia uma trilha próxima a um vulcão, na Indonésia há 4 dias</h6>



<p>A operação de busca e resgate de Juliana Marins, que caiu em vulcão na Indonésia, foi retomada.</p>



<p>Veja vídeo da operação hoje:</p>



<figure class="wp-block-video"><video height="704" style="aspect-ratio: 816 / 704;" width="816" controls src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/06/1003048147.mp4"></video></figure>



<p><br>Conforme os membros da equipe de resgate, a brasileira, que caiu no vulcão Rinjani durante uma trilha, <strong>agora se encontra a um quilômetro de profundidade</strong>.</p>



<p> Juliana Marins, de 26 anos, caiu de um penhasco próximo a um vulcão, no sábado (21), enquanto <a href="https://bsbrevista.com.br/2025/06/23/condicoes-extremas-dizem-turistas-que-faziam-trilha-com-brasileira-desaparecida-na-indonesia/">fazia uma trilha no Monte Rinjani, na ilha de Lombok</a>, na Indonésia, foi retomado às 6h desta terça-feira (24) – 19h dessa segunda-feira (23), no horário de Brasília.</p>



<p>A localização a jovem foi feita com o uso um drone com sensor térmico. Apesar disso, a família afirma que ela está mais longe do que o estimado anteriormente – pelo menos a 650 metros de onde a equipe de resgate chegou após descer 400 metros.</p>



<p>Segundo a família da jovem, no momento há três planos em vigor para o resgate. Em um primeiro momento, foi avaliado o uso de uso de helicópteros para salvar Juliana, mas a possibilidade foi abortada devido às condições climáticas instáveis da região.</p>



<p>“Há três planos em vigor no momento. E confirma-se a impossibilidade de seguir com helicóptero pela condição climática atual”, informa a publicação.</p>



<p>Por volta das 15h45 em Lombok – 4h45 no horário de Brasília – a operação ainda não havia chegado até Juliana.</p>



<p></p>
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		<title>&#8220;Condições extremas&#8221;, dizem turistas que faziam trilha com brasileira desaparecida na Indonésia</title>
		<link>https://bsbrevista.com.br/2025/06/23/condicoes-extremas-dizem-turistas-que-faziam-trilha-com-brasileira-desaparecida-na-indonesia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Calango]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Jun 2025 10:28:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA["Condições extremas"]]></category>
		<category><![CDATA[Brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[desaparecida]]></category>
		<category><![CDATA[Indonésia]]></category>
		<category><![CDATA[Juliana]]></category>
		<category><![CDATA[Vulcão]]></category>
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<h2 class="wp-block-heading">Juliana Marins caiu à beira de um vulcão, na Indonésia, está há mais de 3 dias à espera de socorro</h2>



<p>Neblina densa, frio intenso e terreno escorregadio.  Turistas relatam condições extremas em trilha onde a brasileira Juliana Marins desapareceu na Indonésia</p>



<p>Juliana caiu à beira de um vulcão e está há mais de 48 horas à espera de socorro em cenário marcado por neblina e baixa visibilidade.</p>



<p>Através das redes sociais, a família da jovem confirmou que o salvamento foi interrompido nesta segunda-feira (23) por conta das condições climáticas na região.</p>



<p>A beleza da trilha que leva ao topo do vulcão Rinjani, na Indonésia, esconde desafios extremos. </p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="500" height="281" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/06/17506743019305826720872818753063.jpg" alt="" class="wp-image-30662"/><figcaption class="wp-element-caption">Vulcão Rinjani, na Indonésia, esconde desafios extremos.</figcaption></figure>



<p>Foi nesse ambiente hostil, marcado por temperaturas muito baixas, neblina espessa e terreno escorregadio, que a brasileira Juliana Marins desapareceu. Ela já está há mais de 48 horas à espera de resgate.</p>



<p>O cenário, descrito por turistas como &#8220;de outro mundo&#8221;, incluía chão de cascalhos, nuvens baixas e a vista encoberta para o lago Sinara Anak. A trilha, que costuma durar dois dias, se transformou em um drama de sobrevivência.</p>



<p>Juliana, de 26 anos, natural de Niterói (RJ), formada em publicidade pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, nadadora e praticante de pole dance, embarcou sozinha em uma viagem pela Ásia. Passou por Filipinas, Vietnã e Tailândia antes de chegar à Indonésia, no fim de fevereiro.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="700" height="467" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/06/17506727681671440504841188912997.jpg" alt="" class="wp-image-30660" srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/06/17506727681671440504841188912997.jpg 700w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/06/17506727681671440504841188912997-600x400.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 700px) 100vw, 700px" /><figcaption class="wp-element-caption">Juliana Marins caiu à beira de um vulcão, na Indonésia</figcaption></figure>



<p>Foi lá que decidiu escalar o Monte Rinjani, com mais de 3 mil metros de altura, acompanhada por um grupo de cinco turistas e um guia local.</p>



<p>Entre os integrantes do grupo estava a italiana Federica Matricardi, que conheceu Juliana um dia antes da trilha. Federica lembra do esforço necessário para subir a montanha em condições climáticas difíceis — e da frustração de não ver a paisagem por conta da neblina. Após acamparem no caminho, o grupo retomou a caminhada por volta das 5h15 da madrugada.</p>



<p>&#8220;Estava muito frio, e foi muito difícil (…) começamos a caminhar juntas e alguns rapazes foram mais rápido&#8221;, contou Federica. Ela seguiu à frente, com outros turistas, enquanto Juliana permaneceu mais atrás, acompanhada pelo guia.</p>



<p>Outro turista, o francês Antoine Le Gac, destacou a precariedade das condições naquele momento: escuridão, terreno instável e pouca visibilidade.</p>



<p>&#8220;Durante a trilha, tínhamos diferenças de nível. (…) no momento do acidente, eu estava bem na frente. Ela estava sozinha com o guia. Era muito cedo, antes do sol nascer, em condições de visão ruins, com uma simples lanterna para iluminar terrenos difíceis, escorregadios&#8221;, relatou Antoine.</p>



<p>Segundo autoridades locais, Juliana teria caído cerca de 300 metros abaixo da trilha, próximo ao ponto mais alto da montanha.</p>



<p>Horas depois, outro grupo conseguiu localizá-la usando um drone. Ela estava presa em uma fresta na rocha, sem conseguir se mover. Vestia calça jeans, camiseta, luvas e tênis — sem agasalho, apesar do frio intenso. Além disso, estava sem os óculos, essenciais para ela, que tem cinco graus de miopia.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="731" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/06/1003012464-1024x731.jpg" alt="" class="wp-image-30661" srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/06/1003012464-1024x731.jpg 1024w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/06/1003012464-600x428.jpg 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/06/1003012464-768x548.jpg 768w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/06/1003012464.jpg 1080w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Juliana foi filmada por drone a 300 metros abaixo da trilha, dentro de uma fenda, sem casaco </figcaption></figure>



<p>A notícia do acidente chegou ao Brasil na sexta-feira (20), por meio de redes sociais.</p>



<p>A irmã de Juliana, Mariana Marins, inicialmente não acreditou, mas reconheceu a jovem pelas roupas e pelo rosto nas imagens enviadas. Desde então, a família vive uma rotina de angústia, lutando para obter informações confiáveis à distância.</p>



<p>“A verdade é que, a gente descobriu isso em contato com pessoas que trabalham no parque, é que a Juliana estava nesse grupo de cinco pessoas, sim, com um guia. Porém, a Juliana ficou muito cansada, pediu pra parar um pouco (…) eles seguiram em frente. O guia não ficou com ela. (…) As informações que a gente tem também, vindas do parque, são de que a Juliana entrou em desespero porque não sabia o que fazer — e aí acabou culminando no sumiço dela. Quando percebeu que ela estava demorando muito, ele chegou. Ele chegou e viu que ela tinha caído lá embaixo&#8221;, contou Mariana.</p>



<p>Além da incerteza, a família ainda precisou lidar com boatos. Um vídeo falso sugerindo que Juliana já havia sido resgatada chegou a circular entre parentes e amigos.</p>



<p>&#8220;Chegamos a comemorar. Foi um choque descobrir que era mentira&#8221;, desabafou Mariana.</p>



<p>O embaixador do Brasil na Indonésia admitiu, em ligação registrada pelo Fantástico, que repassou informações erradas no início, com base em relatos imprecisos das autoridades locais.</p>



<p>Ele também informou que as equipes de resgate chegaram ao local onde Juliana havia sido vista pela última vez, mas não a encontraram mais. As buscas foram ampliadas com drones equipados com sensores térmicos, mas a forte neblina interrompeu a operação.</p>



<p>A família ainda compartilhou que não sabe o estado de saúde da jovem, que está há três dias sem água, comida e agasalhos. O Parque Nacional do Monte Rinjani, onde fica a trilha onde a brasileira caiu, segue aberto com as atividades ocorrendo normalmente e com a presença de turistas.</p>



<p>Apesar da angústia, Mariana continuava acreditando na sobrevivência da irmã: &#8220;Eu acredito que minha irmã está viva.&#8221;</p>



<p></p>
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		<title>Grande erupção do Monte Lewotobi Laki-laki lança cinzas a 11 km e força alerta máximo na Indonésia; veja vídeos</title>
		<link>https://bsbrevista.com.br/2025/06/17/grande-erupcao-do-monte-lewotobi-laki-laki-lanca-cinzas-a-11-km-e-forca-alerta-maximo-na-indonesia-veja-videos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Calango]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Jun 2025 17:00:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Erupção]]></category>
		<category><![CDATA[Indonésia]]></category>
		<category><![CDATA[Vulcão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Vulcão em Flores provoca nuvem gigante, interdita região em raio de 8 km e gera alerta vermelho para voos; autoridades monitoram risco de fluxos de [...]</p>
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<h6 class="wp-block-heading">Vulcão em Flores provoca nuvem gigante, interdita região em raio de 8 km e gera alerta vermelho para voos; autoridades monitoram risco de fluxos de lama com previsão de chuvas fortes</h6>



<p>Na tarde desta terça-feira, 17 de junho de 2025, o Monte Lewotobi Laki‑laki, situado na província de East Nusa Tenggara, ilha de Flores (Indonésia), apresentou uma erupção explosiva. O Centro de Vulcanologia e Mitigação de Desastres Geológicos do país registrou coluna de cinzas de até 11 km de altura — equivalente a 10 000–11 000 metros lançados ao céu — formando um gigantesco cogumelo de fumaça visível a até 150 km de distância .</p>



<p>Devido à intensidade da atividade, as autoridades elevaram o alerta vulcânico ao nível máximo de perigo e ampliaram a zona de exclusão para um raio de 8 km ao redor do cratera .</p>



<figure class="wp-block-video"><video height="1280" style="aspect-ratio: 720 / 1280;" width="720" controls src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/06/1002819860.mp4"></video></figure>



<p>Atividade sísmica intensa e choques repetidos</p>



<p>Nas últimas duas horas, foram registrados 50 eventos de atividade vulcânica, número muito acima da média diária (8–10 eventos), segundo dados da agência geológica indonésia .</p>



<p>Além de cinzas, houve explosões repetidas, e a fumaça esteve misturada com colorações laranja em alguns momentos — segundo imagens captadas por moradores .</p>



<p>Interrupção de voos e possíveis riscos adicionais</p>



<p>A erupção provocou a emissão de um aviso vermelho para o tráfego aéreo — tamanha a magnitude da nuvem de cinzas —, enquanto o Japão chegou a avaliar risco à integridade do mar e à formação de tsunamis, sobretudo em regiões como Okinawa . Até o momento, não houve confirmação de cancelamentos de voos, mas monitoramento prossegue, especialmente para destinos como Bali e arredores .</p>



<p>Cuidados com chuva e possíveis fluxos de lava</p>



<p>Com previsão de chuvas fortes na região, cresce a preocupação com fluxos de lama e lava. As cinzas acumuladas podem se misturar à água, provocando correntes perigosas. Moradores próximos a rios vulcânicos foram instruídos a monitorar rigorosamente as condições e utilizar máscaras — mesmo improvisadas — para proteger vias respiratórias .</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/06/17501795629863093196222765269217-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-30498" srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/06/17501795629863093196222765269217-1024x683.jpg 1024w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/06/17501795629863093196222765269217-600x400.jpg 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/06/17501795629863093196222765269217-768x512.jpg 768w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/06/17501795629863093196222765269217.jpg 1200w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>Histórico de erupções recentes</p>



<p>O Lewotobi Laki‑laki faz parte de um complexo de vulcões gêmeos (“marido” e “mulher”), lidando com erupções desde 2023. Em novembro de 2024, um surto causou 9 mortes e destruição de vilarejos; em março e maio deste ano, houve novas erupções com colunas de cinzas superiores a 8 km, obrigando o aeroporto de Bali a cancelar voos .</p>



<p>O evento de hoje, 17 de junho, é o mais violento até agora em 2025, com alerta máximo e nuvem de 11 km, e reforça o grau de atenção sobre este vulcão ativo .</p>



<p>Impacto social e resposta das autoridades</p>



<p>Até o momento, não há relatos de mortes ou feridos relacionados ao evento , mas o risco permanece elevado. As autoridades locais mantêm uma operação de evacuação e vigilância, com restrições de acesso a áreas quilométricas, acompanhamento de padrões de chuva e instrução constante à população. As agências de vulcanologia e de aviação estão alinhadas com órgãos internacionais — Japão e Austrália entre eles — para alertas e instruções .</p>
<div id="bsbre-3152193254" class="bsbre-depois-do-conteudo-2 bsbre-entity-placement" style="clear: both;"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado.jpg" alt=""  srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado.jpg 1048w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-600x600.jpg 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-1024x1024.jpg 1024w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-60x60.jpg 60w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-768x768.jpg 768w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-900x900.jpg 900w" sizes="(max-width: 1048px) 100vw, 1048px" width="1048" height="1048"   /></div><br style="clear: both; display: block; float: none;"/><div id="bsbre-3321588667" class="bsbre-depois-do-conteudo bsbre-entity-placement"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista.jpg" alt=""  srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista.jpg 937w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista-600x321.jpg 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista-768x411.jpg 768w" sizes="(max-width: 937px) 100vw, 937px" width="937" height="502"   /></div><p>O post <a href="https://bsbrevista.com.br/2025/06/17/grande-erupcao-do-monte-lewotobi-laki-laki-lanca-cinzas-a-11-km-e-forca-alerta-maximo-na-indonesia-veja-videos/">Grande erupção do Monte Lewotobi Laki-laki lança cinzas a 11 km e força alerta máximo na Indonésia; veja vídeos</a> apareceu primeiro em <a href="https://bsbrevista.com.br">BSB REVISTA</a>.</p>
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